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23 de abril de 2014

“Todos os evangélicos devem ser queimados vivos em uma fogueira”


“Todos os evangélicos devem ser queimados vivos em uma fogueira”

Relato da Dra. Damares Alves, assessora da Frente Parlamentar Evangélica, sobre ataque verbal de ativistas gays

Comentário de Julio Severo: Na data de em 22 de abril de 2014, durante a votação do PNE (Plano Nacional de Educação), ativistas proclamaram muito claramente que querem os evangélicos queimados vivos em fogueiras.
Fico pensando: Se a Dra. Damares, que presenciou e foi vítima direta de todo esse ataque de ódio, tivesse feito como os ativistas gays fizeram, proclamando que quer os ativistas gays queimados vivos em fogueiras, tenho certeza de que em menos de 24 horas ela perderia o emprego. A esta altura, ministros do governo de Dilma Rousseff estariam publicamente condenando o crime de ódio da assessora da bancada evangélica contra os militantes gays do Brasil. Maria do Rosário estaria trovejando nos noticiários de TV que, além de perda de emprego, a evangélica Damares deveria ser alvo de prisão e investigação federal. Globo e outras grandes redes de televisão estariam vociferando em coro que Damares representa todos os evangélicos, usando seu exemplo para castigar a oposição “odiosa” evangélica às práticas homossexuais.
Entretanto, a declaração de extermínio por tortura não foi dirigida aos ativistas homossexuais. Foi dirigida por eles aos evangélicos. Por isso, a Globo não apareceu e Maria do Rosário calou. No Brasil da ditadura gay, os opressores podem falar em extermínio das vítimas, mas elas não podem esboçar a mínima contrariedade à ditadura e ameaças, sob pena de serem acusadas de “homofóbicas” e “preconceituosas.”
Se os ativistas gays querem desabafar suas raivas, por que não viajam para a Arábia Saudita e gritam logo ao sair do avião: “Vocês merecem ser queimados vivos na fogueira por condenarem os homossexuais à morte”?
Se não querem viajar tão, eles deveriam fazer uma invasão de protesto em alguma mesquita do Brasil e deixar o mundo inteiro saber que os ativistas gays brasileiros querem o extermínio daqueles que os exterminam. Evidentemente, eles não farão isso porque a resposta islâmica mundial será uma só: mais extermínios de homossexuais!
É fácil ameaçar os cristãos, que não revidam nem matam. Por isso, os cristãos são alvos sistemáticos das ameaças e mentiras do movimento gay.
Eis o relato da Dra. Damares Alves sobre o que lhe fizeram ativistas gays determinados a impor a ideologia de gênero nas crianças do Brasil:
Damares Alves
Fui agredida hoje pela tarde dentro da Câmara dos Deputados. Como resultado da agressão, foi feita uma ocorrência policial.
No Plenário 5 acontecia a votação do PNE (Plano Nacional de Educação). Durante meses trabalhei assessorando os parlamentares cristãos para que fosse retirado do texto final a obrigatoriedade do ensino da ideologia de gênero nas escolas do Brasil.
Todos conhecem minha posição sobre o tema.
Vencemos! No final da votação a família brasileira venceu! A obrigatoriedade foi retirada.
Eu estava acompanhando a votação dessa questão de fora do Plenário, que estava lotado. Eu tinha de permanecer ali por perto, caso algum deputado precisasse de minha ajuda.
No final da votação sobre gênero, fui ao Plenário, pois os deputados cristãos ainda tinham outras questões para votar. Fui orientá-los, pois é meu trabalho.
Não fiquei no Plenário mais que seis ou oito minutos. Contudo, ativistas da ideologia de gênero estavam presentes e com os ânimos alterados por terem perdido na votação. Eles me viram orientado os parlamentares cristãos. Quando tentei sair do Plenário, um deles foi em minha direção e disse: “TODOS OS EVANGÉLICOS DEVERIAM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA NO BRASIL.”
Havia ódio no rosto e nos olhos dele. Pedi que ele repetisse a frase, pois pensei que havia entendido errado. Ele repetiu por mais duas vezes. Quando percebi a gravidade do que ele estava proferindo, pedi que ele falasse mais alto para que mais pessoas ouvissem, pois só os que estavam muito perto ouviram. O ativista gay se acovardou e não teve coragem.
No entanto, para minha surpresa, outro ativista gay que estava do lado disse que tinha coragem e começou a gritar alto. Na verdade, esse segundo ativista berrava: “TODOS OS EVANGÉLICOS DEVEM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA.”
Ele também gritava ainda que os evangélicos são uma desgraça para o Brasil e que deveriam que ser exterminados. Havia muito ódio nesses ativistas gays.
Os policias legislativos viram o que aconteceu e identificaram que havia incitação ao ódio e entenderam que eu corria perigo, pois o Plenário estava lotado de ativistas homossexuais. Os policiais foram em meu socorro e em seguida fomos todos conduzidos para a delegacia da Câmara.
De meu lado estava o Pastor Davi Morgado de São Paulo. De forma semelhante, ele se sentiu agredido e foi para delegacia também como vítima.
Os agressores continuavam destilando ódio.
Foi feito um Boletim de Ocorrência e depois de meu depoimento os policias legislativos me escoltaram de volta até meu local de trabalho, pois eu ainda corria risco de ser agredida dentro da Câmara dos Deputados.
O número do Boletim de Ocorrência é 048/2014, registrado no Departamento de Policia Legislativa da Câmara dos Deputados.
Foi horrível ver e sentir tanto ódio!
Eu só estava fazendo meu trabalho de forma muito discreta e pacífica, como faço todos os dias na Câmara.
Eu, como senhora, estava em uma situação vulnerável, pois no local por onde passei dentro do Plenário eles eram maioria e todos eles estavam muito irados por terem perdido a votação.
Se os ativistas, que me pareciam ligados a algum sindicato, estivessem portando algum objeto cortante ou alguma arma, eu creio que sofreria agressão física.
Havia muito ódio e rancor.
Tudo que ouvi me incomodou de verdade. Não é a primeira vez que ouço: “Morte aos evangélicos!” Mas desta vez senti que algo tinha que ser feito.
Basta de tanto ódio contra nós no Brasil!
Não vou ficar apenas no Boletim de Ocorrência. Quero continuidade. Quero vê-los processados por crime de ódio. Quero respeito aos evangélicos.
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Sobre ideologia de gênero:
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18 de dezembro de 2013

PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém vitória inesperada e surpreendente com sua persistência e mobilização


PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém vitória inesperada e surpreendente com sua persistência e mobilização

Julio Severo
Hoje é um dia de muita alegria e, quem puder, celebre com festas e louvores a Deus! Ontem (17 de dezembro de 2013), foi aprovado o apensamento do PLC 122 à reforma do código penal, sepultando o PLC 122 e todos os sonhos e maluquices de Marta Suplicy e outros radicais esquerdistas sexuais.
E quanto à promessa do senador petista Paulo Paim de aprovar o PLC 122 neste ano? Foi para o espaço. Virou pó.
Por isso, comemore. Celebre! Pule de alegria! Cante cânticos de regozijo na presença de Deus!
A Capa, o maior site gay do Brasil, informou sobre a reação do PT e do ativismo gay: “O senador Paulo Paim, relator do projeto, lamentou a decisão… Muitos afirmam que o ‘enterro’ simbólico do projeto tenha sido uma orientação da presidente Dilma Rousseff, que pediu ao Senado para não votar a proposta até as eleições de 2014. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) também comentou a decisão. ‘Lamento a aprovação do requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) que apensa o PLC 122 ao projeto de reforma do Código Penal. Na prática, isto significa o enterro definitivo de uma luta de 12 anos desde que o PLC 122 começou a tramitar no Congresso.’”
Durante anos, o PT usou todas as artimanhas para levar esse projeto à aprovação. Havia apoio em massa ao PLC 122, mas vindo exclusivamente das elites midiáticas e esquerdistas. O povo? Ele foi acusado pelo PT, através de um instituto de pesquisa esquerdista, de ser 99 por cento “homofóbico.”
Enquanto as manifestações da mídia comprada pediam insistentemente a aprovação do PLC 122, o povo telefonava para o Congresso pedindo sua rejeição. Assim, o povo venceu as vontades do governo, do PT, de outros partidos de esquerda, das elites midiáticas e do movimento homossexual.
O povo venceu também as forças religiosas hostis à luta em defesa da família. Um tabloide sensacionalista protestante argumentava que o PLC 122 não oferecia os perigos denunciados por alguns líderes evangélicos, inclusive Silas Malafaia, a quem o tabloide chamou maliciosamente de “servo de Belzebu.”
O tabloide, representando a mídia protestante esquerdista, afirmou que a ignorância “de alguns políticos evangélicos interessados no uso deste projeto para fins eleitoreiros e um ou outro comentário de um blogueiro sofrendo de esquizofrenia paranoide se transforma em pânico levando milhares de ovelhas idiotizadas à beira de um ataque de nervos.”
Mas a hostilidade aos defensores da família não veio apenas de tabloides de fofoca. Em 16 de dezembro, apenas um dia antes do sepultamento do PLC 122, o senador Paim publicou em seu site oficial um manifesto do CONIC pedindo, em nome de um alegado combate à violência contra a mulher, a aprovação do PLC 122.
O CONIC é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, que em março deste ano repudiou publicamente a nomeação de Marco Feliciano à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Fazem parte do CONIC a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida — todas com alinhamento esquerdista.
O que o manifesto do CONIC a favor do PLC 122 no site do Paim significa?
Significa que, discordando da vontade da maioria cristã do Brasil e se alinhando com a maioria esquerdista do governo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida estavam de pleno acordo com a vontade do governo de impor o PLC 122 sobre a população brasileira.
Graças a Deus, a vontade de Paim e do PT não prevaleceu!
Graças a Deus, a vontade do CONIC não prevaleceu!
Graças a Deus, não prosperou a vontade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e da Igreja Presbiteriana Unida.
GRAÇAS A DEUS, PREVALECEU A VONTADE DA MAIORIA CRISTÃ DO BRASIL!
Podemos dar louvores a Deus, fazer festas e comemorar a vitória desta batalha contra as forças seculares e religiosas, mas a guerra continua.

