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13 de abril de 2013

Decadência: Líder da maior denominação assembleiana do Brasil sinaliza apoio à reeleição de Dilma Rousseff


Decadência: Líder da maior denominação assembleiana do Brasil sinaliza apoio à reeleição de Dilma Rousseff

Julio Severo
Em entrevista ao jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o Pr. José Wellington Bezerra da Costa, de 78 anos, se mostrou muito positivo com relação ao governo do PT. Os sinais vindo de Wellington, antigo aliado do PSDB, são importantes, pois ele é o presidente da maior denominação assembleiana do Brasil.
Pr. José Wellington Bezerra da Costa
Beijar o PSDB é o primeiro passo para ir para a cama com o PT. Quer um grande exemplo assembleiano? A carreira de garoto propaganda político do Bispo Manoel Ferreira começou com seu apoio a Fernando Henrique Cardoso quase 30 anos para a prefeitura de São Paulo. Ele pouco se importou que FHC fosse marxista, ateu e defensor da maconha — e adúltero.
Na época, escrevi uma carta à sede da Assembleia de Deus, questionando como um pastor podia apoiar um descarado socialista. Nunca obtive resposta do líder da segunda maior denominação assembleiana do Brasil.
Em 2010, Ferreira fez o “sacrifício” de renunciar a uma candidatura a senador para se tornar o secretário especial da candidata Dilma para assuntos evangélicos. Deus sabe o que foi que ele ganhou do PT para ocupar esse cargo e levar os evangélicos a votar em Dilma.
O Pr. José Wellington parecia um fiel aliado do PSDB, partido igualmente socialista, mas os ventos estão mudando. A entrevista à Folha de S. Paulo trouxe revelações de transformação:
Folha: Qual a sua opinião sobre a Dilma?
José Wellington: Eu vejo com muito bons olhos. Confesso a você que não votei na Dilma. Eu tinha certos resquícios do PT lá em São Paulo. Mas esta senhora tem superado [as expectativas]. Ela pegou uma caixa de marimbondo na mão, mas tem sido muito honesta com seu governo e com o povo. Hoje, na minha concepção, a candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição, ela é eleita tranquilamente.
Folha: Vocês apoiam ela em 2014?
José Wellington: Eu até teria muito motivo para dizer não, mas esqueço tudo isso aí a bem do povo, ela tem sido muito correta na administração do nosso país.
Mas o foco da entrevista foi Marco Feliciano, que está sendo hostilizado pelas esquerdas por ter sido nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
O jornalista da Folha alfinetou repetidamente o Pr. José Wellington sobre Feliciano, inclusive nesta pergunta:
Folha: Há um levante preconceituoso contra o Feliciano?
José Wellington: O Feliciano é novo, jovem, inteligente e eu creio que vocês são inteligentes, vocês estão vendo que ele está querendo tirar proveito. Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. O Marco Feliciano, bobo ele não é.
Wellington acabou de ser reeleito presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), a maior denominação evangélica do Brasil, com mais de 12 milhões de membros. Seu opositor na eleição denominacional apoiou Dilma na eleição presidencial de 2010.
Wellington não é político, mas não foi bobo. Ele deixou para manifestar seu apoio a Dilma logo depois de sua reeleição como presidente na CGADB. Se tivesse dito antes, haveria cobranças e riscos.
Ele pode hoje estar se achando esperto por apoiar Dilma — a mesma esperteza já demonstrada abundantemente por Manoel Ferreira.
Entretanto, o PT, como manda a sórdida cartilha socialista, sempre trai seus aliados cristãos. É só perguntar para Marco Feliciano, que como pastor assembleiano apoiou fervorosamente a eleição de Dilma em 2010, mas hoje sofre a oposição de todas as esquerdas do Brasil por sua posição contra a agenda do aborto e homossexualismo.
Vai chegar a hora da oposição e traição socialista ao Bispo Manoel Ferreira e ao Pr. José Wellington. A menos, é claro, que eles ajam “diplomaticamente” com relação ao homossexualismo sagrado e ao sacrifício de bebês em gestação que a agenda do PT e outros socialistas quer impor sobre o Brasil.
Se tentarem dar uma de Silas Malafaia ou Feliciano e denunciarem essa agenda de modo público e forte, sofrerão a ira dos deuses socialistas.
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10 de abril de 2013

Procurador quer que Marco Feliciano sofra do STF ação penal por “discriminação” à sodomia


Procurador quer que Marco Feliciano sofra do STF ação penal por “discriminação” à sodomia

Maior Assembleia de Deus do Brasil enviará a Dilma Rousseff documento apoiando Feliciano

