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15 de maio de 2014

CDHM quer investigar igrejas que se opuseram ao socialismo durante o governo militar


CDHM quer investigar igrejas que se opuseram ao socialismo durante o governo militar

Caça às bruxas conta com o aval de deputados da bancada evangélica

Julio Severo
Em sua última sessão, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal aprovou o requerimento 72/2014, de autoria da esquerdista Luiza Erundina, que pretende realizar uma audiência pública para “debater a atuação das igrejas durante a ditadura militar”.
Luiza Erundina: caça aos cristãos conservadores
O requerimento de Erundina — que em 1990, quando prefeita, inaugurou em São Paulo o Parque Municipal Luís Carlos Prestes, em homenagem ao guerrilheiro comunista — encontrou apoio entusiasmado do supremacista gay Jean Wyllis e dos petistas que retomaram controle da CDHM.
É claro que o grupelho esquerdista que se reinstalou na Comissão de Direitos Humanos não quer realmente falar das vítimas da guerrilha de um sistema que é campeão internacional de torturas e assassinatos. O que se pretende é usar a audiência para dar início a uma caça às bruxas contra católicos e evangélicos que se opuseram a esse sistema.
“Durante a ditadura civil-militar de 1964, alguns religiosos protegeram ou intercederam em favor de fiéis que estavam engajados na resistência ao regime. No entanto, sabe-se também de relatos sobre a atuação de outros tantos clérigos ou leigos que colaboraram com a ditadura ao denunciarem sigilosamente a atuação política de membros das igrejas.“
Fica explícito, pois, o objetivo verdadeiro da iniciativa de Erundina, que tem como herói o guerrilheiro comunista Prestes. A CDHM quer reabrir feridas, reavivar conflitos no meio católico e protestante, produzindo um novo e perigoso clima de hostilidade entre cristãos a fim de minar e sabotar qualquer onda conservadora cristã nas eleições presidenciais deste ano.
Houve arbitrariedades naquele tempo, mas não contra os guerrilheiros comunistas. Os militares reprimiam com violência uma esquerda fortemente armada e violenta que praticava atentados terroristas que resultaram no assassinato de inúmeros cidadãos brasileiros. Aliás, embora pouco se fale disso, os esquerdistas também praticavam torturas e assassinatos entre si!
Entretanto, Erundina não quer saber das vítimas dos terroristas de esquerda. Ela e seus colegas querem trazer ao seu pequeno tribunal de inquisição apenas os cristãos opostos ao socialismo. E não aceita o contraditório, impedindo o deputado Jair Bolsonaro de falar pelo outro lado na CDHM.

Reino contra reino

A esquerda quer dividir os cristãos, reabrindo dolorosas feridas do passado, para que possa se fortalecer no Congresso e avançar com sua agenda antifamília neste ano eleitoral. Querem, como sempre, posar de vítimas merecedoras do título de heróis e merecedoras de implantar toda e qualquer iniquidade em nome da “igualdade” e “direitos humanos.” Os cristãos representam hoje a única oposição civil às forças políticas que buscam a degradação da família pretendida pelas esquerdas.  
Não é por acaso que os revanchistas da CDHM querem empreender uma inquisição ideológica contra os católicos e evangélicos conservadores, introduzindo a divisão e o ressentimento. 
É uma estratégia das trevas: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não resistirá.” (Mateus 12:25 KJA)
A esquerda sempre quer dividir, jogando negros contra brancos, pobres contra ricos, gays contra héteros e agora cristãos contra cristãos.  É o modus operandis dela. Mas o que dizer dos cristãos que lá estão e cederam ao lobby de meia dúzia de demagogos e impostores?

