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9 de outubro de 2017

Mídia interpreta totalmente errado decisão brasileira sobre terapia de orientação sexual


Mídia interpreta totalmente errado decisão brasileira sobre terapia de orientação sexual

Peter Sprigg
O movimento ativista LGBT há muito tempo é notório no uso de uma variedade de inverdades e/ou distorções para avançar sua agenda social e política.
Em poucas áreas isso tem sido tão descarado e chocante como na atual guerra total contra a liberdade dos clientes e terapeutas de aplicar iniciativas de mudança de orientação sexual (IMOS).
Por exemplo, dizem-nos (falsamente) que a evidência científica prova que todas as IMOS são prejudiciais. No entanto, até mesmo a Associação Americana de Psicologia, que é de tendência esquerdista e critica as IMOS, foi forçada a confessar:
Os estudos iniciais e também recentes de pesquisa não fornecem nenhuma evidência de preponderância de resultados prejudiciais entre pessoas que experimentaram iniciativas para mudar sua orientação sexual… Portanto, não podemos concluir uma probabilidade de que as IMOS trarão danos.
A cumplicidade (ou ignorância) da grande mídia em tudo isso é destacada com o uso contínuo do termo “terapia de conversão” em referência a uma prática cujos profissionais reais a ela se referem como “terapia de reorientação sexual,” “iniciativas de mudança de orientação sexual” (ou IMOS); ou o termo mais recente “análise da fluidez da atração sexual na terapia” ou EFAST; ou “terapia reparativa” — mas não “terapia de conversão.”
Outra afirmação feita pelos críticos das IMOS é que as IMOS têm como premissa a convicção de que a homossexualidade é uma desordem mental — uma convicção que eles afirmam foi desacreditada por votação na Associação Americana de Psicologia em 1973 para remover a homossexualidade de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM). Contudo, a decisão de 1973 não teve como base nenhum volume claro de evidências científicas que provassem que a homossexualidade é normal, natural e inofensiva. Pelo contrário, como consequência de ativismo político agressivo, a Associação Americana de Psicologia (AAP) simplesmente mudou a definição de “desordem mental” de tal forma que excluiu a homossexualidade, tornando-a dependente da presença da “angústia subjetiva.”
Embora seja provavelmente verdade que a maioria dos terapeutas que ajudam em iniciativas de mudança de orientação sexual não considere a homossexualidade uma variante normal e natural da sexualidade humana, não é necessário classificá-la como “desordem mental” para justificar o trabalho deles. Muitas pessoas que têm experiências de atração de mesmo sexo de fato têm experiências com “angústia subjetiva” acerca desses sentimentos, e só isso já é suficiente para justificar permitir que os terapeutas ajudem as pessoas a vencerem essas atrações, se essa é a meta que o cliente escolher.
Todo esse conhecimento é necessário para entender a razão por que fui cético com relação a um artigo da Associated Press publicado recentemente sob a manchete “Recurso contra decisão no Brasil de que a homossexualidade é doença.” De acordo com o artigo, o “juiz Waldemar Cláudio de Carvalho deu como decisão na semana passada que dá para considerar a homossexualidade como uma doença que pode ser tratada com terapias de conversão de orientação sexual.” O artigo indicou que a decisão teve o efeito de derrubar uma resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que tinha como objetivo “proibir psicólogos de tratarem a homossexualidade como doença.”
Um artigo do jornal britânico The Guardian ofereceu mais detalhes, notando que o caso foi “trazido por Rozangela Justino, uma evangélica e psicóloga cuja licença foi revogada em 2016 depois que ela ofereceu ‘terapia de conversão.’” Contudo, eu estava ainda em dúvida se estávamos obtendo a história inteira nessa tão chamada “decisão de que a homossexualidade é doença,” então fiz contato com Julio Severo, um ativista pró-família brasileiro e blogueiro cristão, para ter mais informações.
Depois de pesquisar a questão, Severo confirmou minhas suspeitas com um artigo em seu site. Severo oferece uma tradução da Resolução 001/1990 do CPF, a qual inclui o seguinte:
* A homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão.
* Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
* Os psicólogos não se pronunciarão… em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
Entretanto, a prática particular da terapia de reorientação sexual com clientes que consentem e que estão angustiados com atrações indesejadas de mesmo sexo não viola, em si, nenhuma dessas restrições. Além disso, uma tradução do Google de artigo noticioso diz explicitamente: “A decisão liminar do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho mantém a integralidade do texto da Resolução 01/99.”
No entanto, Severo diz que a resolução também incluía um parágrafo que diz:
* Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Essa parece ser a única parte da resolução do CFP que o juiz realmente modificou, ao determinar, como Severo a traduz:
que Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P.
O artigo traduzido cita o juiz expandindo acerca da importância da “liberdade científica,” dizendo que uma proibição total em tal terapia
proibiria o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re)orientação sexual, afetando, assim, a liberdade científica do país… na medida em que impede e inviabiliza a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia qual seja a sexualidade humana.
O artigo traduzido também diz que a decisão do juiz “Ressalta, ainda, o caráter reservado do atendimento e veda a propaganda e a publicidade” para a terapia de reorientação sexual.
Apesar disso, um porta-voz do CFP condenou a decisão, discordando da ideia de que a política do CFP interfere com as pesquisas. De acordo com o Guardian,
“Não temos nenhum poder sobre as pesquisas,” ele disse. “Do jeito que o juiz se expressou deu a impressão de que proibimos as pesquisas, o que não é verdade.”
Entretanto, é difícil entender como alguém pode “fazer pesquisas” sobre a terapia de reorientação sexual se ninguém tem permissão de se envolver em tal terapia.
Em resumo, uma decisão muito modesta de um juiz brasileiro na defesa da liberdade de clientes, terapeutas e pesquisadores foi distorcida pelos meios de comunicação (principalmente pela Associated Press), numa distorção que a transformou numa decisão judicial de que a homossexualidade é “uma doença.” Os meios de comunicação precisam urgentemente abandonar a caricatura que eles inventaram das iniciativas de mudança de orientação sexual — e os EUA precisam de mais juízes com a sabedoria e coragem do juiz Carvalho.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família): Media Gets Brazil Ruling on Sexual Orientation Therapy All Wrong
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23 de setembro de 2017

