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17 de dezembro de 2013

Benjamin Netanyahu é criticado por não se prostrar ao ídolo mítico Nelson Mandela


Benjamin Netanyahu é criticado por não se prostrar ao ídolo mítico Nelson Mandela

Julio Severo
Os grandes meios de comunicação internacionais ficaram chocados quando Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, e Shimon Peres, o presidente de Israel, disseram que não compareceriam ao funeral de Nelson Mandela na África do Sul, citando razões de custos e saúde.
Benjamin Netanyahu
Em contraste, o presidente palestino Mahmoud Abbas não perdeu o funeral.
Por que tanto estardalhaço sobre isso? O presidente russo Vladimir Putin decidiu não comparecer, e não tem recebido as críticas generalizadas que Netanyahu recebeu.
Para Putin, que era um líder ativo na infame KGB, comparecer ao funeral de Mandela era muito natural. Durante o governo branco, a África do Sul era anticomunismo e a KGB estava operando nos bastidores apoiando o Congresso Nacional Africano, que é hoje o partido governante. A vitória de Mandela foi a vitória da KGB. Portanto, não existe motivo para um agente ou ex-agente da KGB se ausentar de tal evento.

Mandela e o terrorismo palestino

Entretanto, a Esquerda internacional não focou na ausência de Putin. Seu foco foi Netanyahu, que tinha bons motivos para sua decisão, considerando algumas declarações de Mandela:
1) “Mas sabemos muito bem que nossa liberdade é incompleta sem a liberdade dos palestinos.” (Discurso do presidente Nelson Mandela no Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, 4 de dezembro de 1997, Pretória.)
Comentário de Julio Severo: A Conferência Mundial contra o Racismo realizada pela ONU na África do Sul em 2009 foi usada como uma plataforma para condenar Israel, cujo governo a boicotou.
2) “Creio que há muitas semelhanças entre nossa luta e a da OLP.” (1990)
Comentário de Julio Severo: A OLP, ou Organização para a Libertação da Palestina, era uma organização terrorista responsável por muitos ataques contra cidadãos israelenses, inclusive crianças.
3) “Nós nos identificamos com a OLP porque, exatamente como nós, eles estão lutando pelo direito de autodeterminação.” … “Arafat é nosso companheiro de batalha.”
4) “Se tivermos de nos referir a algum dos lados como Estado terrorista, podemos nos referir assim ao governo israelense porque são eles que estão massacrando árabes inocentes e indefesos nos territórios ocupados.” (1990)
Nelson Mandela e Yasser Arafat
Em contraste, Mandela nunca havia dito que ele via a extinta União Soviética como um estado terrorista. Por isso, muito diferente de Netanyahu, não havia impedimento algum para Putin honrar o funeral de um homem que recebia ajuda da KGB.

Moderna África do Sul e sua louca “segurança”

No entanto, há alguém que sem a menor dúvida não deveria ter comparecido ao funeral de Mandela. Ele não era um líder mundial, mas representou a moderna África do Sul. Seu nome é Thamsanqa Jantjie e ele é sul-africano. De acordo com a Associated Press, ele é um homem esquizofrênico com tendências violentas. Ao simular um intérprete de linguagem de surdos e mudos, ele conseguiu ficar muito próximo dos líderes mundiais, inclusive a menos de um metro de Obama, no memorial de Mandela.
Obama e Thamsanqa Jantjie (à direita)
Jantjie tem um histórico de conduta criminal. De acordo com o DailyMail, seu histórico envolve: acusações de estupro (1994), roubo (1995), arrombamento de casas (1997), danificação criminosa de propriedades (1998), assassinato, tentativa de assassinato e sequestro (2003). Muitas das acusações apontadas contra ele foram descontinuadas, supostamente porque ele foi considerado mentalmente incapacitado de ser julgado. Ele esteve numa instituição psiquiátrica por mais de um ano.
O governo da África do Sul não conseguiu, ou não quis, explicar como ele pôde obter autorização oficial para estar perto dos líderes mundiais.
A Associated Press disse que na África do Sul Obama ficou exposto a “muitas confusões e riscos de segurança que tipicamente não seriam tolerados pelo Serviço Secreto nos Estados Unidos.” Jantjie é só um exemplo. Ele foi uma clara ameaça a Obama e outros líderes.
Obama estava a mercê do governo da África do Sul — e a mercê de seus esquizofrênico, paranoico e farsante intérprete de linguagem de mudos e surdos. Pelo atual padrão sul-africano, isso foi segurança, e é muito mais segurança do que a maioria dos sul-africanos jamais verá em sua vida inteira.
Jantjie é uma pequena amostra de uma África do Sul que o mundo se recusa a reconhecer: a mudança marxista que Mandela trouxe para sua nação a fez a capital mundial do estupro, com um índice muito elevado de assassinatos e agressões.
Thamsanqa Jantjie
Jantjie confessou que ter tido alucinações durante o memorial de Mandela. Só ele? E quanto aos líderes mundiais, inclusive Obama e Bush, prestando tributo a um homem que era amigo de Fidel Castro e Yasser Arafat, e tinha posturas contra Israel?
Espere um pouco: alucinação ou possessão demoníaca?

