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18 de outubro de 2014

Deus fala hoje através de profecias, sonhos e visões?


Deus fala hoje através de profecias, sonhos e visões?

Julio Severo
Com meus artigos recentes sobre as profecias equivocadas direcionadas a uma suposta eleição presidencial de uma candidata do Partido Socialista Brasileiro, alguns poderiam chegar à conclusão de que ou profecias são inválidas hoje ou que estou aderindo ao cessacionismo — a doutrina herética que diz que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás com a morte do último dos apóstolos originais de Jesus.
Esse parece ser o caso do site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que recentemente divulgou meu artigo “Profetadas a serviço da Teologia da Missão Integral? O caso Marina Silva.” A divulgação está neste link (https://archive.today/KRgaD), que encaminha a este outro link: https://archive.today/2rnEB
É verdade que a divulgação ocorreu na seção de “clipping” do Mackenzie, em que notícias que mencionam o Mackenzie são selecionadas para o público ver o impacto da universidade presbiteriana. Mas é igualmente verdade que meus outros artigos sobre o Mackenzie, especialmente sobre seus problemas teológicos, nunca foram selecionados para a mesma seção de “clipping.”
Um exemplo dos artigos omitidos são:
Então, por que selecionaram “Profetadas a serviço da Teologia da Missão Integral? O caso Marina Silva”? Só porque “bati” em profecias de grupos neopentecostais rejeitados pelo Mackenzie?
É sabido que os teólogos calvinistas do Mackenzie batem em profecias. Mas há uma diferença: enquanto eles condenam todas as profecias hoje, eu as avalio, desaconselhando apenas as que considero equivocadas.
Os teólogos do Mackenzie batem movidos pela heresia cessacionista. Eu avalio com base na Bíblia, que nos ordena examinar todas as profecias proferidas por outros cristãos, conforme deixo claro no artigo “Inflamados por uma profecia americana, evangélicos brasileiros querem uma mulher na presidência do Brasil.”
Tanto é pecado bater em todas as profecias quanto aceitar todas sem avaliação bíblica e responsável.
Embora eu tivesse de “bater” em algumas profecias políticas equivocadas, os teólogos calvinistas cessacionistas do Mackenzie não podem concluir que estou finalmente vendo, conforme acreditam eles, que todas as profecias hoje são equivocadas. Nada disso.
Meu próprio trabalho de alerta começou por causa de Deus e suas profecias hoje. Vinte e um anos atrás, numa reunião de oração em Brasília na Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, que estava então nascendo com esse nome, o líder da oração veio até mim e disse exatamente como eu costumava orar. Eu sabia, naquele momento, que era Deus falando comigo, pois a descrição que ele fez da oração que eu fazia, era somente entre eu e Deus e ninguém mais tinha a capacidade de saber.
Então, usando a boca do líder, Deus disse que meu nome seria conhecido no Brasil inteiro. O fato interessante é que nunca, em todas as minhas orações, pedi a Deus para ser conhecido. Depois dessa profecia, não comecei a orar nesse sentido. Tudo o que eu sabia, pela Bíblia, é que se Deus de fato falou ali, ele cumpriria.
Naquele tempo, em 1993, a Sara, como é chamada a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, era ferrenhamente anti-PT e antissocialismo. Mas suas portas estavam se abrindo para palestras de Caio Fábio, que naquela época era o maior pastor presbiteriano do Brasil e já estava aproximando os evangélicos de Lula (hoje supostamente “arrependido,” mas apoiando outro socialista que ambiciona a presidência), uma mudança efetuada com eficácia na Sara, que passou de anti-PT para pró-PT em uma década. Em 2002, Robson Rodovalho já estava, junto com outros grandes líderes evangélicos, alegremente apoiando Lula.
Quaisquer que tivessem sido no passado as boas profecias para a Sara, a carne de Caio, com sua teologia politiqueira, pode ter alterado tudo em benefício do PT e outros socialismos.
O cumprimento foi muito além da profecia. Foi transbordante, como é o padrão de Deus. Hoje, meu nome é conhecido também nos EUA e outros países.
Pelo fato de que meu nome é conhecido foi que AllOut, uma organização homossexual nos EUA, incluiu meu nome numa campanha para eliminar as contas de PayPal de líderes que mais se opõem à agenda gay no mundo. Esse caso de perseguição contra mim acabou virando manchete no WorldNetDaily, um dos maiores portais conservadores dos EUA, conforme a matéria “PayPal coloca Julio Severo na lista negra.”
No episódio, a grande mídia evangélica americana noticiou o meu caso: http://youtu.be/oZ8fzSkiB5A
A mídia católica também: http://youtu.be/fSSjmMwQNn4
Meu nome conhecido hoje não é para minha honra e glória. É apenas plataforma para a honra e glória do Senhor Jesus Cristo.
Deus fala através de profecias, sonhos e visões? Claro que sim. Mas o que Deus fala, ele cumpre. Simples assim.
Anos atrás, uma pessoa muito importante de São Paulo fez contato comigo depois de obter meu número de telefone. Antes do contato, eu ouvi uma voz dizendo “Seattle” — que é a maior cidade no Estado de Washington nos EUA.
A pessoa me ligou, conversamos e eu comentei sobre a voz que me disse “Seattle.” A pessoa então ficou emocionada, dizendo que naquele exato momento ela estava indo para o aeroporto para viajar para Seattle!
Não sei se ainda visitarei Seattle, mas “Seattle” foi sinal profético de Deus confirmando meus caminhos com essa pessoa abençoada.
Falando em profecia, vou dar um recado “profético,” que está sujeito à avaliação de outros cristãos, como manda a Bíblia.
Tive um sonho esta noite em que senti Deus me mostrando que um importante líder evangélico esquerdista vai querer se unir a mim no combate à esquerda evangélica.
Com base no sonho, dou um recado para esse líder:
“Você quer se juntar a mim para combater a esquerda evangélica, mas você quer começar esse combate devagar. Não faça isso, pois sua lentidão de ação será destrutiva, pois a oposição é implacável. Se quer combater a esquerda evangélica, aja como um militar: seja firme, determinado, rápido e certeiro, não se preocupando com as velhas alianças esquerdistas. Ou você faz isso ou não conseguirá fazer nada. Se quer se juntar a mim para combater a esquerda evangélica, não faça nada com lentidão e vacilação.”
Precisamos orar para que os líderes evangélicos esquerdistas sejam chacoalhados, abalados e mudados pelo poder do Espírito Santo.
Precisamos permitir que Deus fale conosco e nos guie nestas grandes batalhas. Para isso Ele nos disponibilizou também profecias, sonhos e visões.
Leitura recomendada:

