Mostrando postagens com marcador Corão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Corão. Mostrar todas as postagens

25 de janeiro de 2015

Freira implora por cristãos estuprados, vendidos e mortos pelo ISIS


Freira implora por cristãos estuprados, vendidos e mortos pelo ISIS

Refugiados vivem 'como animais' em campos de refúgio

Leo Hohmann
É a temporada de "paz na Terra", mas a irmã Hatune Dogan sente um calafrio no seu espírito, que só poderia ser sentido em um tempo de guerra.
Hatune Dogan
A freira cristã ortodoxa o sente a cada nova atrocidade cometida contra as minorias Yazidi e cristãs da Síria e do Iraque. Ela o sente nas igrejas queimadas em todo o Egito e na matança de crianças inocentes no Paquistão.
Por esta razão, ela trouxe uma palavra de advertência para os americanos em uma visita na semana passada em Minnesota, onde ela falou com vários grupos de igrejas.
O clima político de hoje lembra o de 1915 e em sua pátria, a Turquia, quando sua família sofreu a crueldade do califado otomano, que massacrou 3 milhões de cristãos e reduziu outros à condição de cidadãos de segunda classe sob a subjugação ou "dhimmitude".
O ISIS não tem nada de novo, disse ela, é apenas o ressurgimento do lado negro do Islã.
"O ISIS não é fanático. O ISIS não é mais terrível. O ISIS representa os crentes muçulmanos reais que gostam de seguir o Corão e a Maomé", disse o fundador da Warburg, a Fundação da Irmã Hatune sediada na Alemanha, uma organização de ajuda em nível mundial, que foi homenageada pelo governo alemão por sua dedicação aos direitos humanos.
"Outros dizem que eles é que são muçulmanos. Eles dizem acreditar no Corão, mas eles não o seguem", disse ela.
Os cristãos armênios representam cerca de metade dos 3 milhões de pessoas que perderam a vida na Turquia, mas a outra metade era de cristãos de várias origens étnicas – ortodoxos gregos, ortodoxos sírios e protestantes. Todos sentiram as crueldades da guerra santa islâmica contra as suas cabeças.
A irmã Hatune chegou na última quinta-feira (18/12/2014) no aeroporto de Atlanta para uma parada em seu caminho de volta para a Alemanha. Ela estava vestida com roupas pretas tradicionais e um hábito que cobre o cabelo dela. Ela usava um crucifixo simples de madeira ao redor de seu pescoço e levou com ela uma cópia já gasta pelo uso do Corão, que se tornou seu companheiro constante por onde passa para ensinar sobre a atual situação no Médio Oriente.
Ela acredita que os cristãos do Ocidente precisam saber o que está escrito no livro sagrado dos muçulmanos. Se o fizessem, eles iriam perceber que tudo o que o Estado islâmico, também chamado de ISIS, está fazendo já foi feito no passado por muçulmanos devotos que conquistaram um povo e que eles veem como "infiéis".

Onde estão todos os cristãos?