Moderna África do Sul e bruxaria

Mandela inaugurou na África do Sul uma era em que a bruxaria foi reconhecida e respeitada pelo Estado.
No ano passado, as festividades do centenário do partido do governo, o Congresso Nacional Africano de Mandela, foram marcadas por sacrifícios de animais e rituais realizados por feiticeiros “para se lembrarem de seus ancestrais e se lembrarem de seus próprios deuses do jeito tradicional.”
Esse “jeito tradicional,” ou jeito africano, é conhecido no Brasil: o candomblé e outras religiões afro-brasileiras. A propósito, se você desaprovar esse jeito apontando que na Bíblia Deus condena a bruxaria, a resposta estatal segue o mantra esquerdista: críticas à adoração africana e seus deuses e demônios são discriminação, até mesmo racismo!
Bruxa da África do Sul
Dois bodes, duas galinhas e um touro foram sacrificados para se comunicarem com supostos ancestrais mortos no centenário do Congresso Nacional Africano. Como Jantjie, os bruxos estavam tendo alucinações durante o ritual, comemorando a “libertação” da África do Sul. Qualquer tentativa de classificá-los de “esquizofrênicos” seria rotulada de “racista.”
Os rituais no funeral de Mandela foram semelhantes. Animais foram sacrificados. A matança cerimonial de animais é um dos jeitos que os “ancestrais” são invocados para pedir ajuda. Os convidados desses rituais bebem o sangue dos animais mortos. A veneração ao mundo dos espíritos ancestrais desempenha um papel importante na “cultura” sul-africana. (Conheço esses termos muito bem. No Brasil, somos ensinados por nosso governo esquerdista que o Cristianismo é uma religião e a bruxaria africana é apenas “cultura”!)
Seguindo essa tradição, o corpo de Mandela foi acompanhado por indivíduos que mantinham comunicação com seu espírito e outros espíritos.
Não sei se criticar tal envolvimento de feitiçaria na África do Sul equivale a racismo. Mas esse não é o único problema. A África do Sul está sob o feitiço da Esquerda ocidental.

Legado assassino

Mandela e seu Congresso Nacional Africano estavam para transformar a África do Sul num violento país marxista e comunista no modelo soviético ou cubano “quando foram comprados por suborno pelo [socialista] Partido Democrático dos EUA e grandes empresas multinacionais que regaram os novos governantes negros com riquezas e poder, e, acima de tudo, com cobertura favorável dos meios de comunicação,” de acordo com Rodney Atkinson, irmão de Rowan, o famoso “Mr. Bean.” Eles foram subornados pela Esquerda ocidental. O resultado? Eles se tornaram uma nação socialista violenta no modelo ocidental.
Sob o feitiço desse modelo, a África do Sul vem implementando a decadência moral como nenhuma outra nação africana fez. Para o sr. Atkinson, Mandela tem um legado assassino. Em 1996, Mandela aprovou uma das leis mais liberais de aborto no mundo.
Aborto
Naquele mesmo ano, a nova constituição de Mandela tornou, conforme LifeSiteNews, a África do Sul o primeiro país do mundo a colocar a “orientação sexual” junto com raça e religião como bases restritas de discriminação — algo que foi fundamental para a legalização do “casamento” homossexual uma década depois.
Em outras palavras, enquanto muitas outras nações africanas seguem a tradição de proteger a família, inclusive contra o “casamento” gay e o aborto, nesse aspecto a África do Sul sob Mandela seguiu o modelo socialista ocidental. Apenas com relação à religião, Mandela abriu as portas nacionais para o jeito africano tradicional e seus demônios.