Dra. Damares Alves fala

Para compreendermos a vitória que obtivemos ontem, a Dra. Damares Alves, em texto exclusivo para o Blog Julio Severo, explica a importância da conquista que a maioria cristã brasileira alcançou pressionando incessantemente o Congresso Nacional.
A Dra. Damares, que neste ano de 2013 andou por todo o Brasil mobilizando a Igreja contra o PLC 122 e contra outros projetos absurdos, inclusive o projeto original da Reforma do Código Penal, desabafou emocionada: “Estou rouca, estou cansada. Só neste final de semana, foram cinco eventos em três estados diferentes, mas valeu a pena. Eu sei que a transformação e redenção do meu país passa pela Igreja Evangélica.” Ela disse ainda: “Esta vitória só foi possível também graças a todos os internautas e blogueiros cristãos e graças as redes sociais.”
A Dra. Damares explica como foi a grande vitória contra o PLC 122 e outros projetos:
Pela manha na Comissão Especial instituída para discutir o PLS 236/2012 que visa à Reforma do Código Penal, foi votado o parecer do relator que de maneira já esperada pronunciou um voto a favor da vida e da família.
Entenda: o relator, Senador Pedro Taques, na semana passada havia apresentado o voto final ao PLS 236/2012 e, após uma serie de reuniões e discussões nos últimos dias, foi votado e aprovado hoje o parecer final na Comissão Especial.
No voto, o senador afastou a possibilidade da descriminalização do aborto no Brasil. Ele manteve o texto do atual Código Penal, ou seja, o aborto provocado só não será punido em caso de estupro ou risco de vida para a gestante.
Essa foi uma vitória para todos os que lutam em defesa da vida.
O relator também não aceitou a diminuição da idade de 14 para 12 anos de idade para tipificar o estupro de vulneráveis, nem a descriminalização das drogas, nem a legalização das casas de prostituição e outros temas que tanto preocupavam os movimentos em defesa da família e a Igreja.
Contudo, a maior surpresa veio com a retirada, em todo o texto do PLS 236, dos termos “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero.”
Pedro Taques, um jurista de renome, argumentou que essas expressões são ambíguas e ainda não estão assimiladas na língua portuguesa e não são compreendidas pela população, o que dificultaria aplicação e fixação de penas pelos juízes ou até mesmo o indiciamento dos possíveis réus.
O movimento homossexual não esperava isso, pois no texto apresentado pelos juristas a discriminação por “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero” seria agravante para todos os crimes, inclusive para crimes de terrorismo, racismo, genocídio, tortura e crimes contra a humanidade.
Mas a vitória da família neste dia (17 de dezembro) no Senado não se limitou apenas ao projeto da reforma do código penal.
Estava na pauta para as 8h30min da manhã desta quarta feira na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa o voto do senador Paulo Paim ao PLC 122/2006.
Ao contabilizar os votos, os líderes pró-família já sabiam que naquela comissão o PLC 122 seria aprovado.
Entretanto, o inesperado aconteceu no início da noite.
Foi votado e aprovado no Plenário Geral do Senado o Requerimento de autoria do senador evangélico Eduardo Lopes (PRB/RJ — suplente do senador Crivella) que pedia o apensamento do PLC 122/2006 ao Projeto de Reforma do Código Penal.
