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9 de julho de 2015

Única resistência mundial à impunidade de assassinos e estupradores menores de idade


Única resistência mundial à impunidade de assassinos e estupradores menores de idade

Julio Severo
Lei da Palmada, ECA, total impunidade para assassinos e estupradores menores de idade: tudo isso é fruto da Convenção dos Direitos das Crianças da ONU, que o Brasil e praticamente todas as nações do mundo assinaram e ratificaram, para prejuízo das famílias. Até o Vaticano foi um dos primeiros a assinar e ratificar mais de 20 anos atrás.
A única resistência veio de organizações evangélicas conservadoras dos EUA, que obstruíram toda tentativa do governo americano de assinar e ratificar. Mas com governos esquerdistas, os EUA acabaram assinando, embora a forte pressão evangélica tenha impedido a ratificação.
Os evangélicos dos EUA são agora a última resistência mundial à Convenção dos Direitos das Crianças da ONU. Se eles perderem, os EUA ganharão um ECA e uma Lei da Palmada. E impunidade de assassinos e estupradores menores de idade.
No Brasil, a luta foi perdida desde o primeiro dia em que o governo Collor assinou e sancionou a Convenção dos Direitos das Crianças da ONU, dando-nos o ECA, sem nenhuma resistência dos evangélicos e da Igreja Católica.
O Brasil tem um governo esquerdista que sabe imitar todas as podridões da cultura americana, inclusive a agenda abortista e homossexualista. Aliás, mesmo quando o governo é aparentemente menos esquerdista, imita as mesmas podridões.
Por que não há evangélicos brasileiros para imitar a resistência dos evangélicos americanos à ONU?
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7 de fevereiro de 2015

Alemanha entra em choque com o papa sobre disciplina de crianças


Alemanha entra em choque com o papa sobre disciplina de crianças

Julio Severo (com a Associated Press)
A Alemanha na sexta-feira (6) rejeitou como “inaceitáveis” os comentários do papa de que é correto bater nos filhos para discipliná-los, enquanto for mantida a dignidade deles.
Francisco fez os comentários nesta semana durante sua audiência geral semanal, que foi dedicada ao papel dos pais na família.
Francisco resumiu as características de um bom pai: um homem que perdoa, mas tem condições de “corrigir com firmeza” enquanto não desanima a criança.
“Certa vez, ouvi um pai numa reunião de casais dizer ‘Às vezes tenho de dar umas palmadas em meus filhos, mas nunca na face a fim de não humilhá-los,’” disse Francisco.
“Que bonito!” comentou Francisco. “Ele sabe o sentido de dignidade! Ele tem de puni-los, mas faz isso com justiça e vai em frente.”
Verena Herb, porta-voz do Ministério das Famílias na Alemanha, disse aos jornalistas na sexta que “não dá para existir palmada com dignidade,” e comparando disciplina de crianças com violência, ela acrescentou, “toda forma de violência contra crianças é completamente inaceitável.”
Completamente inaceitável é o que o governo alemão faz.
Os pais alemães que dão educação escolar em casa ou disciplinam fisicamente os filhos podem perder a guarda deles. Em contraste com sua dureza com os pais, a Alemanha é extraordinariamente complacente com a má conduta, nas crianças e nos adultos. Enquanto a Alemanha estava condenando o papa por mostrar apoio à disciplina de crianças, o Comitê Judaico Americano estava criticando um tribunal alemão por concluir que dois muçulmanos que cometeram um ataque de bomba incendiária numa sinagoga em julho do ano passado não eram antissemitas.
Complacência para com a conduta criminal. Crueldade para pais que cumprem seus deveres de família. Esse é o jeito da ONU na Alemanha.
O fato é que uma insanidade leva à outra. Na Alemanha, castigo físico de crianças é crime. Ao que tudo indica, cometer ataque a bomba numa sinagoga não é crime e nem mesmo antissemita na Alemanha. Os muçulmanos terroristas que cometeram o ataque de bomba incendiária na sinagoga foram sentenciados a realizar 200 horas de serviço comunitário.
Complacência para muçulmanos terroristas, e nenhuma complacência para o papa e para os pais.
Não só a Alemanha tem sido dura com o Vaticano sobre disciplina de crianças, mas a ONU também.
No ano passado, o comitê de direitos humanos da ONU “recomendou” que a Santa Sé introduzisse uma emenda em suas próprias leis para proibir especificamente o castigo físico de crianças, inclusive dentro da família.
Em sua resposta escrita, o Vaticano argumentou que de forma alguma promove castigo físico, que o termo “castigo” nem mesmo é usado no ensino católico e que de acordo com o ensino católico, os pais “têm de ter condições de corrigir a ação imprópria de seus filhos impondo certas consequências razoáveis para tal conduta, levando em consideração a capacidade da criança compreender as consequências como corretivas.”
Todas as nações que são signatárias da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças (CDC) são obrigadas a revogar suas leis que permitem que os pais disciplinem fisicamente os filhos. Pelo fato de que o Vaticano é um dos signatários, não se sabe se o papa conseguirá continuar apoiando os pais e seu direito de disciplinar seus filhos.
Uns 39 países signatários da CDC proíbem o castigo físico em todos os ambientes, inclusive pelos pais no lar. Essas nações abrangem desde a Suécia e Alemanha até o Brasil, que proibiu a disciplina física depois de um acordo envolvendo o governo de Dilma Rousseff, Xuxa e a Frente Parlamentar Evangélica no ano passado. Até a Argentina socialista, a pátria do papa, proíbe todo castigo físico de crianças, inclusive no lar.
Nos Estados Unidos, que é a única grande nação cristã que, por pressão de grupos evangélicos pró-família, não ratificou a CDC, os pais podem legalmente disciplinar fisicamente os filhos enquanto a força usada for razoável.
Com informações da Associated Press.
Versão em inglês deste artigo: Germany Clashes with Pope over Child Discipline
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5 de junho de 2014