A irmã Hatune aponta para o fato de que 96 por cento das pessoas que povoaram o Oriente Médio, na virada do século VIII, eram cristãos. Agora, a população cristã diminuiu para 6 por cento. A Turquia já foi quase toda cristã, mas agora é 0,03 por cento cristã. O Iraque tinha 1 milhão de cristãos sob Saddam Hussein, mas agora apenas alguns milhares permanecem e as igrejas de Bagdá estarão quase vazias neste Natal.
"Onde estão os cristãos? Onde estão essas pessoas? Basta perguntar a si mesmo", disse a freira destemida, cuja língua nativa é o aramaico.
Sua família viveu inicialmente na Turquia, como judeus, mas depois toda a sua aldeia se converteu ao Cristianismo.
Nascida em 1970, a filha do meio entre 10 filhos, a irmã Hatune aprendeu a falar 13 línguas, mas nenhuma a torna mais orgulhosa do que o aramaico.
"Esta é a língua de Jesus", ela disse ao WND.
A Fundação Irmã Hatune funciona em 35 países com Mateus 25:34-40 como a sua declaração de missão – alimentando, vestindo, abrigando e prestando assistência médica aos pobres e perseguidos do mundo. Ela tem feito viagens regulares para o Oriente Médio desde 2005, e o ISIS apresenta um novo desafio: tentar resgatar as crianças órfãs de suas garras.
A irmã Hatune voltou para seu convento na Alemanha por apenas alguns dias antes de ela fazer outra viagem ao Oriente Médio para celebrar o Natal com os cristãos perseguidos. Ela estava com eles em novembro, quando ela visitou os campos de refugiados no Iraque, na Jordânia, no Líbano e na Turquia. Ela também foi furtivamente para a Síria para se reunir com os cristãos de lá.
"Eles precisam de seu apoio. Sem o seu apoio eles não podem continuar", diz ela em um vídeo mostrando como é um grupo de refugiados de Yazides. "Eles vivem como animais. Morrendo de fome. Sem nenhum alimento. Sem saúde. Ninguém deveria ter que viver assim".
É uma situação difícil que ela conhece muito bem. A pergunta "O que aconteceu com todos os cristãos?" é puramente retórica e completamente pessoal. Sua família viveu durante o genocídio de 1915, na Turquia, país de onde seus pais fugiram em 1985.
Sua tia-avó, Sarah, viveu a perseguição em Zaz, uma pequena aldeia no sudeste da Turquia, em 1915.
"Ela tinha 18 anos de idade, muito bonita. Um dos homens muçulmanos a viu e disse: 'Ela é linda. Ela pertence a mim'", disse a irmã Hatune.
Sarah tinha quatro irmãos, a mãe e o pai, vários primos, tias e tios que viviam na aldeia.
"Doze ao todo, em outubro de 1915, eles os mataram na frente de seus olhos", disse a irmã Hatune, apontando com as mãos e falando com um forte sotaque. "Atiraram neles diante de seus olhos".
A operação foi realizada por jihadistas islâmicos, ambos os turcos e os curdos, com a bênção do exército turco.
"Foi planejado", disse ela.
Ao todo, 365 membros da igreja de sua família, St. Demetrios, foram assassinados, o que representa cerca de metade da população da aldeia.
"Primeiro eles atiraram neles. Mais da metade ainda estavam vivos quando eles os queimaram vivos na igreja, em 1915, na minha aldeia", disse ela.
Sua bisavó tinha dois filhos e foi forçada em 1921 a implorar aos seus senhores muçulmanos para deixá-la manter um deles e criá-lo como um cristão.
É a mesma experiência que está ocorrendo hoje sob o ISIS no Iraque e na Síria.
"As moças mais bonitas eles tomam para serem suas esposas e dizem: 'agora você tem de ser muçulmana'", disse a irmã Hatune.
As outras são forçados a se converterem ou morrerem. Muitas foram mortos na frente de seus pais. Ela tem um vídeo contrabandeado para fora do Iraque, que mostra três meninos, em torno de 5 ou 6 anos de idade, sendo psicologicamente atormentados por seu eventual assassino.
"Digam-me a cabeça de quem devo cortar em primeiro," o homem pergunta a eles em árabe.
Uma longa faca de açougueiro está pronta em uma mesa ao lado dele.
"Vamos colocar a cabeça aqui", diz ele, enquanto os meninos gritam de terror.
Eles dão um passo atrás, mas os limites da pequena sala não deixam espaço para onde correr.
Quando nenhum dos meninos dá um passo à frente para oferecer o pescoço, o homem grita: "Venham todos vocês. Venham todos vocês!".
Ele pega um dos meninos. O de camisa branca. O menino grita e os outros dois choram.
"Você é do ISIS?", O homem grita para o menino que está gritando. "Você é do ISIS?".
"Não!", O menino responde em meio às lágrimas.
Todos os três foram decapitados. A freira disse que recebeu o vídeo de um parente dos três rapazes.
Em outro vídeo, filmado em 2013, três padres cristãos são mostrados sendo levado para fora em um campo com as mãos amarradas. Um homem muçulmano luta com um sacerdote e joga-o no chão e corta-lhe a cabeça, enquanto várias centenas de muçulmanos gritam: "Allahu Akbar! Allahu Akbar! Allahu Akbar!".
Irmã Hatune segura no colo um menino desnutrido na Índia, uma das dezenas de países em que a sua fundação trabalha.