Terapia para indivíduos buscando saída da conduta homossexual é aprovada no Brasil e mídia enganosamente alega que tribunal decidiu que homossexualidade é doença


Terapia para indivíduos buscando saída da conduta homossexual é aprovada no Brasil e mídia enganosamente alega que tribunal decidiu que homossexualidade é doença

Julio Severo
Um juiz brasileiro deu decisão de que os psicólogos são livres para ajudar indivíduos buscando saída da conduta homossexual.
Ainda que a decisão do juiz não diga que a homossexualidade é uma “doença” e que existe cura médica, a mídia americana, que tem recusado publicar a decisão dele, tem usado exatamente tais termos não existentes no texto.
A decisão do juiz Waldemar Claudio de Carvalho, da cidade de Brasília, anulou uma resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia que proibia os psicólogos de tratarem a condição homossexual de seus clientes.
A resolução draconiana de 1999 diz:
Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da Orientação Sexual.
CONSIDERANDO que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;
CONSIDERANDO que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações;
RESOLVE:
Art. 2° - Os psicólogos deverão contribuir, com seu conhecimento, para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.
Art. 3° - os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° - Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
Os psicólogos são proibidos de expressar até suas opiniões sobre uma esperança para indivíduos buscando saída da conduta homossexual.
Contudo, eles não são proibidos de colaborar com eventos comunistas. Rogério Giannini, o presidente do Conselho Federal de Psicologia, participou do “I Foro Internacional de Psicología, Violencia y Operaciones Psicológicas” na Venezuela de 11 a 15 de junho, 2017, cujo propósito expresso foi “abordar o tema da violência que setores da direita têm pretendido instaurar no país.”
Rogério Giannini  e Nicolás Maduro
O próprio ditador comunista Nicolás Maduro estava presente no evento. Giannini não viu problema em dar seu apoio ao congresso comunista de psicologia para combater grupos direitistas. E seu Conselho Federal de Psicologia não viu problema em pagar-lhe milhares de reais para ajudá-lo a viajar e participar do evento comunista.
A mídia internacional, principalmente a mídia dos EUA, não condenou a participação de Giannini no evento comunista. Mas quando o Giannini de mentalidade comunista expressou sua opinião contra a liminar do juiz permitindo que psicólogos tratem indivíduos buscando saída da conduta homossexual, a mídia internacional o louvou e o citou como dizendo: “Impossível curar o que não é doença,” acrescentando: “Não é um debate sério, acadêmico, é um debate ligado a posições religiosas ou conservadoras.”
Contrário às alegações de Giannini, a liminar do juiz não defende nenhuma “cura gay.”
Além disso, o Giannini de mentalidade comunista tratou o debate que discorde de suas opiniões comunistas como “não sérios, não acadêmicos” — que é uma mentalidade típica de comunistas. Ele também tratou as posições cristãs e conservadoras como posturas de cidadãos de segunda classe, como se só comunistas fossem acadêmicos de verdade e tivessem monopólio no debate acadêmico.
As opiniões de extrema esquerda de Giannini deveriam ser condenadas por toda a mídia dos EUA.
O que a liminar do juiz diz?
Ela “determina ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P.”
Plena liberdade de oferecer atendimento profissional sem censura. É demais? Obviamente, não. Mas tal liberdade provoca pesadelos em indivíduos de mentalidade comunista, os quais prefeririam viajar para a Venezuela para dar seu apoio a um governo “perfeito” que não oferece plena liberdade e, em vez disso, oferece censura plena.
A liminar se tornou possível porque o juiz Waldemar Claudio de Carvalho aprovou um recurso movido por Rozangela Justino, uma evangélica e psicóloga que foi proibida de exercer sua profissão depois de oferecer terapia para indivíduos buscando saída da conduta homossexual.
A psicologia não é uma ciência. É uma das esferas mais subjetivas do estudo humano. Todo indivíduo, quer psicólogo ou não, tem opiniões afetadas por suas próprias preferências ideológicas, quer políticas ou religiosas. Indivíduos da extrema esquerda e indivíduos que praticam bruxaria são muito abertos à homossexualidade e muito hostis ao Cristianismo.
Se um indivíduo busca assistência médica para uma perna quebrada, todo médico que o atender o diagnosticará com uma perna quebrada, independente das preferências ideológicas de médico e paciente. Isso é ciência.