Pesadelo brasileiro: Copa do Mundo, palmada e aborto


Pesadelo brasileiro: Copa do Mundo, palmada e aborto

Julio Severo
Para os estrangeiros que estão vindo ao Brasil para assistir à Copa do Mundo, esse mega-evento de futebol muitas vezes significa “turismo sexual.” Mas para os brasileiros, é a velha política romana de apaziguamento do “pão e circo.” Dê futebol aos brasileiros e eles se esquecerão de suas angústias sociais e morais — pelo menos por um tempo.
A razão especial que o governo sob a presidente socialista Dilma Rousseff está fazendo a Copa do Mundo é para que os brasileiros não deem atenção às consequências de suas malfadadas políticas e sofrimentos planejados.
Recentemente, com o Brasil sob o feitiço da Copa do Mundo, os hospitais haviam sido colocados sob uma ordem de facilitar abortos. Sob uma nova lei de aborto aprovada imediatamente após a visita do papa no ano passado, as mulheres podem requerer aborto médico meramente alegando que foram estupradas — sem nenhuma necessidade de evidência médica ou policial.
A ordem foi revogada pela pressão pesada de grupos católicos e da Frente Parlamentar Evangélica.
Entretanto, outro sofrimento planejado não teve tal atenção. Por mais de uma década, os socialistas no Brasil vêm trabalhando duro para proibir os pais de dar palmadas nos filhos.
Seus esforços recentes foram vitoriosos na Câmara dos Deputados e no Senado.
A estratégia de aprovar no Congresso Nacional foi fazer um apelo escandaloso, comparando palmadas dos pais a assassinato de crianças. Isso é interessante, pois o governo brasileiro e políticos socialistas apoiam a matança de crianças — por meio do aborto legal. Mas se você disser que o aborto é assassinato, eles responderão que você está fazendo um “apelo escandaloso”!
Assassinato é assassinato. Aborto é assassinato de crianças, mas os socialistas rejeitam tal comparação. Palmada dos pais não é assassinato, mas os socialistas não param de fazer tal comparação.
Maria do Rosário, a principal ativista anti-palmada, havia sido ministra de “direitos humanos” do governo de Dilma, mas ela permaneceu no cargo só até sua postura espalhafatosa no ano passado, declarando que o “assassinato” de um jovem homossexual foi um crime “homofóbico.” Ela inflamou o caso até transformá-lo num escândalo nacional, reivindicando leis duras contra pessoas “homofóbicas,” pressionando órgãos policiais a priorizar crimes contra homossexuais, etc. Ela deixou o cargo depois que se descobriu que o jovem homossexual não havia sido assassinado. Ele havia cometido suicídio depois que seu amante o havia rejeitado.
Contudo, o argumento contra a palmada dos pais foi vitorioso. Rosário e outros socialistas disseram que assassinato de crianças é provocado pela palmada dos pais, e a mídia repetiu esse mantra para todos os brasileiros. A vitória ocorreu depois que um menino foi assassinado por seu pai e madrasta, e o coro socialista começou: “Palmada dos pais equivale a assassinato.”
As audiências no Congresso Nacional tiveram outros apelos escandalosos. Xuxa — uma apresentadora de TV, atriz, cantora e empresária — fora convidada para apoiar a Lei Anti-Palmada. O que Xuxa tem para ensinar aos pais? Aliás, por que ela está tão engajada numa lei que tem como objetivo confiscar os direitos dos pais e destruir suas decisões acerca de seus filhos?
Xuxa não tem nenhum exemplo aceitável de mãe. Por escolha, ela nunca foi casada, mas foi amante de vários homens. Ela teve só uma filha e para essa gravidez, ela escolheu um homem só para ter um bebê. Nada mais. Por sua escolha, sua filha foi criada sem seu pai.
Em 1982, aos 19 anos, Xuxa apareceu no filme “Amor Estranho Amor.” Seu papel foi seduzir um menino de 12 anos. A cena continha erotismo e pedofilia: uma jovem nua com um menino nu na cama.
Xuxa nunca passou tempo na cadeia por sua cena de pedofilia. Pelo contrário, na década de 1980 ela teve seu corpo nu como foto de capa na revista Playboy.
