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17 de julho de 2013

O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?


O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?

Cantoras gospel, “machismo”, dinheiro e omissão

Julio Severo
Cantoras gospel, que estiveram com a prezidenta Dilma Rousseff nesta semana, foram muito cobradas. Não, não foi cobrança de cachê. Foi cobrança de posturas morais diante da prezidenta, que está para sancionar, a qualquer momento, lei que praticamente torna o aborto legal no Brasil.
Apoio e solidariedade ao quê? Aos bebês em gestação? Às famílias ameaçadas pelas políticas de iniquidade do governo e partido da prezidenta?
Talvez elas quisessem ser usadas por Deus. Mas é certo que Dilma também as usou.
O Brasil está há anos sob a opressão e pressões petistas para legalizar o aborto, a agenda gay e outras iniquidades. Querendo ou não, uma demonstração de apoio e solidariedade a quem luta nessas causas acaba apoiando essas próprias causas — a não ser que elas tivessem aberto a boca para falar o ponto-de-vista de Deus sobre essas questões.
Contudo, não falaram. A explicação que ouvi, de fonte ligada diretamente a elas, é que elas precisavam desse encontro como primeiro passo para outros encontros com Dilma. Posteriormente (e suspostamente, se Dilma de fato continuar abrindo suas portas), as cantoras começariam a conversar com Dilma sobre aborto.
Mas será que temos tanto tempo assim para esperar para falar o que é urgente? Será que as crianças ameaçadas pela lei do Holocausto do Aborto podem aguardar?
Ou será que as cantoras estão tão desligadas dos problemas e realidade do Brasil que não podem tratar deles diante da prezidenta?
Garanto que se o governo do PT estivesse a ponto de sancionar uma lei contra cachês pesados, todas as cantoras gospel fariam questão de abrir a boca para pedir a Dilma que revogasse imediatamente tal lei.
Uma cantora gospel desabafou pelo Twitter que as críticas às suas amigas cantoras deve-se ao “machismo” — termo fartamente empregado pelas feministas, que estão na linha de frente na luta a favor do aborto. Isto é, além de nada falarem de aborto para dona Dilma, ainda acusam quem expõe sua omissão de “machistas.” Preferem um alinhamento feminista a um alinhamento pró-família.
A Dra. Marisa Lobo, que é mulher e não pode ser acusada de “machista,” acabou de me contar sobre um comício contra o aborto a ser realizado no Rio de Janeiro. Cantores seculares e católicos prontamente aceitaram sem nada cobrar. Até o momento, não há nomes evangélicos para o evento. As cantoras gospel conseguiriam participar sem cobrar seus habituais cachês pesados? Os evangélicos, que deveriam se diferenciar na sociedade pelo caráter de santidade, estão se destacando pelos interesses financeiros.
Será que seria preciso cachê até para defender a vida de um bebê em gestação? E Jesus, também precisaria pagar cachê para ter um encontro agendado com as senhoras cantoras que têm boca aberta para acusar de “machismo,” mas não têm boca aberta para falar para Dilma sobre vidas em perigo ou coração aberto e boa vontade para cantar a favor da vida?
Será que é só o bolso delas que está mais aberto do que suas bocas?
Diante de uma eventual indisponibilidade das cantoras gospel por falta de cachê, talvez a Dra. Marisa devesse se dispor a cantar, representando os evangélicos no evento. Ela não é cantora profissional, mas pelo menos tem boa vontade e está mais do que disposta a falar em defesa dos bebês em gestação.
A luta em defesa da vida é feita por boa vontade, não por um bolso cheio de cachê.
Anos atrás, participei de um evento em Rondônia em defesa da família. Nada cobrei. Fui com os bolsos vazios e sai com os bolsos vazios. Mas o famoso cantor gospel que fez a parte inicial do evento cobrou na época 20 mil reais. Ele saiu com os bolsos cheios, mesmo tendo abandonado sua esposa e filhos pequenos para viver com a amante. Mas eu não havia sido avisado da participação dele. Tudo o que pude fazer, em protesto, foi dizer aos organizadores que eu não poderia participar do evento, pois não fazia sentido algum defender a família ao lado de um cantor adúltero.
Eu poderia citar para as cantoras gospel o exemplo do profeta Elias, que orava, agia e falava o que Acabe e Jezabel precisavam ouvir. Mas temo que esse exemplo será tachado de “machista,” pelo fato de que Elias era homem.
Tudo bem. Temos o exemplo da rainha Ester. Quando eu estava orando de madrugada sobre as cantoras gospel, me veio esta palavra:
Quando Mardoqueu recebeu essa resposta de Ester, imediatamente mandou adverti-la: “Não imagines que, somente por estares vivendo no palácio do rei, serás a única a escapar da matança dos judeus, porquanto se calares neste momento crucial, certamente socorro e salvação surgirão de outra parte para os judeus, mas tu e a casa de teu pai, os teus familiares, todos sereis aniquilados. Quem sabe se não foi para este dia que foste nomeada rainha da Pérsia?”Então Ester mandou a seguinte resposta a Mardoqueu: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem na capital, Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que esse seja um gesto considerado rebelde e contra a lei; se perecer por isso, pereci!” Então, partiu Mardoqueu e agiu exatamente como Ester lhe havia pedido. (Ester 4:12-17 KJA)
Ester teve de orar e falar coisas importantes ao rei, que havia sancionado assassinatos de inocentes. As cantoras gospel só ficaram com a primeira parte: oraram. Mas não falaram com Dilma sobre aborto e sua decisão de sancioná-lo.