25 de julho de 2013

Sara Nossa Ignorância


Sara Nossa Ignorância

As trapalhadas do bispo Robson Rodovalho

Dr. Luciano Garrido
Em recente vídeo publicado no Youtube, o bispo Rodovalho, líder da igreja evangélica Sara Nossa Terra, resolveu opinar sobre um assunto que ignora solenemente. Suas declarações, de tão confusas e contraditórias, fizeram o desfavor de tornar ainda mais obscuro o que já andava imerso num mar de incompreensão. Estamos falando do polêmico PDC 234/2011, aquele Projeto de Decreto Legislativo de autoria do deputado João Campos que visava sustar trechos abusivos de uma resolução editada pelo Conselho Federal de Psicologia.
Bispo Robson Rodovalho
Como se sabe, o PDC 234 granjeou péssima reputação junto à opinião pública no momento em que a nossa imprensa militante resolveu apelidá-lo de projeto da “cura gay”. Quem, diferentemente do bispo Rodovalho, se deu ao trabalho de ler o texto do documento, pôde verificar que nele não há qualquer menção à doença ou cura de homossexuais, e que, portanto, tudo não passou de uma grande armação para que o projeto fosse sumariamente rejeitado sem correr o risco de ser minimamente compreendido. O que faz o bispo Rodovalho diante desse golpe rasteiro da militância gay? De maneira inacreditável, o líder evangélico vem a público culpar o projeto por uma campanha difamatória da qual ele foi, para todos os efeitos, apenas a vítima. Rodovalho confessa candidamente que desconhece os méritos ou deméritos do projeto, mas isso não o impede de, mesmo assim, considerá-lo infeliz. Como se não bastasse o rótulo infame que lhe fora injustamente aplicado pela imprensa marrom, o pastor mergulha o projeto nas águas turvas de sua própria ignorância e o batiza com um rótulo não menos injurioso — “PL da intolerância”, disse Rodovalho, mandando às favas o Oitavo Mandamento.
A inépcia do bispo para discorrer sobre o tema do homossexualismo é patente. Logo de saída, ele erra feio ao dizer que a homossexualidade é definida por “todos os psicólogos, todas as pesquisas, todas as universidades” (!!) como uma questão de escolha ou opção do indivíduo, quando na verdade a quase totalidade dos profissionais da saúde a entende como uma “orientação sexual”, ou seja, algo que decorre essencialmente de uma atração, desejo ou impulso sexual de caráter involuntário. É claro que sempre pode haver liberdade de escolha em relação ao ato sexual em si, na medida em que o indivíduo pode abster-se de praticá-lo se assim decidir; mas a homossexualidade tomada unicamente pelo seu aspecto comportamental não é a forma pela qual os estudiosos do comportamento humano em geral a concebem. Para estes, um homossexual será sempre um homossexual, ainda que se abstenha de relações sexuais.
Estou propenso a concordar com o bispo quando afirma que o homossexualismo não é uma doença, mas isso está longe de ser um consenso entre os profissionais da saúde — como ele tão convictamente afirmou. Entre os que acham que o homossexualismo deve ser encarado como um comportamento patológico e aqueles que o entendem como mais uma manifestação possível da sexualidade humana — algo normal, portanto — existem outros que consideram a tendência homossexual como sintoma de uma desordem no desenvolvimento psicossexual e afetivo do indivíduo. Ou seja, o comportamento em si mesmo não seria uma patologia (conceito que, aliás, é polissêmico), mas um indício de prováveis desajustes na formação da subjetividade.