Entretanto, psicólogos como Giannini diagnosticam cristãos e conservadores como incompetentes para o debate, pois suas opiniões pessoais são afetadas pela ideologia de extrema esquerda. Psicólogos com um histórico político de socialismo e com um histórico religioso de bruxaria sempre se oporão aos cristãos e apoiarão a homossexualidade. Eles declarariam Maduro plenamente competente para um debate. Isso não é ciência. É puro subjetivismo.
De forma semelhante, psicólogos conservadores e cristãos têm o mesmo direito de diagnosticar psicólogos de mentalidade comunista como incompetentes para um debate.
Pontos positivos na liminar do juiz:
* Concede plena liberdade de oferecer atendimento profissional.
* Condena a censura.
Ponto negativo:
* Concorda com a postura da Organização Mundial de Saúde de que a “homossexualidade é uma variante natural da sexualidade humana.”
Diferente da postura subjetiva do Conselho Federal de Psicologia, presidido por Rogério Giannini de mentalidade comunista, que diz que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão,” a postura cristã, baseada na Bíblia, é que a homossexualidade é uma perversão que causa doenças e distúrbios. A realidade é suficiente para provar isso e desmentir teorias comunistas.
No conflito de opiniões subjetivas opostas, o Conselho Federal de Psicologia tem permitido o envolvimento comunista de seus psicólogos, inclusive pagando suas viagens para eventos comunistas, mas tem proibido o envolvimento cristão de seus psicólogos.
Nesse tratamento injusto, a mídia tem ficado do lado de comunistas para atacar psicólogos cristãos e conservadores no Brasil.
Até o Facebook assumiu uma postura contra a liminar do juiz, ficando do lado dos comunistas e chamando o homossexualismo de “amor.” O Facebook disse em sua página oficial no Brasil:
“No Facebook, acreditamos na igualdade. Acreditamos também que o amor não precisa de cura.”
O Facebook tratou a homossexualidade como uma jaula sem saída, com uma propaganda mentirosa chamando a perversão homossexual de “amor.” De fato, não existe cura para a perversão. Só libertação.
Indivíduos de mentalidade comunista estão indignados com a liminar do juiz. Eles estão irados que alguém esteja tentando ajudar as pessoas a sair da jaula.
Com razão, Silas Malafaia, um televangelista proeminente e pastor das Assembleias de Deus no Brasil, disse num vídeo que “não é o terapeuta, mas o paciente quem decide o que quer.” Ele também disse que o terapeuta não pode ser proibido de atender um paciente que busca ajuda. Malafaia tem diplomata de psicologia.
Se o Conselho Federal de Psicologia ficar se portando como a Venezuela comunista e se Giannini ficar se portando como Maduro, os psicólogos cristãos terão de deixar essa ditadura para ajudar os homossexuais que buscam ajuda na igreja. Por milhares de anos, quando não existia psicologia, a igreja cristã ajudava a libertar pessoas do pecado homossexual. Até mesmo o Apóstolo Paulo conta de indivíduos que foram libertos da prisão homossexual pelo poder do Espírito Santo. Ele disse:
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus. ASSIM FOSTES ALGUNS DE VÓS. Contudo, vós fostes lavados, santificados e justificados em o Nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito Santo do nosso Deus!” (1 Coríntios 6:9-11 King James Atualizada)
Homens que estavam envolvidos na conduta homossexual no passado e se arrependeram dela ao aceitarem Jesus foram “lavados, santificados e justificados em o Nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito Santo.” Nada de envolvimento com psicologia.
Até mesmo hoje, cristãos cheios do Espírito Santo sem nenhum diploma na esfera subjetiva da psicologia têm ajudado homossexuais, ladrões, adúlteros, mentirosos, estelionatários, etc.
A psicologia de estilo venezuelano é insuficiente para impedir indivíduos de buscar e achar ajuda em igrejas que fazem o que Jesus fazia: pregar o Evangelho, curar os enfermos e expulsar demônios.
O Cristianismo real cheio do Espírito não tem tido nenhuma necessidade da psicologia por dois mil anos para ajudar indivíduos oprimidos pela homossexualidade. Mas essa não é a questão com relação aos psicólogos cristãos e suas instituições. A questão é liberdade e censura.
Indivíduos de mentalidade comunista são extremamente tendenciosos, anticristãos, contra a liberdade plena e, obviamente, defensores da censura. Se os cristãos não podem ser psicólogos, por que um indivíduo de mentalidade comunista pode presidir uma instituição de psicologia?
Com informações do DailyMail, BBC, The Huffington Post, ILISP e governo venezuelano.
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30 de novembro de 2013