Sônia Hernandes chefiou reunião das cantoras gospel com Dilma

O encontro com Dilma foi organizado por Marcelo Crivella e ajudado especialmente por Sônia Hernandes, dois nomes ligados ao PT. Crivella fez a ponte para que as cantoras gospel, sob a liderança de Sônia, tivessem o encontro oficial com Dilma. A imprensa nacional destacou não só o papel de Sônia, mas também seus vários escândalos financeiros e judiciais.
Crivella, um dos principais líderes da Igreja Universal do Reino de Deus, já disse, blasfemamente, que “o Evangelho é a cartilha mais comunista que existe,” como se Jesus Cristo fosse algum profeta de Karl Marx.
Eu não sei como Sônia leva o sobrenome Hernandes, mas conheci um Hernandes que teria tido boca para falar o que Dilma precisa ouvir. Clodovil Hernandes, o homossexual mais famoso do Brasil, era também o maior inimigo de Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento supremacista gay do Brasil.
Se até Clodovil conseguia falar o que os grandes precisavam ouvir, por que Sônia Hernandes não pode? Por que suas amigas cantoras também não podem? Será para não magoar o PT, que também financia a Marcha para Jesus?
O povo vai à Marcha apenas pelo nome de Jesus. Se o evento se chamasse Marcha do Casal Hernandes, o grande público evangélico pensaria duas vezes antes de ser usado.
Na última Marcha para Jesus, um famoso pastor levou uma equipe com vários cartazes contra o aborto, o PLC 122 e outras políticas do PT. Mas o casal Hernandes havia dado ordens aos seus seguranças para removerem e proibirem tal manifestação contra seus patrocinadores petistas.
Não se pode, então, levar cartazes contra as políticas do PT na Marcha para Jesus, porque o casal Hernandes não gosta. Afinal, não se pode prejudicar o lucrativo relacionamento entre eles e o PT.
Não se pode ter famosas cantoras gospel para representar os evangélicos numa manifestação contra o aborto, pois, parafraseando um versículo da Bíblia, “sem cachê é impossível agradar aos deuses e deusas do estrelato gospel.”
Na reunião com Dilma, as cantoras gospel não puderam falar sobre aborto e a Lei da Palmada, pois o grupo estava encabeçado por Sônia Hernandes, que tem fortes interesses com o governo do PT.
E, ainda por cima, não se pode expor essas falhas das cantoras gospel sob risco, no meu caso, de ser chamado de “machista.”
Eu acho, Sônia Hernandes, que Clodovil Hernandes saberia muito mais como agir em cada uma dessas situações. Talvez ele nem soubesse orar. Mas o que importa? É melhor saber agir do que orar sem saber o que fazer.
Poderiam, pelo menos, pensar tanto na defesa da vida humana quanto pensam em seus cachês.
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30 de junho de 2013

Marcha para Jesus: Gilberto Carvalho é vaiado


Marcha para Jesus: Gilberto Carvalho é vaiado

Casal Estevam e Sônia Hernandes precisam da “unção” de Clodovil Hernandes

Julio Severo
Em matéria sobre a Marcha para Jesus, a revista Veja disse: “O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, foi vaiado, neste sábado, na Marcha para Jesus 2013, em São Paulo. Carvalho pegou o microfone para dizer ao público evangélico que representava a presidente Dilma Rousseff na caminhada. A rejeição chegou em forma de vaia.”
Gilberto Carvalho
Foi uma manifestação mais do que merecida. Talvez, em meio à onda de protestos que varre o Brasil muitas vezes sob controle de agentes esquerdistas, Carvalho tenha achado que os evangélicos da Marcha para Jesus seriam tão trouxas quanto os evangélicos da Aliança Evangélica.
No inicio deste ano, Carvalho esteve numa grande igreja presbiteriana em Brasília numa reunião da Aliança Evangélica, com a presença de vários pastores. O escolhido para “representar” os evangélicos foi Ariovaldo Ramos, que nesta semana recebeu a “graça” vermelha de estar numa reunião com Dilma Rousseff com representantes dos movimentos sociais supostamente liderando as manifestações no Brasil.
O recado é bem simples: Os evangélicos precisam entender que Carvalho é a porta aberta para Dilma e para as profundezas do PT.

“Irmãos”

Na reunião com Ariovaldo e sua Aliança Evangélica, Carvalho, que é da Teologia da Libertação, pôde chamar os evangélicos reunidos de “irmão” — pois em suas veias corre o mesmo sangue ideológico de Karl Marx.
Esses “irmãos,” que são em grande parte, de uma linha protestante mais tradicional, não tinham com que se preocupar quando, no início do ano passado, Carvalho revelou que o único obstáculo que resta hoje para o avanço da agenda socialista no Brasil são os neopentecostais.

Oportunismos

Por quê? Porque há uma diferença enorme entre o oportunismo financeiro do líder neopentecostal e o oportunismo ideológico do líder protestante tradicional. O líder neopentecostal apoia o PT e outras esquerdas para proteger suas concessões de rádio, TV e outros espaços, mas prontamente “trai” os esquerdistas quando surge o assunto da agenda gay e abortista.
Silas Malafaia e Marco Feliciano na Marcha para Jesus
O exemplo está aí. Marco Feliciano e Magno Malta apoiaram, por puro oportunismo econômico, Dilma na eleição presidencial de 2010, mas nunca apoiaram as agendas imorais do PT. Pelo contrário, eles denunciam publicamente toda tentativa de legalizá-las.