Pais que assassinam seus filhos devem ser punidos. Pessoas que incentivam a pedofilia por meio de filmes devem ser punidas. Pais que castigam fisicamente seus filhos, com uma vara ou palmada, não devem ser tratados como criminosos, principalmente sob o mau exemplo de uma mulher sem orientação moral e exemplo de mãe.
A tragédia brasileira é que desde que o Brasil assinou a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças em 1990, não há castigo legal para criminosos de menos de 18 anos. Os menores de idade podem bater e matar seus pais, e não haverá cadeia nem sentença. Apenas reabilitação especial. Agentes policiais são proibidos de tratar como criminosos menores que estupram, agridem e matam.
Dias atrás, um brasileiro, que é hoje pastor da Assembleia de Deus, me disse que era autoridade municipal que supervisionava menores de idade problemáticos no Brasil. Ele disse que era um pesadelo, pois eles lidavam com rapazes de 15, 16 e 17 que estupravam e matavam, mas legalmente não podiam ser punidos. A reabilitação que o governo lhes dava era um fracasso. O pastor me disse que menos de 4% tinham alguma melhoria. Hoje ele vive nos EUA, onde ele me disse que tem visto criminosos tratados como criminosos, independente da idade.
Eu também prefiro o sistema americano, pois, onde o conservadorismo é predominante, é menos bárbaro do que o sistema legal do Brasil. Outro amigo meu, que é um pastor presbiteriano no Texas, me disse que quando ia bater em seu filho, ele disse: “Se você me bater, denunciarei você para a polícia!” No Brasil, isso é suficiente para amedrontar um pai. Mas sabiamente o próprio pai telefonou e a polícia veio. Depois de ouvir o menino e o pai, o policial apenas instruiu o pai sobre as melhores maneiras de usar um chinelo ou cinta para castigar o menino. Desnecessário dizer que o menino nunca mais quis a polícia envolvida.
Graças a Deus, isso foi no Texas, não no Brasil! O Texas, que é mais conservador do que outros estados americanos mais liberais em que os pais também enfrentam riscos, é um lugar que definitivamente eu escolheria para viver, se eles pretendem continuar com uma vida social livre das insanidades da ONU!
Em contraste, a Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que é uma força pró-vida no Congresso Nacional, fez um acordo repulsivo com o governo e seus apoiadores socialistas para aprovar a Lei Anti-Palmada. Muitos dos membros da FPE são socialistas também. A Igreja Católica no Brasil, por muitos anos apoiando medidas socialistas no Brasil, não fez nenhuma oposição aos esforços governamentais para confiscar os direitos dos pais na questão da palmada.
Este é o pesadelo brasileiro: crianças e adolescentes que agridem, estupram e matam não podem, pela lei, receber castigo.
Este é o pesadelo brasileiro: os pais que disciplinam fisicamente, com uma vara ou palmada, para tentar impedir seus filhos e adolescentes de se tornarem criminosos que agridem, estupram e matam serão legalmente castigados, e serão tratados como criminosos e assassinos de crianças, enquanto os reais assassinos de crianças (abortistas) não poderão, pela lei, receber castigos.
Não há nenhuma epidemia de crianças assassinadas por pais no Brasil. Mas há uma epidemia de crianças e adolescentes estuprando, agredindo e assassinando. Como sempre, sem nenhuma punição.
Socialistas psicopatas e suas leis no Brasil essencialmente dizem: “Não bata nos seus filhos para impedi-los de se tornarem criminosos. Aborte-os! Nós permitimos que você os aborte, mas não discipliná-los, ok?”
Tente dar aos seus filhos educação escolar em casa no Brasil, e o governo irá atrás de você de forma feroz. Bata neles, e não haverá perdão estatal. Mas facilite os caminhos criminosos deles, e você não será incomodado.
Visite São Paulo ou outra grande cidade no Brasil e você verá um quadro triste: uma menina ou menino de 8 anos de idade pedindo esmola nas ruas, dia ou noite, enquanto o governo está muito ocupado caçando pais que dão palmadas.
A Copa do Mundo ajuda os brasileiros a se esquecerem momentaneamente de seu pesadelo social.
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20 de dezembro de 2011