Caça às bruxas

O mais intrigante é que o requerimento foi aprovado em sessão na qual participavam deputados evangélicos que, supostamente, foram eleitos para falar em nome da população evangélica e alertar sobre toda manobra orquestrada contra as igrejas. Em vez de alertarem seus eleitores evangélicos, ficaram quietinhos. Em vez de avisarem, deram as mãos.
O caso de perseguição ao Dep. Marco Feliciano, por ele ser evangélico, deveria ter sido suficiente para mostrar para esses membros da bancada evangélica que as intenções da esquerda para com os seguidores e promotores de Cristo sempre envolvem perseguição.
Mas não. Eles se omitiram vergonhosamente. Antes de serem eleitos, eles haviam prometido ao seus eleitores cristãos que fariam a diferença no Congresso Nacional, mas agora se calam e até são coniventes quando a esquerda, na presença deles, orquestra um ataque explícito aos cristãos. O mínimo que eles poderiam fazer é lembrar esta admoestação dos lábios do Senhor Jesus: “Conheço as tuas obras, sei que não és frio nem quente. Antes fosses frio ou quente! E, por este motivo, porque és morto, não és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te da minha boca.” (Apocalipse 3:15-16 KJA)
É difícil saber se a deputada Antônia Lúcia, que está na CDHM, se encaixa nessa descrição de mornidão? Ela, que faz parte da Frente Parlamentar Evangélica, não se manifestou sobre o requerimento, nem contra e nem a favor. Infelizmente, a deputada evangélica parece ser contundente apenas quando se trata de defender a Telexfree e outras empresas de pirâmide financeira, que faz com que cristãos invistam seu dinheiro para nunca mais o verem.
Outro que também está engajado na legalização da Telexfree e outras empresas de pirâmide financeira no Brasil é o Dep. Roberto de Lucena. Resta saber o que o Reino de Deus ganha com isso: Empresários que ganham e sustentam parlamentares.
Pior do que a omissão, porém, é a participação ativa no engodo montado pelo grupelho esquerdista para atacar os cristãos conservadores na CDHM. Já conhecido por suas vacilações, confusões e decisões equivocadas, Lucena deu todo apoio à iniciativa de Erundina.
Atitude muito estranha dele. Quando o PT se reapossou da CDHM em março deste ano com tudo para avançar a agenda gayzista, Lucena, que é pastor da Igreja O Brasil para Cristo, disse: “Na verdade, durante todo o ano passado tivemos momentos muito difíceis, tensos, que queremos deixar para trás.”
Se o negócio é deixar para trás o testemunho de ousadia e coragem de Marco Feliciano, que quando estava na presidência da CDHM, e mesmo antes, assumia publicamente suas posturas contra o aborto e a ditadura da agenda gay, Lucena diz “amém.” Mas se o negócio é cavoucar o mau testemunho de pastores protestantes esquerdistas que foram infiéis ao Evangelho de Jesus Cristo, mas foram fiéis ao evangelho de Karl Marx, Lucena demonstra atitude oposta: Nada de deixar para trás. Cavoucar até o fim! Defender e canonizar os pastores canalhas do evangelho marxista.
Ao invés de denunciar a fraude grosseira orquestrada contra os cristãos por um grupelho esquerdista interessado em revanche contra pastores conservadores na época do governo militar, Lucena foi além do seu característico oportunismo e, sem medir o estrago, sugeriu que fossem ouvidos líderes evangélicos! Quem ele recomenda para dar testemunho contra os pastores conservadores e a favor dos pastores comunistas? Caio Fábio? Alexandre Brasil? Ariovaldo Ramos, que apoiava o ditador comunista Hugo Chavez e assinou manifesto contra Marco Feliciano?

Roberto de Lucena quer Igreja O Brasil para Cristo na defesa de protestantes comunistas do passado?

Lucena pediu a inclusão do nome dos filhos de Manoel de Mello, fundador da Igreja O Brasil Para Cristo (OBPC), para serem ouvidos na audiência. O fundador da OBPC foi preso várias vezes durante o governo militar e tinha, pioneiramente como pentecostal brasileiro, se unido ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI), um ninho de apóstatas e comunistas de grandes igrejas protestantes históricas. Um pentecostal entre eles era uma raridade.
Pode ser que, como muitos pentecostais até hoje, Manoel estava no CMI sem entender nada. Pelo menos seus programas de rádio de grande audiência nunca deram nenhum apoio ao comunismo. Pelo contrário, em 12 de outubro de 1982 ele chegou a lotar com milhares de evangélicos o Estádio do Pacaembu em São Paulo não só para ouvirem a Palavra de Deus, mas também para darem apoio político a Adhemar de Barros, candidato dos militares ao governo de São Paulo.
O portal da Convenção da Igreja o Brasil para Cristo de São Paulo tem a biografia dele, mas nada menciona de sua ligação com o infame CMI, que sempre abrigou, majoritariamente, não igrejas pentecostais, mas igrejas anglicanas, luteranas, metodistas, reformadas e presbiterianas. Ter o nome de uma igreja no rol do CMI é uma honra para as esquerdas, mas uma vergonha para o Evangelho. Será por isso que a Igreja O Brasil para Cristo não atrele hoje o nome de seu fundador ao infame organismo internacional ecumênico promotor da Teologia da Libertação?
Possivelmente, as prisões que Manoel de Mello sofreu foram por causa de suas ligações com o CMI, entidade alinhada com os interesses da União Soviética. Afinal, subversão comunista e CMI andavam de mãos dadas. Dom Evaristo Arns, que foi instrumental na fundação do PT, foi igualmente instrumental na ajuda ao CMI e aos pastores comunistas do Brasil.
Será que os filhos de Manoel de Mello permitirão que o legado do fundador da OBPC seja reduzido a um artifício na voz da esquerdista Luiza Erundina, a fã de Luiz Carlos Prestes, contribuindo para a canonização de pastores esquerdistas e suas canalhices e para a promoção de uma dolorosa e desnecessária divisão no meio protestante?
Ou será que Lucena pretende, com o testemunho dos filhos de Mello, revelar um passado esquerdista de sua denominação que o público desconhece?
Será que a população evangélica, responsável pela eleição de cada membro da Frente Parlamentar Evangélica, permitirá que os deputados eleitos por eles avancem as tramas de Erundina contra as igrejas que, por serem fiéis ao Evangelho de Jesus Cristo, se opuseram ao evangelho assassino de Karl Marx durante o governo militar?
Até quando os eleitores evangélicos suportarão as “fraquezas” esquerdistas da bancada evangélica?
Um reino dividido não resistirá. “Dividir para conquistar” sempre foi um dos lemas da esquerda. Destruição da família e perseguição aos cristãos sempre foram um dos resultados.
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20 de março de 2014