Inquisidores do Conselho de Psicologia trabalham para cassar ou cansar Marisa Lobo


Inquisidores do Conselho de Psicologia trabalham para cassar ou cansar Marisa Lobo

Julio Severo
A psicóloga evangélica Marisa Lobo foi mais uma vez chamada a comparecer a uma audiência do Conselho Regional de Psicologia. Ela teve, sob intimação, de comparecer ao Conselho de Ética, acompanhada de seu advogado.
A audiência ocorreu em 29 de novembro de 2013. A acusação? “Homofobia.”
A Dra. Marisa Lobo, com seu advogado, perguntou o que é “homofobia,” considerando que ela nunca agrediu nem matou homossexuais.
Tudo o que os inquisidores conseguiram dizer foi que ela não poderia usar o nome de “psicóloga cristã” e falar de homossexualidade publicamente. Não que esses inquisidores achem errado um profissional de psicologia falar de homossexualidade. Eles podem sim falar, desde que elogiem, louvem e exaltem esse estilo de vida. Qualquer outra opinião é rejeitada.
Pronto! Está explicado! Marisa Lobo tem toda liberdade — sem mencionar apoio irrestrito do Conselho Federal de Psicologia — para elogiar, louvar e exaltar o estilo de vida homossexual.
Mas — pobre Marisa! — ela não entendeu que essa liberdade toda não se aplica a quem não está disposto a elogiar, louvar e exaltar o homossexualismo. A Inquisição do CFP (Conselho Federal de Psicologia) não perdoa os não louvadores.
Tudo ficaria mais simples para os inquisidores do CFP se Marisa Lobo tivesse agredido, torturado ou assassinado pelo menos um homossexual. Aí eles poderiam cassar o diploma dela sumariamente. Mas como as acusações de “homofobia” (que deveria significar violência) contra homossexuais jogadas contra ela não procedem, a estratégia deles é simples: cansar Marisa.
Cansá-la, cansá-la… até cansá-la. Intimá-la a uma infinidade de audiências, com as desculpas mais cínicas e ridículas, na esperança de que ela se esgote e renuncie “voluntariamente.”
Em conversa com ela ontem, ela me disse que está realmente cansada. Foi nesse ponto que eu expliquei que é no cansaço dela que está a vitória deles. Se eu estivesse no Brasil ainda, provavelmente vários grupos usariam a mesma estratégia comigo, conforme me disse anos atrás um advogado amigo. Eles podem não conseguir mandar você para a cadeia pelo ridículo termo “homofobia,” mas podem deixar sua vida tão ocupada em processos e idas a tribunais que você não terá tempo de realizar seu trabalho. É neutralização do ministério através do desgaste físico, mental e financeiro.
Marisa Lobo já está sendo intimada há uns dois anos. Nesta última audiência, ela explicou que ela deveria estar em Brasília, num evento importante do FENASP com lideranças evangélicas no Congresso Nacional, mas não pôde ir por causa da intimação. (Nos bastidores, os inquisidores devem ter esfregado as mãos de satisfação: “Tão vendo? Estamos prejudicando a vida dela com nossas bobagens! Prossigamos! Vamos ver até onde ela aguenta nossas bobagens!”)
Os inquisidores exigiram que Marisa Lobo removesse o adjetivo “cristã” que acompanha seu título de psicóloga. Para eles, não deve existir psicologia cristã.
O caso dela não é o único. Pelo Twitter, ela disse: “Reclamei que recebo denúncias do Brasil todo, de estudantes de psicologia humilhados por declararem sua fé cristã.”
Ela então questionou os inquisidores da audiência: “Por que há psicólogos umbandistas, budistas e muçulmanos que se anunciam como psicólogos dessas religiões e não sofrem ameaças, intimações e audiências?” A explicação foi que nunca houve uma denúncia formal contra eles. No caso de Marisa, três psicólogos homossexuais a denunciaram…
Não denunciam os psicólogos muçulmanos por quê?
Não denunciam os psicólogos espíritas por quê?
Não denunciam os psicólogos umbandistas por quê?
No caso dos umbandistas, a reação poderia implicar na colocação dos nomes dos denunciantes e inquisidores em oferendas de macumbarias…
No caso dos muçulmanos, existe a famosa “persuasão” bombástica. Por isso, ninguém ousa incomodá-los.
Já no caso dos cristãos, a reação não envolve nem macumbaria nem bombas. É só o amor de Cristo.
O Conselho Federal de Psicologia não se incomoda com Buda, Maomé e orixás nos psicólogos adeptos desses nomes. Mas por que o nome de Jesus, testemunhado na vida de psicólogos como Marisa Lobo, causa tanto incomodo no Conselho Federal de Psicologia?
Essa perseguição não está ocorrendo apenas contra os psicólogos cristãos, mas todos os que empunham a bandeira do testemunho cristão. O Capelão Ricardo Ribeiro teve mais uma vez sua conta bloqueada no Facebook, provavelmente por “homofobia.”
Se querem cansar alguém com esse termo espalhafatoso e ridículo, por que os inquisidores politicamente corretos não vão visitar as mesquitas do Brasil para acusar os muçulmanos disso?
O Brasil está apenas acompanhando as loucuras do mundo ocidental. Na Inglaterra, quando aproximadamente 6 mil extremistas islâmicos fizeram uma manifestação por seus direitos, um grupo homossexual aproveitou para fazer uma manifestação contra os muçulmanos. A reação foi imediata: os muçulmanos ameaçaram de morte o grupo homossexual.
Em seguida, a polícia veio e prendeu — não os que ameaçaram os homossexuais. A polícia prendeu somente os homossexuais que perturbaram o comício islâmico!
Na mesma Inglaterra, Dale Mcalpine, um pregador evangélico que prega nas ruas, foi preso por expressar sua opinião bíblica de que os atos homossexuais são pecado.
Isto é, quando os cristãos pregam a Bíblia, a polícia prende os cristãos para atender aos ativistas gays. Mas quando os ativistas gays, num país com tradição cristã como a Inglaterra, protestam contra um comício de milhares de islâmicos que pedem a morte de homossexuais, quem vai preso são os homossexuais!
O que Marisa Lobo, Ricardo Ribeiro e outros cristãos deveriam fazer para ganhar da mídia ocidental o mesmo respeito que ganham os ativistas gays e os militantes islâmicos?
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25 de julho de 2013

