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2 de dezembro de 2015

As 50 cidades mais violentas do mundo são quase todas católicas


As 50 cidades mais violentas do mundo são quase todas católicas

Julio Severo
O site Business Insider informou uma nova classificação das cidades mais violentas do mundo, explicando que dois terços dos homicídios mundiais ocorrem na América Latina, ainda que essa região tenha apenas 8% da população mundial, de acordo com dados da ONU. Esse site disse:
“O tráfico de drogas, guerras de gangues, instabilidade política, corrupção e pobreza contribuem para a violência elevada dessa região. [Essa] classificação inclui cidades com uma população de mais de 300.000 e não conta mortes em zonas de combate ou cidades com dados indisponíveis, de modo que algumas cidades perigosas poderiam não estar representadas na lista.”
Essa classificação não inclui a predominância religiosa das cidades. Mas nesta reportagem, eu a incluirei, pois na América Latina a religião sempre foi fundamental para sua existência e inseparável de sua identidade nacional.
A maioria das cidades mencionadas nesta reportagem estão localizadas em nações predominantemente católicas, de acordo com o livro “The CIA World Factbook 2014,” que informa a seguinte predominância religiosa:
Honduras: católicos romanos, 97%.
Venezuela: católicos romanos, 96%.
México: católicos romanos, 82,7%.
Brasil: católicos romanos, 73,6%.
Colômbia: católicos romanos, 90%.
Os Estados Unidos, cuja predominância religiosa é protestante, também estão representados neste relatório, com cidades muito violentas, inclusive St. Louis, Detroit, New Orleans e Baltimore. Coincidentemente ou não, todas essas cidades têm um perfil predominantemente católico.
Eis o relatório do Business Insider sobre as 50 cidades mais violentas do mundo:
1. San Pedro Sula, Honduras teve 171,20 homicídios por 100.000 residentes.
2. Caracas, Venezuela teve 115,98 homicídios por 100.000 residentes.
3. Acapulco, México teve 104,16 homicídios por 100.000 residentes.
4. João Pessoa, Brasil teve 79,41 homicídios por 100.000 residentes.
5. Distrito Central, Honduras teve 77,65 homicídios por 100.000 residentes.
6. Maceió, Brasil teve 72,91 homicídios por 100.000 residentes.
7. Valencia, Venezuela teve 71,08 homicídios por 100.000 residentes.
8. Fortaleza, Brasil teve 66,55 homicídios por 100.000 residentes.
9. Cali, Colômbia teve 65,25 homicídios por 100.000 residentes.
10. São Luís, Brasil teve 64,71 homicídios por 100.000 residentes.
11. Natal, Brasil teve 63,68 homicídios por 100.000 residentes.
12. Ciudad Guayana, Venezuela teve 62,13 homicídios por 100.000 residentes.
13. San Salvador, El Salvador teve 61,21 homicídios por 100.000 residentes.
14. Cape Town, África do Sul teve 60 homicídios por 100.000 residentes.
15. Vitoria, Brasil teve 57 homicídios por 100.000 residentes.
16. Cuiabá, Brasil teve 56,46 homicídios por 100.000 residentes.
17. Salvador, Brasil teve 54,31 homicídios por 100.000 residentes.
18. Belém, Brasil teve 53,06 homicídios por 100.000 residentes.
19. St. Louis, Missouri, EUA teve 49,93 homicídios por 100.000 residentes.
20. Teresina, Brasil teve 49,49 homicídios por 100.000 residentes.
21. Barquisimeto, Venezuela teve 46,46 homicídios por 100.000 residentes.
22. Detroit, Michigan, EUA teve 44,87 homicídios por 100.000 residentes.
23. Goiânia, Brasil teve 44,82 homicídios por 100.000 residentes.
24. Culiacán, México teve 42,17 homicídios por 100.000 residentes.
25. Cidade da Guatemala, Guatemala teve 41,90 homicídios por 100.000 residentes.
26. Kingston, Jamaica teve 40,59 homicídios por 100.000 residentes.
27. Juárez, México teve 39,94 homicídios por 100.000 residentes.
28. New Orleans, Louisiana, EUA teve 39,61 homicídios por 100.000 residentes.
29. Recife, Brasil teve 39,05 homicídios por 100.000 residentes.
30. Campina Grande, Brasil teve 37,97 homicídios por 100.000 residentes.
31. Obregón, México teve 37,71 homicídios por 100.000 residentes.
32. Palmira, Colômbia teve 37,66 homicídios por 100.000 residentes.
33. Manaus, Brasil teve 37,07 homicídios por 100.000 residentes.
34. Nuevo Laredo, México teve 34,92 homicídios por 100.000 residentes.
35. Nelson Mandela Bay, África do Sul teve 34,89 homicídios por 100.000 residentes.
36. Poreira, Colômbia teve 34,68 homicídios por 100.000 residentes.
37. Porto Alegre, Brasil teve 34,65 homicídios por 100.000 residentes.
38. Durban, África do Sul teve 34,48 homicídios por 100.000 residentes.
39. Aracaju, Brasil teve 34,19 homicídios por 100.000 residentes.
40. Baltimore, Maryland, EUA teve 33,92 homicídios por 100.000 residentes.
41. Victoria, México teve 33,91 homicídios por 100.000 residentes.
42. Belo Horizonte, Brasil teve 33,39 homicídios por 100.000 residentes.
43. Chihuahua, México teve 33,29 homicídios por 100.000 residentes.
44. Curitiba, Brasil teve 31,48 homicídios por 100.000 residentes.
45. Tijuana, México teve 29,90 homicídios por 100.000 residentes.
46. Macapá, Brasil teve 28,87 homicídios por 100.000 residentes.
47. Cúcuta, Colômbia teve 28,43 homicídios por 100.000 residentes.
48. Torreón, México teve 27,81 homicídios por 100.000 residentes.
49. Medellín, Colômbia teve 26,91 homicídios por 100.000 residentes.
50. Cuernavaca, México teve 25,45 homicídios por 100.000 residentes.
Pelo fato de que a maioria esmagadora dessas cidades são católicas, algumas perguntas são necessárias. Por que a influência religiosa católica não tem sido suficiente para proteger essas sociedades de violência social generalizada? Por que a Igreja Católica na América Latina tem muitas vezes abraçado a Teologia da Libertação para resolver questões de política, corrupção e pobreza?
O Cristianismo, em seu formato no Novo Testamento, dependia totalmente do Espírito Santo. Há promessas de Deus de que os moveres de transformação do Espírito Santo não estavam limitados ao passado, mas estão também disponíveis para hoje:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão.” (Atos 2:17-18 King James Atualizada)         
O movimento carismático é uma parte do cumprimento dessa promessa.
Entretanto, a Igreja Católica na América Latina tem frequentemente sido muito mais aberta às promessas da Teologia da Libertação do que às promessas da Bíblia sobre o poder de transformação do Espírito Santo. Os católicos latino-americanos têm também sido muito abertos ao sincretismo com várias formas de religiões africanas como o vodu, candomblé e santería. Até mesmo em New Orleans, nos EUA, o vodu está sincretizado com a cultura católica. O Brasil, o maior país católico do mundo, está cheio de candomblé, a variedade brasileira do vodu, que é magia negra. É de admirar que o Brasil seja mais violento do que nações em guerra?
O sincretismo com as religiões africanas (que são vistas como bruxaria pelas igrejas evangélicas) é muito antigo e difundido no catolicismo latino-americano, principalmente o Brasil.
Apesar dessas fortes invasões das trevas na cultura católica latino-americana, a Igreja Católica tem sido muito limitadamente aberta para o movimento carismático e especialmente ao poder do Espírito Santo contra os poderes da bruxaria.
Na América Latina católica, a bruxaria e a Teologia da Libertação têm ajudado a promover a violência, pois a natureza e o espírito delas são demoníacos.
A Igreja Católica na América Latina deveria seriamente considerar o motivo por que ela é menos aberta ao poder de transformação do Espírito Santo, por que seus membros são mais abertos à bruxaria e por que seus membros e líderes são mais abertos ao marxismo.
Com informações do Business Insider.
Leitura recomendada:

29 de setembro de 2014

ONU adota resolução homossexual latino-americana


ONU adota resolução homossexual latino-americana

Julio Severo
O Conselho de Direitos Humanos da ONU na sexta-feira passada adotou uma resolução, por 25 votos a 14, contra a “violência” e “discriminação” contra indivíduos LGBT. A resolução foi apresentada pela Argentina, Brasil, Chile e Colômbia — nações majoritariamente católicas, mas implacavelmente afetadas pela Teologia da Libertação e outras formas de socialismo. O Brasil é a maior nação católica do mundo.
 “O Conselho de Direitos Humanos deu um avanço fundamental ao reafirmar um dos principais princípios da ONU — que todos são iguais em dignidade e direitos,” disse Jessica Stern, diretora-executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos, depois da votação.
Jessica compreendeu corretamente que essa resolução é apenas a ponta do iceberg para a expansão de direitos gays no mundo inteiro.
De acordo com o noticiário da NBC, a resolução latino-americana foi aprovada na ONU “com forte apoio dos EUA,” outrora a maior nação protestante do mundo.
O secretário de Estado John Kerry disse: “Temos uma obrigação moral de abrir a boca contra a marginalização e perseguição de indivíduos LGBT. Temos uma obrigação moral de promover sociedades que são mais justas e imparciais, mais tolerantes.”
Marginalização, perseguição, violência e discriminação de indivíduos LGBT são termos que foram amplamente usados em conexão com as leis russas que proíbem a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Ainda que essas leis tenham como objetivo proteger crianças e adolescentes, os meios de comunicação e governos do Ocidente as retratam como fontes de violência. Seus ataques foram especialmente estridentes durante os Jogos Olímpicos de Sochi, na Rússia, no começo deste ano quando a mídia americana, Obama e seus diplomatas fizeram dos russos e seu país motivo de zombaria.
Por isso, é difícil acreditar que a intenção da resolução latino-americana não é desencorajar outras nações de proteger crianças e até suas sociedades da influência nociva da agenda homossexual.
A América Latina não é a única região católica a se tornar vítima da ilusão homossexualista.
A Itália e a Irlanda — ambos países predominantemente católicos onde a homossexualidade não era socialmente aceita no passado — votaram a favor.
Cuba e Venezuela, que geralmente se opõem às resoluções apoiadas pelos EUA, ficaram do lado do Brasil e outras nações latino-americanas, cujos governos esquerdistas têm dado passos largos em leis homossexuais.
O Chile argumentou que votar contra a resolução na prática seria fechar os olhos para violência contra “milhões de pessoas ao redor do mundo na base da orientação sexual.”
Apesar disso, a Rússia — que na era soviética foi a primeira nação a ter uma postura liberal sobre a homossexualidade, mas hoje está experimentando um reavivamento de sua religião ortodoxa cristã — escolheu votar contra seu parceiro comercial — o Brasil — e sua resolução que para efeitos práticos destruiria as leis russas contra a propaganda homossexual. Outros parceiros do Brasil nos BRICS escolheram não desafiar o Brasil de forma tão direta. A Índia e a China se abstiveram, mas a África do Sul votou a favor.
As nações islâmicas votaram contra.
Tanto Uganda quanto Nigéria — onde a homossexualidade é ilegal — condenaram a resolução como uma tentativa de influenciar a cultura de seus povos.
Outras nações acusaram a resolução de “imperialismo cultural.”
Na prática, a resolução transforma a ONU em um instrumento para denunciar governos que se opõem ao homossexualismo. Brasil, EUA e União Europeia poderão agora, juntamente com Cuba e Venezuela, fazer mais zombarias e ataques contra nações que protegem suas crianças e sociedades.
Com informações de TeleSurTV, Washington Blade, NBC News, Glaad, Departamento de Estado dos EUA e Reuters.
Versão em inglês deste artigo: U.N. Adopts Latin American Homosexual Resolution
Leitura recomendada:

2 de maio de 2012

Conduta depravada não é surpresa numa cultura de desenfreio moral


Conduta depravada não é surpresa numa cultura de desenfreio moral

O Serviço Secreto dos EUA e seus segredos sujos

Julio Severo
A Colômbia, considerada a Tailândia da América do Sul pela mídia americana, jogou a viagem presidencial de Barack Obama num escândalo quando alguns de seus agentes secretos se envolveram com prostituição.
O escândalo da Colômbia eclodiu na manhã de 12 de abril, quando uma briga por causa de pagamento entre uma prostituta e um agente do Serviço Secreto transbordou no hotel, na polícia local e nos meios de comunicação.
O segredo dos agentes secretos foi exposto por falta de pagamento para uma prostituta!
Vários agentes do Serviço Secreto foram removidos de seus empregos.
Janet Napolitano, ministra do Ministério de Segurança Nacional dos EUA, assegurou aos legisladores céticos que o que ocorreu na Colômbia foi incidente “isolado”.
Mas uma investigação está sendo feita para verificar se agentes secretos contrataram moças de strip-tease e prostitutas antes da visita do presidente Obama a El Salvador no ano passado.
Na semana passada, o jornal The Washington Post noticiou que supervisores elevados do Serviço Secreto haviam tolerado conduta semelhante durante viagens oficiais anteriores. O Post descreveu uma visita a Buenos Aires em 2009 do presidente Bill Clinton, cujo destacamento de proteção incluía agentes e soldados uniformizados. Durante a viagem, disse o Post, membros desse destacamento deram uma saída tarde da noite para farrear em boates de strip-tease.
Conduta depravada não deveria causar surpresa numa nação onde Hollywood, a maior máquina de propaganda do mundo, reina de forma suprema com seus filmes que promovem descaradamente a prostituição no nome do “amor livre”. Hollywood ensina o mundo a “se divertir” com qualquer garota. É de maravilhar as “muitas diversões” de John F. Kennedy, ou Bill Clinton, ou Franklin Delano Roosevelt?
Apenas tente falar sobre controle sexual para um John F. Kennedy ou Bill Clinton!
Num recente livro, Mimi Alford conta que sua virgindade foi tirada quando ela era uma estudante interna de 19 anos na Casa Branca. O sedutor foi o presidente John F. Kennedy. Por algum motivo, o Serviço Secreto não teve capacidade ou disposição de proteger a jovem estudante de um adúltero serial, mas com sucesso manteve em segredo a conduta depravada dele. Outras condutas depravadas de Kennedy e outros presidentes americanos foram também protegidas pelo Serviço Secreto. Pelo menos uma das amantes de Kennedy, Mary Pinchot Meyer, foi, pelo que se alega, assassinada pela CIA.
Mimi Alford teve sorte de ser deixada com vida.
Tendo assistido e amado Hollywood e conhecido as liberdades sexuais de seus chefes, por que os agentes do Serviço Secreto não poderiam usar um pouco dessa liberdade também?
As prostitutas da Colômbia tiveram sorte de não terminar como Mary Pinchot Meyer. Mas não há dúvida de que o Serviço Secreto não teria tido nenhum problema na Tailândia da América do Sul se um de seus agentes não tivesse brigado por causa de pagamento para uma prostituta, transformando sua prostituição num escândalo que expôs um segredo sujo.
Mas por que tanto estardalhaço? O Serviço Secreto tem protegido as propensões imorais dos presidentes americanos, até mesmo alegadamente matando algumas de suas amantes, numa cultura em que Hollywood impõe suas devassidões internacionalmente como norma.
Ted Kennedy, falecido senador americano e irmão de JFK, alugou um prostíbulo inteiro por uma noite durante uma viagem ao Chile em 1961. Na época, ele estava casado com sua primeira esposa, Joan, por três anos. Tinham ele e seu irmão algum respeito pelos votos matrimoniais ou pela moralidade?
Por que o Serviço Secreto deveria se comportar de modo diferente?
Prostituição e sexo sem compromisso são um legado flagrante do desenfreio sexual.
Quando uma nação e seu governo defendem o desenfreio, não podem esperar uma conduta limpa de seus representantes.
Ao rejeitar seus alicerces cristãos e morais, os Estados Unidos não podem esperar de seus líderes um controle sexual que não incapazes de defender em sua sociedade.
Com informações da Associated Press, Daily Mail, Rock Center e Estadão.