PT volta com tudo na CDHM e quer uma ampliada agenda gay imposta no Brasil


PT volta com tudo na CDHM e quer uma ampliada agenda gay imposta no Brasil

Militantes da CDHM agora falam em criminalizar brasileiros que são contra o lesbianismo e transexualismo

Julio Severo
Os petistas voltaram com carga total na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal e colocaram na pauta nacional conceitos como “lesbiofobia” e “transfobia,” as novas invenções do lobby LGBT no Brasil.
CDHM sepulta ações de Marco Feliciano e abre caminho para mais items da agenda gay
A audiência pública que a CDHM realizou ontem, 19/03, foi divulgada pelo site da Câmara simplesmente como mais um “encontro com sociedade civil e movimentos sociais”.
Mas a pauta e a abordagem dos temas foram previamente combinadas com as militâncias, que estiveram presentes na audiência dando respaldo à “reabertura” da CDHM para os tais supostos “movimentos sociais,” compostos principalmente de ativistas gays.
Na sugestão de temas prioritários da pauta da audiência pública de ontem já constavam as novidades do lobby LGTB — que são produzidas em ambientes acadêmicos esquerdistas, sem contato com a realidade — como a “lesbiofobia.”
Na prática, é uma tentativa de enquadrar todo cidadão que se colocar contra a ideia de que o Estado deva conferir status especial à união de duas mulheres. A audiência é primeiro passo para que o cidadão que se opuser seja rotulado como “preconceituoso” e “criminoso.”
É mais uma armadilha plantada especificamente contra os cristãos e todo brasileiro que tenha uma consciência ética e moral.
O mesmo vale para a “transfobia.” O leitor a partir de agora poderá ganhar novos rótulos como “lesbiofóbico” ou “transfóbico.”
Além disso, é certo que partir da audiência de ontem, outras militâncias contra a “lesbiofobia” e a “transfobia” deverão ganhar legitimidade política e terão o caminho livre para receber muito dinheiro público para lutar contra tais “preconceitos” nas escolas, novelas e grandes mídias
É claro tudo é fruto de um “esquecimento seletivo” da militância LGBT, pois casos de violência já são punidos. Tudo isso é milimetricamente ignorado, assim como todo o código penal, para que a militância tenha sua bandeira usufruindo todas as mordomias dos cofres estatais — sustentados por uma maioria de brasileiros que, de acordo com o próprio PT, é, de uma forma ou de outra, contra as práticas homossexuais. Na visão oficial do governo brasileiro, 99 por cento dos brasileiros precisam ser reeducados, bem ao estilo stalinista, para abandonarem sua aversão ao homossexualismo.

“Nova família”

Outro tema incluído na pauta da audiência pública de ontem diz respeito ao debate sobre o papel da família, “compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa.”
Ou seja, a CDHM discutirá novos modelos para a família brasileira, buscando redefini-la conforme os caprichos da militância gay, como se a família fosse um mero brinquedo na mão de ideólogos sem escrúpulos e sem coração.
Na justificativa da introdução do debate sobre a família, a CDHM fala na necessidade de “combater a violência e a intolerância.” Novamente, quem se opuser ao trabalho sujo de uma minoria barulhenta e desordeira para impor novos modelos de família será tachado, automaticamente, de “intolerante” e “criminoso.”
Não por acaso, no item anterior, a audiência apresenta como tema prioritário de discussão a “estrutura curricular do sistema de ensino que contemple a pluralidade e a diversidade,” que certamente deverá abrigar os novos conceitos produzidos pela militância LGBT. Crianças nunca estão de fora das ambições ideológicas do movimento homossexual.
Nos bastidores da Câmara Federal, pessoas próximas do PT confirmam que o deputado Assis do Couto (PT-PR), recém eleito presidente da CDHM, pretende reencaminhar a comissão no alinhamento de todos os itens da agenda homossexual, dando força total e munição às militâncias que antes eram “boicotadas por Feliciano.”
Agora sob o comando do PT, a comissão essencialmente sepultou tudo o que Feliciano fez.
A gestão de Feliciano na presidência da comissão foi bastante tumultuada e marcada por uma sistemática oposição de militantes homossexuais, que o acusavam de “homofobia” e racismo — uma acusação boba, pois Feliciano é descendente de negros e seu comentário, usado para acusá-lo de racismo, se restringiu apenas à interpretação da maldição que Noé lançou sobre um de seus descendentes. Mesmo assim, as esquerdas e os grupos homossexuais não o perdoaram. Contudo, quando o maior blog pró-Dilma caricaturizou o ministro Joaquim Barbosa como “macaco” por ele ter condenado os criminosos petistas envolvidos no mensalão, as mesmas esquerdas e grupos homossexuais se calaram, mostrando que a oposição a Feliciano é puramente política e ideológica.
Agora que a CDHM está nas mãos do PT, até membros da bancada evangélica declaram se sentir mais “aliviados” com Feliciano fora de sua presidência. “Na verdade, durante todo o ano passado tivemos momentos muito difíceis, tensos, que queremos deixar para trás,” disse Roberto de Lucena, pastor evangélico e deputado do Partido Verde.
Apesar do bom desempenho da bancada evangélica em muitas importantes frentes de batalha a favor da família, muitos deputados evangélicos continuam alinhados ao PT e ao socialismo. Poucos têm a coragem de Feliciano de romper com o PT e assumir uma postura de defender interesses pró-família custe o que custar. A maioria prefere “deixar para trás” o testemunho de Feliciano, facilitando o trabalho sujo dos que querem modificar a família brasileira e impor uma ditatorial agenda homossexual na sociedade.
Com informações da Folha de S. Paulo e jornalista com base em Brasília.
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24 de setembro de 2013

Julio Severo entrevista Dep. Marco Feliciano: Como uma oposição gayzista colossal catapultou o nome dele à fama, tornando-o o político evangélico mais proeminente do Brasil


Julio Severo entrevista Dep. Marco Feliciano: Como uma oposição gayzista colossal catapultou o nome dele à fama, tornando-o o político evangélico mais proeminente do Brasil

Julio Severo
Marco Feliciano se tornou o líder evangélico mais proeminente na política brasileira. Sua fama ocorreu involuntariamente. Como deputado federal, ele foi nomeado como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em março passado. Imediatamente, toda a esquerda começou uma campanha em massa contra sua nomeação. Artistas, políticos e até ministros do governo socialista da presidente Dilma Rousseff o queriam fora da presidência da comissão.
Marco Feliciano
Até mesmo entre líderes evangélicos, havia oposição feroz. Dois importantes pastores reformados esquerdistas, o Rev. Marcos Amaral e o Rev. Ariovaldo Ramos, participaram de campanhas nacionais para remover Feliciano.
Sob tal oposição feroz, as chances de Feliciano permanecer no cargo eram irrisórias. Ninguém queria ficar com ele.
Eu estava entre a minúscula minoria de líderes cristãos que o estavam apoiando, apesar de seu passado. Como Ariovaldo Ramos e muitos evangélicos e católicos esquerdistas, Feliciano apoiou a eleição da presidente socialista Dilma. Mas meus contatos pró-vida católicos me garantiram que a ajuda dele foi fundamental em muitas batalhas pró-vida no Congresso do Brasil. Além disso, essas fontes me informaram que o apoio dele à socialista Dilma ocorreu meramente por causa de sua ingenuidade. Diferente de Ariovaldo e Marcos Amaral, que são militantes ideológicos e apoiaram Hugo Chavez e governos socialistas no Brasil, continuando a apoiá-los mesmo depois que começaram a promover o aborto e a homossexualidade, Feliciano parou de apoiar Dilma por causa dessas questões. Aliás, a oposição em massa à sua nomeação aconteceu devido às suas sólidas posturas contra o aborto e a homossexualidade.
Marco Feliciano é o presidente da Catedral do Avivamento, uma igreja ligada a Assembleia de Deus no Brasil. Sua fama catapultou porque ele permaneceu, apesar da sistemática hostilidade socialista, como o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Antes de sua nomeação, durante muitos anos essa comissão, que era controlada por socialistas poderosos, havia aprovado alocações de verbas para grupos homossexuais. Desde 2010, mais de 300 mil reais foram alocados para a agenda gay. Com Feliciano no cargo, esses enormes recursos financeiros estão sendo destinados a legitimas necessidades de direitos humanos.
Grupos esquerdistas em toda a sociedade brasileira estão furiosos com as perdas gays. Mas os verdadeiros direitos humanos estão ganhando.
Tenho o privilégio de entrevistar o deputado federal Marco Feliciano para deixar você saber sobre a batalha colossal dele para sustentar valores pró-família na política brasileira — que é dominada por socialistas determinados a impor a cultura da morte no Brasil.
Julio Severo: Sua nomeação à presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDHM) provocou revolta no governo do PT e nas esquerdas. Nunca vi um político evangélico tão atacado quanto você. Por que o PT e as esquerdas fizeram isso?
Marco Feliciano: As esquerdas brasileiras odeiam a tudo e a todos que servirem de bloqueio aos seus nefastos projetos progressistas. Desde que fui eleito em 2010, honrando os votos do meu segmento cristão, me dobrei diante dos temas que me eram interessantes e para minha surpresa encontrei quase 200 projetos que transformavam gays em uma super-raça. Hoje num pente fino bem apurado, descobri tramitando pela Câmara dos Deputados mais de 900 projetos que ferem a família tradicional, as igrejas e a liberdade de expressão. Tornei-me uma espécie de “guarda-costas” da família. Bem antes da CDHM eu já havia, por exemplo, pedido o impeachment de um ministro do STF por ter antecipado o voto sobre o aborto dos bebês anencéfalos. Fiz isso junto com o já falecido Dom Bergonzini, bispo de São Paulo. Fui também autor de um PDC de plebiscito sobre o casamento homossexual. Tive várias batalhas em comissões e no plenário quando o assunto era orientação sexual, e desde então me transformaram em inimigo público. Quando meu nome foi indicado para CDHM, a oposição surtou. Afinal, não era um deputado numa mísera comissão sem expressão. Era o deputado conservador, alguém basicamente de direita assumindo uma comissão criada exclusivamente pela e para a esquerda.
Marco Feliciano com líderes católicos pró-vida
Julio Severo: Ariovaldo Ramos, Rev. Marcos Amaral e outros representantes da esquerda evangélica se uniram aos protestos contra você. Por que eles fizeram isso contra você e nunca contra as políticas abortistas e homossexualistas do governo do PT?