Sara Nossa Ignorância


Sara Nossa Ignorância

As trapalhadas do bispo Robson Rodovalho

Dr. Luciano Garrido
Em recente vídeo publicado no Youtube, o bispo Rodovalho, líder da igreja evangélica Sara Nossa Terra, resolveu opinar sobre um assunto que ignora solenemente. Suas declarações, de tão confusas e contraditórias, fizeram o desfavor de tornar ainda mais obscuro o que já andava imerso num mar de incompreensão. Estamos falando do polêmico PDC 234/2011, aquele Projeto de Decreto Legislativo de autoria do deputado João Campos que visava sustar trechos abusivos de uma resolução editada pelo Conselho Federal de Psicologia.
Bispo Robson Rodovalho
Como se sabe, o PDC 234 granjeou péssima reputação junto à opinião pública no momento em que a nossa imprensa militante resolveu apelidá-lo de projeto da “cura gay”. Quem, diferentemente do bispo Rodovalho, se deu ao trabalho de ler o texto do documento, pôde verificar que nele não há qualquer menção à doença ou cura de homossexuais, e que, portanto, tudo não passou de uma grande armação para que o projeto fosse sumariamente rejeitado sem correr o risco de ser minimamente compreendido. O que faz o bispo Rodovalho diante desse golpe rasteiro da militância gay? De maneira inacreditável, o líder evangélico vem a público culpar o projeto por uma campanha difamatória da qual ele foi, para todos os efeitos, apenas a vítima. Rodovalho confessa candidamente que desconhece os méritos ou deméritos do projeto, mas isso não o impede de, mesmo assim, considerá-lo infeliz. Como se não bastasse o rótulo infame que lhe fora injustamente aplicado pela imprensa marrom, o pastor mergulha o projeto nas águas turvas de sua própria ignorância e o batiza com um rótulo não menos injurioso — “PL da intolerância”, disse Rodovalho, mandando às favas o Oitavo Mandamento.
A inépcia do bispo para discorrer sobre o tema do homossexualismo é patente. Logo de saída, ele erra feio ao dizer que a homossexualidade é definida por “todos os psicólogos, todas as pesquisas, todas as universidades” (!!) como uma questão de escolha ou opção do indivíduo, quando na verdade a quase totalidade dos profissionais da saúde a entende como uma “orientação sexual”, ou seja, algo que decorre essencialmente de uma atração, desejo ou impulso sexual de caráter involuntário. É claro que sempre pode haver liberdade de escolha em relação ao ato sexual em si, na medida em que o indivíduo pode abster-se de praticá-lo se assim decidir; mas a homossexualidade tomada unicamente pelo seu aspecto comportamental não é a forma pela qual os estudiosos do comportamento humano em geral a concebem. Para estes, um homossexual será sempre um homossexual, ainda que se abstenha de relações sexuais.
Estou propenso a concordar com o bispo quando afirma que o homossexualismo não é uma doença, mas isso está longe de ser um consenso entre os profissionais da saúde — como ele tão convictamente afirmou. Entre os que acham que o homossexualismo deve ser encarado como um comportamento patológico e aqueles que o entendem como mais uma manifestação possível da sexualidade humana — algo normal, portanto — existem outros que consideram a tendência homossexual como sintoma de uma desordem no desenvolvimento psicossexual e afetivo do indivíduo. Ou seja, o comportamento em si mesmo não seria uma patologia (conceito que, aliás, é polissêmico), mas um indício de prováveis desajustes na formação da subjetividade.