Calvinismo na África do Sul

Exatamente como outras nações africanas, a África do Sul era também estritamente contra a sodomia e o aborto, sob os governos brancos. As autoridades dos governos brancos eram na maior parte calvinistas, e inegavelmente a África do Sul muito prosperou sob a inspiração calvinista. Seu desafio maior foi prevalecer sobre barreiras raciais — um problema comum na África, considerando as guerras tribais em que tribos se odiavam, se escravizavam e se massacravam umas as outras por diferenças raciais e “culturais.” Lembre-se dos tutsis e hutus.
A dificuldade calvinista de prevalecer sobre as barreiras raciais abriu as portas para a resistência, principalmente comunista, e um enfraquecimento gradual de sua própria tradição religiosa.
Em 1985, enquanto estavam sob governo branco, 92% dos africânderes (brancos sul-africanos) eram membros de igrejas reformadas (calvinistas). Mas depois do governo pró-aborto e pró-sodomia de Mandela, tudo mudou. Em 2012, essa estatística havia caído para 41%, enquanto a real frequência aos cultos semanais de igrejas reformadas é estimada em abaixo de 25%.

Gandhi, Apartheid e Racismo

O enfraquecimento deles segue a estranha ideia social de que o Apartheid é pior do que qualquer mal que a África do Sul esteja sofrendo desde o fim do Apartheid.
O Apartheid tem sido elevado acima dos estupros desenfreados, inclusive de crianças e bebês, na África do Sul.
O Apartheid tem sido elevado acima da problemática vida pessoal de seu maior oponente, Mandela, descrito pelo DailyMail como um homem “mulherengo e que batia nas esposas.”
O Apartheid tem sido elevado acima do mal do socialismo, aborto e outras ameaças.
E é de suspeitar que o marxismo, adotado por Mandela, tenha abraçado uma suposta luta contra o racismo. De acordo com o especialista acadêmico americano Walter Williams, que é negro, Karl Marx era um homem racista. Como então Mandela adotou o marxismo para lutar contra o Apartheid e, mais tarde, usou o marxismo para legalizar o aborto?
E agora, os marxistas, cujo pai era racista, colocam Mandela no mesmo nível de mito de Mahatma Gandhi — outro racista! Para Gandhi, os africanos não eram melhores do que os “intocáveis” da Índia. Ele achava que as pessoas negras eram sub-humanas.
Mahatma Gandhi
A deificação de Gandhi intencionalmente eclipsou o Gandhi real, exatamente como a deificação de Mandela tem intencionalmente eclipsado o Mandela real: o membro de posição elevada no Partido Comunista da África do Sul e um defensor do aborto e homossexualidade.
Gandhi foi, de acordo com o jornal americano HuffingtonPost, elevado a um messias do século XX por pastores e missionários americanos e europeus. Por exemplo, John H. Holmes, um pastor unitarista liberal de Nova Iorque, louvou Gandhi em seus escritos e sermões com títulos como “Gandhi: O Cristo Moderno” e “Mahatma Gandhi: O Maior Homem desde Jesus Cristo.”
Mandela será o novo messias deificado pelos pastores e missionários protestantes? Alguma dúvida?