Esquerda evangélica antineopentecostal

Em contraste, Ariovaldo Ramos e muitos pastores tradicionais apoiaram, por puro oportunismo ideológico, Dilma na eleição, mas têm uma dificuldade colossal de abrir a boca para denunciar o PT quando busca legalizar iniquidades. E ainda fazem um desserviço maior ao Evangelho ao abrirem facilmente a boca para condenar Marco Feliciano e outros líderes pentecostais e neopentecostais que denunciam quando o governo esquerdista promove iniquidades.
Veja o que a esquerda evangélica sabe fazer:
Essa diferença está bem apontada, inclusive a declaração de Carvalho, no meu mais novo livro “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade.”

A esquerda evangélica inteira, que sempre apoiou o PT, entrou em choque violento quando Feliciano, que não abre mão de denunciar o aborto e a agenda gay, foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos. Chegaram a assinar, juntamente com Ariovaldo Ramos, um manifesto contra Feliciano. Mostraram assim, na prática, que têm de fato o mesmo sangue ideológico de Gilberto Carvalho, que foi vaiado na Marcha para Jesus.
Os líderes que trouxeram Carvalho para a marcha deveriam também ser vaiados, pois perderam a vergonha na cara.
A presença de Carvalho contraria a natureza da marcha, que tem se destacado durante os anos por denunciar o “casamento” gay e o PLC 122.

Por que nenhum protesto contra os roubos estatais?

Os responsáveis pela Marcha para Jesus de São Paulo são o casal Estevam e Sônia Hernandes que, de acordo com a revista Veja, “foram condenados pela Justiça em 2009 por evasão de divisas,” chegando a ser presos nos Estados Unidos. 
Marcha para Jesus protestando contra Cristofobia
Alegadamente, o casal tinha vários esquemas para proteger seu patrimônio da voracidade das políticas de impostos. Essas políticas, sem a menor sombra de dúvida, violam um dos Dez Mandamentos que diz: “Não furtarás.” O governo brasileiro tem furtado em abundância do povo Brasil.
O caminho certo para o casal Hernandes seria fazer como já fazem muito bem na Marcha para Jesus nas questões do aborto e PLC 122: denunciar. Sim, por que não denunciar as políticas estatais de impostos que roubam?
Se até mesmo Tiradentes, que não era pentecostal nem neopentecostal, conseguiu protestar contra uma taxa abusiva de 20 de impostos 200 anos atrás, por que hoje os líderes evangélicos têm vergonha de condenar publicamente os enormes roubos estatais efetuados através de uma taxa mega-abusiva de quase 40 por cento de impostos?

Vaias para Carvalho e “unção” de Clodovil para o casal Hernandes

Dou meus parabéns aos participantes da Marcha para Jesus por terem vaiado Carvalho este ano. Em 2008, os participantes vaiaram Marta Suplicy, que estava no palco da Marcha para Jesus. Dei, na época, igualmente meus parabéns aos corajosos vaiadores.
Tenho certeza de que se Clodovil Hernandes, o homossexual mais famoso do Brasil, estivesse no palco, não só vaiaria Suplicy e Carvalho, mas também teria a mesma hombridade de defender a família, como já fez (conforme registrado neste vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko), para grande desagrado de Maria do Rosário e os supremacistas gays do Brasil.

Que Deus dê para o casal Hernandes a mesma hombridade e honestidade do falecido Clodovil Hernandes.
O tema da Marcha para Jesus em São Paulo neste ano foi Novo Tempo, e o Pr. Silas Malafaia, um dos líderes da marcha, disse que é o novo tempo para a família e para fazer do Brasil um país melhor.
Que seja um novo tempo para o casal Hernandes aprender com os corajosos vaiadores da marcha!
Presente também na marcha estava Marco Feliciano com uma camiseta com os dizeres: “Eu represento vocês.”
Daqui a pouco, a esquerda evangélica, que não abre a boca contra seus “irmãos” do PT e outras esquerdas, vai novamente abrir a boca contra Feliciano, inclusive com manifestos com o chavista Ariovaldo Ramos, dizendo que o deputado assembleiano não os representa.
Vão também atacar a Marcha para Jesus, não por ter trazido seu “irmão” Carvalho, mas por ter novamente condenado o aborto, o “casamento” gay e o PLC 122.
E outros evangélicos, que atacam a Marcha para Jesus por ciúmes, continuarão igualmente fechando os olhos para o grave oportunismo esquerdista em seu próprio meio, inclusive para uma famosa marcha presbiteriana no Rio liderada por um líder oportunista que já abriu a boca a favor do ditador Hugo Chavez e contra Marco Feliciano, mas nunca foi repreendido ou criticado pelos habituais criticadores da Marcha para Jesus.
Marcha para Jesus protestando contra o ativismo gay
Quanto à Marcha para Jesus, está indo muito bem, especialmente com as vaias contra Gilberto Carvalho e Marta Suplicy e vários protestos contra o supremacismo homossexual.
Só falta agora, para completar tudo, a coragem de Clodovil Hernandes, que dizia sobre Suplicy exatamente o que ela era: uma cobra oportunista, como todo político esquerdista.
Que o casal Hernandes receba, em nome de Jesus, a “unção” de Clodovil Hernandes!
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20 de junho de 2013

Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que restaura liberdade para homossexuais buscarem ajuda psicológica


Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que restaura liberdade para homossexuais buscarem ajuda psicológica

Julio Severo
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto (PDC 234/11) que protege psicólogos de serem punidos por tratarem de pessoas que por vontade própria buscam apoio para abandonar as práticas homossexuais. O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), foi aprovado em reunião tranquila.
O projeto suspende artigos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que intimida e pune psicólogos. Um dos artigos ressalta que os psicólogos não podem colaborar com serviços que proponham tratamento para o abandono das práticas homossexuais. Outro artigo proíbe os psicólogos de falar publicamente que a homossexualidade é uma desordem psíquica. O relator, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), votou pela aprovação do projeto.
O relator argumentou que as resoluções do Conselho de Psicologia estão tolhendo o direito do psicólogo de exercer sua profissão, e também o direito do paciente de buscar ajuda ou orientação. “O Conselho de Psicologia teve, por meio desses dois decretos, essa arbitrariedade. Por isso que o nosso parecer foi a favor do projeto, a favor de sustar essas duas resoluções do Conselho de Psicologia.”
O relator afirmou que já existe entendimento no Supremo Tribunal Federal de que toda iniciativa que restringe o exercício profissional é inconstitucional.
O projeto ainda tem que ser votado nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a Plenário.

Militantes e aliados se queixam

Quem não gostou da aprovação foi Maria do Rosário, ministra da Secretária Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Ela criticou o projeto, dizendo: “Nós vamos dialogar com as bancadas e com os presidentes [das comissões], procurando que todos os brasileiros sejam respeitados, respeitadas. E afirmando que esse projeto não respeita os cidadãos brasileiros que são homossexuais. E é uma missão da área de direitos humanos garantir a todos os brasileiros e brasileiras os direitos iguais.”
Por homossexual, Rosário só se refere aos supremacistas gays, que exigem que nenhum homossexual comum tenha o direito e a liberdade de buscar ajuda. Em vez de se colocar do lado do homossexual comum, Rosário defende unicamente os supremacistas gays e suas exigências.
Ao defender o desrespeito ao homossexual comum e à sua liberdade de buscar ajuda, Rosário viola a razão, o bom senso e princípios democráticos que ela alega sustentar.
No entanto, ela viola muito mais. Em abril deste ano, depois que Rosário e outros ministros se juntaram à mídia esquerdista para atacar Marco Feliciano, a presidente Dilma Rousseff ordenou que todos eles parassem de se envolver com o caso Feliciano, a fim de não colocar risco seu governo e sua reeleição presidencial em 2014.
Aparentemente, a irracionalidade ideológica de Rosário está falando mais alto do que sua fidelidade às ordens de sua patroa.

Nenhum louvor de Clodovil e de homossexuais oprimidos

Nem mesmo um homossexual inteligente como Clodovil conseguiu vencer a irracionalidade da militante Rosário, que se manteve dura como pedra quando Clodovil explicou (veja este vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko), anos atrás, o valor da família.
Tal dureza e irracionalidade, porém, não impediram que um membro da bancada evangélica fosse autor de uma moção de louvor a Rosário.
Clodovil: um homossexual que não agradava a Rosário e os supremacistas gays
Sim, ela tem realmente recebido louvores — de todos os opressores que exigem que o homossexual comum não tenha o direito de buscar ajuda. Ela tem também recebido louvores deles por ter se oposto à defesa pró-família de Clodovil.
Mas dos oprimidos, ela não está ganhando elogio algum.
E se Clodovil estivesse vivo, ela não ganharia nenhum louvor dele. Clodovil era o único brasileiro que sabia lidar cara a cara com os supremacistas gays. Ele denunciava Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento gay, por ver nela apenas uma oportunista — não muito diferente de Rosário.
Parabéns ao Dep. João Campos que, com seu projeto, se coloca ao lado dos oprimidos, não dos opressores.
Com informações do gabinete do Dep. João Campos.
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5 de abril de 2013

Bancada evangélica condena ditador da Venezuela por “homofobia”


Bancada evangélica condena ditador da Venezuela por “homofobia”

Julio Severo
O deputado João Campos (PSDB-GO), que é o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, apresentou uma moção de repúdio contra o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.
Ditador venezuelano Nicolás Maduro, amigo do PT, é alvo de moção de repúdio por “homofobia”
A moção, que condena o ditador por “homofobia,” foi aprovada por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, onde o Pastor Marco Feliciano é o presidente.
De acordo com reportagem do GospelPrime, a moção de Campos é uma resposta às recentes manifestações contra a permanência Feliciano na presidência da CDH. As manifestações são provocadas pelo PT e outros partidos socialistas que são favoráveis à ditadura de Maduro.
“Penso que essa comissão tem o dever de se manifestar repudiando esse comportamento preconceituoso e discriminatório”, disse João Campos.
A moção condena declarações de Maduro que, se tivessem sido feitas por Feliciano ou Silas Malafaia, seriam sumariamente condenadas pelo PT e pela grande mídia esquerdista como descaradamente “homofóbicas.”

“Homofobia” comunista oportunista

Num discurso contra o candidato Henrique Capriles, o ditador fez insinuações de que seu adversário político nas eleições para a presidência da Venezuela seria homossexual. No último dia 12 de março, Maduro disse em Caracas: “Eu, sim, tenho mulher, escutaram? Eu gosto de mulheres.” Em seguida, Maduro beijou a mulher. A intenção era claramente indispor o adversário com os sentimentos mais conservadores dos eleitores.
Capriles, que tem 40 anos, não é casado. Na época, ele reagiu: “Quero enviar uma palavra de rechaço às declarações homofóbicas de Maduro. Não é a primeira vez. Creio numa sociedade sem exclusão, na qual ninguém se sinta excluído por sua forma de pensar, seu credo, sua orientação sexual.”
O PT e seus aliados nada fizeram para condenar a “homofobia” de Maduro. O governo de Dilma Rousseff não enviou nenhuma nota de protesto para o governo venezuelano.
A situação de Capriles é muito parecida com o que sofreu Gilberto Kassab na eleição para a prefeitura de São Paulo em 2008. Sua adversária era Marta Suplicy, cujo programa de TV em horário eleitoral perguntou: “Kassab é casado? Tem filhos?” O responsável pela pergunta que tinha como alvo neutralizar as chances do candidato Kassab era o marqueteiro João Santana, homem do PT.
Hoje, de acordo com o colunista da revista Veja Reinando Azevedo, Santana é o marqueteiro do ditador Maduro na Venezuela.
Ai de Marco Feliciano, Silas Malafaia ou Julio Severo se disserem que um candidato está desqualificado por praticar a sodomia.
Mas Nicolás Maduro e Marta Suplicy, com a ajuda de Santana, puxam impunemente o tapete de seus adversários políticos com acusações de homossexualidade. Eles não enfrentam manifestações de ativistas atrapalhando suas reuniões e acusando-os de “homofóbicos,” “preconceituosos,” “fanáticos,” etc.
Os amigos do PT têm carta branca para pisar nos homossexuais que estão em seu caminho. Mas se um cristão abrir a boca para dizer que na Bíblia Deus condena a homossexualidade, quem é pisado é ele.
O movimento gay, agindo como um bando de galinhas abobalhadas, só cacareja contra os alvos que o PT aponta. Nada de cacarejos contra o ditador da Venezuela. Nada de cacarejos contra Suplicy.
O único que denunciava Suplicy por suas incoerências e oportunismos era Clodovil Hernandes, o mais famoso homossexual do Brasil. Mas ele era odiado pelo PT e pelas galinhas abobalhadas (veja este vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko).

A boa intenção da FPE e o tiro pela culatra

A intenção da moção da bancada evangélica é pedir a ação do Congresso contra a incoerência do PT e outros socialistas, que condenam pastores como Feliciano por qualquer contrariedade ao homossexualismo, mas fazem vista grossa de elefante para atitudes de socialistas que violam a própria sacralidade que eles mesmos dão ao homossexualismo.
A intenção é boa e merece parabéns. Mas o modo como a intenção foi implementada poderá se comprovar um tiro pela culatra, pois se Maduro pode ser condenado por “homofobia” por expressar repúdio (ou tirar vantagem) da homossexualidade do adversário político, quem poderá proteger a própria bancada evangélica de moções que igualmente condenam o que o PT e outros socialistas veem como “homofobia” em Marco Feliciano, Silas Malafaia e Julio Severo?
A moção da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) contra Maduro poderá legitimar moções semelhantes contra todos os que estão na linha de frente contra a tirania da agenda gay.
O campo ideal para a FPE mostrar essa incoerência do PT que condena Feliciano, mas protege o ditador Maduro, é denunciar da tribuna do Congresso.

Prestando solidariedade à tirania comunista ou às suas vítimas?

Maduro merece uma moção de repúdio vinda do Congresso Nacional? Claro que sim! Uma moção condenando o ditador da Venezuela por suas ligações com o assassino regime comunista de Cuba e seu controle tirânico sobre a Venezuela seria muitíssimo bem-vinda.
Anos atrás, o líder protestante brasileiro Ariovaldo Ramos viajou numa comitiva de aliados de Lula para prestar solidariedade ao ditador Hugo Chávez. Depois da morte de Chávez, Ariovaldo agradeceu a Deus “pelo privilégio de ter convivido com essa personalidade de minha geração.”
Ele também disse: “O melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Esse é o mesmo Ariovaldo que representa muito bem a esquerda evangélica do Brasil e que assinou nome num manifesto público contra Feliciano. Junto com Gilberto Carvalho, homem forte do PT, ele fez também uma recente parceria com o governo em nome dos evangélicos.
Em Ariovaldo, o povo da Venezuela viu um evangélico que representou os evangélicos do Brasil no apoio à tirania comunista que se apossou da Venezuela.
Até agora o povo da Venezuela não teve nenhum sinal vindo do Brasil de que a liderança evangélica brasileira discorda de Ariovaldo e seu lamentável apoio à tirania venezuelana. Nenhum representante dos evangélicos do Brasil viajou para o oprimido país venezuelano para prestar solidariedade às vítimas do comunismo.
Espero que a Frente Parlamentar Evangélica, na pessoa do Dep. João Campos, responda a esses anseios com uma moção muitíssimo necessária e aguardada contra tal tirania.
E espero que a Comissão de Direitos Humanos sob a presidência de Feliciano faça o que nunca fez quando estava sob o controle do PT e comparsas: condenar as sistemáticas violações de direitos humanos dos cristãos em Cuba, Irã e outros países governados por tiranos amigos do PT.
Com informações de Reinaldo Azevedo, UOL Notícias e GospelPrime.
Fonte: www.juliosevero.com    
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16 de junho de 2012

Clodovil e sua cobra chamada “Marta”


Clodovil e sua cobra chamada “Marta”

Homenagem do mais famoso homossexual do Brasil à famosa petista adepta do supremacismo gay

Julio Severo
A cobra de bronze, que servia de pé de mesa, ficou famosa. Famosa pelo seu dono, Clodovil Hernandes, o mais famoso homossexual do Brasil, falecido em 2009. Famosa pelo nome, “Marta”, em homenagem a Marta Suplicy, conhecida como rainha dos gays.
A obra de arte recebeu de Clodovil o apelido de “Marta” por causa da longa história de inimizade entre ele e Marta Suplicy, desde a década de 1980, quando ambos trabalhavam na TV Mulher, da Globo. Ele, falando de moda. Ela, em suas eternas conversas de sexo.
O papo de “relaxa e goza” de Marta nunca convenceu o mais famoso homossexual do Brasil, que via na rainha do movimento gay do Brasil apenas oportunismo de cobra traiçoeira — oportunismo que ficou evidente quando, ao ver que estava perdendo a eleição para a prefeitura de São Paulo anos atrás, ela insinuou, na propaganda de sua campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica: sabendo que a população é em grande parte contra o homossexualismo, Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Foi uma jogada de cobra.
Por isso, a cobra de Clodovil ficou famosa. É uma justa homenagem do mais famoso homossexual do Brasil à mulher que ficou famosa por lutar para implantar no Brasil o supremacismo gay.

23 de maio de 2012

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira


Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

Por inspiração de Obama, senadora homossexualista quer de volta PLC 122 do jeito da senadora derrotada Fátima Cleide

Julio Severo
Cansada da resistência do povo brasileiro, mas animadíssima com o recente mau exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay, a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado exatamente por defender o supremacismo gay.
PLC 122: Gaystapo ataca de novo
Com a derrota de Fátima nas eleições de 2010, o PLC 122 foi sepultado no Senado, sendo desenterrado em seguida por Suplicy, que esperava que seu ativismo radical pudesse dar para o projeto supremacista gay o avanço que Fátima nunca conseguiu dar. Suplicy tentou de tudo, até mesmo dar uma concessão especial para que padres e pastores não fossem punidos se pregassem contra o homossexualismo dentro de suas igrejas.
Marta reconheceu publicamente que o texto de Fátima, o qual agora ela está trazendo de volta, condenava à prisão toda pessoa que dissesse qualquer coisa contra o homossexualismo. Por isso, ela havia criado uma isenção, conforme ela disse neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g

Antes dessa generosa concessão, as velhas palavras do PT e Fátima Cleide garantiam ao povo brasileiro que o PLC 122 jamais traria nenhuma perseguição aos cristãos. O projeto, segundo eles, visava exclusivamente proteger gays inocentes de supostas turbas “homofóbicas” que patrulham as ruas do Brasil à procura de estranhos com trejeitos para assassinar.
Os evangélicos ficaram desconfiados com as garantias de Fátima e do PT. Afinal, em 2002 o candidato Lula havia se comprometido com líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais que seu futuro governo jamais promoveria o aborto e o homossexualismo. Mas o governo dele foi exatamente o contrário do que ele prometeu. (Alguém, com certeza, deve ter se gabado nos bastidores: “Enganei um monte de bobo na casca do ovo!”)
A desconfiança dos evangélicos com as promessas de Fátima produziu uma campanha de igrejas para derrotar a reeleição dela. Mas eis que vem como substituta Marta Suplicy, considerada a rainha dos gays.

Livro “O Movimento Homossexual”

Só não conhece Suplicy quem não quer. Ela já vinha sendo denunciada desde meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998. Ela é uma antiga defensora de toda prática sexual anormal, tendo sido treinada, nas décadas de 1960 e 1970, em universidades dos Estados Unidos. Ninguém no mundo consegue formar melhor um PhD em depravação do que uma grande universidade americana.
Obama: inspiração para Marta Suplicy e supremacistas gays do mundo inteiro
A motivação de Marta está muito longe de preocupações com homossexuais. Anos atrás, vendo que estava perdendo a eleição para a prefeitura de São Paulo, ela insinuou, na propaganda de sua campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica: sabendo que a população é em grande parte contra o homossexualismo, Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Em seu oportunismo, Suplicy não hesitou em usar sua máquina de propaganda política para fazer bullying e perseguição contra um homossexual, fazendo de tudo para puxar o tapete dele.
Se a defesa dela da agenda gay não é movida por amor aos homossexuais, então qual é a motivação? Como esquerdista, Marta crê na “luta de classes”, conceito de Karl Marx para provocar uma revolução na sociedade que, no fim, traga a ditadura comunista.
Tendo essa ideologia como princípio de vida, é missão de Marta e outros esquerdistas fortalecer determinadas classes e categorias, dando-lhes poder para entrar em choque especialmente com os padrões morais da sociedade, a fim de produzir o caos social, que será a desculpa perfeita para a implantação de um feroz controle tirânico sobre todos os cidadãos.
A volta de Marta ao PLC 122 de Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira. Ouviremos novamente a ladainha, dita um milhão de vezes por Fátima, de que o PLC 122 não trará perseguição aos cristãos.
Marta Suplicy quer PLC 122 do jeito que Fátima Cleide havia proposto
Contrariando essa ladainha toda, passei anos alertando contra o PLC 122 e seus perigos. A grande mídia, como sempre, deixava suas audiências no escuro da desinformação e até mesmo da flagrante mentira. Mas com meu blog e com meu livro, fiz minha parte para conscientizar o povo.
Minha luta recebeu atenção internacional, dando-me a oportunidade de dar entrevistas para veículos de comunicação dos EUA e Canadá.
Enquanto isso, no Brasil jornais e revistas evangélicos, em grande parte nas mãos de esquerdistas, tentavam lidar com o PLC 122 de forma “imparcial”, respeitando a palavra de Fátima Cleide de que o projeto supremacista gay não representava ameaça aos cristãos.

“Moinhos de vento”

Crendo obviamente nessa palavra, numa entrevista carregada de deboches a revista Cristianismo Hoje me apontou como um “daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar”.
A ameaça do PLC 122, que hoje é corretamente entendida como um perigo grave, foi tratada, em 2009, como mera ilusão ou até mesmo paranoia pela revista Cristianismo Hoje. Outras mídias evangélicas, como o tabloide sensacionalista Genizah, tratam os opositores do PLC 122 quase como doentes mentais. Essa atitude progressista lhes rende elogios e aplausos dos ativistas gays.
Mais recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah cuja ficha corrida está realmente crivada de escândalos judiciais, entrevistou Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje. (O nome oficial completo do Danilo consta aqui.) A entrevista não dispensou deboche algum a ele, que foi tratado como um homem que, depois de sofrer inocentemente e ser “martirizado”, é elevado a sublimes alturas celestiais reservadas a um número restrito de santos esotéricos.
A única verdade importante que se aproveitou da entrevista foi Caio reconhecer, ainda que lamentando, que o explosivo crescimento das igrejas neopentecostais na década de 1980 atrapalhou a união das outras igrejas que estava acontecendo em torno da Teologia da Missão Integral (TMI) — que é, nas palavras de Ariovaldo Ramos, a vertente protestante da Teologia da Libertação.
Geralmente, os adeptos da TMI têm uma visão esquerdista da luta contra o PLC 122. A visão deles se traduz em apatia ou deboches, que Cristianismo Hoje e Genizah fazem muito bem, em sua perfeita comunhão espiritual e ideológica. Para eles, a ameaça do PLC 122 é pura suposição ou “moinhos de vento” na cabeça de alucinados. Os não alucinados, para eles, são os que têm a TMI na cabeça.
Cristianismo Hoje e Genizah nunca insinuaram que Marta Suplicy, Fátima Cleide, Lula, Dilma Rousseff e o PT são um bando de alucinados ou têm a mente cheia de moinhos de vento. Pelo contrário, Lula, Dilma, Obama e seus descarados apoiadores evangélicos foram muitas vezes celebrados em suas páginas. Qualquer mídia evangélica que festeje tais criaturas fatalmente debochará de genuínos seguidores de Jesus Cristo.
Quando iniciei a luta contra o PLC 122 no meio evangélico, a grande mídia evangélica, encharcada até a alma com a TMI, só enxergava o lado mais positivo que Fátima Cleide apresentava. Eu vi o lado realista, que por acaso era sombrio e negativo. Essa não foi a primeira vez que vi perigos que muitos não viam. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi lançado, muitos o julgaram “exagerado” por denunciar que os ativistas homossexuais chegariam ao ponto de exigir a doutrinação das crianças nas escolas. A resposta geral era: “Isso nunca vai acontecer no Brasil!”
Trabalhei, na década de 1990 (e posteriormente), como uma voz que clama no deserto. Quem leu meu livro naquela época, hoje me chama de profeta. Quem leu na década de 1990, sem ver o que ocorreria hoje, me achava um alucinado.

As ameaças dos ativistas gays não são ficção

No início da luta contra o PLC 122, muitos me viam da mesma forma. Dá para entender quando o povo não compreende. Mas os líderes muitas vezes têm outras motivações. Um grande líder evangélico que, num artigo da revista Ultimato, atacou os cristãos que lutam contra o PLC 122 tinha uma motivação particular: viajando o Brasil inteiro para ministrar para milhares de pessoas, deixava filhos pequenos e cônjuge abandonados. O resultado: os filhos acabaram se envolvendo com o estilo de vida homossexual.
O que não é de surpreender são as ligações desse líder com Caio Fábio, revista Ultimato e Genizah. Mas em que sua raiva contra os cristãos anti-PLC 122 poderia ajudar seus filhos que entraram no homossexualismo por causa de seu sobrecarregado trabalho de ministrar em todo o Brasil? Destroem suas famílias e depois querem, na maior cara de pau, posar de guardiões de uma ética cristã hipócrita que se opõe a uma genuína defesa da família. Em que seus ataques e deboches aos cristãos anti-PLC 122 poderiam ajudá-lo a resgatar seus filhos do homossexualismo?
Graças a Deus, a visão progressista da TMI, que pinta os opositores do PLC 122 como paranoicos, está perdendo força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o se o projeto de supremacismo gay for aprovado.
Para a volta ao texto do PLC 122 de Fátima Cleide, Marta se apoia nas palavras de Toni Reis, presidente da ABGLT, que disse: “Mais de três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos. Mas o projeto ainda não foi aprovado”.
Ele também garantiu que “o projeto não afeta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”.
Voltaremos assim às desculpas (e mentiras) de sempre — com o apoio de líderes evangélicos negligentes que facilitam a entrada de seus filhos no homossexualismo e depois procuram bodes expiatórios para seus próprios pecados.
Se o PLC 122 “não afeta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”, então por que, mesmo sem esse projeto, Toni Reis pressionou o Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia? Mesmo antes dessa ação da ABGLT, a própria Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo já havia feito queixa contra mim no MPF em 2006.
Por conta da minha luta contra o PLC 122, uma mobilização gayzista na rede social do Orkut levou um grande número de ativistas gays a pressionar o Google a fechar meu blog em 2007. O Google só o reativou depois da pressão de muitas pessoas, inclusive do filósofo Olavo de Carvalho, vários advogados e um procurador em Brasília.
Esse procurador telefonou para o Google perguntando sobre o fechamento do meu blog, recebendo como resposta que meus textos promovem violência contra os homossexuais. O procurador declarou ao advogado do Google que ele era assíduo leitor do meu blog e nunca havia visto um único texto meu de ódio ou violência contra os homossexuais. Em seguida, não vendo justificativa legal para manter meu blog encerrado e censurado, o Google o liberou.
Entretanto, as pressões gayzistas nunca cessaram. Mensagem interceptada de comunicação interna da ABGLT em 2010 mostra Toni Reis orientando os grupos homossexuais do Brasil a procurarem minha localização no exterior. Mais recentemente, por incitação de ativistas homossexuais do Brasil, AllOut, uma das mais ricas organizações homossexuais dos EUA, me incluiu numa campanha para pressionar o PayPal a fechar a conta de dez importantes organizações cristãs. WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, denunciou a campanha contra mim.
Sob pressão de AllOut, minha conta de PayPal foi fechada no final de 2011, bloqueando um canal por onde cristãos enviavam suas ofertas para mim e minha família. Esse caso do PayPal ficou conhecido como o quarto maior caso de perseguição anticristã nos EUA em 2011. Vendo a vitória de AllOut contra mim, ativistas gays do Brasil conseguiram convencer a organização gayzista americana a lançar uma campanha para aprovar o PLC 122.
Entretanto, muito diferente do que esperavam os militantes gays do Brasil e dos EUA, meu ministério de alerta prossegue. E prosseguem as tentativas deles de me censurar, bloquear, localizar, processar e, sim, até prender.
Em julho de 2011, WND já havia denunciado monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA ao meu blog. Como se sabe, hoje o governo mais pró-homossexualismo do mundo é o governo americano, que tem uma política mundial descaradamente a favor da agenda gay. Mesmo depois da denúncia, que se confirmou, meu blog continuou sofrendo visitações de órgãos americanos, numa vergonha revelação dos EUA agindo como uma polícia internacional pró-sodomia, patrulhando cristãos que se opõem ao supremacismo gay. As ameaças ao Blog Julio Severo estão agora registradas internacionalmente.
Pressões da Gaystapo brasileira e americana são uma ameaça constante ao Blog Julio Severo
Se mesmo não havendo nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, meu blog já sofre todo esse patrulhamento, o que ocorreria depois da aprovação do PLC 122?
Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e outros grupos gays radicais não se limitariam a fazer queixas, mas iriam diretamente para a exigência de prisão para mim e outros que denunciam o pecado homossexual, com a alegação criminosa de que essa denúncia é a causa de assassinatos de homossexuais em ambientes de drogas, prostituição e brigas de parceiros ou clientes sexuais.
Se é verdade que três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos, então é muito mais verdade que, no mesmo período, cerca de 1 milhão de brasileiros foram assassinados, e menos de dez por cento desses assassinatos foram solucionados. As outras centenas de milhares de assassinatos ficaram impunes.
Marta Suplicy fará tudo para que a luta de classes se torne realidade no Brasil, com a garantia de que o PLC 122 não trará nenhuma perseguição aos cristãos. Como reforço, a grande mídia evangélica esquerdista garantirá que a luta dos cristãos contra o PLC 122 é pura ilusão, é “luta contra moinhos de vento”. É a união perfeita do inútil com o desagradável. É um eco inconfundível da percepção da própria grande mídia secular do Brasil.
Sempre que lhe for ideologicamente conveniente, Suplicy continuará elogiando, adulando e defendendo os ativistas gays — a menos, é claro, que ela descubra que um concorrente político é homossexual.

Clodovil

Vale lembrar que provavelmente o maior inimigo de Suplicy era Clodovil Hernandes, que era homossexual assumido, mas inteligente o suficiente para se opor ao supremacismo gay por entender que a conduta homossexual não é natural. Clodovil não tinha receio de contrariar radicais ativistas gays.
Numa entrevista publicada na revista Veja, feita poucos dias antes de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum projeto defendendo o direito dos homossexuais?”
Clodovil respondeu: “Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem”.
Clodovil: Não tinha orgulho de transar com homem e era o maior inimigo de Marta Suplicy
Se Suplicy e sua volta da mentira do PLC 122 tiverem êxito, a legalização do que não é natural e não é motivo nenhum de orgulho para ninguém produzirá opressão e injustiças na sociedade brasileira.
Clodovil chegou a reconhecer que queria uma mudança. Tal mudança o PLC 122 nunca poderá dar, mesmo que o governo, tirando dinheiro de nosso bolso, pague caríssimas operações de mudança de sexo.
Pena que não haja ainda operações de mudança de cérebro.
Transplantar o cérebro de Clodovil para Suplicy faria muito bem ao Brasil.