Mas, deixemos de lado as trapalhadas do bispo Rodovalho e aproveitemos a oportunidade para esclarecer alguns pontos polêmicos do projeto em discussão. Para quem não se recorda, um dos dispositivos que o PDC 234 pretendia sustar na resolução 01/99 do CFP era o parágrafo único do artigo 3º. Lá está dito que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
Em primeiro lugar, temos aqui uma dificuldade de ordem semântica. O que CFP entende por tratamento, afinal? Tudo o que se faz em psicologia clínica deve ser chamado de tratamento? Se uma pessoa solicita ajuda a um psicólogo porque se considera muito tímida, por exemplo, o serviço prestado por esse psicólogo deve ser considerado tratamento? Sendo tratamento, isso implica em dizer que a timidez é uma doença? Pois bem. Antes de impedir o psicólogo de propor tratamento a um homossexual, o CFP precisa definir com um mínimo de clareza qual acepção se aplica ao termo utilizado no texto normativo.
Em relação à palavra cura, é preciso lembrar que o código de ética da profissão já dá conta de que a nenhum psicólogo é permitido prometer cura ao cliente, independente da queixa que o encaminhou ao consultório. O sucesso do tratamento psicoterápico depende de inúmeros fatores, muitos dos quais não sujeitos ao controle do profissional, de modo que qualquer promessa de cura deve ser encarada como uma forma de charlatanismo. Se não se pode propor cura da homossexualidade (até porque não é uma doença), tampouco se pode fazê-lo em relação a qualquer outra queixa que se apresente ao psicólogo, por mais banal que pareça a primeira vista. Quem propõe cura é curandeiro. O psicólogo, como regra, costumar a pautar seu trabalho pela noção de bem-estar.
Quanto ao artigo 4º da resolução, trata-se de uma injunção absolutamente despropositada. Se entender as práticas homoeróticas como subprodutos de uma desordem psíquica for reforçar “preconceitos sociais”, doravante os psicólogos se verão melindrados para realizar qualquer tipo de psicodiagnóstico, ou mesmo para traçar um simples perfil psicológico que descreva características pessoais que se julguem depreciativas ou desfavoráveis. Seguindo a risca a lógica defeituosa do CFP, chegamos à conclusão de que todo diagnóstico está passível de gerar suscetibilidades ou, sei lá, despertar preconceitos contra a pessoa do diagnosticado — o que não seria, de resto, privilégio de um grupo de indivíduos que sente atração pelo mesmo sexo.
Que não se fale mais em depressão, esquizofrenia, ansiedade, anorexia, dislexia, obesidade, fobia, pânico, obsessão, etc., até que o Código Internacional de Doenças (CID) seja definitivamente descartado como um imenso catálogo de estigmas sociais. Qual portador de transtorno, distúrbio ou desordem psíquica merece ser objeto de “preconceito”? Quando se pauta o estudo das psicopatologias por critérios políticos, não há limites para reivindicações de ordem subjetiva.
A continuar essa obsessão normativa do Conselho Federal de Psicologia, em breve ao psicólogo será reservado apenas o direito de permanecer calado, pois tudo o que disser poderá ser usado contra ele no tribunal das ideologias politicamente corretas. Ao invés de desencorajar os preconceitos sociais lembrando aos leigos que entre saúde e doença existe um continuum (Breslow, 1999) e que as psicopatologias, em maior ou menor grau, fazem parte da nossa vida cotidiana (Freud, 1901), o CFP prefere forjar novos tabus e reabilitar velhas mistificações, na contramão do debate científico. É de se lamentar...
Leitura recomendada:

23 de julho de 2013

Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica


Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica

Fundador da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra faz coro com os que chamam o PDC 234/11 de projeto de “cura gay”

Julio Severo
Em vídeo para divulgação nacional (http://youtu.be/0pLd5iTBhm8), o Bispo Robson Rodovalho, fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, comenta sobre o PDC 234/11, de autoria do Dep. João Campos e apoiado pela bancada evangélica.
Robson Rodovalho
A proposta clara do projeto é revogar uma cláusula ditatorial do Conselho Federal de Psicologia que proíbe seus profissionais de ajudarem pacientes a abandonar o vício homossexual. Como forma de apoio direto à agenda gay, a mídia esquerdista o apelidou maliciosamente de projeto de “cura gay.”
Mesmo tendo íntimo contato com a bancada evangélica e conhecendo o Dep. Campos, Rodovalho faz coro com a mídia esquerdista e com a militância gay, igualmente chamando o projeto de “cura gay” — o que certamente lhe garantiu os aplausos e a admiração deles.
Mas Rodovalho foi mais longe. Ele disse que o projeto de João Campos é infeliz e é o projeto da intolerância. (Mais aplausos, dessa vez estrondosos, da mídia esquerdista e da militância gay.)
Rodovalho também chama a cláusula ditatorial do CFP de intolerante. Nisso, todos os verdadeiros defensores dos direitos humanos só poderiam concordar, pois a cláusula do CFP elimina a liberdade do psicólogo e o pune.
Dep. João Campos
Mas em que exatamente Rodovalho acha o projeto de João Campos igualmente “intolerante”? O PDC 234/11, de forma inversa, elimina a liberdade dos psicólogos que querem ajudar os homens a entrar no vício homossexual? Ameaça de punição quem fizer isso?
Não. O PDC 234/11 não responde violência com violência. Apenas faz um clamor por liberdade. Onde está a intolerância e infelicidade em tal clamor?
Mas tudo o que Rodovalho consegue enxergar é “intolerâncias” e “extremos” — numa atitude inegável de garantir para si a simpatia da grande imprensa, com o sacrifício de João Campos e de um clamor por liberdade.
Meses atrás, no auge da perseguição da mídia contra Marco Feliciano, Rodovalho também entrou em cena com o mesmo discurso sobre “intolerâncias” e “extremos,” como se de um lado estivesse a mídia gayzista atacando ferozmente Feliciano e, do outro lado, Feliciano também atacando ferozmente a mídia gayzista. Esse quadro é verdade somente em parte. Houve ataques ferozes e cruéis, mas somente da parte da mídia gayzista. Da parte do Dep. Marco Feliciano, houve somente humildes atitudes defensivas, em grande parte silenciosas.
Feliciano recebeu muitas ameaças, inclusive de morte. Então, como Rodovalho conseguiu enxergar extremos dos dois lados? Ele testemunhou Feliciano fazendo ameaças de morte para os militantes gays?
Meu artigo sobre o comentário de Rodovalho contra Feliciano está aqui:
Depois, precisei refutar a resposta de Rodovalho, que não gostou de ser cobrado por enxergar “intolerâncias” e “extremos” em Feliciano:
Não sou da área da psicologia, mas tenho muitos amigos que são. Por isso, em entrevista exclusiva para o Blog Julio Severo, a Dra. Marisa Lobo, que é psicóloga profissional, comenta as declarações de Rodovalho:
Minha preocupação é como psicóloga que atende pacientes de fato e não usa o nome da psicologia como status. Atuo clinicamente e conheço o papel do psicólogo. Mas muitos falam e criticam sem conhecer. Isso é psicologia popular e não profissional.
Quando o dep. João Campos redigiu o texto do PDC 234, de forma alguma foi para cercear o direito do homossexual. A única coisa que ele queria era que não houvesse punição indiscriminada e injusta aos psicólogos. Ele queria que as falas dos psicólogos não fossem tratadas como preconceito apenas por falarem no assunto ou darem dignidade aos seres humanos homossexuais em conflito com sua orientação, homossexuais que não aceitam de forma alguma sua condição, não por distonia apenas, mas por desejo constitucional de mudar sua condição, orientação ou opção, e serem atendidos nessa sua busca e respeitados por ela.  
Foi criado o PDC 234 justamente porque existem muitos casos de psicólogos sendo injustamente acusados por causa da Resolução 01/999 do CFP por apenas se manifestarem sobre a questão da homossexualidade.