Marco Feliciano: Um belo dia recebi uma ligação de alguém ligado ao Ariovaldo, dizendo que ele queria me ouvir antes de se pronunciar. Confesso, nunca antes havia ouvido falar dele. Segui a ordem bíblica: “segui a paz com todos.” Fui ao encontro desse senhor que me recebeu com vários outros senhores que compunham a diretoria da Aliança Evangélica. Por mais de uma hora dei minhas explicações, denunciei como as coisas funcionavam em Brasília, falei das centenas de projetos que ameaçavam a liberdade de culto e a destruição da família tradicional, etc. Contudo, fui questionado como eu me comportaria diante das reivindicações dos índios, dos pobres, questões sociais, e então percebi que estes senhores, amigos do peito do governo esquerdista, nada se preocupavam com as minhas preocupações. Eram apenas ativistas, preocupados em não provocar uma “guerra” santa, me aconselhando a não ser intolerante, me doutrinando sobre o perfeito governo de Lula e os bons relacionamentos com o Ministro da Casa Civil Gilberto de Carvalho. Um dos meus assessores que me acompanhava, me confidenciou: esse cidadão (Ariovaldo) não é dos nossos… Dias depois vi que essa palavra se cumprindo: Ariovaldo e os outros já haviam assinado um documento público contra mim, antes da reunião, e depois dela não deram uma nota sequer.
Julio Severo: Em seu desespero, você chegou a procurar ajuda da ANAJURE, uma associação evangélica criada recentemente para defender os direitos civis dos cristãos. Qual foi a resposta?
Marco Feliciano: Era desespero mesmo. Fazia quase 30 dias que eu estava sob fogo cruzado e até então pouquíssimos saíram ao meu socorro. Lembrei-me da ANAJURE. Lembrei-me também do pedido desesperado que esses nobres juristas “cristãos” fizeram à Frente Parlamentar Evangélica dizendo que a ANAJURE só seria reconhecida se houvesse a aprovação dos parlamentares. Afinal, era para isso que estavam criando essa entidade: para proteger os parlamentares evangélicos em suas lutas pela liberdade religiosa e pela família. Liguei para o então presidente* da ANAJURE que estava na França. Falei com ele mais de uma vez, e o que ele me disse era que estava do meu lado e que a ANAJURE iria me defender juridicamente. Papo furado! Balela! Dias depois uma nota destes santos juristas me espancou e me aconselhou a sair da CDHM porque eu não era uma pessoa qualificada. Após esse episódio, a ANAJURE perdeu alguns de seus membros fundadores mais importantes, inclusive nossa guerreira da fé em Brasília, Dra. Damares.
Julio Severo: Na época da grande perseguição contra você, o presidente da ANAJURE lançou um comunicado nacional alertando que sua presença na Comissão de Direitos Humanos iria “dividir, ainda mais, a própria igreja evangélica… Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo”. Por que, em vez de ajudar você, o presidente da ANAJURE optou por tal comunicado público?
Marco Feliciano: Por ser covarde, porque não era conveniente aliar a imagem de sua instituição a um “cão leproso” como eu naquele momento. Eu era um vexame para eles. Pouquíssimos acreditavam que eu conseguiria aguentar a pressão. Ele apostou na minha saída, na minha queda. Mas o Senhor através da oração da igreja me sustentou.
Julio Severo: O que você sofreu com tanta oposição, vinda da mídia e da esquerda secular e evangélica?
Marco Feliciano: Perseguição, ameaças de morte, ataques físicos e humilhações públicas. Minha esposa contraiu uma doença psicossomática da qual ainda não se recuperou. Minhas filhas menores (10 e 11 anos) precisaram de apoio psicológico, pois em um culto os ativistas gays subiram sobre o meu carro, expondo seus órgãos sexuais, aos gritos, xingamentos, cusparadas, enquanto minhas crianças estavam no carro, aos gritos e prantos. Eu emagreci 10 quilos, pois não conseguia me alimentar nem dormir. A mídia foi cruel, editando mensagens que preguei há mais de 15 anos atrás e todos dias estampavam em seus jornais e TV. A mídia social foi terrível. Criaram perfis fakes no Facebook. Por causa disso, a Xuxa me chamou de monstro. Eu ia processá-la, mas aí li a citação dela, e vi que ela citava algo que eu nunca havia dito. Procurei e encontrei um perfil fake com mais de 100 frases racistas supostamente ditas por mim. As igrejas se amedrontaram e não tiro a razão em alguns casos. Fiquei 4 meses sem poder pregar. Tenho um ministério de igrejas com pouco mais de 5 anos de trabalho. Os ativistas gays depredaram nossos templos e fizeram campanha na porta de algumas igrejas proibindo as pessoas de entrarem. Em algumas cidades pequenas a tormenta foi tão grande que os membros não tinham mais coragem de ir à igreja, porque ao chegarem lá encontravam os ativistas gays fumando, se drogando, bebendo e dançando seminus. Fechamos algumas congregações. E até hoje fazem terrorismo. Descobrem onde vou estar pregando e pela mídia social ameaçam ir com milhares de pessoas para frente das igrejas com trios-elétricos. Você deve ter visto na net o vídeo do avião (link: http://bit.ly/18jf9zm), e outros mais.
Protesto contra Marco Feliciano
Julio Severo: A pressão da militância gay afetou sua vida do dia-a-dia? Como?
Marco Feliciano: Sim. Hoje, raramente ando em locais públicos. Quando o faço, se alguém me chama pelo nome, ou se aproxima abruptamente, meu coração dispara, pois não sei o que vai acontecer e qual será a intenção da pessoa. Por isso não vou mais a restaurantes, shoppings, e quando vou me descaracterizo para tentar passar despercebido.
Julio Severo: Sua família chegou a sofrer ameaças por causa das pressões gayzistas?
Marco Feliciano: A minha filha primogênita, 18 anos, teve que trancar sua matricula escolar aqui no Brasil, pois o sobrenome Feliciano pesou. Tive que mandá-la para fora do Brasil. Hoje ela está nos EUA estudando.
Julio Severo: Os militantes gays têm xingado e ameaçado você. Você também os tem xingado e ameaçado?
Marco Feliciano: Meu perfil é de paz e tranquilidade. Tenho equilíbrio emocional. Nunca xingo. Nunca ameaço. Até mesmo quando tenho o amparo legal para iniciar um processo, não o faço. Sou cristão, não apenas nominal, mas praticante.
Julio Severo: O que você pensa do comportamento homossexual? É medicamente saudável? É moralmente saudável?
Marco Feliciano: É um fenômeno comportamental que está longe de ser compreendido. É um assunto que precisa ser estudado, mas a militância gay mundial fez com que psicólogos abandonassem o assunto e dessem por encerrado. O que é lamentável e por que não dizer criminoso. Transformaram em “moda”, e quem irá pagar por isso serão as próximas gerações. O comportamento gay trás transtornos, angustias, tristezas e desespero. Sinto muito por eles.
Julio Severo: O que você pensa das condenações que Deus faz na Bíblia ao comportamento homossexual?
Marco Feliciano: Não questiono Deus nem seus pensamentos. O Velho Testamento aponta proibições no intuito de preservação da espécie. Por exemplo, a circuncisão, alimentos como carne de porco ou frutos do mar. Hoje sabemos como a separação do povo dessas práticas alimentares bem como a circuncisão davam sobrevida ao povo. Era para mantê-los saudáveis. Vejo a condenação ao ato homossexual por Deus por vários aspectos, a preservação da espécie. Se você colocar 500 gays em uma ilha por 70 anos, no fim a ilha ficará deserta. O coito anal é anti-higiênico. Doenças como HPV e AIDS se proliferam com facilidade entre a comunidade GLBTT, e temos a questão do pecado, que é tudo aquilo que ofende e entristece Deus. Lembrando que as condenações eram no VT, na dispensação da Lei. Com Cristo no Novo Testamento a condenação ficou para a alma, na eternidade. A lei do olho por olho foi trocada pelo ama o próximo como a ti mesmo. Por isso amo os homossexuais, mas abomino o ato homossexual. 
Marco Feliciano é apoiado na Marcha pela Família em junho
Julio Severo: O que você pensa do PLC 122?
Marco Feliciano: O PLC 122 é o cadeado que lacrará para sempre a liberdade de expressão e castigará fortemente a igreja cristã verdadeira.
Julio Severo: Você concorda com a atitude do governo, com a cumplicidade dos meios de comunicação, de forçar as crianças e adolescentes a serem expostos à doutrinação homossexual nas escolas e outros ambientes?
Marco Feliciano: Sou contra e pago um alto preço por isso. A assim chamada “nova estrutura familiar” é desonesta, macabra, pútrida, desgraçada e implacável! Pais cuidem de seus filhos!
Julio Severo: Antes de você, o que acontecia na Comissão de Direitos Humanos? É verdade que muito dinheiro era canalizado para financiar projetos homossexuais? Pode mencionar algum projeto financiado?
Marco Feliciano: A CDHM foi criada quase 20 anos atrás e era usada como plataforma de visibilidade ao movimento LGBTT. Nos últimos 18 anos estima-se que algo em torno de 350 milhões de reais foram destinados a este grupo. Há inúmeras denúncias que, quando apuradas, esbarram numa redoma política. O Ministério da Cultura tem uma espécie de sub-ministério só para os gays. Em São Paulo com apoio do governo estadual criou-se o museu gay. As marchas de orgulho gay têm apoio legal dos cofres públicos, e por vai.
Julio Severo: E agora sob sua presidência, como a Comissão de Direitos Humanos canaliza os recursos? Para onde vai o dinheiro do povo?
Marco Feliciano: Uma comissão não pode mandar dinheiro, mas indica onde as verbas deveriam ser empregadas. Isso acontece no fim do ano. Ainda não o fiz, mas quando o fizer, fiquem tranquilos que indicarei os que realmente precisam do dinheiro do povo.
Julio Severo: Você acha que a imensa revolta da militância gay contra sua presidência na Comissão de Direitos Humanos tem a ver com a perda milionária de recursos que o movimento gay sofreu?
Marco Feliciano: É claro que sim. E também com a perda da visibilidade na própria Câmara dos Deputados. Embora este ano eles apareceram mais na mídia, o que deveria ser bom pra eles, foi um verdadeiro tiro no pé. As pessoas estão acordando e percebendo o que eles fazem de fato.
Julio Severo: No passado, você apoiou politicamente Lula e Dilma. O que fez você mudar de posição? Entre valores éticos, especialmente contra o aborto e o homossexualismo, e apoio ao PT, por que você preferiu valores éticos?
Marco Feliciano: Em 2010 estávamos entre a cruz e o punhal. De um lado, no segundo turno, estava o PSDB e José Serra, que assumiu publicamente que era a favor do aborto. Do outro, Dilma, que assinou um documento público dizendo que era contra o aborto e que em seu governo não o aprovaria. O que você faria? Eu escolhi o menos pior, o candidato que tinha um documento físico que poderia ser usado para cobrar a promessa feita. Apoiei Dilma. Arrependi-me. Para esta esquerda que ai governa, valores só existem quando é dinheiro.
Julio Severo: Por que Ariovaldo Ramos e outros representantes da esquerda evangélica, que também apoiaram Lula e Dilma, preferiram se unir ao PT e à militância gay contra você na presidência na Comissão de Direitos Humanos? Valores éticos, especialmente contra o aborto e o homossexualismo, não são importantes para eles?
Marco Feliciano: Quem sabe? Com certeza deve ter algum ganho especial que desconhecemos. Cito aqui o velho poeta, “Entre o céu a terra existem mais mistérios que a nossa vã filosofia de viver”… Eu não consigo acreditar em uma igreja que prefere o erro, mas não a verdade. Não consigo compreender o que leva um pastor a apoiar um sistema maligno do que ficar ao lado do seu simples e fraco irmão. Não entendo mesmo.
Julio Severo: Você passou por uma grande prova de fogo. Com tanta oposição à sua nomeação para a presidência da Comissão de Direitos Humanos, parecia que você não ia conseguir durar muito tempo. Como foi sua experiência com Deus nesse período?
Marco Feliciano: Não me lembro de ter ficado tão perto de Deus antes. Foi profundo. A dependência dEle foi total. A oração tinha um foco virtuoso. Eu que já ouvia falar dEle, O conheci de verdade. Depois de 40 dias vi os cristãos se levantarem em meu socorro. Evangélicos, católicos e, pasme, até espíritas, babalorichás e ateus conservadores se uniram na internet, nas ruas, em oração, em programas de TV e rádio. A manifestação promovida pelo Pr. Silas Malafaia em Brasília foi uma benção. Vi Deus mover a nação cristã em oração.
Julio Severo: Depois de imensa oposição, sua permanência como presidente da Comissão de Direitos Humano é um milagre. Você sente que Deus tinha esse propósito para você? Jean Wyllys, o deputado gayzista, diz que foi colocado na política pelos orixás. E no seu caso? Você tem um chamado de Deus para a política?
Marco Feliciano: Quando me candidatei a deputado federal, foi um choque para muitos. Poucos entenderam o que eu fazia naquele momento. Eu tive um sonho espiritual. Fui movido por Deus para atuar como político. Minha vida na política despertou a mente de boa parte da igreja. Provei que é possível ser politico e continuar cheio do Espirito Santo. Continuo sendo pastor e pregador. Meus princípios permanecem. No ano que vem a igreja mostrará sua força nas urnas. Tenho certeza que Deus está neste negócio. Eu creio que Deus ainda tem “Josés e Daniéis” para governos. Lembrando que o profeta do Velho Testamento era a consciência política dos reis.
Marco Feliciano
Julio Severo: Muitos gostariam de votar em você para presidente no próximo ano, pois possivelmente todos os candidatos serão pró-aborto e pró-homossexualismo. Nem a socialista Marina Silva, que está buscando o voto evangélico, é confiável nessas questões. Ela tem o apoio de muitos esquerdistas, inclusive evangélicos, que fizeram oposição sistemática a você. Você seria a única opção eleitoral para os cristãos. Por que você não se candidata a presidente?
Marco Feliciano: Eu também me decepcionei com a nossa “irmã” Marina. Marina é tão de esquerda que o próprio PT não foi radical o suficiente pra ela. Vejam os que estão ao lado dela na construção da Rede e entenderão o que falo. Se hoje um partido com tempo de TV me desse a legenda, eu me candidataria sem medo. Se não for dessa vez, quem sabe na próxima. Estou em oração. Tenho muito que aprender. Tenho 40 anos de idade e iniciando minha vida política, lembrando que nunca fui nem vereador. Tenho convicção de que não estou 100% preparado, mas para isso existem assessorias, ministérios, etc. É um sonho. Vamos sonhar. Sonhemos com o dia em que ao ouvir a Voz do Brasil, o jornalista dirá: Com a palavra sua excelência o presidente da Republica Federativa do Brasil, e o presidente iniciará seu discurso assim: EU CUMPRIMENTO OS COMPATRIOTAS BRASILEIROS COM A PAZ DO SENHOR!
* Uziel Santana.
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