Há três semanas que se aguardava a votação desse requerimento, mas havia uma pressão para que a votação não acontecesse e se fosse colocado em pauta, a pressão para ser rejeitado era maior ainda.
Na quarta-feira da semana passada até altas horas da noite o embate nos bastidores do Plenário do Senado era visível. De um lado, senadores conversando com pastores, padres e líderes de movimentos em defesa da família que faziam lobby para que o requerimento fosse aprovado. Do outro lado, estavam os militantes do movimento homossexual abordando os senadores, chegando a dizer aos parlamentares que votar o PLC 122/2206 era para eles uma questão de honra, pois a sigla PLC 122 era mais que um projeto legislativo; era o símbolo de luta.
Mas para surpresa de todos, o requerimento foi colocado na pauta e aprovado na noite, ou seja, poucas horas antes da votação do PLC 122 na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Mas é bom lembrar que os senadores não fizeram nenhum favor às famílias. Eles apenas acertaram desta vez. O inciso II do artigo 374 do Regimento Interno do Senado Federal é claro em afirmar que se existe um projeto que visa reformar qualquer código, todos os demais projetos que se referem à matéria do código que esta sendo reformado devem ser apensadas no PL da reforma. (Leiam o que diz este inciso.)
Assim, desde a chegada da Reforma do Código Penal no Senado, o PLC 122/2006 já deveria ter sido apensado. Houve neste tempo todo uma briga desnecessária.
Depois da aprovação hoje do requerimento, os senadores a favor do ativismo gay ficaram insatisfeitos e pediram até mesmo verificação de quórum, mas não conseguiram derrubar a sessão nem a votação do requerimento.
Agora o PLC 122/2006 passa a ser mais um projeto de lei, entre os inúmeros, apensado ao PLS 236/2012. Ou seja, o PLC 122 praticamente não existe mais.
Mas cabe aqui outra explicação: O PLC 122/2006 tinha como objetivo a alteração da Lei de Racismo, acrescentando os termos “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero.” E o PLC 236/2012, da Reforma do Código Penal, tem como objetivo em seu artigo 530 a revogação da lei de racismo.
Vejam a incoerência: na mesma Casa Legislativa um projeto de lei tem como objetivo revogar uma lei e outro alterar uma lei que será revogada.
Então o PLC 122/2006 era de fato inócuo no sentido de que ele ia reformar algo que estaria revogado.
É claro que a luta não acabou. O PLC 122/2006 foi apensado e agora o tema pode ser trazido para dentro da Reforma do Código Penal em outras comissões.
Mas esta vitória de hoje mostra que as mobilizações deram certo e a união dos movimentos pró-família foi decisiva para isso.
Todos são unanimes em reconhecer o esforço do Senador Magno Malta, que, atento há anos, não deixou o PLC 122 ser aprovado. Por anos a Igreja só pôde contar com ele. Um único senador contra todos.
Parecia uma guerra perdida. Era Golias o gigante e um único Davi pequenino.
Nos últimos meses, o senador acabou contando também com a atuação brilhante do Senador Eduardo Lopes e os dois juntos chegaram hoje a esta importante vitória.
Não se pode ainda deixar de citar a contribuição dos senadores Gim Argello, do Distrito Federal, e do Senador Sergio Petecão, do Acre.
A mobilização não pode parar.
Já no inicio do ano que vem a Reforma do Código Penal volta a ser discutida e toda atenção será necessária. O povo que venceu hoje continuará vencendo se demonstrar mais persistência.
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1 de agosto de 2013

Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto


Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto

Julio Severo
A presidente Dilma Rousseff acabou de sancionar uma lei que protege vítimas de violência sexual. A lei foi aprovada sorrateiramente no Congresso Nacional recentemente. Não há problema em leis protegendo tais vítimas. Mas, de acordo com essa lei, qualquer mulher pode obter um aborto alegando violência, e não há nenhuma necessidade de evidência médica e legal.
Dilma Rousseff
O anúncio hoje (1 de agosto de 2013) da sanção presidencial foi feito pela ministra Eleonora Menicucci, que explicou que as mulheres brasileiras sofrem um estupro a cada 12 segundos e que a nova lei, PLC 03/2013, será uma solução para a difícil situação delas.
Mas a nova lei ajuda mais o aborto do que as vítimas de violência sexual.
Tanto Rousseff quanto Menicucci foram ativistas do aborto por vários anos. Ambas eram membros de um violento grupo revolucionário comunista nas décadas de 1960 e 1970. Ambas foram presas na mesma instituição militar por terrorismo.
Eleonora Menicucci
Após a liberação delas, eles começaram a fazer campanhas pelo aborto. Menicucci se gabou de que fez dois abortos, ainda que seja contra a lei no Brasil. Ela disse que foi treinada a realizar abortos na Colômbia em 1995.
A nova lei de aborto não solucionará a crise de estupros em massa no Brasil. A impunidade está desenfreada na sociedade brasileira. Os assassinos e os estupradores ficam impunes. Mas as pró-aborto Rousseff e Menicucci asseguraram que os bebês em gestação não ficarão impunes.
A nova lei tem um jeito amplo de definir “violência sexual.” De acordo com a Dra. Damares Alves, assessora pró-vida no Congresso Nacional, a lei diz que “violência sexual é qualquer relação sexual não consentida” em seu artigo 2. A Dra. Damares disse que se uma esposa for a um hospital e disser que engravidou do marido por sexo não consensual, ela está qualificada para a condição de vítima de violência sexual.
Em sua entrevista para Julio Severo, a Dra. Damares disse que hospitais particulares, católicos e protestantes estarão sob obrigação de se submeter à nova lei e oferecer abortos para mulheres que afirmarem terem engravidado, mediante sexo não consensual, de seus maridos, amantes, namorados, etc.
Antes de sua eleição para a presidência do Brasil em 2010, Dilma havia assinado um termo de compromisso com os líderes evangélicos de não aprovar leis de aborto. Ela não manteve sua palavra socialista.
Até a recente visita do papa e vários líderes evangélicos a Dilma não foi o suficiente para fazê-la mudar de ideia, ainda que eles nunca tivessem mencionado aborto e matança de crianças para ela.
A nova lei é um truque malicioso para abortistas, socialistas, feministas e mulheres sob o feitiço deles. É mais uma mentira para encobrir a violência generalizada no Brasil. Ao número enorme de assassinatos e estupros, o Brasil terá agora matanças de bebês.
O derramamento de sangue era uma marca importante no grupo revolucionário onde Rousseff e Menicucci eram membros. O derramamento de sangue é agora sua marca política.
Algumas pessoas dizem que os socialistas não comem crianças. Você realmente acredita que as leis malignas deles não fazem isso?
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29 de junho de 2013