‘Eu acredito em Ação’

Baseando-se em seu próprio historico de família, a irmã Hatune recentemente terminou o trabalho de seu 13º livro, "I Believe in Action" (Eu acredito em ação), escrito para comemorar o 100º aniversário do genocídio cristão na Turquia. Neste livro, ela compara a vida de Jesus com a de Maomé, o principal profeta do Islã.
"Eu não escrevo da minha cabeça. São todos fatos", disse ela. "Maomé veio e trouxe a morte, a decapitação, a pedofilia. Ele dormiu com uma menina de 9 anos de idade, casou-se quando ela tinha 6 anos de idade. Sabemos porque ela diz isso no Hadith. No Iêmen hoje, onde a xariá é a lei, eles têm que se casar com a menina antes de sua primeira menstruação, no máximo aos 13 anos de idade, porque está escrito".
A irmã Hatune folheia o seu Corão e encontra um outro verso que diz esse livro que leva os muçulmanos a assassinarem os cristãos no Oriente Médio.
"Vinte e cinco vezes no Corão diz para matarem os cristãos, porque estamos envolvidos em politeísmo", disse ela, explicando que os muçulmanos não entendem o conceito da Santíssima Trindade.  “Além disso, o Corão diz para não fazer amizade com os cristãos”.
A Europa está a caminho de se tornar o próximo campo de batalha do Islã, em especial na Bélgica e na França, onde os muçulmanos representam de 6 a 10 por cento da população. O país de adoção da irmã Hatune, a Alemanha, tem pelo menos 4 por cento de muçulmanos e tem mais de 4.000 mesquitas.
"A mesquita não é apenas para a oração", disse a freira. "É para se prepararem para matar o incrédulo e controlarem o mundo".
No Corão há 97 versos contra o incrédulo.
"E há versos contra os cristãos que dizem que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, ou que Jesus é o Filho de Deus. Eles têm de ser decapitados, a cabeça cortada no pescoço; nenhuma outra interpretação. Isto é o que os muçulmanos estão fazendo. Os muçulmanos normais, que são realmente muçulmanos, têm que seguir esta regra", disse ela. "Nunca haverá paz na Terra se esses versículos do Corão não forem parados. Está no Corão, no Hadith e na Sunna 36.800 vezes, as palavras 'corte', 'mate' ou 'ataque'. Como pode haver paz na Terra?".
O Corão também dá permissão aos homens muçulmanos para estuprarem meninas e mulheres que são mantidas em cativeiro como escravas (Sura 23:5-6).
Em cidades conquistadas, o ISIS tem marcado as casas dos cristãos com um símbolo vermelho do Nazareno. Em seguida, são visitadas por combatentes do ISIS que trazem horrores indizíveis sobre as famílias.
A irmã Hatune diz que isto é justificada pela Sura 5:33 do Corão, que afirma:
"De fato, a pena para aqueles que travam uma guerra contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra [para causar] corrupção é nenhuma outra senão que eles sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados a partir dos lados opostos ou que sejam exilados da terra".
Os defensores do islamismo no Ocidente dizem que o versículo é tirado de contexto por "islamofóbicos", mas a irmã Hatune acredita no contrário.
"Aqueles entre nós, cristãos do Oriente Médio. Nós os conhecemos. Sabemos as suas regras", disse ela.
Hoje, existem 57 países islâmicos que vivem sob a lei islâmica.
"A educação não é permitida para as meninas. As mulheres são criadas para o sexo para os seus senhores", disse ela. "Se ela for estuprada ela tem que trazer quatro homens com ela como testemunha. Claro que isso é impossível, então ela será apedrejada. Existem muitas mulheres e meninas que morrem de apedrejamento".
A irmã Hatune lembra de ir para a escola na Turquia quando era uma jovem. Mesmo que todos na sua aldeia fossem cristãos, nenhum cristão era autorizado a ocupar posições de autoridade sob a lei islâmica, porque todos os seus professores eram muçulmanos. Se as crianças cristãs fossem pegas indo à igreja o professor iria surrá-las, geralmente, batendo as mãos com uma haste de metal.
Ela disse que o governo turco confiscou todas as armas dos cristãos antes de lançar uma jihad violenta contra eles.
"Aldeia por aldeia eles vinham e diziam: 'Se você não der suas armas vamos colocá-lo na prisão por sete anos'", disse ela.
Com a idade de 14 anos, a irmã Hatune deixou a Turquia com seus pais, em 1985, encontrando refúgio na Alemanha. Ela se juntou a um mosteiro chamado Irmãs Servidoras de Cristo quando tinha 16 anos.
"Nós éramos uma família rica. Eles ameaçaram meu pai de cortá-lo aqui", disse ela com um puxão na parte inferior de sua orelha. "Ele fugiu. Ele disse que isso foi o suficiente. Temos de deixar tudo e ir embora".
Theodore Shoebat, filho de um ex-terrorista palestino que virou cristão, Walid Shoebat, descreveu a Irmã Hatune em 30 de dezembro de 2013 em um artigo como uma moderna Madre Teresa dos dias atuais.
"A disposição de Hatune para ajudar os perseguidos é tão imensa que ultrapassa o que alguém está fazendo hoje no Oriente Médio", escreveu Shoebat. "Ela já visitou 38 países e trabalhou no Ministério da Caridade e Serviço Social no Zimbabwe, na Turquia e na Índia. Seus atos de justiça naturalmente recebem a ira vociferante dos jihadistas, nas palavras de Dogan, 'eu recebo 18 ameaças de morte em sete línguas'".