Organização americana faz campanha em favor de uma emenda à Constituição para proteger direitos dos pais

Organização americana faz campanha em favor de uma emenda à Constituição para proteger direitos dos pais

PURCELLVILLE, Virginia, EUA, 1 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma organização pró-família dos EUA está buscando restringir o que eles argumentam é a crescente interferência do governo no modo como os pais criam seus filhos. Eles querem essa restrição mediante uma emenda à Constituição dos EUA com uma cláusula de Direitos dos Pais.
“Os direitos dos pais estão atualmente sob risco de ameaças do governo federal e de organizações internacionais”, disse o Dr. Michael Farris, presidente de ParentalRights.org
ParentalRights.org lançou um docudrama de 36 minutos em 17 de novembro intitulado “Overruled: Government invasion of your Parental Rights” (Detendo a Invasão Governamental nos Direitos dos Pais), retratando a encenação de casos reais onde pais e mães nos EUA perderam seus direitos de criar e educar seus filhos conforme acham melhor. O vídeo, com legendas em português, está aqui: http://youtu.be/DSv96tjz11Q



Num caso, um médico disse aos pais que eles não poderiam ter acesso aos resultados de um teste de drogas feito em seu filho de 13 anos sem a permissão de seu filho. Em outro caso, um pai foi preso depois que fez o que podia para que seu filho de jardim-de-infância fosse isentado de aulas que poderiam lidar com questões homossexuais. E no terceiro caso assistentes sociais trabalharam para colocar um menino de 13 anos num lar adotivo quando ele disse à psicóloga da escola que ele não queria seguir as vontades de seus pais de ir à igreja três vezes por semana.
Os produtores chamaram seu filme de desmascaramento “chocante” de como os direitos dos pais de ponta a ponta nos EUA estão sofrendo “erosão” provocada por ideologias antifamília.
“A vasta maioria dos americanos crê que as mães e os pais deveriam ter a autoridade de educar e criar seus filhos conforme acham melhor: mas o que eles não compreendem é que não há nenhum direito legal que lhes permita ter tal liberdade”, diz Rebecca Hagelin, escritora e defensora da família, no filme.
O filme argumenta que os direitos dos pais estão sendo derrotados por decisões de tribunais e interferências de extensas políticas e leis governamentais em três áreas: medicina, educação e vida doméstica.
O filme dá um alerta sobre a ameaça aos direitos dos pais se os EUA vierem a adotar a Convenção da ONU dos Direitos das Crianças (CDC).
Os produtores do filme argumentam que o tratado da CDC dá aos órgãos governamentais o poder e autoridade de decidir o que está “nos melhores interessas da criança”, não os pais da criança.
Os produtores apontam para o fato de que o tratado estabelece o direito da criança à “liberdade de expressão”, que inclui o direito de receber “informações e ideias de todos os tipos, independente de limites, ou oralmente, por escrito, impresso, na forma de arte, ou por intermédio de qualquer outro meio de comunicação que a criança escolher”.
“Esse tratado que tem a pretensão de dar direitos às crianças realmente deixa as crianças mais vulneráveis à exploração e abusos”, diz Wendy Wright, ex-presidente de Concerned Women for America, no filme.
ParentalRights.org diz que acredita que o melhor jeito de proteger os direitos dos pais acima da criança é consagrar os direitos dos pais na Constituição da nação. Eles estão fazendo campanha para acrescentar três emendas:
1) “A liberdade dos pais dirigirem a criação e educação de seus filhos é um direito fundamental”.
2) “Nem o governo federal nem os governos estaduais violarão esse direito sem demonstrar que seu interesse governamental conforme se aplica à pessoa é da ordem mais elevada e não de outra forma servido”
3) “Nenhum tratado poderá ser adotado nem nenhuma fonte de lei internacional será utilizada para suplantar, modificar, interpretar ou se aplicar aos direitos garantidos por este artigo”.
Farris explica no filme que a primeira seção significa que “os pais têm o direito fundamental de fazer decisões para seus filhos”, a segunda significa que “se o governo for tentar invadir seus direitos, ele tem de ter evidências claras para fazer essa invasão”, e a terceira significa “leis internacionais, fora!”
Jonathan Horton, diretor nacional de ação comunitária de ParentalRights.org, disse para LifeSiteNews que a vasta maioria dos que assistiram ao filme mostrou uma reação muito positiva.
Horton disse que até agora sua organização coletou mais de 250.000 assinaturas em apoio à sua Emenda dos Direitos dos Pais.
ParentalRights.org está solicitando que todos os pais e mães que valorizam os direitos de criar seus filhos conforme eles acham melhor assinem sua petição para preservar e proteger esses direitos na Constituição.
Assine a petição aqui.
Veja o vídeo aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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26 de outubro de 2009

Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

Nota: A seguinte entrevista, dada por mim a um jornal evangélico, parece não ter chegado a ser publicada. Por isso, disponibilizo-a aqui, com leves melhorias, para o benefício dos leitores.
PERGUNTA: Você considera importante a participação de evangélicos no Conselho Tutelar (CT)? Por que?
Julio Severo responde: Apoio totalmente a presença de homens e mulheres de Deus nesses lugares. O Império Babilônico era um governo ímpio, mas Daniel estava lá para fazer diferença e dar testemunho da justiça de Deus. Nada mais justo do que haver luz brilhando nos conselhos tutelares.
Cristãos que trabalham nos conselhos tutelares podem agir para manifestar a justiça de Deus e frustrar as injustiças dos homens. Em casos em que o ECA determina a injustiça dos homens, o conselheiro tutelar cristão poderá aplicar o padrão da justiça de Deus.
O dever do Estado é castigar os maus. Aliás, esse é o único chamado que Deus lhe deu. Quando o Estado ultrapassa esses limites, é deve prioritário dos cristãos ajudar a restaurar o Estado às suas obrigações e responsabilidades, trabalhando ativamente para frustrar as distorções e injustiças de um Estado mal-intencionado e trabalhando ativamente para proteger famílias inocentes apanhadas na rede de leis politicamente corretas.
O Estado não tem nenhum chamado para perseguir, oprimir, aterrorizar ou ameaçar os inocentes. Além disso, o Estado jamais está acima da justiça de Deus. Por isso, os cristãos que trabalham no Estado devem atuar para corrigir toda atitude hostil estatal contra os inocentes.
A obrigação do cristão genuíno é expandir o Reino de Deus e sua justiça aqui na terra. O Estado e suas leis de forma alguma devem ficar isentos dessa expansão, pois um Estado sem justiça verdadeira torna-se em pouco ou muito tempo tirania.
Na Alemanha nazista, a maioria absoluta dos cristãos que trabalhavam para o Estado só fazia as vontades estatais, mas um número muito pequeno de cristãos genuínos aproveitava suas funções para salvar judeus e outros inocentes, falsificando documentos, providenciando refúgio para os inocentes, etc. Eles pagavam um alto preço por obedecer as leis de Deus.
Com o Estado hoje cada vez mais assumindo um papel a favor de leis pervertidas, a presença cristã genuína nos CTs e outros órgãos estatais é imprescindível. Por exemplo, se o Estado legalizar a adoção de crianças por homossexuais, a presença de cristãos nos CTs será vital para frustrar tal injustiça estatal. Mesmo agora, os cristãos podem ajudar a refrear muitos outros abusos motivados exclusivamente por leis injustas ou patentemente fora da competência moral do Estado.
Até quando cristãos interpretam o ECA e outras leis levando em conta os melhores interesses das crianças, o Estado mal-intencionado dá um jeito de burlar a proteção e o valor das crianças. Num caso em Pernambuco no começo de 2009, conselheiros tutelares católicos lidaram corretamente com o caso de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto. O homem abusador foi encaminhado às autoridades policiais e a menina, grávida de gêmeos, foi encaminhada para assistência médica, porém autoridades governamentais pró-aborto conseguiram passar por cima dos conselheiros tutelares e assumir o total controle da situação, levando a menina ao aborto, violando o direito do pai natural, que não queria o aborto, e dizendo estar atendendo aos desejos da mãe, que havia sido omissa durante os abusos do padrasto da menina.
Apesar de que os conselheiros tutelares católicos levaram em consideração os melhores interesses das três crianças (a menina e seus filhos gêmeos em gestação), o Estado impôs sua injustiça mortífera, rejeitando o pai natural e usando a permissão da mãe omissa. Confira mais informações aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/o-caso-dos-bebes-gemeos-abortados-em.html
É um caso triste em que conselheiros tutelares decidiram em favor da vida, mas o Estado decidiu em favor do aborto, morte e destruição, violando todo tipo de legalidade e moralidade. Assim, mesmo quando conselheiros tutelares defendem a vida das crianças, o Estado leva em consideração apenas seus próprios interesses ideológicos.
Se os cristãos saírem dos CTs, a injustiça prevalecerá e muitos inocentes sofrerão. Portanto, meu recado para os cristãos em CTs é: “Deixem Deus usá-los aí!”
PERGUNTA: Por que você acha que certas medidas tomadas pelo CT desempenham papel de desarticuladores do lar?