Magali ataca de novo: a esquerda evangélica e as manifestações


Magali ataca de novo: a esquerda evangélica e as manifestações

Julio Severo
O que a esquerda evangélica pensa das manifestações que estão ocorrendo no Brasil? Magali do Nascimento Cunha, professora na Universidade Metodista de São Paulo, dá a resposta.
Se for coisa ruim, podem me chamar que apoio!
Ela defende as manifestações usando os posicionamentos de três lideranças cristãs: Aliança de Batistas do Brasil, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Bispo Robson Rodovalho.
Aliança de Batistas do Brasil: O destaque dela vai para a Aliança de Batistas do Brasil (ABB), que ela faz questão de colocar em primeiro lugar. A ABB apoia de coração as manifestações. Mas não é só isso que essa entidade, que não tem vínculo nenhum com as grandes convenções batistas do Brasil, defende.
Quando na eleição presidencial de 2010 um líder da Convenção Batista Brasileira denunciou o PT e sua promoção da iniquidade, a ABB prontamente denunciou o líder, expressando “repulsa a toda estratégia político-religiosa de ‘demonização do Partido dos Trabalhadores do Brasil’”. A nota pública também dizia: “A Aliança de Batistas do Brasil sente-se na obrigação de contradizer o discurso que atribui ao PT a emergente ‘legalização da iniquidade’… Enfim, a Aliança de Batistas do Brasil vem a público levantar o seu protesto contra o processo apelatório e discriminador que nos últimos dias tem associado o Partido dos Trabalhadores às forças da iniquidade”.
Neste ano, com o patrocínio da revista Ultimato, a ABB assinou, juntamente com Ariovaldo Ramos e muitos pastores protestantes tradicionais, uma manifesto esquerdista exigindo a remoção do Pr. Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Com esse currículo fartamente esquerdista, a ABB só podia apoiar as manifestações.
Com seu currículo esquerdista pessoal, Magali só podia gostar do que a ABB faz.
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: Em segundo lugar, na opinião de Magali, fica a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a organização cristã mais esquerdista do Brasil. Sem a CNBB, o Brasil jamais teria Frei Betto, Leonardo Boff e o próprio PT.
Com esse currículo fartamente esquerdista, a CNBB só podia apoiar as manifestações.
Com seu currículo esquerdista pessoal, Magali só podia gostar do que a CNBB faz.
Bispo Robson Rodovalho: Não há nele o radicalismo esquerdista da ABB e da CNBB. Mas suas posturas “mornas” muito contribuem para o aproveitamento dos extremistas. Pelo menos, é o que fica evidente não só pelo apoio dele a Lula em duas eleições e a Dilma Rousseff na eleição passada, mas também pelo seu posicionamento “morno” diante do caso Marco Feliciano.
O apoio de Rodovalho, mesmo que “moderado” e “morno,” para as manifestações, foi visto por Magali como digno de estar em destaque com a ABB e CNBB.
Com seu currículo esquerdista pessoal, Magali deve saber o que faz na sua escolha dos evangélicos estratégicos na sustentação das manifestações.
Em seu textinho, Magali também cutuca a Marcha para Jesus, esperando que o evento não se torne político, isto é, não faça como fez em outras ocasiões, denunciando o PLC 122 e o chamado “casamento” gay. Mas Magali nunca foi vista criticando uma famosa marcha evangélica do Rio de Janeiro que tem o propósito de se alinhar às metas esquerdistas globalistas da ONU.

Quem é Magali?

Interessante, não é? Magali e outros evangélicos esquerdistas defendem seu envolvimento esquerdista na politica, mas expressam mal-estar se um evangélico coloca o posicionamento moral conservador acima do oportunismo assistencialista da esquerda.
O currículo de Magali é carregado de marxismo. Magali do Nascimento Cunha é professora da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, um dos maiores redutos esquerdistas do protestantismo brasileiro.
Ela é também membro do Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas, o maior reduto de protestantes esquerdistas do mundo.
O site do Conselho Mundial de Igrejas destaca, com louvores, que Magali faz parte da infame Comissão Nacional da Verdade, um grupo criado pelo governo de Dilma Rousseff (que tem passado terrorista comunista) para investigar supostas violações de direitos humanos por parte dos militares contra terroristas comunistas armados que matavam, assaltavam bancos, faziam atentados a bomba, sequestravam, etc.
A Comissão Nacional da Verdade, que julgará apenas os militares e não os terroristas comunistas, tem tido amplo apoio do tabloide sensacionalista Genizah, que tem destacado o papel de protestantes na luta comunista contra o governo militar.
Magali também colocou de fora suas vermelhas unhas comunistas no caso Marco Feliciano, que atraiu a fúria de toda a esquerda secular e evangélica.
Naturalmente, Magali não podia ficar de fora da campanha de ódio perpetrada por seus camaradas contra Feliciano.
Ao reclamar de Feliciano, ela o enquadra como “cristão predominantemente conservador teologicamente, marcado por um fundamentalismo bíblico” — uma acusação rotineira da esquerda protestante contra todo evangélico que não segue a cartilha de Karl Marx ou não compartilha da agenda gayzista e abortista.
O que não é surpresa é que a reclamação dela foi postada, em seu blog pessoal, por Leonardo Boff, um ex-católico que é o maior promotor da Teologia da Libertação no Brasil.