Uma mensagem para a América

A irmã Hatune veio para a América na semana passada para buscar doações para o seu ministério para as minorias perseguidas do Iraque, da Síria, do Egito e da Índia. A maioria destas minorias são cristãos, mas muitos no Iraque e na Síria são da antiga seita Yazidi. Em um vídeo, a Irmã Hatune aparece em um campo de refugiados Yazidi cercada por famílias que não têm nada, senão as roupas do corpo.
Ela veio para a América com um pedido de ajuda. Mas ela também veio com uma mensagem para os americanos.
"A América está convidando seus próprios assassinos para a sua porta", disse ela, referindo-se à política dos Estados Unidos de acolher os refugiados muçulmanos através do programa de refugiados das Nações Unidas.
O site WND relatou em 11 de dezembro que a ONU indicou 9.000 refugiados, em sua maioria muçulmanos da Síria, para o reassentamento em cidades norte-americanas e os EUA aceitaram quase 2 milhões de pessoas de países muçulmanos desde 1992.
"Você já tem uma sociedade paralela na América", disse a irmã Hatune. "Em 50 anos eles vão matar aos seus netos diante de seus olhos. O Oriente Médio já está aqui nos Estados Unidos. É aqui. Não é muito longe daqui. Ele está à porta de cada americano".
Essa é uma mensagem que muitas igrejas em Minnesota não estavam prontas para ouvir, disse Debra Anderson, que dirige uma seção local da ‘Aja em favor da América’ e patrocinou a recente visita da Irmã Hatune.
"Ela queria fazer algo na prática. Ela sentia que a fé sem obras era morta", disse Anderson. "Mas foi difícil convencer outros a convidá-la para falar em igrejas em Minnesota. Alguns não queriam convidá-la por causa de sua mensagem. Eles acham que ela critica muito os governos muçulmanos".
Um grupo da igreja que a convidou para falar deu-lhe uma recepção que Anderson descreveu como "gelada".
Eles visitaram uma ordem de freiras católicas e "cinco ou seis delas saíram de perto no fim de sua apresentação", disse ela.
"Algumas das fotos do sofrimento humano, que ela mostrou em sua apresentação, eu acho que elas ficaram realmente abaladas", disse Anderson. "Eu não sei se elas já tinham sido contestadas em sua forma de pensar assim. Mas eram todos fatos. Dissemos a elas para verificarem com outros especialistas.
"Mas tinha esta freira que apenas veio me interromper e dizer, 'Eu não vou ouvir mais nada dela'", disse Anderson. "Eu sofri para conseguir levá-la para as igrejas. Eu realmente sofri".
Anderson disse que colocou um pedido para falar em locais para cerca de 800 pessoas em sua lista de e-mail que representam diversas denominações cristãs.
Apenas alguns responderam com convites.
Uma das freiras do convento em Minnesota interrompeu a apresentação da irmã Hatune com uma preocupação específica.
"Irmã, isso é o suficiente", disse ela, expressando sua preocupação sobre a potencial reação contra os muçulmanos na comunidade se a documentação da irmã Hatune chegasse a ser amplamente divulgada.
Mas enquanto alguns rejeitaram os casos de milhares de meninas sendo estupradas e as imagens de cristãos sendo crucificado pelo ISIS ou de muçulmanos jogando futebol com as cabeças de suas vítimas, outros reagiram vindo depois e perguntando como eles poderiam obter mais informações e possivelmente envolver-se em ajudar os cristãos perseguidos.
"Minha missão é ajudar as pessoas que sofrem onde eles estão", disse a irmã Hatune. "Eles não podem vir a mim, então eu vou a eles. Cem por cento das doações vão para as pessoas que sofrem. Somos todos voluntários. Nós somos totalmente independentes. Nós não temos nenhum grande doador agora. Eu gostaria. Temos dois peixes e cinco pães, e Deus os está multiplicando".
O trabalho é realizado por 5.000 voluntários com uma equipe que não recebe nenhum salário, disse a irmã Hatune.
Um homem idoso alemão deixou para a freira ortodoxa um pequeno salário para viver, quando ele morreu. Ela paga de seu próprio bolso para viajar, ou tem um patrocinador que paga o seu voo, como foi o caso com a sua viagem para Minnesota.
Agora ela está fazendo planos para voltar ao Oriente Médio no Natal, na esperança de trazer alguns presentes para as crianças.
Um dos que ouviram a mensagem dela perguntou se ela estava com medo.
"Todo mundo tem medo", disse a irmã Hatune. "Mas eu sou chamada para demonstrar solidariedade. Você faz isso, não com conversas, mas com ação, com o dever. Jesus é o meu guarda-costas".
A freira diz que a cultura islâmica é, basicamente, "como um cão", que deve ser confrontado. Se há um vazio ou uma fraqueza na cultura cristã, os muçulmanos vão sentir a fraqueza e continuar a marcha para frente e intimidar a cultura nativa.
"Você não pode ter medo da cultura do Islã", disse ela. "Se você correr, eles vão vir atrás de você como faz o cão. Você deve defender seu território. Eu não digo lutar. Digo resistir. Eu digo-lhes: 'Pare. Eu não quero você. Eu tenho meu próprio Deus’. Eles vêm aqui pensando em conquistar o país. Se eles não aceitam o modo de vida americano, que voltem para suas terras originais. O governo tem que entender isso".
Leitura recomendada:
Outros artigos de Raymond Ibrahim

