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6 de junho de 2019

Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual


Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual

Julio Severo
Comportamento lésbico obsessivo. Essa era a vida nos últimos cinco anos de Rosana da Silva Candido, 27, e Kacyla Damasceno Pessoa, 28, que mataram com golpes de faca o menino Rhuan Maycon, de 9 anos, filho de Rosana, em 31 de maio de 2019.
Lésbicas Rosana da Silva Candido e Kacyla Damasceno Pessoa
De acordo com o depoimento dado na delegacia, as duas lésbicas haviam decepado o pênis do menino há cerca de um ano.
“Foi uma espécie de cirurgia de mudança de sexo. Após retirarem o pênis, elas costuraram a região mutilada e improvisaram uma versão de um órgão genital feminino, fazendo um corte na virilha,” disse a conselheira tutelar Claudia Regina Carvalho.
A mãe lésbica queria transformá-lo em uma menina.
Sem nenhum acompanhamento médico, o menino passou por sofrimentos físicos que culminaram um ano depois com as duas lésbicas matando Rhuan, com golpes de faca, enquanto ele dormia.
Rhuan
Psicólogos apressadamente afirmaram que o crime não teve nenhuma ligação com o comportamento homossexual, chamado pela esquerda de “orientação sexual.”
Curiosamente, quando um caso de crime parece indicar homossexuais como vítimas, psicólogos se apressam em apontar que as supostas vítimas sofreram por serem homossexuais. Quando o caso é negativo para a imagem homossexual, eles simplesmente rejeitam qualquer conexão homossexual.
A grande imprensa teve a mesma atitude. Nenhum grande jornal brasileiro, que costuma apontar a homossexualidade de supostas vítimas de crimes, chamou de lésbicas as duas mulheres envolvidas num crime violento contra uma criança inocente.
O crime chocou o Brasil inteiro, mas o fator homossexual do crime foi devidamente encoberto e protegido de uma exposição negativa na mídia.
A imprensa internacional, que sempre noticia supostos crimes contra homossexuais no Brasil apontando a conexão anti-homossexual do criminoso, não noticiou nada do crime brasileiro apontando a natureza homossexual do crime.
O público brasileiro tem perguntado como as autoridades não conseguiram investigar o sofrimento do menino nas mãos das duas lésbicas. Onde estava o pai?
O pai viveu um relacionamento sexual, sem nenhum casamento, de quase dois anos com Rosana, que o traiu para ficar com a lésbica Kacyla, que já tinha uma filha (hoje com 8 anos) em 2014. Depois da traição, as duas fugiram.
O pai de Rhuan registrou boletim de ocorrência logo em seguida e disse para a imprensa brasileira que durante cinco anos ele procurou o filho, tinha obtido a guarda dele na Justiça e buscou a polícia e o Conselho Tutelar para ajudá-lo. “Tentamos salvar o Rhuan. Postamos nas redes sociais, procuramos polícia e Conselho Tutelar. Ninguém nos ajudou,” desabafou Maycon Douglas Lima de Castro, pai de Rhuan, em entrevista ao UOL.
As duas lésbicas fugiam mudando de lugar para lugar. Elas estiveram em vários estados. Elas conseguiram escapar do Conselho Tutelar, mesmo havendo denúncias contra elas desde 2014. Durante cinco anos o Conselho Tutelar não conseguiu fazer absolutamente nada para salvar um menino torturado por duas lésbicas sádicas.