Magali e a liberdade dos psicólogos ajudarem pessoas a se livrar da opressão homossexual

Em seu textinho, Magali procura também expressar seu mal-estar com o projeto de lei do Dep. João Campos que foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos (CDH). A esquerda secular inteira está contra Feliciano pelo fato de que a CDH o aprovou e Magali aponta uma declaração de Feliciano que disse: “Psicologia está ideologizado pelos ‘esquerdopatas’ e pelo movimento gay.”
O projeto de lei restaura aos psicólogos a liberdade e o direito deles atenderem pacientes que querem se livrar de seus problemas homossexuais.
Magali, que se mostra do lado dos opositores do projeto, não parece ver com bons olhos que Silas Malafaia esteja apoiando o projeto.
No entanto, o apoio maior de Magali é às manifestações.

Magali e as manifestações

Se a esquerda (secular e cristã) está vendo as manifestações com bons olhos, é porque ou estão sob controle de movimentos esquerdistas ou então podem ser facilmente manipuladas para objetivos esquerdistas.
Exemplo de pura manipulação é o primeiro discurso de Dilma sobre as manifestações. Alegando atender aos “anseios” dos manifestantes, Dilma prometeu apressar a vinda, sob pretexto de fornecer mais médicos ao SUS, de milhares de agentes cubanos ao Brasil. Fica claro então que mesmo que os protestos tivessem boas intenções, Dilma não tem, e usará sua más intenções para levar o Titanic da nação brasileira às gélidas águas do naufrágio marxista.
Magali, ABB e CNBB estão prontas para levar o Brasil nessa viagem. Evangélicos mornos são os inocentes ou idiotas úteis que ajudam nessas manobras.
Magali faz questão de negativamente mencionar a opinião de Marco Feliciano sobre as manifestações, o qual acertadamente disse: “O País está à sombra da Anarquia.”
Ela também destacou de modo negativo Silas Malafaia, que disse: “No Brasil o perigo são os esquerdopatas ultrarradicais que pregam baderna, vandalismo, derramamento de sangue, para que possa haver uma verdadeira revolução.”

Ariovaldo Ramos

Em contraste, Magali mencionou de forma positiva que numa reunião de Dilma com os supostos líderes das manifestações estava um “representante” evangélico: Ariovaldo Ramos.
O fato é que as manifestações impulsionaram Dilma no seu desejo de trazer milhares de agentes cubanos disfarçados de médicos — a mesma novela que viveu a Venezuela. O Brasil só teria uma reprise venezuelana.
Hugo Chavez
Com o avanço das manifestações, Dilma falou em nova Constituição — exatamente como fez a Venezuela de Hugo Chavez.
E para completar o quadro, nada mais justo do que Dilma trazer um evangélico chavista para sua reunião especial com os “líderes” dos manifestos.
O fanatismo evangélico esquerdista a favor de Chavez é tão grande que um pastor presbiteriano declarou que se fosse Deus, daria vida longa a Hugo Chavez e um derrame para Feliciano.
Magali disse que está ansiosa para publicar a conversa de Ariovaldo com Dilma.
Esses encontros e apoios são justificados pela desculpa de que se o PT e outros marxistas ajudam os pobres, então devemos apoiá-los. Eles têm assim ampla defesa entre Magalis, ABB, CNBB e Rodovalhos.
Contudo, esse apoio ocorre à custa de valores morais e cristãos. O PT, que cobra impostos elevadíssimos para suspostamente ajudar os pobres, se autoajuda com o dinheiro do bolso do trabalhador brasileiro, investindo em necessidades “urgentes” da população, como a doutrinação homossexual das crianças nas escolas e financiamento pesado de grupos supremacistas gays que querem criminalizar a crítica às repulsivas práticas sexuais deles.