Calvinismo e Pentecostalismo

Talvez os calvinistas da África do Sul pudessem ter evitado o destino catastrófico de sua nação abrindo as portas para o reavivamento espiritual. Uns 100 anos atrás, quando o Congresso Nacional Africano iniciou sua luta contra o Apartheid, os Estados Unidos começaram a experimentar um derramamento do Espírito Santo, e nasceu o movimento pentecostal. O Espírito Santo não fez distinção de raça e cor: brancos e negros eram batizados no Espírito Santo e brancos e negros se tornaram líderes na igreja pentecostal.
Enquanto a propagandista esquerdista e feminista de controle da natalidade Margaret Sanger pregava a extinção dos negros por meio do controle da natalidade uns 100 anos atrás, brancos e negros pobres se uniam em suas experiências pentecostais.
O pentecostalismo, rejeitado por muitos calvinistas ricos e opulentos, tem sido o jeito de Deus de lidar com questões raciais desde o início do século XX.
Os calvinistas, que abençoaram a África do Sul por mais de três séculos com seu capitalismo e trabalho duro, precisavam de tais experiências pentecostais para enfrentar os desafios do século XX. O fato de que não se abriram para tais experiências acabou se tornando vitória para ídolos marxistas e sua “libertação” com estupros epidêmicos, aborto e homossexualidade.

Netanyahu: não ao ídolo anti-Israel

Portanto, não estou admirado com o fato de que Barack Obama, Bill Clinton e Jimmy Carter foram à África do Sul para prestar tributo a seu camarada pró-aborto e pró-homossexualidade. Contudo, o que George W. Bush estava fazendo entre eles? Onde estava sua coragem para apenas dizer “não”?
A África do Sul é hoje uma nação anti-Israel, em contraste com os governos brancos passados, que eram pró-Israel.
Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, teve a coragem de dizer “não.” Ele poderia ter feito a viagem muito dispendiosa, para ver, como outros líderes mundiais viram, os gestos loucos de Thamsanqa Jantjie, um homem possesso que estava tendo alucinações perto de Obama numa triste representação da cultura de bruxaria, estupro e assassinato na África do Sul. Ele poderia ver os líderes mundiais em seus gestos malucos prestando tributo a um homem anti-Israel. Mas ele não fez isso.
Um leitor americano na revista Charisma comentou: “Mandela apoiava o terrorismo palestino e criticava veementemente Israel. O primeiro-ministro israelense participar de um ato honrando-o seria parecido com ele indo a um ato prestando tributo ao aiatolá. Seria um insulto a todos os que foram vítimas do terrorismo palestino.”
Netanyahu, não Putin, tem sido criticado por não seguir os líderes mundiais, principalmente os líderes dos EUA, em sua participação do funeral de Mandela. Mas Israel devia se acostumar a ser criticado e isolado. No futuro, Israel sofrerá mais críticas e isolamento, e tudo isso já foi profetizado na Bíblia.

Babilônia e seus ídolos

A antiga Babilônia ordenava que os cidadãos sob seu controle se prostrassem a seu ídolo mítico: “Em seguida, o arauto do rei proclamou em alta voz: “Ordena-se, pois, a todos vós, ó povos, nações e gentes de todas as línguas: ‘Assim que ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de outros instrumentos musicais, todos tocando juntos, vos ajoelhareis com o rosto rente à terra, e assim, prostrados, devereis adorar a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor vos edificou. No entanto, qualquer pessoa que não se prostrar com o rosto em terra, e não adorar a estátua será imediatamente atirado numa fornalha em chamas!’ Sendo assim, logo que ouviram o som da corneta, do pífaro, da citara, da harpa, do saltério e de todos os demais instrumentos musicais, todo individuo, povo, nação e mesmo pessoas estrangeiras, de outras línguas e culturas, prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor fizera.” (Daniel 3:4-7 KJA)
Daniel o judeu não se prostrou ao ídolo erguido pela Babilônia
A Babilônia moderna, representada principalmente pelos socialistas Estados Unidos e Europa, quer que o mundo inteiro se prostre a seus ídolos míticos.
Netanyahu o judeu não se prostrou ao ídolo anti-Israel erguido pela Babilônia moderna.
Enquanto os Estados Unidos seguem os caminhos das nações, e as nações seguem o caminho da Babilônia, Israel segue seu próprio caminho e destino.
Leitura recomendada:

22 de agosto de 2012

O espectro do genocídio dos brancos na África do Sul


O espectro do genocídio dos brancos na África do Sul

Presidente negro da África do Sul canta músicas louvando o assassinato dos brancos enquanto milhares deles são massacrados.