Julio Severo
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu nesta semana ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra um processo criminal contra o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) por alegada discriminação aos homossexuais.
No documento enviado ao STF, Gurgel acusa que Feliciano enviou mensagens de Twitter contra a orientação sexual dos homossexuais. Segundo o procurador, no Twitter Feliciano se referiu ao comportamento homossexual como “podridão”. Gurgel disse: “A simples leitura da declaração do investigado evidencia o seu caráter discriminatório e agressivo”.
Evidentemente, se Gurgel tivesse lido a Bíblia só uma vez, ele teria encontrado motivo suficiente para acusar Deus de ser pior do que discriminatório e agressivo. Na Bíblia, Deus diz:
“O homem que se deitar com outro homem como se fosse uma mulher, ambos cometeram uma abominação, deverão morrer, e seu sangue cairá sobre eles.” (Levítico 20:13 KJA)
Abominação significa coisa detestável, repugnante, nojenta, asquerosa, etc. Essa é a opinião oficial de Deus sobre as práticas homossexuais.
Na prática, Gurgel está agindo como se existisse um PLC 122 imperando no Brasil. De acordo com reportagem do Estadão, o “procurador disse que foram superadas visões preconceituosas e anacrônicas sobre a homossexualidade, como as que a consideravam um pecado”.
Essas visões “superadas”, que consideram as práticas homossexuais como pecado, são na verdade as palavras da Bíblia na boca dos cristãos. Essas palavras, de acordo com o que Gurgel disse ao Estadão, são “expressão de natureza homofóbica de induzimento e incitação à discriminação de homossexuais”.
Se a opinião de Gurgel for formalmente aceita pelo STF, a legalização do PLC 122 será desnecessária. Bastará o raciocínio descabido dele para que as pessoas sejam condenadas por “homofobia”. Feliciano está sendo colocado como teste.
O procurador, que parece andar ocupadíssimo monitorando o Twitter de Feliciano, parece nunca ter tido tempo de ver as palavras de Luiz Mott, o líder do movimento homossexual do Brasil, defendendo a pedofilia.
Pelo menos, nunca se viu Gurgel pedindo uma ação penal do STF contra Mott.
O alvo dele é Feliciano, não Mott, porque o que Mott prega e faz (enfiar e receber o órgão sexual masculino no traseiro de outro homem) é belo, moderno, decente, etc. Mas o que Feliciano prega (reprovar biblicamente a “beleza” das práticas homossexuais sancionadas pelo excelentíssimo procurador-geral que se acha o ditador da liberdade de expressão) é “abominação!”
Ao que parece, Gurgel quer fazer Feliciano de exemplo para todo cristão no Brasil que levar Deus e sua Palavra a sério, a mesma Palavra que diz: “Todo ser humano [inclusive o senhor Gurgel] é como a relva e toda a sua glória, como a flor da relva; a relva murcha e cai a sua flor, mas a Palavra do Senhor permanece para sempre”. (1 Pedro 1:24,25 KJA)
Cedo ou tarde o senhor Gurgel verá que as palavras superadas não são as palavras que saem da boca de Deus, mas as que saem da boca da relva.
Contudo, nem tudo parece estar perdido. Milhares de pastores da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil) que estavam reunidos em Brasília na terça-feira, 9 de abril, aprovaram uma moção de apoio a Marco Feliciano. A CGADB é presidida pelo Pr. José Wellington.
O documento deverá ser enviado a presidente Dilma Rousseff e ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Depois da votação, do púlpito Feliciano agradeceu o apoio e disse “nunca houve uma comissão com tanta oração. Os pastores estão orando pela minha vida e pela comissão. Venceremos esta batalha. Quero agradecer essa moção”. Ele referia-se à CDH (Comissão de Direitos Humanos) da Câmara dos Deputados, a qual preside mesmo sob pressão para que renuncie ao cargo. As pressões estão vindo principalmente das esquerdas seculares e evangélicas.
Em entrevista (disponível neste link: http://youtu.be/URnhIGXAvuQ) a Silas Daniel, da CPAD News, Feliciano agradeceu o apoio oficial da CGADB, que não só é a maior denominação assembleiana do Brasil, mas também de longe a maior denominação evangélica do Brasil. (Não confundir a CGADB com a CONAMAD, a segunda maior denominação assembleiana, presidida pelo Bispo Manoel Ferreira, que se encontra sob escândalo envolvendo organizações do Rev. Moon.)
O apoio oficial da imensa CGADB a Feliciano é o apoio evangélico mais importante que ele recebeu até o momento, em meio a inúmeras manifestações de oposição de protestantes esquerdistas de outras denominações.
A reunião da CGADB em Brasília trouxe cerca de 24 mil pastores assembleianos, que enfim apoiaram seu colega de ministério.
Esperemos que outras denominações ou pelo menos líderes denominacionais tenham a coragem de dar apoio a Feliciano e de mandar cartas para Dilma Rousseff, pois em jogo não está a Assembleia de Deus e nem mesmo um simples pastor assembleiano. Em jogo está a liberdade, a família, a vida e o Cristianismo.
Se Feliciano for levado a julgamento por “homofobia”, todos seremos acusados de seguir “visões superadas” por acreditarmos nas palavras da Bíblia, e todos seremos julgados como criminosos por aqueles que acham que liberdade de expressão é um direito exclusivo apenas para os que ousadamente manifestam pela boca e pelas ações obscenidades e agressividade em prol da sodomia.
Com informações do Estado de S. Paulo e da Folha de S. Paulo.
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