Entretanto, são notórios os casos no Brasil em que o Conselho Tutelar persegue pais e mães que educam os filhos em casa, na escolha educacional chamada internacionalmente de homeschooling, totalmente legal e praticada nos Estados Unidos e outros países avançados. Até a Rússia dá liberdade para os pais praticarem o homeschooling.
O Conselho Tutelar persegue implacavelmente essas famílias, que não estão decepando o pênis de seus meninos nem matando-os com golpes de faca, do jeito que deveriam ter perseguido as duas lésbicas, mas não o fizeram.
As duas lésbicas praticaram tortura física e psicológica contra o menino Rhuan, forçando-o a rejeitar sua masculidade. Quanto à filha de Kacyla, a menina tem aversão à figura masculina, pois as duas lésbicas a convenceram de que todos os homens são agressores e maus.
De acordo com a polícia, as duas lésbicas planejavam também matar a menina, que testemunhou os anos de tortura delas contra ela e seu irmão.
O governo Bolsonaro, que só assumiu neste ano, não tem culpa do assassinato do menino Rhuan, embora pudesse ter tentado fazer alguma coisa em seus primeiros 5 meses de governo. A culpa principal nesses 5 anos em que as duas lésbicas viviam fugindo e torturando um menino é do Conselho Tutelar que estava sob a responsabilidade da presidente esquerdista Dilma Rousseff e depois Michel Temer, que nada fizeram.
O esquerdismo, que imperou na era Dilma, não se importa com crimes praticados por homossexuais. Talvez por isso ninguém no governo Dilma tenha se mobilizado para atender aos pedidos de socorro de um pai que recorreu à polícia e ao Conselho Tutelar, mas ninguém o ajudou.
Neste exato momento, o Supremo Tribunal Federal está criminalizando a chamada “homofobia,” impedindo assim toda crítica ao comportamento homossexual. O resultado sinistro de tal lei draconiana é que torturas físicas e psicológicas cometidas por homossexuais, inclusive doutrinação para crianças odiarem homens e assassinato de meninos vítimas do sadismo homossexual, não poderão ser noticiadas como crimes homossexuais. Quem ousar dizer a verdade poderá ser preso.
Embora o Presidente Jair Bolsonaro acuse com todo o direito a imprensa de fabricar fake news, ninguém no governo Bolsonaro ainda se manifestou sobre a fake news da imprensa buscando desligar o homossexualismo da tortura e assassinato de Rhuan.
O menino Rhuan sofreu torturas durante cinco anos. Muito antes de seu pênis ser decepado, sua masculinidade já tinha sido violentada. Mesmo assim, psicólogos buscam um milhão de razões para o crime, mas não encontram explicação satisfatória, pois evitam a todo o custo a conexão homossexual. O governo Bolsonaro está perdendo uma chance de ouro de falar a verdade.
A normalização do homossexualismo nas novelas, músicas, filmes e cultura durante muitos anos trouxe como consequência duas mulheres que viram como normal sua obsessão lésbica e tortura física e psicológica para transformar um menino em “menina” e para fazer uma menina odiar homens.
Enquanto o governo Dilma privilegiava supostos crimes contra homossexuais e ocultava crimes cometidos por homossexuais, espero que o governo Bolsonaro faça justiça por Rhuan depois de morto, mostrando que relacionamentos homossexuais têm realmente ligações com perversões e crimes violentos, inclusive contra crianças.
Com informações do UOL, Midiamax e Globo.
Leitura recomendada:

1 de julho de 2014

Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada


Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada

Pais e mães de todo o Brasil não têm nada para comemorar

Julio Severo
O que acontece quando um bruxo de tribo ordena o sacrifício de uma criança inocente? Nada.
O que acontece quando ministros de governo e a própria presidente têm histórico de defesa do abuso e assassinato de crianças (o aborto sempre envolve essas crueldades contra crianças)? Nada.
Mas o que acontecerá quando um pai ou uma mãe der uma palmada, uma varada ou uma cintada de correção no filho? Espere para ver!
Enquanto todos os brasileiros estavam focados e distraídos na Copa do Mundo, Dilma Rousseff sancionou, em 27 de junho de 2014, a Lei da Palmada, que pune pais e mães que aplicam castigos físicos nos filhos. Agora, o confisco estatal desse direito dos pais é lei.
Diferente de milhões de famílias brasileiras, que serão diretamente afetadas pela nova lei, Xuxa não estava focada na Copa do Mundo. Quando Dilma assinou a lei, Xuxa celebrou a vitória. Todos os grupos esquerdistas, mesmo com a euforia da Copa, celebraram junto. E com o Pr. Paulo Freire, presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), não foi diferente: ele também celebrou.
As palavras de Xuxa, conforme registradas pela revista Quem da Globo, foram:
“TO TÃO FELIZZZZZZZZZ..... Ainda tem gente que duvida da existência de Deus, essa lei saiu porque Deus quis, desculpe as pessoas que interpretam trechos do Antigo Testamento achando que Deus concorda com a violência usada pra corrigir uma criança, Deus é amor, amor não rima com dor, obrigada MEU DEUS e viva a Lei Menino Bernardo.”
O que é que Xuxa entende de Deus e de Bíblia? Mas se quem diz entender (os pastores da bancada evangélica) negociaram a lei e a deixaram passar, Xuxa tem é mesmo de celebrar. O presidente da bancada evangélica disse:
VITÓRIA!  “LEI MENINO BERNARDO” (Lei da palmada)
Alamiro Velludo Netto, criminalista e professor de direito penal na USP, diz que a norma não proíbe todo tipo de tapinha: “A palmada que tem mais efeito simbólico de correção, não foi proibida, mas sim aquela que tem o caráter de agressão.”
“Agora podemos falar, a lei já foi sancionada”.
Quero parabenizar a todos os parlamentares evangélicos que comigo fazem parte da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, em especial o Deputado Federal Marcos Rogerio, pela brilhante atuação e estratégia com que trabalhamos para a aprovação da lei “Menino Bernardo” que ficou conhecida como “Lei da Palmada”. Conseguimos, com a ajuda e a graça de Deus, tirar tudo aquilo que possibilitava que o Estado interferisse na criação dos pais em relação a seus filhos, também não permitindo a proibição da famosa “Palmadinha” para a correção dos filhos. Um trabalho estrategicamente bem feito sem despertar e não deixar que nossos adversários políticos percebessem a nossa vitória, já realizada antes da Presidente Dilma assinar sancionando esta lei. Mais uma grande vitória da bancada Evangélica na Câmara Federal, dada pelo nosso bom Deus.
Deputado Federal Paulo Freire
Presidente da FPE
Eu realmente não compreendo como uma derrota pode ser vista como “vitória.” Anos atrás, o próprio senador Magno Malta classificou a Lei da Palmada como “agressão à família brasileira.” E agora Freire acha que não é nada disso? E numa entrevista a este blog no ano passado, o Dep. Marcos Rogério declarou: “Eu espero que a lei não seja aprovada. Mas, caso aconteça, muitos pais serão levados ao Conselho Tutelar e ao Juizado de menores por corrigir seus filhos.” E agora Freire diz que o Dep. Marcos o ajudou? O que foi que aconteceu com a cabeça desse pastor? Se ele disse que supostamente muitos elementos nocivos foram removidos da Lei da Palmada, por que Xuxa está celebrando? Por que Xuxa se sentiu no direito de chamar de “violência” a orientação bíblica sobre disciplina de crianças?

O que a Bíblia diz sobre disciplina física de crianças e violência

Vejamos o que a Bíblia diz do que Xuxa chama de “violência”:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)
“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)
“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)
“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)
“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)
“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)
“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)
“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)
“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)
Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:
“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)
“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)
“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)
“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)
“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)

O que o Novo Testamento diz sobre disciplina de filhos

Para quem concorda com Xuxa e acha que essas orientações não têm mais validade alguma porque Deus as deu no Antigo Testamento, o Novo Testamento traz uma confirmação da dolorosidade da disciplina física:
“Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: ‘Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho’. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hebreus 12:5-11 NVI)

