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10 de outubro de 2018

CNBB pede a católicos que elejam candidatos favoráveis à “democracia,” sem mencionar a ameaça do kit gay


CNBB pede a católicos que elejam candidatos favoráveis à “democracia,” sem mencionar a ameaça do kit gay

Julio Severo
Depois de se posicionar publicamente no primeiro turno das eleições gerais no país contra “discursos de ódio e violência” (termos adotados pelas esquerdas contra o candidato católico Jair Bolsonaro) agora a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pede ao povo católico que vote no candidato que irá preservar, e não a destruir, a democracia.
Em entrevista ao UOL nesta semana, o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, que é bispo auxiliar de Brasília, disse: “Temos duas candidaturas à Presidência, mas somos a favor é da democracia. O que pedimos é que o eleitor católico observe se os candidatos pregam mais ou menos democracia; se buscam a convivência fraterna com base da educação, no respeito e justiça social, ou não.”
“Não podemos votar com o coração cheio de ódio, nem pensando que vamos mudar o Brasil de uma hora para outra: não existem salvadores da pátria,” acrescentou ele.
Justiça social é um termo católico socialista que toda a esquerda entende e gosta. Aliás, quando a CNBB fala, a esquerda aplaude.
Manuela Dávila, a vice do candidato presidencial petista Fernando Haddad, ajudou a compartilhar, em seu Twitter, a entrevista do secretário-geral da CNBB ao UOL. Ela entendeu exatamente o que a CNBB quis dizer por “democracia.”
Em agosto, o site Vermelho, ligado aos comunistas do Brasil, elogiou a CNBB em sua defesa da “democracia.”
No ano passado, Lula também elogiou a CNBB por defender a “democracia.”
É fácil então, pelo menos para esquerdistas, entenderem a declaração mais recente da CNBB em prol da “democracia.” É uma democracia em que o socialismo reina.
Contudo, o que foi que o socialismo fez pelo Brasil? O PT, que governou o Brasil por mais de 13 anos, trouxe caos, roubalheira ilimitada, promoção do aborto, muitas políticas homossexualistas e — quem não lembra? — o infame kit gay, que homossexualiza as crianças.
Aliás, não há como esquecer o kit gay agora, pois seu autor, Haddad, é o candidato das esquerdas para a presidência do Brasil.
Mas como é que a CNBB vai denunciar Haddad? Para fazer isso, primeiro ela precisa denunciar o PT. E não dá para a CNBB fazer isso sem primeiro reconhecer que o PT tem mãe: a própria CNBB, que muito ajudou na sua fundação, proteção, preservação e ascensão nacional.
Kit gay não é democracia. Promoção do aborto não é democracia. Promoção do homossexualismo não é democracia. Se a CNBB entender isso, não vai ser difícil denunciar Haddad, mesmo que ela não queira apoiar Jair Bolsonaro.
A CNBB possui enorme poder nas mãos, podendo tranquilamente mobilizar seu povo católico para o dever moral de derrotar o autor do kit gay. Afinal, o Brasil é o maior país católico do mundo.
A Venezuela se encontra sob opressão socialista justamente porque a Igreja Católica se omitiu em seu dever de denunciar os socialistas. A diferença é que enquanto a Venezuela é 96 por cento católica e tem uma população evangélica muitíssimo pequena para fazer resistência às escolhas socialistas da Igreja Católica, no Brasil a população católica é 60 por cento e a população evangélica é 30 por cento.
Enquanto a CNBB mobiliza grande parte dos 60 por cento da população do Brasil a não derrotar Haddad, a população evangélica já tem considerável força para fazer resistência e impedir a venezuelização do Brasil por meio da negligência de bispos católicos.
Muitos pastores pentecostais e neopentecostais, principalmente Silas Malafaia, estão empenhados em derrotar o autor do kit gay. Nesse esforço, houve sacrifícios inesperados, inclusive a redução da bancada evangélica, por causa de uma campanha quase que idolátrica em favor de Bolsonaro.
Se os evangélicos vão conseguir derrotar Haddad, eu não sei. Mas tenho certeza de que se a CNBB dissesse “Basta de kit gay, aborto, homossexualismo e socialismo,” o PT, Lula, Haddad e todas as esquerdas sofreriam a maior derrota da história do Brasil.
Assim como na Venezuela, a Igreja Católica no Brasil não derrota as esquerdas porque não quer e ainda grandemente facilita a vitória de políticos esquerdistas. Aprouve então a Deus usar as igrejas pentecostais e neopentecostais para fazer o que a massa de católicos no Brasil, dirigida por bispos, não faz: impedir a venezuelização do Brasil.
Por isso, o PT e as esquerdas odeiam não a Igreja Católica, mas as igrejas pentecostais e neopentecostais.
Por falta de uma legítima liderança católica, a reação católica à esquerda é minoritária e muitas vezes manchada de extremismo. Defesa da Inquisição e conservadorismo nada têm em comum, mas virou bandeira de alguns grupos direitistas católicos.
Nessa reação extremista, há a ideia satânica de que “As igrejas evangélicas fizeram mais mal ao Brasil do que a esquerda inteira,” conforme proposta por um falso católico que tem enganado muitos católicos no Brasil, inclusive o Pe. Paulo Ricardo, que virou o maior apoiador de um movimento político-esotérico-direitista que ataca e ao mesmo tempo usa oportunisticamente muitos católicos.
Se a CNBB fizesse um bom trabalho, o povo católico não ficaria vulnerável a extremistas e lobos oportunistas vorazes de esquerda e direita. Não haveria padres apoiando o PT e o olavismo.
Em vez de facilitar a vida de oportunistas de esquerda e direita que usam o catolicismo para avançar agendas estranhas ao Evangelho, a CNBB faria muito melhor se os denunciasse.
É hora de a CNBB denunciar o autor do kit gay, que busca homossexualizar as crianças do Brasil. Muito mais do que um atentado contra a democracia, o kit gay é um atentado contra as crianças do Brasil.
É hora de a CNBB denunciar as forças oportunistas esquerdistas e direitistas que estão enganando e usando católicos.
Com informações do UOL Eleições 2018.
Leitura recomendada:

20 de março de 2016

Crise desperta chances para socialista Marina Silva na eleição presidencial de 2018


Crise desperta chances para socialista Marina Silva na eleição presidencial de 2018

Julio Severo
Em meio à profunda crise política e financeira no Brasil, e protestos em massa contra sua presidente esquerdista Dilma Rousseff — desprezada pela maioria da população que, de acordo com pesquisa do Datafolha, quer o impeachment dela por corrupção e recessão econômica —, um novo cenário e possibilidades políticas começam a emergir.
A ex-candidata presidencial Marina Silva é uma dessas possibilidades. De acordo com outra pesquisa do Datafolha, ela é a escolha preferida da maioria dos eleitores para a eleição presidencial de 2018. Em segundo lugar está Aécio Neves, um social democrata. No último lugar está Luiz Inácio “Lula” da Silva, do PT, partido que ocupa o governo.
Aécio, que também foi candidato presidencial na última eleição, teve sua candidatura construída pelo estrategista marxista David Axelrod, principal assessor de longa data de Obama. Contudo, ele recebeu menos apoio agora do que antes, pois seu nome está também envolvido nos escândalos políticos e financeiros que estão varrendo o governo socialista do Brasil.
Ainda que não diretamente envolvida nesses escândalos, Marina Silva teve suas origens no PT (Partido dos Trabalhadores) e na Teologia da Libertação, e hoje ela está profundamente envolvida em causas ambientalistas internacionais. Ela e outros socialistas têm estrategicamente apoiado os protestos no Brasil. Isso é muito diferente de algumas interpretações da realidade política brasileira em alguns sites, que tentam apresentar os protestos brasileiros contra o governo como exclusivamente “antimarxistas.”
A insatisfação popular tem sido provocada por apertos econômicos nos bolsos dos trabalhadores. A escolha de Marina, Aécio e até Lula entre os eleitores é evidência de que o marxismo é uma força dominante nas aspirações do povo.
A retratação da realidade brasileira em alguns sites como protestos contra o marxismo é tão equivocada quanto a retratação de Marina como “conservadora.” Aliás, até mesmo a mídia cristã americana a havia retratado desse jeito na última eleição, talvez porque ela é uma pentecostal da Assembleia de Deus, e os pentecostais geralmente são conservadores.
A origem dela é católica, na Teologia da Libertação, nunca renunciando a essa ideologia. Ainda que a Assembleia de Deus seja a maior denominação evangélica do Brasil, com mais de 15 milhões de membros, Marina Silva não tem recebido seu apoio político.
A maior parte do apoio político dela vem de católicos liberais. O Brasil é a maior nação católica do mundo e sua Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi fundada pelo bispo marxista Dom Hélder Câmara, que está em processo de canonização no Vaticano.
A fundação do PT é creditada a proeminentes bispos da CNBB.
Marina e seu ex-partido são filhos dessa instituição.
Então, se o PT for removido pelo impeachment popular de sua presidente, bispos da CNBB darão um jeito de apoiar um novo presidente com suas convicções socialistas.
O crescimento político de Marina é sintoma de que para sair do buraco do PT, muitos brasileiros estão dispostos a entrar em qualquer outro buraco, seja socialista ou não, sem se importarem que o buraco de Marina não é diferente do buraco do PT.
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19 de novembro de 2014

Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?


Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

Brasil e sua enorme população católica são prisioneiros do socialismo, mas o Vaticano está (por quase mil anos!) preocupado com a Igreja Ortodoxa

Julio Severo
Enquanto o mundo está celebrando o fim da tirania comunista na Europa, seu fim não foi completamente positivo para o catolicismo, uma elevada autoridade do Vaticano indicou na segunda-feira. De acordo com a Reuters por meio do WorldNetDaily, a autoridade católica acha que a queda do Muro de Berlim 25 anos atrás ressuscitou tensões religiosas entre Roma e a Rússia. Essas tensões são muito mais antigas do que a União Soviética.
O cardeal Kurt Koch, a autoridade católica máxima para relações inter-religiosas, disse que o ressurgimento de igrejas católicas na Ucrânia e Romênia está criando grandes tensões com a Igreja Ortodoxa da Rússia. Durante décadas sob as tiranias comunistas, essas igrejas eram em grande parte suprimidas.
“As mudanças em 1989 não foram vantajosas para as relações ecumênicas,” Koch disse à Rádio do Vaticano.
Koch, que falou uma semana depois do aniversário de 25 anos da queda do Muro de Berlim, comentou que as conversações sobre laços mais próximos entre teólogos católicos e ortodoxos foram suspensas entre 2000 e 2006 por causa de tensões entre os dois lados.
A perseguição aos cristãos no Oriente Médio tem unido os católicos, os ortodoxos e os protestantes, disse ele, mas por trás da crise da Ucrânia há também um conflito de interesses entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa da Rússia.
Os russos, que compõem dois terços dos 300 milhões de ortodoxos do mundo, estão desconfiados dos esforços do Papa Francisco, que visitará a Turquia para se encontrar com o Patriarca Bartolomeu, o líder ortodoxo em Istambul.
Por causa das posturas mais progressistas dele, não é só os cristãos ortodoxos que estão desconfiados desse papa. Católicos e evangélicos conservadores estão também preocupados com o não conservadorismo dele e com o modo como os esquerdistas, inclusive ativistas homossexuais, têm acolhido-o de braços abertos.
Os problemas entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa não são novos. Desde que os cristãos ortodoxos deixaram a Igreja Católica e a supremacia do papa cerca de mil anos atrás, a relação deles tem sido difícil, até mesmo em nossos dias.
Entretanto, ambas igrejas não deveriam ter um relacionamento tão ruim, pois, em importantes questões éticas que desafiam o Cristianismo hoje, elas têm sido campeãs da verdade.
A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa têm uma boa postura contra o aborto, a agenda gay e o controle populacional. É claro que elas têm também problemas teológicos, inclusive a teologia da substituição, que diz que a Igreja Católica substituiu Israel. Tanto a Igreja Ortodoxa quanto os reformadores protestantes herdaram essa teologia do catolicismo.
Por causa dessa teologia, a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa e muitas igrejas protestantes tradicionais não têm um bom relacionamento com Israel.
Acerca do comunismo, a alta autoridade do Vaticano deveria saber que se o comunismo caiu na Europa (duvido disso, pois sua forma mais branda que é anticristã e pró-islamismo está avançando rápido, pelo menos na Europa ocidental), isso não é verdade com relação à América Latina. Aliás, isso não é verdade no maior país católico do mundo: o Brasil.
Enquanto a Igreja Ortodoxa teve de ser suprimida na Rússia e outros lugares nos tempos comunistas, a Igreja Católica do Brasil nunca sofreu nenhuma supressão de um governo comunista. Pelo contrário, depois que um governo militar salvou o Brasil de uma tirania comunista na década de 1960, proeminentes líderes católicos defenderam líderes comunistas e atacaram a oposição a eles.
O crítico mais destacado do governo militar (1964-1985) foi o Bispo Hélder Câmara, um defensor da teologia da libertação. Ele era chamado de “Bispo Vermelho” por causa de suas posturas marxistas.
Em 1973, Câmara foi indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz. A indicação foi feita por uma organização esquerdista com sede nos Estados Unidos, o American Friends Service Committee (Comitê de Serviço dos Amigos Americanos).
De acordo com a Dra. Constance Cumbey em seu livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os Perigos Ocultos do Arco-Íris), o bispo brasileiro tinha papel proeminente em eventos internacionais da Nova Era.
Câmara foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a mais poderosa organização católica do Brasil.
Durante décadas, a CNBB tem mantido a população católica brasileira sob seu feitiço marxista e é creditada por ter ajudado a fundar o Partido dos Trabalhadores, que hoje está no governo e tem mantido o Brasil escravizado sob seu socialismo pró-Cuba há 13 anos.
Na Rússia, o país mais ortodoxo do mundo, não foi fácil a relação entre Igreja Ortodoxa e comunismo. Em seu livro “Their Blood Cries Out” (O Sangue Deles Clama), Paul Marshall diz: “Duzentos mil padres, monges e freiras ortodoxos russos foram assassinados nas décadas de 1920 e 1930. Meio milhão foram presos ou deportados para a Sibéria.”
Embora na Rússia e outras nações a Igreja Ortodoxa tivesse sido suprimida de forma violenta para servir às ambições comunistas, no Brasil não houve nenhuma necessidade de tal violência e supressão. A CNBB tem, de forma voluntária e de todo o coração, trabalhado para tornar o Brasil e os católicos mais comunistas.
Portanto, em vez de dizer que o fim do comunismo não foi completamente bom na Rússia e Europa Oriental, a alta autoridade do Vaticano deveria se preocupar que o socialismo nunca teve um fim no maior rebanho católico do mundo.
O Brasil e sua Igreja Católica são prisioneiros da ideologia socialista, amada e promovida de modo especial pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e o Vaticano não os está ajudando quando foca sua atenção na Rússia. Em vez de tentar levar os cristãos ortodoxos para o curral católico, o Vaticano deveria tentar tirar os católicos brasileiros do curral socialista e sua teologia da libertação.
Com informações do WorldNetDaily e Reuters.
Versão em inglês deste artigo: End of communism not good for Catholicism?
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18 de dezembro de 2013

PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém vitória inesperada e surpreendente com sua persistência e mobilização


PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém vitória inesperada e surpreendente com sua persistência e mobilização

Julio Severo
Hoje é um dia de muita alegria e, quem puder, celebre com festas e louvores a Deus! Ontem (17 de dezembro de 2013), foi aprovado o apensamento do PLC 122 à reforma do código penal, sepultando o PLC 122 e todos os sonhos e maluquices de Marta Suplicy e outros radicais esquerdistas sexuais.
E quanto à promessa do senador petista Paulo Paim de aprovar o PLC 122 neste ano? Foi para o espaço. Virou pó.
Por isso, comemore. Celebre! Pule de alegria! Cante cânticos de regozijo na presença de Deus!
A Capa, o maior site gay do Brasil, informou sobre a reação do PT e do ativismo gay: “O senador Paulo Paim, relator do projeto, lamentou a decisão… Muitos afirmam que o ‘enterro’ simbólico do projeto tenha sido uma orientação da presidente Dilma Rousseff, que pediu ao Senado para não votar a proposta até as eleições de 2014. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) também comentou a decisão. ‘Lamento a aprovação do requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) que apensa o PLC 122 ao projeto de reforma do Código Penal. Na prática, isto significa o enterro definitivo de uma luta de 12 anos desde que o PLC 122 começou a tramitar no Congresso.’”
Durante anos, o PT usou todas as artimanhas para levar esse projeto à aprovação. Havia apoio em massa ao PLC 122, mas vindo exclusivamente das elites midiáticas e esquerdistas. O povo? Ele foi acusado pelo PT, através de um instituto de pesquisa esquerdista, de ser 99 por cento “homofóbico.”
Enquanto as manifestações da mídia comprada pediam insistentemente a aprovação do PLC 122, o povo telefonava para o Congresso pedindo sua rejeição. Assim, o povo venceu as vontades do governo, do PT, de outros partidos de esquerda, das elites midiáticas e do movimento homossexual.
O povo venceu também as forças religiosas hostis à luta em defesa da família. Um tabloide sensacionalista protestante argumentava que o PLC 122 não oferecia os perigos denunciados por alguns líderes evangélicos, inclusive Silas Malafaia, a quem o tabloide chamou maliciosamente de “servo de Belzebu.”
O tabloide, representando a mídia protestante esquerdista, afirmou que a ignorância “de alguns políticos evangélicos interessados no uso deste projeto para fins eleitoreiros e um ou outro comentário de um blogueiro sofrendo de esquizofrenia paranoide se transforma em pânico levando milhares de ovelhas idiotizadas à beira de um ataque de nervos.”
Mas a hostilidade aos defensores da família não veio apenas de tabloides de fofoca. Em 16 de dezembro, apenas um dia antes do sepultamento do PLC 122, o senador Paim publicou em seu site oficial um manifesto do CONIC pedindo, em nome de um alegado combate à violência contra a mulher, a aprovação do PLC 122.
O CONIC é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, que em março deste ano repudiou publicamente a nomeação de Marco Feliciano à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Fazem parte do CONIC a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida — todas com alinhamento esquerdista.
O que o manifesto do CONIC a favor do PLC 122 no site do Paim significa?
Significa que, discordando da vontade da maioria cristã do Brasil e se alinhando com a maioria esquerdista do governo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida estavam de pleno acordo com a vontade do governo de impor o PLC 122 sobre a população brasileira.
Graças a Deus, a vontade de Paim e do PT não prevaleceu!
Graças a Deus, a vontade do CONIC não prevaleceu!
Graças a Deus, não prosperou a vontade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e da Igreja Presbiteriana Unida.
GRAÇAS A DEUS, PREVALECEU A VONTADE DA MAIORIA CRISTÃ DO BRASIL!
Podemos dar louvores a Deus, fazer festas e comemorar a vitória desta batalha contra as forças seculares e religiosas, mas a guerra continua.