Alex Newman
ESTOCOLMO, Suécia — Os olhos do mundo estavam sobre a África do Sul duas décadas atrás quando a era do apartheid chegou ao fim e os governos ocidentais ajudaram a colocar no poder o Congresso Nacional Africano, apoiado por comunistas.
Contudo, no mês passado quando Gregory Stanton, diretor do Genocide Watch (Observatório do Genocídio), declarou que os fazendeiros brancos da África do Sul estavam enfrentando um ataque violento de genocídio e que forças comunistas estavam tomando conta do país, praticamente ninguém deu atenção.
Poucas pessoas fora da África do Sul deram atenção também quando, no começo deste ano, o presidente da África do Sul começou a cantar publicamente músicas defendendo o assassinato de brancos.
O silêncio é tão ensurdecedor que Hillary Clinton, a secretária de Estado, não mencionou publicamente esses problemas uma única vez quando esteve ali na semana passada. Em vez disso, ela estava ocupada dançando, prometendo bilhões de dólares e louvando o governo.
“Acho isso muito preocupante. É como se a vida dos sul-africanos brancos não valesse nada para o governo de Obama”, Dan Roodt, do Grupo de Ação Pró-Africânder (GAPA), disse para o WND.
Ele diz que a situação está rapidamente se deteriorando.
Genocide Watch, uma muitíssimo respeitada organização sem fins lucrativos com sede nos EUA dirigida pelo, comprovadamente, maior especialista mundial em genocídio, vem dando o alarme sobre a violência genocida que está ocorrendo na África do Sul há uma década. No entanto, os meios de comunicação mundiais mal abrem a boca para dizer uma só palavra sobre a violência contra os brancos.
Durante esses 10 anos, milhares de fazendeiros brancos da África do Sul, conhecidos como boers, foram massacrados das maneiras mais horríveis que se pode imaginar.
Especialistas dizem que as matanças que estão ocorrendo constituem uma campanha clara para exterminar os brancos (que são agora menos de 10 por cento da população) ou no mínimo expulsá-los do país. Em outras palavras, a África do Sul está enfrentando um genocídio, com base na própria definição utilizada pela ONU.
Mais de 3.000 assassinatos de fazendeiros foram documentados nesse período, representando um número significativo, considerando o número de fazendeiros comerciais brancos que agora se estima em menos de 40.000.
Dezenas de milhares de brancos estão sendo assassinados em toda a África do Sul também, de acordo com as estimativas.
Muitas outras vítimas brancas têm sido selvagemente torturadas, estupradas, estripadas, afogadas em água fervente ou pior. As evidências horrendas estão disponíveis para o mundo ver em inúmeros sites em toda a internet: fotos de mulheres e crianças — até mesmo bebês — brutalmente assassinados.
O resto da reportagem, em inglês, está aqui.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Genocide looms for white farmers

7 de janeiro de 2012

A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano

A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano

Julio Severo
Os radicais esquerdistas são criaturas “interessantes”, para dizer no mínimo. Combatem ferozmente o Cristianismo e seus valores, mas sempre conseguem idiotas úteis entre líderes cristãos para propagar seu satanismo mascarado de política para os pobres.
Mães e pais de santo se reunem para fazer sacrifícios e invocar a "bênção" dos espíritos para o CNA
Quando no poder, dizem defender um Estado laico, mas sempre privilegiam a bruxaria, embora muitos deles se digam ateus. O Congresso Nacional Africano (CNA) é um exemplo. Fenômeno semelhante ocorre no Brasil, onde radicais políticos de esquerda estão criando uma infinidade de projetos que agridem o Cristianismo da maioria da população do Brasil ao mesmo tempo em que forçam a aceitação da bruxaria como “cultura” sagrada, incriticável.
Zuma, atual presidente da África do Sul, observa enquanto touro é sacrificado aos espíritos
Com Nelson Mandela, tão logo assumiu o poder o CNA legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria. Dizia combater o racismo na África do Sul, mas nunca combateu o racismo no resto do continente africano, que envolve hostilidade de negros contra negros. Num dos piores genocídios raciais da África, a minoria hutu matou dezenas de milhares de tutsis em Ruanda, bem debaixo do nariz e olhos da ONU.
No genocídio de muçulmanos contra cristãos negros no Sudão, o CNA também não interferiu. Embora nunca tivesse ocorrido genocídios na África do Sul, o CNA estava interessado nas reservas monetárias.
Há muitos outros conflitos raciais na África, entre tribos negras contra outras tribos negras. Há inclusive escravidão: negro escravizando negro. Mas combater o racismo e a escravidão na África não é preocupação do CNA. A preocupação é exclusivamente ideológica e monetária.
A matéria abaixo é da revista Veja e cita que um dos participantes da celebração de bruxaria do CNA na África do Sul foi o Rev. Jesse Jackson, o mesmo pastor esquerdista que foi trazido pelo PT ao Brasil em 2002 para enganar os líderes evangélicos do Brasil e levá-los a apoiar Lula:

CNA sul-africano sacrifica animais para comemorar centenário

Por Jean Liou
O Congresso Nacional Africano (CNA), que sob a liderança de Nelson Mandela chegou ao poder na África do Sul em 1994, sacrificou nesta sábado de madrugada um touro, duas cabras e duas galinhas para oferecer a seus ancestrais e comemorar seu centenário.
Cerca de 20 sangomas (curandeiros tradicionais) procedentes de todas as regiões do país preparavam o sacrifício em um terreno baldio próximo à igreja de Bloemfontein (centro), onde o CNA, que durante décadas lutou contra o apartheid, foi fundado no dia 8 de janeiro de 1912.
"Essas galinhas e essas cabras são o preâmbulo antes da cerimônia principal. Se trata de purificar este lugar e de elevar o espírito do CNA", explica Ntswaki Mahlaba, uma curandeira sotho do Estado Livre (centro), enquanto limpa os intestinos.
"O objetivo desta cerimônia é reunir os espíritos dos ancestrais, e especialmente os dos fundadores do CNA", acrescenta Dra. Nkanyezi, uma colega tswana dos arredores de Pretória, cuja vestimenta mistura um imponente gorro coberto de espetos de porcos-espinhos, um enfeite de pérolas e uma camiseta com o retrato do presidente Jacob Zuma.
"Estamos aqui para restaurar o espírito do CNA. "É aqui que foi enterrado o cordão umbilical do CNA" há cem anos, explica.
As quatro torres de resfriamento de uma antiga central térmica que predominam no cenário, foram cobertas com retratos dos sucessivos dirigentes do "movimento de libertação" mais antigo da África. Entre eles se encontram Oliver Tambo, Nelson Mandela e Jacob Zuma.
O touro negro, um presente do rei do Lesoto, Letsie III, é introduzido depois no "kraal", o local do sacrifício.
Depois pedem aos "camaradas dos meios de comunicação" que se afastem. Um cordão de policiais protege o caráter sagrado do ritual.
"Isso não é Hollywood!", grita o porta-voz do partido, Jackson Mthembu, aos jornalistas mais curiosos. "Isso é muito, muito importante para o CNA. Devem respeitá-lo", insiste.
Todos esperam a chegada de Jacob Zuma. Enquanto isso, observam as danças das enviadas da rainha da chuva, que dominam o norte do país - de saias azul-turquesa, camisas rosas, turbantes brancos e enfeites de pérolas-, até que entra o pastor americano Jesse Jackson.
"A transição do apartheid racista à democracia é uma grande transição. É o que temos visto em 18 anos (desde que o CNA chegou ao poder em 1994), isso é positivo. Todos deveríamos estar orgulhosos do CNA", disse.