O que a psicologia cristã diz sobre disciplina física de filhos

Para os que acham, inclusive entre cristãos, que tudo o que não tiver o embasamento da psicologia não tem validade alguma, inclusive a Bíblia, para esses corações mais inseguros há o livro “Ouse Disciplinar,” publicado anos atrás pela Editora Vida. O autor, o Dr. James Dobson, é um famoso psicólogo evangélico que apoia esses versículos e o sábio uso da disciplina com a vara.
No artigo “Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças,” o psicólogo evangélico diz:
O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprender com a dor. Suponha que o Pedrinho, de dois anos, puxe uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está na mesa, o atinja bem na cabeça. Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que ele saiba o que está em cima dela. Quando ele toca num forno quente, ele rapidamente aprende que o calor tem de ser respeitado. Se ele chegar a viver cem anos, ele nunca mais tentará tocar num forno. Ele aprende a mesma lição quando puxa o rabo do cachorro e prontamente leva uma mordida na mão, ou quando sai do assento de bebê quando a mãe não está observando e acaba descobrindo tudo sobre a lei da gravidade.
Durante os anos de infância, ele tipicamente acumula galos, machucados, arranhões e queimaduras menores, cada um lhe ensinando acerca dos limites da vida. Essas experiências o tornam uma pessoa violenta? Não! A dor associada a esses eventos o ensina a evitar cometer os mesmos erros de novo. Deus criou esse mecanismo como valioso instrumento de instrução.
Há também os estudos do Dr. Den A. Trumbull sobre disciplina física de crianças. Num artigo estupendo, intitulado “Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças,” ele desmonta os questionamentos de indivíduos como Xuxa.
Entretanto, na visão de Xuxa, Deus é tão bom e amoroso que a justiça vai para o ralo: no paraíso dela, não há espaço nenhum para inferno. Não há espaço para a dor do aprendizado. Todo mundo vai bonitinho para o céu.
Seja como for, fica agora a Lei da Xuxa e a Lei de Deus. Pior: fica agora a opinião de Paulo Freire, que diz que a Lei da Palmada vai permitir algum tipo de palmadinha. E fica a informação de Xuxa: toda palmadinha está proibida.

Conselhos Tutelares em plena atividade muito antes da Lei da Palmada

O fato é que mesmo sem essa lei, os conselhos tutelares já estão trabalhando há muito tempo nessa direção. Em 2008, conversei com um pastor de Teresópolis, RJ, que me contou que, ao disciplinar fisicamente o filho, ganhou a resposta do menino: “Se você me bater, ligo para o Conselho Tutelar. Na escola, fomos orientados a denunciar se nossos pais nos batessem.”
O pai, com sabedoria, respondeu: “Pode chamar. Eles virão, nos prenderão e vão mandar você para um orfanato. Depois, quem lhe dará tudo o que você quer e precisa?” O menino nunca mais repetiu a ameaça.
Em 2008, em Campina Grande, PB, um dos pastores palestrantes da VINACC me contou como seu filho pequeno também o ameaçou na hora de levar um merecido castigo. Nesse caso, o menino também revelou para o pai que aprendeu na escola como delatar os pais.
Nessa época, uma das maiores líderes católicas pró-vida do Rio de Janeiro desabafou para mim como teve de renunciar ao seu emprego de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.

Pastor é preso e maltratado

Um caso horroroso ocorreu em 2010, quando não havia Lei da Palmada. Um pastor foi preso e injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do Conselho Tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Pr. Jeremias Albuquerque Rocha
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor foi preso e mantido em condições desumanas.

Reinterpretando a Bíblia à luz da Lei da Palmada?

Se tudo já estava arriscado anos atrás até para pastores que disciplinam os filhos, como vai ficar agora? Melhor? Só na cabeça de Xuxa e Paulo Freire.
Já que Xuxa recebeu liberdade da bancada evangélica para reinterpretar a Bíblia para os cristãos, como ela veria Provérbios 23:13-14? Essa passagem diz:
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
Xuxa leria:
“Você está proibido de disciplinar seus filhos. Castigar com a vara [fina] é violência e se você fizer isso, será o seu fim. Deixando de usar a violência da vara, você livrará sua alma do inferno estatal.”
O caso do Pr. Jeremias é um exemplo de que o inferno estatal existe para os pais “desobedientes.”
Fica agora o dilema entre a obediência à Lei de Deus e a submissão à lei dos homens.

Marco Feliciano denuncia acordo da bancada evangélica que foi fundamental para aprovação da Lei da Palmada

De acordo com matéria do jornal Estadão, a Lei da Palmada só foi aprovada porque houve um acordo entre a bancada evangélica e o governo do PT. Em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, o Dep. Marco Feliciano confirmou que não concordou com esse acordo. Ele disse:
Parece que fizeram de propósito, pois depois que sai da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minoria) eu fiquei como um “cão de guarda” na CCJ. Minha presença pelas polêmicas e atenção da mídia os inibiam de colocar a Lei da Palmada em votação.
No dia da votação, eu não estava. Eu havia feito uma cirurgia e fiquei 20 dias sem ir ao Congresso. Nesse ínterim, aproveitaram minha ausência e colocaram o projeto com a presença da Xuxa. 
Fiquei sabendo da confusão e liguei para o Marcos Rogerio, porque falar com o presidente da FPE é quase impossível. Eu implorei para ele liderar o pessoal para não negociar e votar contra. Ele me disse que o pessoal estava com receio porque o que o Pr. Eurico fez imprimiu na FPE uma imagem de desequilíbrio e que o projeto passaria com ou sem nossos votos. Então reafirmei: QUE SEJA APROVADO, MAS QUE CONSTE FOI COM OS VOTOS CONTRÁRIOS DE TODA FPE.
Não me deram ouvidos. Anthony Garotinho falou com Paulo Freire, ambos do PR (que é base de sustentação do governo), e deu no que deu.
Qual será o próximo passo da bancada evangélica? Condecorar Xuxa por ensinar aos pastores parlamentares que Deus é amor e vara é do diabo? Ensinar a eles o que vale e o que não vale na Bíblia? Colocar Xuxa para ajudar a bancada em campanhas pró-família? Por incrível que pareça, Magno Malta cometeu tal tolice anos atrás, convidando Xuxa para suas campanhas contra a pedofilia. É a mesma coisa que colocar a raposa para “proteger” o galinheiro.

Famoso evangélico esquerdista vê radicalismo da Lei da Palmada

Agora que a vontade de Dilma, Xuxa e Pr. Paulo Freire foi feita, como ficará a situação de policiais cristãos e descrentes que recebem denúncias de vizinhos ou de crianças que delatam os pais por aplicar necessários castigos físicos neles? Vai depender da boa vontade e misericórdia dos policiais, pois se depender da misericórdia de Dilma, de Xuxa e da bancada evangélica, eles vão direto para a cadeia.
A Lei da Palmada é tão ridícula e representa tanto risco para pais e mães, que você não precisa ser conservador para ver o óbvio. Danilo Fernandes, dono do tabloide Genizah, recentemente fez declarações impressionantes sobre essa lei e as pretensões de Xuxa em seu artigo “Danilo Fernandes: Xuxa só para bobinhos e desconforto da família brasileira.”
Tenho muitas discordâncias com as posturas esquerdistas de Danilo, mas nessa questão, concordo totalmente com ele. Ele está de parabéns.

Qual o próximo passo de Xuxa? Abaixar idade legal de consentimento sexual?

Agora a rainha da erotização infantil, que participou de cena de erotismo e pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” com um menino de 12 anos em 1982, quando ela tinha mais de 18 anos, está livre para correr atrás de outras ambições. Quem sabe uma lei para abaixar a idade legal de consentimento sexual para 12 anos, tornando-a assim eternamente livre da mancha de seu antigo filme pró-pedofilia. As portas estariam assim abertas para ela fazer muitos filmes eróticos com crianças de 12 anos.
Xuxa em cena pedofílica no filme Amor Estranho Amor
E se uma lei para abaixar a idade de consentimento sexual não for aprovada? Para Xuxa, não há absolutamente nenhum problema. Ela nunca foi multada nem presa por sua pedofilia cinematográfica. Não existe lei para pegá-la.
Mas por causa dela, agora há lei para pegar os pais e mães do Brasil! E, repetindo, tudo vai depender da misericórdia dos policiais que atenderem a uma denúncia de criança que levou uma palmada, cintada ou varada.

Os pais e a polícia na porta de casa

Num vídeo muito interessante que está fazendo sucesso no Youtube (neste link: http://youtu.be/WeMEyuigSFQ), uma dupla de policiais é chamada para atender ao caso de um menino desobediente que levou umas cintadas da mãe. Pela lei da Xuxa, a mãe é uma “criminosa,” e o policial que não a algemar e levar presa cometeu violação da lei. Veja o vídeo para entender o dilema.
E se os policiais tivessem sido chamados para atender a uma chamada para prender Xuxa por seu papel no filme pró-pedofilia? Ou, na visão pervertida de Xuxa, palmada merece cadeia, mas pedofilia não?
E se os policiais tivessem sido chamados para atender à denúncia de um cidadão contra o governo de Dilma Rousseff, que vive defendendo o assassinato de crianças no útero? Eles seriam amparados pela lei para atuar em defesa das crianças e prender os ministros de Dilma que defendem o aborto?
E se os policiais tivessem sido chamados para atender ao caso de um bruxo de tribo que determinou a tortura, sacrifício e morte de crianças indígenas? Infelizmente, nesse caso, a lei está do lado do bruxo, não da criança.
No caso dos pais que não são bruxos que determinam tortura e assassinato de crianças nem são defensores do aborto, seu destino dependerá da bondade dos policiais. Se os policiais não tiverem coração bom, os pais cristãos poderão passar pelo mesmo inferno estatal pelo qual passou o Pr. Jeremias Albuquerque Rocha.
A pergunta importante é: com tantas crianças ameaçadas de morte, sem nenhuma lei para intervir contra os assassinos, por que agora o Estado brasileiro atende aos caprichos de uma artista pró-pedofilia para punir pais e mães que atendem ao chamado da Lei de Deus para usar a vara a fim de livrar a alma de seus filhos de ir para o inferno? Se a mente pervertida de Xuxa e outros iguala vara e cintadas à tortura e morte, por que os pais que disciplinam e não matam devem enfrentar o peso da lei injusta enquanto que os abortistas e os bruxos indígenas que torturam e matam crianças não enfrentam nenhum peso da lei?
Como é que a população permite que os injustos punam pais e mães, transformando-os em criminosos, mas deixa impunes bruxos assassinos, abortistas e artistas pró-pedofilia, e ainda os transforma em heróis?
Leitura recomendada:

26 de janeiro de 2013

Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola


Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola

Julio Severo
O pai e a mãe de dois adolescentes de 13 e 14 anos, que educam seus filhos em casa, em Belo Horizonte, foram obrigados pela Justiça a matricular os meninos em escola pública ou particular, num prazo de 30 dias. O caso foi denunciado pelo Ministério Público que acusou o casal de “abandono intelectual” dos filhos.
Juízes decidem: filhos pertencem ao Estado
A decisão do juiz da Vara Cível da Infância e da Juventude de Belo Horizonte, Marcos Flávio Lucas Padula, foi proferida em 16 de janeiro, mas divulgada pela corte somente nesta sexta-feira (25).
No processo, os pais afirmaram que possuem prioridade sobre o Estado no oferecimento da educação escolar para os filhos. Eles mostraram que um dos meninos foi aprovado no exame de conclusão do ensino fundamental — prova suficiente para comprovar que os filhos não estão intelectualmente abandonados.
O Ministério Público, porém, mostrou que o Estado tem o direito exclusivo de impor a escola formal como única opção para os pais, afirmando que é “direito” (mais propriamente traduzido como obrigação) de toda criança e adolescente o acesso à educação formal.
O Conselho Tutelar do Barreiro, região de Belo Horizonte onde a família reside, chegou a intimar pai e mãe por violar o direito do Estado de impor sua educação sobre os adolescentes do casal. Eles foram intimados para fazer as matrículas dos filhos. Quando disseram que continuariam educando em casa, o Conselho Tutelar acionou o Ministério Público contra o casal por “abandono intelectual”.
Se abandono intelectual significa deixar os filhos sem a doutrinação imoral das escolas do Estado, de fato os pais cometeram esse “crime”. As escolas estão ensinando tantas depravações que deixariam qualquer prostituta de bordel envergonhada.
As crianças voltam muitas vezes da escola com vergonha de dizer aos pais as “lições” de sexo homossexual e outras imoralidades que aprenderam em sala de aula.
Nesse quadro cada vez mais real no Brasil, os pais cristãos têm a obrigação moral de remover os filhos das escolas e educá-los em casa. O próprio Martinho Lutero nos deu um alerta profético 500 anos atrás: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”.
Se a Justiça do Brasil não estivesse tão adoecida por ideologias politicamente corretas, não se envolveria na opção educacional dos pais para os filhos, nem os puniria. Em vez disso, intimaria e puniria ministro da Educação e outros agentes do Estado que passam dia e noite elaborando estratégias para impor kits gays e outras depravações para as crianças de escola.
É claro que o casal de Belo Horizonte não cometeu “abandono intelectual” e crime algum, pois educam os filhos em casa. Mas o Estado e seus agentes usarão qualquer desculpa e mentira para manter os filhos debaixo do seu poder e manipulação doutrinária.
O juiz considerou que, apesar de deterem o poder familiar, “os pais não estão autorizados a simplesmente retirar os filhos da rede regular de ensino, uma vez que isso os priva também do convívio social”.
O convívio social na escola hoje atira, em grande parte, as crianças à má influência de drogas, violência e prostituição. É uma socialização negativa, na melhor das hipóteses. Mas o Estado insiste nessa desculpa. 
Para fundamentar sua opinião de total controle do Estado sobre as crianças e a proibição da educação escolar em casa, o juiz se amparou no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na Constituição Federal.
O Brasil se transformou numa “democracia” ditatorial. Se o casal de Belo Horizonte trabalhasse como professores, distribuindo kits gays nas escolas, o juiz e outros agentes do Estado elogiariam seus serviços ao Estado pró-sodomia. Mas pelo fato de que cometeram o pecado imperdoável de tirar seus filhos dos braços do monstro estatal, o juiz mostra toda a sua força em favor dos interesses do gigante estatal contra um indefesa família.
Nos primeiros séculos, os cristãos desobedeciam ao Estado romano quando obedeciam a Deus.
Se os pais cristãos do Brasil crerem e demonstrarem que os filhos pertencem a Deus, estarão definidamente desobedecendo ao Estado. Se tentarem tirar os filhos dos braços do monstro estatal, estarão cometendo um “crime”.
Com informações do UOL Notícias e R7.
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5 de dezembro de 2012

Lei Anti-Palmada: Opinião da população não vale nada para os ativistas contra os direitos dos pais


Lei Anti-Palmada: Opinião da população não vale nada para os ativistas contra os direitos dos pais

Julio Severo
A chamada Lei Anti-Palmada, que deveria ter sido votada ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, foi adiada por requerimento dos deputados evangélicos Anthony Garotinho, Ronaldo Fonseca e Marcos Rogério. A atuação dos parlamentares evangélicos jamais teria sido possível sem a mobilização da população, que telefonou, enviou e-mails, etc.
O Dep. Marcos Rogério apresentou também reclamação oficial para que, em vez de votada apenas por um grupo pequeno de deputados, a Lei Anti-Palmada seja votada por todos os deputados.
O deputado evangélico reclamou que, usando de argumentos eticamente questionáveis, os parlamentares a favor da lei estão fazendo de tudo para que o projeto não seja votado por todos os deputados.
O Relatório da Participação Popular (Janeiro a Junho 2012), publicado pela Câmara dos Deputados, registra que esse é um projeto de grande interesse de toda a população. O Relatório diz:
Síntese da participação dos cidadãos sobre o tema:
∙∙ O dever de educar é da família, não devendo ser imposto pelo Estado;
∙∙ Os pais devem ter liberdade para educar seus filhos;
∙∙ É importante respeitar o direito de os pais disciplinarem seus filhos.
Extrato das opiniões dos cidadãos sobre o PL 7672/2010:
“Não é necessário criar uma lei, pois o assunto já é abordado pelo Código Penal e pelo próprio Estatuto da Criança e do Adolescente. O Estado não pode interferir na educação dos filhos. Dar uma palmada não é a mesma coisa que espancar.”
Diego Willian Aguilar/SP
“Solicito que seja respeitado o sagrado direito dos pais disciplinarem seus filhos. Por isso, imploro que não aprovem o projeto de lei 7672/2010.”
Nanalião Vicente Mendes/SP
“A aprovação do projeto de lei retira dos pais a autoridade na educação dos seus filhos.”
Rosângela Alves Justino/RJ
Relatório da Participação Popular (Janeiro a Junho 2012), página 25.
De forma ainda mais contundente, o relatório mostra que 94% da população que se manifestou pelo telefone gratuito da Câmara dos Deputados (0800-619 619) se mostraram totalmente contrários à Lei Anti-Palmada.
O resultado poderia ser maior, pois muitos dos meus leitores reclamaram no meu Facebook, Twitter e blog que os atendentes do 0800-619 619 estavam dizendo que a Lei Anti-Palmada não estava em pauta no dia da votação.
A informação que recebi é que ativistas ligados à lei pressionaram o Congresso para dificultar a manifestação popular. Então, quando o povo ligava se manifestando contra a Lei Anti-Palmada, o atendente dizia que o projeto não estava na pauta do Plenário — o que é verdade. Mas o que é igualmente verdade é que todos os atendentes sabem que essa lei estava em pauta na Comissão de Constituição e Justiça, e se tivessem sido honestos, poderiam sem problemas receber a opinião da população.
A posição da bancada evangélica está dividida. Há deputados que são contra e deputados que são a favor.
Até o momento, a postura mais forte veio de Magno Malta, que disse: “Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro.”
Contudo, não importa que 94% da população sejam contra a Lei Anti-Palmada. E ainda que toda a bancada evangélica fosse contra essa lei, o fato é que o governo de Dilma Rousseff, especialmente a autora da lei, Maria do Rosário, jamais aceitarão uma derrota.
Há numerosos casos, conhecidos por mim e outros líderes cristãos, de pais cristãos sofrendo abusos por parte das autoridades por causa das leis já existentes.
Há o caso do pastor que, ao corrigir fisicamente o filho, foi ameaçado de ser levado ao Conselho Tutelar. O garoto havia aprendido a denunciar os pais na escola.
Há o caso de um pastor luterano que, ao beliscar um garoto que estava batendo em outros garotos numa partida de futebol, foi parar no Conselho Tutelar.
Há o caso de um pastor que foi parar no Conselho Tutelar por impedir a filha menor de ir a um baile funk de noite.
Com as leis que já existem, pais e mães que educam seus filhos estão sofrendo agressões do Estado, indo parar em Conselhos Tutelares, etc.
Com a aprovação de mais uma lei “contra agressões às crianças”, mais agressões virão aos pais. E o pior é que os deputados, que recebem elevados salários às nossas custas, gastarão muito tempo e muito de nosso dinheiro para aprovar uma lei sobre um assunto já amplamente tratado na legislação.
Essa é uma guerra dura. O governo todo está pondo todo o seu peso nessa lei. A bancada evangélica está dividida.
E a opinião de 94% da população não tem nenhum valor para os que querem, a ferro e fogo, aprovar a lei que, se punir a palmada, vai agredir diretamente os pais. Se punir somente agressões, tem o potencial de ser interpretada, como já vem ocorrendo nas outras leis já existentes, contra os pais.
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