Mas, deixemos de lado as trapalhadas do bispo Rodovalho e aproveitemos a oportunidade para esclarecer alguns pontos polêmicos do projeto em discussão. Para quem não se recorda, um dos dispositivos que o PDC 234 pretendia sustar na resolução 01/99 do CFP era o parágrafo único do artigo 3º. Lá está dito que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
Em primeiro lugar, temos aqui uma dificuldade de ordem semântica. O que CFP entende por tratamento, afinal? Tudo o que se faz em psicologia clínica deve ser chamado de tratamento? Se uma pessoa solicita ajuda a um psicólogo porque se considera muito tímida, por exemplo, o serviço prestado por esse psicólogo deve ser considerado tratamento? Sendo tratamento, isso implica em dizer que a timidez é uma doença? Pois bem. Antes de impedir o psicólogo de propor tratamento a um homossexual, o CFP precisa definir com um mínimo de clareza qual acepção se aplica ao termo utilizado no texto normativo.
Em relação à palavra cura, é preciso lembrar que o código de ética da profissão já dá conta de que a nenhum psicólogo é permitido prometer cura ao cliente, independente da queixa que o encaminhou ao consultório. O sucesso do tratamento psicoterápico depende de inúmeros fatores, muitos dos quais não sujeitos ao controle do profissional, de modo que qualquer promessa de cura deve ser encarada como uma forma de charlatanismo. Se não se pode propor cura da homossexualidade (até porque não é uma doença), tampouco se pode fazê-lo em relação a qualquer outra queixa que se apresente ao psicólogo, por mais banal que pareça a primeira vista. Quem propõe cura é curandeiro. O psicólogo, como regra, costumar a pautar seu trabalho pela noção de bem-estar.
Quanto ao artigo 4º da resolução, trata-se de uma injunção absolutamente despropositada. Se entender as práticas homoeróticas como subprodutos de uma desordem psíquica for reforçar “preconceitos sociais”, doravante os psicólogos se verão melindrados para realizar qualquer tipo de psicodiagnóstico, ou mesmo para traçar um simples perfil psicológico que descreva características pessoais que se julguem depreciativas ou desfavoráveis. Seguindo a risca a lógica defeituosa do CFP, chegamos à conclusão de que todo diagnóstico está passível de gerar suscetibilidades ou, sei lá, despertar preconceitos contra a pessoa do diagnosticado — o que não seria, de resto, privilégio de um grupo de indivíduos que sente atração pelo mesmo sexo.
Que não se fale mais em depressão, esquizofrenia, ansiedade, anorexia, dislexia, obesidade, fobia, pânico, obsessão, etc., até que o Código Internacional de Doenças (CID) seja definitivamente descartado como um imenso catálogo de estigmas sociais. Qual portador de transtorno, distúrbio ou desordem psíquica merece ser objeto de “preconceito”? Quando se pauta o estudo das psicopatologias por critérios políticos, não há limites para reivindicações de ordem subjetiva.
A continuar essa obsessão normativa do Conselho Federal de Psicologia, em breve ao psicólogo será reservado apenas o direito de permanecer calado, pois tudo o que disser poderá ser usado contra ele no tribunal das ideologias politicamente corretas. Ao invés de desencorajar os preconceitos sociais lembrando aos leigos que entre saúde e doença existe um continuum (Breslow, 1999) e que as psicopatologias, em maior ou menor grau, fazem parte da nossa vida cotidiana (Freud, 1901), o CFP prefere forjar novos tabus e reabilitar velhas mistificações, na contramão do debate científico. É de se lamentar...
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23 de julho de 2013

Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica


Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica

Fundador da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra faz coro com os que chamam o PDC 234/11 de projeto de “cura gay”

Julio Severo
Em vídeo para divulgação nacional (http://youtu.be/0pLd5iTBhm8), o Bispo Robson Rodovalho, fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, comenta sobre o PDC 234/11, de autoria do Dep. João Campos e apoiado pela bancada evangélica.
Robson Rodovalho
A proposta clara do projeto é revogar uma cláusula ditatorial do Conselho Federal de Psicologia que proíbe seus profissionais de ajudarem pacientes a abandonar o vício homossexual. Como forma de apoio direto à agenda gay, a mídia esquerdista o apelidou maliciosamente de projeto de “cura gay.”
Mesmo tendo íntimo contato com a bancada evangélica e conhecendo o Dep. Campos, Rodovalho faz coro com a mídia esquerdista e com a militância gay, igualmente chamando o projeto de “cura gay” — o que certamente lhe garantiu os aplausos e a admiração deles.
Mas Rodovalho foi mais longe. Ele disse que o projeto de João Campos é infeliz e é o projeto da intolerância. (Mais aplausos, dessa vez estrondosos, da mídia esquerdista e da militância gay.)
Rodovalho também chama a cláusula ditatorial do CFP de intolerante. Nisso, todos os verdadeiros defensores dos direitos humanos só poderiam concordar, pois a cláusula do CFP elimina a liberdade do psicólogo e o pune.
Dep. João Campos
Mas em que exatamente Rodovalho acha o projeto de João Campos igualmente “intolerante”? O PDC 234/11, de forma inversa, elimina a liberdade dos psicólogos que querem ajudar os homens a entrar no vício homossexual? Ameaça de punição quem fizer isso?
Não. O PDC 234/11 não responde violência com violência. Apenas faz um clamor por liberdade. Onde está a intolerância e infelicidade em tal clamor?
Mas tudo o que Rodovalho consegue enxergar é “intolerâncias” e “extremos” — numa atitude inegável de garantir para si a simpatia da grande imprensa, com o sacrifício de João Campos e de um clamor por liberdade.
Meses atrás, no auge da perseguição da mídia contra Marco Feliciano, Rodovalho também entrou em cena com o mesmo discurso sobre “intolerâncias” e “extremos,” como se de um lado estivesse a mídia gayzista atacando ferozmente Feliciano e, do outro lado, Feliciano também atacando ferozmente a mídia gayzista. Esse quadro é verdade somente em parte. Houve ataques ferozes e cruéis, mas somente da parte da mídia gayzista. Da parte do Dep. Marco Feliciano, houve somente humildes atitudes defensivas, em grande parte silenciosas.
Feliciano recebeu muitas ameaças, inclusive de morte. Então, como Rodovalho conseguiu enxergar extremos dos dois lados? Ele testemunhou Feliciano fazendo ameaças de morte para os militantes gays?
Meu artigo sobre o comentário de Rodovalho contra Feliciano está aqui:
Depois, precisei refutar a resposta de Rodovalho, que não gostou de ser cobrado por enxergar “intolerâncias” e “extremos” em Feliciano:
Não sou da área da psicologia, mas tenho muitos amigos que são. Por isso, em entrevista exclusiva para o Blog Julio Severo, a Dra. Marisa Lobo, que é psicóloga profissional, comenta as declarações de Rodovalho:
Minha preocupação é como psicóloga que atende pacientes de fato e não usa o nome da psicologia como status. Atuo clinicamente e conheço o papel do psicólogo. Mas muitos falam e criticam sem conhecer. Isso é psicologia popular e não profissional.
Quando o dep. João Campos redigiu o texto do PDC 234, de forma alguma foi para cercear o direito do homossexual. A única coisa que ele queria era que não houvesse punição indiscriminada e injusta aos psicólogos. Ele queria que as falas dos psicólogos não fossem tratadas como preconceito apenas por falarem no assunto ou darem dignidade aos seres humanos homossexuais em conflito com sua orientação, homossexuais que não aceitam de forma alguma sua condição, não por distonia apenas, mas por desejo constitucional de mudar sua condição, orientação ou opção, e serem atendidos nessa sua busca e respeitados por ela.  
Foi criado o PDC 234 justamente porque existem muitos casos de psicólogos sendo injustamente acusados por causa da Resolução 01/999 do CFP por apenas se manifestarem sobre a questão da homossexualidade.