Dra. Damares Alves fala

Para compreendermos a vitória que obtivemos ontem, a Dra. Damares Alves, em texto exclusivo para o Blog Julio Severo, explica a importância da conquista que a maioria cristã brasileira alcançou pressionando incessantemente o Congresso Nacional.
A Dra. Damares, que neste ano de 2013 andou por todo o Brasil mobilizando a Igreja contra o PLC 122 e contra outros projetos absurdos, inclusive o projeto original da Reforma do Código Penal, desabafou emocionada: “Estou rouca, estou cansada. Só neste final de semana, foram cinco eventos em três estados diferentes, mas valeu a pena. Eu sei que a transformação e redenção do meu país passa pela Igreja Evangélica.” Ela disse ainda: “Esta vitória só foi possível também graças a todos os internautas e blogueiros cristãos e graças as redes sociais.”
A Dra. Damares explica como foi a grande vitória contra o PLC 122 e outros projetos:
Pela manha na Comissão Especial instituída para discutir o PLS 236/2012 que visa à Reforma do Código Penal, foi votado o parecer do relator que de maneira já esperada pronunciou um voto a favor da vida e da família.
Entenda: o relator, Senador Pedro Taques, na semana passada havia apresentado o voto final ao PLS 236/2012 e, após uma serie de reuniões e discussões nos últimos dias, foi votado e aprovado hoje o parecer final na Comissão Especial.
No voto, o senador afastou a possibilidade da descriminalização do aborto no Brasil. Ele manteve o texto do atual Código Penal, ou seja, o aborto provocado só não será punido em caso de estupro ou risco de vida para a gestante.
Essa foi uma vitória para todos os que lutam em defesa da vida.
O relator também não aceitou a diminuição da idade de 14 para 12 anos de idade para tipificar o estupro de vulneráveis, nem a descriminalização das drogas, nem a legalização das casas de prostituição e outros temas que tanto preocupavam os movimentos em defesa da família e a Igreja.
Contudo, a maior surpresa veio com a retirada, em todo o texto do PLS 236, dos termos “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero.”
Pedro Taques, um jurista de renome, argumentou que essas expressões são ambíguas e ainda não estão assimiladas na língua portuguesa e não são compreendidas pela população, o que dificultaria aplicação e fixação de penas pelos juízes ou até mesmo o indiciamento dos possíveis réus.
O movimento homossexual não esperava isso, pois no texto apresentado pelos juristas a discriminação por “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero” seria agravante para todos os crimes, inclusive para crimes de terrorismo, racismo, genocídio, tortura e crimes contra a humanidade.
Mas a vitória da família neste dia (17 de dezembro) no Senado não se limitou apenas ao projeto da reforma do código penal.
Estava na pauta para as 8h30min da manhã desta quarta feira na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa o voto do senador Paulo Paim ao PLC 122/2006.
Ao contabilizar os votos, os líderes pró-família já sabiam que naquela comissão o PLC 122 seria aprovado.
Entretanto, o inesperado aconteceu no início da noite.
Foi votado e aprovado no Plenário Geral do Senado o Requerimento de autoria do senador evangélico Eduardo Lopes (PRB/RJ — suplente do senador Crivella) que pedia o apensamento do PLC 122/2006 ao Projeto de Reforma do Código Penal.