Magali: a nova estrela da esquerda evangélica

Magali, que vivia basicamente nas sombras, virou destaque semanas atrás no tabloide calvinista sensacionalista Genizah, com um artigo que atacava um forte vídeo da Dra. Damares Alves denunciando o comprometimento do governo petista na doutrinação imoral das crianças das escolas.
Magali alegou que Damares “não tinha provas,” como se fosse impossível provar que o governo do PT está investindo milhões na doutrinação imoral das crianças. Magali foi incapaz de apresentar evidências de que o governo federal não está, por exemplo, homossexualizando os alunos das escolas públicas.
O que ficou óbvio é que Magali estava apenas tentando defender o governo do PT, que é um governo de esquerda. Na visão das Magalis, ABB, CNBB e evangélicos mornos, um governo esquerdista tem de ser apoiado, até mesmo quando quer impor aborto, homossexualidade e infanticídio indígena sobre o Brasil.

O jeito cristão de ajudar os pobres

A mensagem que tenho é que Magali, a ABB, a CNBB e Robson Rodovalho não precisam apoiar um governo esquerdista para ajudar os pobres. Magali tem um excelente emprego como professora universitária, e ocupa outros importantes cargos que trazem um excelente salário para ela. Por que ela não dá seus salários, carros e propriedades para os pobres? Não foi isso o que Jesus ensinou?
Eis que alguém chegou perto de Jesus e consultou-o: “Mestre, que poderei fazer de bom para ganhar a vida eterna?” Questionou-o Jesus: “Por que me perguntas a respeito do que é bom? Há somente um que é bom. Se queres entrar na vida eterna, obedeça aos mandamentos”. Ao que ele perguntou: “Quais?” E Jesus lhe respondeu: “Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Replicou-lhe o jovem: “A tudo isso tenho obedecido. O que ainda me falta?” Jesus disse a ele: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Ao ouvir essa palavra, o jovem afastou-se pesaroso, pois era dono de muitas riquezas. (Mateus 19:16-22 KJA)
Jesus não orientou o jovem a se envolver com política para introduzir uma lei para tirar o dinheiro dos outros para ajudar os pobres. Ele disse: “VOCÊ, venda tudo o que tem e dê aos pobres.”
Esse é o legítimo jeito cristão de fazer as coisas.
Magali quer ajudar os pobres? Jesus diz a ela: “Magali, venda seus carros e propriedades e dê, junto com seus salários, aos pobres.”
Perto de mim, Magali é muito rica. Não tenho casa, propriedades, carros e salários.
A CNBB quer ajudar os pobres? Jesus diz: “Vendam tudo o que têm e deem aos pobres.”
A ABB quer ajudar os pobres? Jesus diz: “Vendam tudo o que têm e deem aos pobres.”
Robson Rodovalho quer ajudar os pobres? Jesus diz a ele a mesma coisa que diria a Magali.
Entretanto, esse não é o jeito marxista de fazer as coisas.
Em vez de se sacrificarem e darem tudo o que têm, eles querem obrigar os outros a serem sacrificados para darem tudo o que têm.
Querendo ou não, as manifestações levarão exatamente a isso. Dilma e Magali jamais darão tudo o que têm. Digo isso porque conheço a doença mental chamada marxismo.
Mas elas lutarão para que você seja obrigado a dar tudo o que tem para os roubos estatais travestidos de impostos.

Manifestação segundo o coração de Deus

O salmista diz:
“Quem se levantará a meu favor contra os ímpios? Quem permanecerá ao meu lado combatendo os malfeitores?” (Salmo 94:16 KJA)
Tenho denunciado homens e mulheres que usam o nome de Jesus Cristo para promover a ideologia esquerdista, e agora me uno ao salmista:
Quem se levantará a meu favor contra o governo que promove o aborto, o homossexualismo e outras iniquidades? Quem permanecerá ao meu lado combatendo os promotores de iniquidades?
Quem se levantará a meu favor para protestar contra os evangélicos que apoiam o governo que promove iniquidades?
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