Julio Severo responde: O papel dos CTs (Conselhos Tutelares) é essencialmente implementar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado e assinado pelo corrupto Collor em 1990, logo depois que o Brasil assinou a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU. Portanto, o ECA não foi criado para atender aos interesses das crianças, mas satisfazer o compromisso e lealdade do governo brasileiro aos interesses e objetivos da ONU.
Assim, a missão dos CTs é, conscientemente ou não, cumprir um projeto de controle sobre as famílias, um projeto que nasceu das entranhas da ONU, que representa a Nova Ordem Mundial.
As principais conseqüências são que o ECA estabelece a autoridade do Estado como suprema nas relações familiares e impõe a impunidade para a desobediência e os crimes cometidos por indivíduos menores de idade.
A primeira instituição humana que Deus criou não foi a igreja e muito menos o Estado. Foi a família.
Deus entregou nas mãos dos pais todas as decisões de educação e saúde envolvendo seus filhos. O único papel que Deus entregou ao Estado é punir criminosos, não ser árbitro, julgador ou penalizador de questões familiares. Os CTs são fundamentalmente órgãos de interferência estatal nas relações familiares. Assim, vemos um Estado que fracassa o tempo inteiro em sua responsabilidade mais fundamental de castigar os criminosos, mas quer agora impor interferências políticas e ideológicas nas questões familiares.
PERGUNTA: Você se opõe ao CT que visa punir pais que maltratam os filhos. Sim, a Bíblia respalda o uso da vara da correção, mas também alerta os pais de não provocarem a ira em seus filhos. Você não acha que deve haver um meio termo nesta questão e que de certa forma o CT coíbe sim, práticas criminosas?
Julio Severo responde: Não me oponho, de forma alguma, ao direito de o Estado castigar tanto pais quanto filhos criminosos. Pais que torturam e matam devem ser rigorosamente punidos. Filhos que torturam e matam também devem ser rigorosamente punidos — na mesmíssima medida. O que vejo é um total desequilíbrio estatal. O mesmo Estado que quer igualar disciplina física com violência, transformando efetivamente pais disciplinadores em criminosos, é também o Estado que não dá prisão perpétua — e muito menos pena capital — a um adolescente de 16 ou 17 anos que torturou e matou várias pessoas. Pelo contrário, tal adolescente é privilegiado com total impunidade. Nem cadeia ele ganha. Os exemplos de adolescentes sádicos a solta pela sociedade são poucos?
Contudo, esse mesmo Estado luta febrilmente para impor a pena capital do aborto em bebês em gestação. Assim, na mentalidade doente desse Estado, crianças indefesas, que nunca cometeram crimes, podem ser punidas com morte e não podem ser protegida nem pelo ECA mal-intencionado nem pela Constituição. Contudo, adolescentes estupradores, torturadores e assassinos não podem receber a mesma pena.
Se o CT tivesse uma função responsável e digna, sua luta seria evidente contra toda medida estatal para destruir a autoridade dos pais. Os CTs também lutariam contra o governo federal em suas políticas para promover o aborto, o homossexualismo nas escolas e a adoção de crianças por “casais” gays. Os CTs lutariam para que criminosos — sejam pais ou seus filhos — fossem duramente castigados, sem nenhuma concessão de privilégios e impunidade. Os CTs interviriam contra as aulas de educação sexual pornográfica nas escolas, contra a programação pornográfica dos canais de TV, etc. Os CTs lutariam contra toda medida estatal de favorecimento à promiscuidade sexual, pois 70% dos delinqüentes juvenis são filhos de mães solteiras.
Entretanto, a verdade é que o ECA não foi criado para esses nobres objetivos. É por isso que os CTs não podem seguir esses objetivos.
Pais que educam os filhos em casa não são criminosos. Mesmo assim, os CTs os maltratam e cometem todo tipo de abusos e crimes contra eles. Pais que disciplinam os filhos fisicamente com amor sofrem os mesmos maus-tratos dos CTs.
Em passado recente, os pais davam espancamentos tão pesados (com pedaços de pau, etc.) que os filhos castigados ficavam de cama vários dias. Esses espancamentos violentos deixavam os filhos ensangüentados e com machucados feios por todo o corpo. Um pai, por exemplo, deu tal tipo de espancamento num filho adolescente que havia roubado uma bicicleta. Eu não aprovo de forma alguma esse tipo de coisa, porém conversando com famílias que tinham tal experiência vi duas coisas: mesmo recebendo espancamentos violentos e exagerados, os filhos não se tornaram adultos violentos nem criminosos. Se existissem CTs na época desses pais, eles iriam sem dúvida alguma para a cadeia.