Há três semanas que se aguardava a votação desse requerimento, mas havia uma pressão para que a votação não acontecesse e se fosse colocado em pauta, a pressão para ser rejeitado era maior ainda.
Na quarta-feira da semana passada até altas horas da noite o embate nos bastidores do Plenário do Senado era visível. De um lado, senadores conversando com pastores, padres e líderes de movimentos em defesa da família que faziam lobby para que o requerimento fosse aprovado. Do outro lado, estavam os militantes do movimento homossexual abordando os senadores, chegando a dizer aos parlamentares que votar o PLC 122/2206 era para eles uma questão de honra, pois a sigla PLC 122 era mais que um projeto legislativo; era o símbolo de luta.
Mas para surpresa de todos, o requerimento foi colocado na pauta e aprovado na noite, ou seja, poucas horas antes da votação do PLC 122 na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Mas é bom lembrar que os senadores não fizeram nenhum favor às famílias. Eles apenas acertaram desta vez. O inciso II do artigo 374 do Regimento Interno do Senado Federal é claro em afirmar que se existe um projeto que visa reformar qualquer código, todos os demais projetos que se referem à matéria do código que esta sendo reformado devem ser apensadas no PL da reforma. (Leiam o que diz este inciso.)
Assim, desde a chegada da Reforma do Código Penal no Senado, o PLC 122/2006 já deveria ter sido apensado. Houve neste tempo todo uma briga desnecessária.
Depois da aprovação hoje do requerimento, os senadores a favor do ativismo gay ficaram insatisfeitos e pediram até mesmo verificação de quórum, mas não conseguiram derrubar a sessão nem a votação do requerimento.
Agora o PLC 122/2006 passa a ser mais um projeto de lei, entre os inúmeros, apensado ao PLS 236/2012. Ou seja, o PLC 122 praticamente não existe mais.
Mas cabe aqui outra explicação: O PLC 122/2006 tinha como objetivo a alteração da Lei de Racismo, acrescentando os termos “orientação sexual,” “gênero” e “identidade de gênero.” E o PLC 236/2012, da Reforma do Código Penal, tem como objetivo em seu artigo 530 a revogação da lei de racismo.
Vejam a incoerência: na mesma Casa Legislativa um projeto de lei tem como objetivo revogar uma lei e outro alterar uma lei que será revogada.
Então o PLC 122/2006 era de fato inócuo no sentido de que ele ia reformar algo que estaria revogado.
É claro que a luta não acabou. O PLC 122/2006 foi apensado e agora o tema pode ser trazido para dentro da Reforma do Código Penal em outras comissões.
Mas esta vitória de hoje mostra que as mobilizações deram certo e a união dos movimentos pró-família foi decisiva para isso.
Todos são unanimes em reconhecer o esforço do Senador Magno Malta, que, atento há anos, não deixou o PLC 122 ser aprovado. Por anos a Igreja só pôde contar com ele. Um único senador contra todos.
Parecia uma guerra perdida. Era Golias o gigante e um único Davi pequenino.
Nos últimos meses, o senador acabou contando também com a atuação brilhante do Senador Eduardo Lopes e os dois juntos chegaram hoje a esta importante vitória.
Não se pode ainda deixar de citar a contribuição dos senadores Gim Argello, do Distrito Federal, e do Senador Sergio Petecão, do Acre.
A mobilização não pode parar.
Já no inicio do ano que vem a Reforma do Código Penal volta a ser discutida e toda atenção será necessária. O povo que venceu hoje continuará vencendo se demonstrar mais persistência.
Leitura recomendada:

27 de julho de 2013

O Papa e o Aborto no Brasil


O Papa e o Aborto no Brasil

Dilma Rousseff está para sancionar lei que legaliza o aborto, e o papa de nada sabe

Julio Severo
Um projeto de lei que protege vítimas de violência sexual foi sorrateiramente aprovado no Congresso Nacional recentemente. Não há problema em leis protegendo tais vítimas. Mas os grupos pró-aborto louvaram esse projeto porque efetivamente legalizará o aborto no Brasil. Ele reforçará outra lei que diz que para obter um aborto basta que uma mulher diga que foi vítima de estupro. Não há nenhuma necessidade de evidência médica e legal. Qualquer mulher pode obter um aborto alegando violência.
Papa Francisco e Dilma Rousseff
O projeto, do jeito que está, ajuda mais o aborto do que as vítimas de violência sexual. Agora, ele aguarda sanção oficial da presidente Dilma Rousseff, uma socialista ardorosa que, apesar de tudo, busca não antagonizar sua enorme população católica.
Grupos pró-vida em todo o Brasil estão pressionando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para convencer Dilma a não sancionar a lei pró-aborto. Mas a CNBB, tradicionalmente alinhada com muitos dos credos da Teologia da Libertação, está dividida acerca de uma oposição ao projeto.
Dilma reagirá conforme a mobilização popular que ela vir. Ela está vendo alguns pequenos grupos católicos e evangélicos se opondo. Ela está vendo a CNBB dividida. E nesse contexto urgente, em que o aborto pode ser legalizado a qualquer momento, o papa chega para visitar o Brasil!
Apenas uma única palavra do Papa Francisco pedindo que Dilma não sancione a lei pró-aborto seria mais do que suficiente para ela atender ao pedido dele. A palavra dele representa a vontade de milhões de católicos, e o Brasil é a nação mais católica do mundo.
Mas a CNBB em grande parte esquerdista não informou ao papa sobre a questão urgente. Líderes pró-vida estão tentando chegar até o papa para pedir sua ajuda, mas mesmo nesse caso, sob o susto de ficar sabendo da situação desesperada no Brasil, o papa acabaria ficando desorientado ao buscar informações adicionais diretamente da mais importante hierarquia católica do Brasil: a CNBB.
Dilma está com sua caneta na mão, pronta para assinar a lei pró-aborto, mas ela está esperando. Se o papa abrir a boca para se manifestar, os grupos pró-aborto sofrerão derrota inevitável. Se o papa deixar o Brasil sem abrir a boca, os grupos pró-vida terão muitas dificuldades para explicar sobre a urgência e importância da lei pró-aborto. Afinal, se é tão importante, por que o papa não se manifestou?
Dilma e o Brasil estão aguardando as específicas palavras pró-vida do papa sobre o projeto pró-aborto que ela está para sancionar em lei.
Se o papa deixar o Brasil sem tais palavras, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil terá sangue inocente em suas mãos.
Versão em inglês deste artigo: The Pope and Abortion in Brazil
Leitura adicional:
Se você quiser conhecer sobre a Teologia da Libertação no Brasil, baixe meu livro aqui: http://bit.ly/11zFSqq