24 de dezembro de 2014

O Corão e a guerra eterna


O Corão e a guerra eterna

Raymond Ibrahim
Recentemente surgiu a notícia de que a Rússia estava banindo escrituras-chave islâmicas -- inclusive a Sahih Bukhari -- sob a acusação de que elas promovem “a exclusividade [a supremacia] de uma das religiões do mundo”, a saber, o islamismo; ou, nas palavras de um assistente-sênior do promotor de justiça de Tatarstan, Ruslan Galliev, “um islamismo militante, que provoca a inimizade étnica e religiosa”.
Se a Sahih Bukhari, uma coleção de nove livros compilados no século IX e considerada pelos muçulmanos sunitas como segunda em importância, atrás apenas do Corão, está sendo banida por incitar a hostilidade, onde fica o Corão nessa história?
Afinal, se a Sahih Bukhari contém declarações pró-terrorismo[1] atribuídas ao profeta do islamismo e ordena a matança de muçulmanos que deixarem o islamismo, o Corão, o livro sagrado número um do islamismo, conclama à violência contra os não-crentes. Segue uma pequena porção das proclamações de Alá:
• “Lançarei terror nos corações dos incrédulos, portanto, golpeiem-lhes os pescoços [cortem-lhes a cabeça] e lhes golpeiem desde a ponta dos dedos” (8.12).
• “Lutem contra o Povo do Livro [cristãos e judeus], que não acredita em Alá nem no Último Dia, que não proíbe o que Alá e Seus mensageiros proibiram, e que não abraça a religião da verdade [o islamismo], até que eles paguem a jizya (imposto cobrado dos “infiéis”) com disposição e submissão e sintam-se totalmente subjugados” (9.29).
• “Então, quando os meses sagrados tiverem passado, passem ao fio da espada os idólatras onde quer que vocês os encontrarem -- amarrem-nos, cerquem-nos e se preparem para emboscá-los!” (9.5).
• “Lutar foi ordenado a vocês [muçulmanos], embora seja-lhes odioso” (2.216).
Os textos fundamentais do islamismo incitam à violência e à intolerância e ele possui muitas ramificações para aqueles que desejam seguir este caminho baseado na lógica desta religião. Por exemplo, como argumentei mais amplamente em outro artigo,[2] embora os muçulmanos ao redor do mundo, especialmente na forma da Organização de Cooperação Islâmica (OCI), composta por 57 Estados-Membros, continuem a pressionar pelo reforço das leis de “difamação religiosa” na arena internacional, há uma grande ironia com relação aos islâmicos: se tais leis banissem os filmes e as charges que difamam o islã, elas teriam também, por extensão lógica, que banir a própria religião do islamismo -- a única religião cujos textos básicos difamam ativamente outras religiões.
Consideremos o que significa a palavra “difamação”: “ato de denegrir a reputação de outrem” e “dano falso ou injustificado à boa reputação de outrem, como por libelo ou calúnia”, são típicas definições de dicionários.
 O que, então, fazemos com os textos fundamentais do islamismo -- não simplesmente a Sahih Bukhari, mas o próprio Corão, que difama, denigre e calunia a reputação de outras religiões?
Considere apenas o cristianismo: A sura 5, verso 73 do Corão declara que “os infiéis são aqueles que dizem Deus [isto é, Alá] é um dos três”, uma referência à Trindade Cristã; o verso 72 diz que “os infiéis são aqueles que dizem que Deus é o Cristo [Jesus], filho de Maria”; e a sura 9, verso 30 reclama que “os cristãos dizem que o Cristo é o filho de Deus. (...) Que a maldição de Alá venha sobre eles!”.
Certamente que tais versículos difamam a religião cristã e suas principais doutrinas -- para não mencionar que criam hostilidade em relação aos seus praticantes. Em resumo, o argumento de que alguns livros islâmicos deveriam ser banidos, com base em que eles incitam a segregação e a violência, é aplicável ao próprio Corão, que inequivocamente difama e cria hostilidade aos infiéis, isto é, aos não-muçulmanos.