Hoje esse tipo de surra exagerada dos pais não é comum. Pelo contrário, estamos em plena era dos CTs e igualmente em plena era de menores criminosos, torturadores e estupradores. Provavelmente, nunca na história do Brasil vimos tantos adolescentes criminosos como em nossos dias. Hoje, quem pode tirar sangue, espancar, estuprar e matar sãos os menores criminosos. Eles podem fazem isso quando e como quiserem, com a única condição de que seja antes de 18 anos, para que gozem os benefícios da impunidade legal.
Penso que deve haver um equilibro. O Estado precisa parar de ser omisso e parar de praticar a impunidade diante de crimes cometidos por menores de 18 anos. Os pais precisam parar de ser omissos e desde cedo estabelecer limites de comportamento para os filhos, reforçando tais limites, quando necessário, com o uso da vara corretiva, conforme ensina a Bíblia.
Quanto aos CTs e a coibição de práticas criminosas, um Estado moralmente desorientado ou malicioso conduzirá os CT para qualquer direção ideológica que lhe convir. É totalmente certo o CT, como órgão estatal, intervir em condutas violentas persistente dos pais. Mas é moralmente certo o CT tratar no mesmo nível casais (cristãos ou não) que disciplinam fisicamente os filhos?
Além disso, há um problema muito importante. O governo federal vem pressionando fortemente para que a “homofobia” seja criminalizada. “Homofobia”, na visão estatal atual, é toda opinião moral, filosófica, médica ou religiosa contra a homossexualidade. Quando o governo conseguir criminalizar toda oposição à agenda gay, os CTs ficarão atentos para apanhar em sua rede totalitária todo pai ou mãe que “induzir” os filhos à “homofobia”, isto é, o simples fato de os pais darem orientação de alerta contra a conduta homossexual será considerado “crime de homofobia”.
A educação escolar em casa e o uso da vara corretiva sempre foram componentes da liberdade e autoridades dos pais, porém o Estado moderno está conseguindo forçá-los à categoria de “crimes”. Assim é com a questão da liberdade de os pais se esforçarem para impedir que seus filhos entrem no homossexualismo. Esses esforços também poderão ser redefinidos como “crimes”. Caberá aos CTs a responsabilidade de receber denúncias contra pais por cada um desses “crimes” e julgá-los conforme os melhores interesses… do Estado!
Por isso, pais cristãos que cometem qualquer um desses “crimes” correrão o risco de perder a guarda dos filhos, que poderão ser entregues a “casais” homossexuais.
Além disso, é meta do governo abolir todo tipo de disciplina física. Você disse: “A Bíblia respalda o uso da vara da correção”. Você está corretíssimo. Mas você sabia que o atual Estado sob possessão socialista não dá valor algum para esse respaldo bíblico? O Estado não quer nenhum meio-termo. Tudo o que ele quer é banir de uma vez por todas. Aliás, o governo já começou campanhas para abolir o direito de os pais disciplinarem os filhos. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/campanha-do-governo-lula-bater-em-pais.html
Para o Estado, você não precisa espancar brutalmente um filho para cair na categoria de criminoso. Basta que você simplesmente faça, conforme você mesmo disse, o que a Bíblia respalda.
Mesmo assim, as famílias cristãs não podem, por puro capricho estatal, renunciar ao direito de disciplinar os filhos, sob pena de sofrerem graves conseqüências. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html
As igrejas precisam acordar para os perigos dos CTs antes que seja tarde demais.
PERGUNTA: Até que ponto a surra não é uma forma de agressão contra a criança?
Julio Severo responde: A surra não pode ser comparada com agressão quando aplicada com vara em situações em que a criança, depois de receber um aviso claro, insiste em violar uma ordem dada pelo pai ou pela mãe. A surra deve ser prudentemente proporcional à desobediência.
Eliminar as surras justas por causa da existência de casos de agressões seria como eliminar todas as leis só porque algumas leis injustas apóiam o aborto e o homossexualismo. O exagero e perversão de algumas leis não deve ser usado como desculpa para exterminar todas as leis. Será que devemos eliminar o Estado só porque há ministros corruptos, ou o próprio presidente é corrupto? Tenho certeza de que o governo não aceitaria esse argumento. Portanto, as famílias também não deveriam engolir o argumento falso de que por causa da violência contra as crianças todas as surras devem ser eliminadas.
PERGUNTA: Você poderia fornecer exemplos de que o CT está fazendo um péssimo trabalho?