O PDC 234 respeita o direito humano e o desejo real da pessoa que nos procura racionalmente e reconhece que essa pessoa pode e tem o direito de decidir por si mesma. Respeitando inclusive o que essa pessoa fará com seu desejo. Isso não é problema de ninguém, apenas dela. Isso é verdadeiro respeito aos direitos humanos.
A intolerância ficou por conta das interpretações que, sendo todas subjetivas, não se ativeram na proposta de diálogo e sim na indução de seus desejos e medo de perderem direitos e privilégios.
O justo e honesto é exatamente dar direitos humanos a todos os homossexuais e ex-homossexuais, os religiosos e os não religiosos e essa sempre foi a minha verdade. A nossa intenção quando foi criado o PDC 234 foi defender o profissional quando procurado pelo homossexual e deixar claro que ele não está tratando o homossexual como doente, mas garantindo que o psicólogo pode atendê-lo como pessoa que tem direito às suas escolhas e viver conforme seu desejo, ainda que seja para mudar suas condições ou orientação sexual.
Acredito que muitos que falam hoje no assunto falam sem conhecimento, para pegar carona na mídia ou por ignorância, sem conhecimento algum de causa e não percebem que com seu oportunismo estão prejudicando profissionais e pessoas, inclusive homossexuais. Então sugiro que o pastor cuide de seu pastorado e não se meta em assuntos onde ele não tem conhecimento, pois os comentários dele prejudicam ainda mais essa situação e criam sim muito mais preconceito, pois os comentários dele são usados pelos que nos acusam e para reforçar a perseguição religiosa contra nós.
Quer falar no assunto? Então primeiro aprenda com quem sabe as reais intenções do projeto.
Num momento em que toda a mídia esquerdista e a militância gay se investem contra o Dep. João Campos por causa de um projeto que apenas traz um clamor de liberdade, seria um ato de subversão atacá-lo como intolerante. Ou, em termos bíblicos, seria dividir a casa. E como garante a Bíblia, uma casa dividida não durará muito tempo.
Rodovalho então termina seu comentário contra o projeto que ele insiste em chamar de “cura gay” recomendando “quebrar o ciclo de extremismo, intolerância, beligerância e violência com amor, como Mandela fez.”
Ora, qualquer homem que enxergar extremismo e intolerância no projeto de João Campos fatalmente enxergará “amor” nas atividades de Nelson Mandela.
Concordo que Mandela tinha amor. Aliás, ele era apaixonado — pelo Partido Comunista da África do Sul, do qual ele era membro (http://bit.ly/13YoBTY), mas mentia, para se fazer de “pacifista.”
Nelson Mandela com Fidela Castro
Depois de ganhar o poder na África do Sul, com a ajuda direta do adúltero Bill Clinton, presidente progressista dos EUA, Mandela legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria.
Rodovalho, sem saber o que diz, quer para o Brasil um evangélico “Mandela” que traga tudo isso?
Hoje, a África do Sul é governada por militantes comunistas, ligados ao Congresso Nacional Africano de Mandela, que fazem questão de ter bruxos (http://bit.ly/13YopEq) para invocar as intervenções dos demônios sobre a nação.
Temo que, em sua cegueira, Rodovalho esteja seguindo os conselhos de um pastor evangélico que certa vez disse que havia sido conselheiro de Mandela. Só porque um grande pastor aconselhou Mandela devemos vê-lo como algum tipo de herói, esquecendo não só seu passado de terrorista no Partido Comunista, mas também sua obsessão de legalizar o aborto e o homossexualismo?
Esse amigo internacional de Rodovalho também louvou a vitória de Obama à presidência dos EUA. Tanto Rodovalho quanto ele afirmam acreditar que Deus fala hoje, mas por algum motivo, ficaram surdos para Deus. E quando se fica surdo espiritualmente, a cegueira espiritual não fica logo atrás.
Para um líder que sofre de tal surdez e cegueira, é perfeitamente natural ver “intolerâncias” e “extremos” no projeto de João Campos e ver paz e amor em Mandela.
O próprio diabo não vê de forma diferente.
Só falta agora Rodovalho querer um presidente evangélico da espécie de Mandela para o Brasil (http://bit.ly/18xkg3b).
Oremos e choremos pelos líderes que têm essa visão equivocada.
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