O Corão é diferente?

Dito isto, no “mundo real” (como parece atualmente), a simples idéia de banir o Corão -- crido por mais de um bilhão de pessoas como sendo a inalterável palavra de Deus -- deve parecer inconcebível.
Para os principiantes, sempre que os muçulmanos são pressionados a respeito dos versos violentos do Corão, eles se refugiam no argumento de que outras escrituras, de outras religiões, também estão repletas de conclamações à violência e à intolerância -- então, por que destacar o Corão?
Para provar isto, os apologistas quase sempre apontam para as Escrituras Hebraicas, mais amplamente conhecidas como o “Antigo Testamento”. E, de fato, o Antigo Testamento está repleto de violência e intolerância -- todas induzidas pelo Deus judaico-cristão.
A diferença entre as passagens violentas no Corão e aquelas no Antigo Testamento (como mais extensivamente explicado em outro artigo)[3] é a seguinte: o Antigo Testamento está claramente descrevendo episódios históricos, enquanto o Corão, embora também desenvolvido dentro de um contexto histórico, usa linguagem genérica e sem tempo específico, que transcende ao tempo e ao espaço, incitando os seguidores a atacarem e a matarem os incrédulos hoje tanto quanto aconteceu ontem.
Assim, nos mandamentos do Antigo Testamento, Deus ordena aos hebreus que lutem e matem os “hititas, os amonitas, os cananeus, os fereseus, os heveus, e os jebuseus” -- todos estes eram povos enraizados em um lugar e tempo específicos; todos eram povos específicos que já não existem há milênios. Em nenhum momento Deus deu um comando aberto para que os hebreus e, por extensão, seus descendentes judeus, lutassem e matassem todos os “incrédulos”.
Na verdade, os muçulmanos argumentam que os versos do Corão também tratam de oponentes históricos temporais, inclusive os politeístas de Meca, e, em um grau menor, dos impérios Bizantino e Sassânida.
Todavia, o problema é que, raramente, se é que o faz alguma vez, o Corão especifica quem são seus antagonistas, como o Antigo Testamento especifica. Em vez disso, os muçulmanos recebiam (e ainda recebem) ordens para lutar contra “o Povo do Livro”, o qual a exegese islâmica interpreta como os povos com as Escrituras, a saber, cristãos e judeus -- “até que eles paguem a jizya com disposição e submissão e sintam-se totalmente subjugados” (9.29), e ordena que “matem os idólatras onde quer que os encontrem” (9.5).
As duas conjunções árabes “até que” (hata) e “onde quer que” (haythu) demonstram a natureza perpétua e onipresente desses mandamentos: ainda existem os “Povos do Livro” que têm que “se sentir totalmente subjugados” (especialmente nas Américas, Europa e Israel), e ainda há “idólatras” a serem mortos “onde quer que” se olhe (especialmente na Ásia e na África subsaariana).
De fato, as características marcantes de quase todos os mandamentos violentos nas escrituras islâmicas são as de não terem um tempo específico e serem de natureza genérica: “Lutem contra eles até que não haja mais caos e [todas] as religiões pertençam a Alá” (Corão 8.39).
Este fato assegurará que, enquanto o Corão proliferar e for lido como sendo a palavra literal de Deus, seus leitores continuarão a viver em um mundo dicotomizado, a saber, eles mesmos contra todos os demais. (Raymond Ibrahim -- www.meforum.orgwww.beth-shalom.com.br)
Raymond Ibrahim possui o título de Associado Shillman do “David Horowitz Freedom Center”, é Redator Associado de Judith Friedman Rosen no “Fórum do Oriente Médio”, e também jornalista contribuinte da CBN News. Ele é o autor dos livros Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians [Crucificado Novamente: Expondo a Nova Guerra Islâmica Contra os Cristãos] (2013) e The Al Qaeda Reader [Textos Básicos da Al Qaeda] (2007).
Notas:
Divulgação: www.juliosevero.com
Outros artigos de Raymond Ibrahim:
Como a mídia encobre a perseguição muçulmana aos cristãos

1 de março de 2012

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia


Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Maior nação evangélica do mundo não sabe se vira Sodoma ou Arábia Saudita

Julio Severo
Em escolas americanas, o islamismo está se tornando matéria obrigatória em muitos lugares. Em certa escola do Colorado, os estudantes foram obrigados a cantar a música “Zikr”, escrita por A. R. Rahman, onde um trecho diz: “Não há nenhuma outra verdade senão Alá”.
Em 1963, o Supremo Tribunal dos EUA determinou que a leitura da Bíblia nas escolas americanas era inconstitucional, proibindo o livro sagrado cristão em salas de aula em que a maioria absoluta dos alunos vinha de famílias cristãs. E hoje alunos americanos são obrigados a cantar que Alá é a única verdade, sob risco de serem acusados de “islamofóbicos”. O que virá em seguida? Leitura obrigatória do Corão nas salas de aula?
Quanta confusão, não? Concordo, mas a confusão não para por aí. Na Pensilvânia, Ernest Perce estava vestido, na data do Halloween, de Maomé zumbi. Eu, como cristão, não gosto do Halloween, porém os cristãos não saem batendo em ninguém por causa de fantasias de horror.
Mas tente dizer isso a um muçulmano. Talaag Elbayomy, um muçulmano de 46 anos, atacou fisicamente Ernest. O sargento Bryan Curtis, o policial que foi acionado para deter a agressão do muçulmano, deu testemunho no tribunal de que logo após a violência, Talaag ainda tentou sufocar Ernest.
Na Arábia Saudita ou outro país islâmico, o juiz inocentaria o muçulmano.
E nos EUA, o que aconteceria? Aliás, o que aconteceu?
O juiz Mark Martin inocentou Talaag de todas as acusações de violência, agressão e tentativa de assassinato.
Em seguida, o juiz e toda a sua equipe tiveram de se mudar para um local com segurança reforçada, alegando que receberam 200 ligações telefônicas e e-mails negativos.
Numa entrevista ao Daily Caller, Ernest Perce disse que recebeu umas 500 ameaças desde que seu agressor muçulmano foi inocentado.
“Indivíduos disseram que me matariam, arrancariam meus olhos, me atropelariam, atirariam em mim e então dariam risadas, pois cometi blasfêmia contra Maomé”, disse ele. “Estão ameaçando que serei descoberto e enforcado na frente da minha família”.
Ao contrário do juiz e sua equipe, Ernest não conta com nenhum aparato especial de segurança.
Não sei se o juiz é muçulmano, mas ele deve estar pulando de alegria com o que o governo dos EUA fez na ONU. Há um projeto de lei na ONU patrocinado pelos países islâmicos, de proibir “difamação” ao islamismo, embora esteja mascarado como proibição de difamação a todas as religiões. Nesse caso, se um cristão pregar algo que ofenda os muçulmanos (por exemplo, dizer que “Jesus Cristo é Deus”, algo que é altamente ofensivo para a lei islâmica) e muçulmanos agredirem esse cristão e matarem outros, pela lei da ONU o culpado de tudo será o cristão, que incitou o crime! (Minha questão é: será que os muçulmanos aprenderam essa estratégia com os ativistas gays ou será que os militantes gays ainda vão fazer uso dessa estratégia islâmica?) A lei estava para fracassar, mas Obama a salvou, tendo a intenção determinada de aprová-la na ONU.
Ei, mas como é que Barack Hussein Obama conseguiu se tornar presidente da maior nação evangélica do mundo e ainda por cima trabalhar para expandir proteção ao islamismo na ONU com uma lei anti-“islamofobia” que promoverá a “religião da paz” no mundo inteiro?
As raízes ancestrais de Obama são, do lado paterno, inteiramente islâmicas. Do lado materno, ele tem raízes evangélicas progressistas. Quer saber o que dá muçulmano com evangélico progressista? Olhe para Obama, um homem que promove a ideologia muçulmana e a ideologia homossexual ao mesmo tempo! É algo tão confuso que os próprios americanos não sabem dizer se seu próprio presidente é cristão ou muçulmano.
O governo de Obama se tornou essencialmente o gênio da lâmpada mágica para militantes gays e muçulmanos nos EUA e no mundo, pronto para lhes atender nos pedidos e exigências mais excêntricos, fortalecendo-os em todos os seus ódios aos cristãos.
Essa convivência de duas ideologias tirânicas aparentemente antagônicas e irreconciliáveis — e igualmente e ardorosamente anticristãs — nas políticas da maior nação evangélica do mundo representa a própria essência da “Babilônia”, palavra que no hebraico antigo significa “confusão”.
Se por um lado o governo americano está trabalhando para que a ONU aprove uma lei internacional para punir críticas ao islamismo, por outro os EUA não fazem segredo de se tornarem um órgão policial internacional para punir a “homofobia”, colocando a mim e outros cristãos em riscos diretos.
Tradicionalmente, os comunistas botavam seus cachorros loucos para cima dos cristãos. Com a poderosa máquina do império americano tomado por loucuras politicamente corretas, Obama quer botar islâmicos e ativistas gays raivosos para cima de nós!
Desgraçadamente, a decadência evangélica de Obama também é refletida pela decadência evangélica na nação americana inteira. As maiores denominações evangélicas — presbiteriana, luterana e anglicana — dos EUA já estão ordenando pastores homossexuais.
O número de evangélicos e igrejas evangélicas nos EUA está despencando. O que está aumentando são as mesquitas. Desde os ataques terroristas islâmicos aos EUA em 2001, o número de mesquitas dobrou, passando de 1,209 para 2,106 em 2010.
Culpa do Obama, não? Na verdade, esse é um problema que antecede Obama. Desde os ataques terroristas há dez anos, George Bush, um estranho evangélico conservador, não fez outra coisa a não ser proclamar o islamismo como “religião de paz”. Em seguida, numa atitude genuinamente insana, o governo americano sob Obama começou a dar preferência para os islâmicos imigrarem para os EUA.
Os muçulmanos sempre identificaram os EUA como país cristão. Daí, quando o governo dos EUA intervém militarmente numa nação islâmica, os muçulmanos descontam sua raiva destruindo igrejas e matando pastores e cristãos.
Os cristãos, então, pagam um preço alto pelas políticas intervencionistas dos EUA. E se esses coitados tentam pedir asilo, ou mesmo um visto para imigrar para os EUA, são muitas vezes imediatamente rejeitados. Mas seus opressores islâmicos são sempre bem-vindos para receber os benefícios de asilo ou visto, com a cortesia paranoica do governo dos EUA, sob o governo de Bush.
Aliás, sob Obama o governo dos EUA estendeu essa cortesia aos ativistas gays do mundo inteiro, que agora têm preferência para imigrar para os EUA, logo após os islâmicos.
O resultado não poderia ser diferente. A loucura islâmica está invadindo os EUA. Igrejas evangélicas tradicionais dos EUA já estão sendo transformadas em mesquitas. E se as igrejas escaparem desse destino islâmico cruel, podem bem acabar virando saunas gays!
Se a decadência das igrejas americanas não parar e se o governo americano continuar seu namoro apaixonado com a ideologia islâmica, num futuro não muito distante o turista brasileiro que chegar a Nova Iorque contemplará não mais edifícios altos, mas elevados minaretes.
E nas livrarias cristãs, você poderá encontrar o futuro best-seller, “Uma Mesquita Com Propósito”, talvez de Rick Warren, se ele não parar seu namoro ecumênico com líderes islâmicos.
Versão em inglês deste artigo: United States: between Gayland and Mohammedland
Versão em espanhol deste artigo: Estados Unidos: entre Gaylandia y Mahomalandia