Julio Severo responde: Conheço pessoalmente um pastor evangélico que foi convocado a comparecer diante do CT porque usou disciplina física moderada num menor. Dois outros pastores, ao disciplinar os filhos moderadamente, foram por eles ameaçados de denúncia ao CT. Ao serem questionados por seus pais, os filhos responderam que foram ensinados na escola a denunciar toda disciplina física. Outro caso envolve uma família evangélica que foi convocada a comparecer diante do CT. O “crime” deles? Não vacinar os filhos, por motivos éticos. Essa família entendia que, sendo a maioria das vacinas infantis fabricadas com linhas de células fetais (de bebês abortados) era moralmente errado usá-las. Além disso, conforme essa família descobriu, os países avançados dão liberdade para os pais decidirem livremente na questão de vacinas. Contudo, o CT declarou para esse casal cristão: “Vocês podem decidir o que quiserem sobre a saúde e educação de seus filhos, mas a decisão final é do Estado!” Cada um desses exemplos mostra um ataque direto à autoridade dos pais e também um ataque direto à Palavra de Deus, que instrui que os pais têm direito prioritário de dirigir e decidir questões de saúde, educação e disciplina dos filhos.
Por outro lado, o mesmo Estado que não consegue punir devidamente o crime, permitindo o vergonhoso placar de 50 mil brasileiros assassinados por ano, impõe que assassinos ou estupradores menores de 18 anos não sejam tratados como assassinos ou estupradores. Eles são apenas internados numa instituição de reabilitação, até os 18 ou 21 anos, depois saindo dali com ficha limpa.
Se os CTs realmente se preocupassem com crianças, nós os veríamos sem tempo de se ocuparem com famílias cristãs que educam os filhos em casa, mas totalmente ocupados em resgatar e proteger os milhares de meninas prostitutas soltas por aí. Não veríamos também famílias saudáveis sendo violentadas por intromissões dos CTs em decisões internas de cada família. Pelo contrário, veríamos os CTs protegendo as crianças de políticas insanas que querem entregar em adoção meninos e meninas a “casais” gays. Veríamos os CTs lutando contra toda promoção do aborto, pois o aborto é a maior e mais violenta agressão às crianças. Por pura tragédia, essas duas agressões (adoção por homossexuais e aborto) têm a aprovação exatamente do governo, que exerce controle e sustenta os CTs. O que podemos esperar dos CTs?
É bom e louvável que os CTs ajam com pais irresponsáveis e violentos, mas é injusto que, por falta de padrão moral, os CTs acabem prejudicando muitos pais inocentes. Sou muito procurado por pais que sofrem grandes traumas com os CTs. São pais que são legalmente castigados pelos CTs porque educam os filhos em casa, ou não vacinam os filhos, etc. Em cada uma dessas situações, os CTs estão tratando como criminosas famílias que não cometeram crime algum. Os CTs estão interferindo em decisões particulares dos casais, como se os CTs e seus membros fossem moralmente ou espiritualmente superiores aos pais.
Todas as famílias inocentes que vão parar nos CTs terminam traumatizadas, sendo violentadas em seus direitos mais fundamentais.
Por outro lado, não é raro ver em cidades grandes menores de 18 anos se prostituindo. No começo de 2009, eu e minha esposa vimos, em plena cidade de São Paulo, uma menina de uns dez anos pedindo esmola às 23h! Onde estão os CTs para coibir isso? Sendo um órgão estatal, o CT age como o próprio Estado vem agindo: não castiga os culpados, porém pune os inocentes. É claro que há exceções à regra, mas a realidade é terrivelmente cruel.
Quando os culpados não são castigados, os inocentes acabam sendo injustiçados.
Mesmo que os CT estivessem hoje desempenhando um papel responsável e justo, jamais poderemos nos esquecer de que sua criação está intimamente ligada à agenda do governo mundial da ONU para as famílias.
O Dr. Michael Farris, especialista cristão em educação infantil, alerta os cristãos do mundo inteiro sobre o que acontecerá quando for totalmente implementada a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU:
* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.
* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.
* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.
* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.
* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.
* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].
* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.
* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.
* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
Infelizmente, algumas dessas ameaças já são realidade no Brasil, porque o governo brasileiro assinou a CDC em 1989. A CDC, que é a base do ECA, já está ativamente implementando a agenda da ONU para as famílias do Brasil.
Portanto, precisamos seriamente questionar a existência, necessidade e riscos dos CTs.