O PDC 234 respeita o direito humano e o desejo real da pessoa que nos procura racionalmente e reconhece que essa pessoa pode e tem o direito de decidir por si mesma. Respeitando inclusive o que essa pessoa fará com seu desejo. Isso não é problema de ninguém, apenas dela. Isso é verdadeiro respeito aos direitos humanos.
A intolerância ficou por conta das interpretações que, sendo todas subjetivas, não se ativeram na proposta de diálogo e sim na indução de seus desejos e medo de perderem direitos e privilégios.
O justo e honesto é exatamente dar direitos humanos a todos os homossexuais e ex-homossexuais, os religiosos e os não religiosos e essa sempre foi a minha verdade. A nossa intenção quando foi criado o PDC 234 foi defender o profissional quando procurado pelo homossexual e deixar claro que ele não está tratando o homossexual como doente, mas garantindo que o psicólogo pode atendê-lo como pessoa que tem direito às suas escolhas e viver conforme seu desejo, ainda que seja para mudar suas condições ou orientação sexual.
Acredito que muitos que falam hoje no assunto falam sem conhecimento, para pegar carona na mídia ou por ignorância, sem conhecimento algum de causa e não percebem que com seu oportunismo estão prejudicando profissionais e pessoas, inclusive homossexuais. Então sugiro que o pastor cuide de seu pastorado e não se meta em assuntos onde ele não tem conhecimento, pois os comentários dele prejudicam ainda mais essa situação e criam sim muito mais preconceito, pois os comentários dele são usados pelos que nos acusam e para reforçar a perseguição religiosa contra nós.
Quer falar no assunto? Então primeiro aprenda com quem sabe as reais intenções do projeto.
Num momento em que toda a mídia esquerdista e a militância gay se investem contra o Dep. João Campos por causa de um projeto que apenas traz um clamor de liberdade, seria um ato de subversão atacá-lo como intolerante. Ou, em termos bíblicos, seria dividir a casa. E como garante a Bíblia, uma casa dividida não durará muito tempo.
Rodovalho então termina seu comentário contra o projeto que ele insiste em chamar de “cura gay” recomendando “quebrar o ciclo de extremismo, intolerância, beligerância e violência com amor, como Mandela fez.”
Ora, qualquer homem que enxergar extremismo e intolerância no projeto de João Campos fatalmente enxergará “amor” nas atividades de Nelson Mandela.
Concordo que Mandela tinha amor. Aliás, ele era apaixonado — pelo Partido Comunista da África do Sul, do qual ele era membro (http://bit.ly/13YoBTY), mas mentia, para se fazer de “pacifista.”
Nelson Mandela com Fidela Castro
Depois de ganhar o poder na África do Sul, com a ajuda direta do adúltero Bill Clinton, presidente progressista dos EUA, Mandela legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria.
Rodovalho, sem saber o que diz, quer para o Brasil um evangélico “Mandela” que traga tudo isso?
Hoje, a África do Sul é governada por militantes comunistas, ligados ao Congresso Nacional Africano de Mandela, que fazem questão de ter bruxos (http://bit.ly/13YopEq) para invocar as intervenções dos demônios sobre a nação.
Temo que, em sua cegueira, Rodovalho esteja seguindo os conselhos de um pastor evangélico que certa vez disse que havia sido conselheiro de Mandela. Só porque um grande pastor aconselhou Mandela devemos vê-lo como algum tipo de herói, esquecendo não só seu passado de terrorista no Partido Comunista, mas também sua obsessão de legalizar o aborto e o homossexualismo?
Esse amigo internacional de Rodovalho também louvou a vitória de Obama à presidência dos EUA. Tanto Rodovalho quanto ele afirmam acreditar que Deus fala hoje, mas por algum motivo, ficaram surdos para Deus. E quando se fica surdo espiritualmente, a cegueira espiritual não fica logo atrás.
Para um líder que sofre de tal surdez e cegueira, é perfeitamente natural ver “intolerâncias” e “extremos” no projeto de João Campos e ver paz e amor em Mandela.
O próprio diabo não vê de forma diferente.
Só falta agora Rodovalho querer um presidente evangélico da espécie de Mandela para o Brasil (http://bit.ly/18xkg3b).
Oremos e choremos pelos líderes que têm essa visão equivocada.
Leitura recomendada:
Sobre a África do Sul e Nelson Mandela: