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18 de outubro de 2017

Por que Chuck Pierce profetizou em 2008 que Donald Trump seria presidente


Por que Chuck Pierce profetizou em 2008 que Donald Trump seria presidente

Steve Strang
Em meu novo livro “God and Donald Trump” (Deus e Donald Trump), documento o jeito como quatro profetas modernos profetizaram antes da eleição que Donald Trump ganharia. Exatamente antes do Dia da Eleição, porém, a opinião popular era que ele perderia feio para Hillary Clinton. Contudo, ele ganhou! Os profetas estavam certos.
Chuck Pierce
Ao escrever o livro, entrevistei muitas pessoas e gravei seis dessas entrevistas de modo que eu pudesse transcrevê-las. Compreendi também que eu poderia usá-las como podcasts para dar informações dos bastidores acerca de como preparei o livro.
Minha primeira entrevista foi com Chuck Pierce, que profetizou em 2008 que Deus jogaria uma “carta trunfo” (em inglês, trump card) e como ele começou a entender que Deus estava se referindo a Donald Trump. O aspecto profético no que Deus está fazendo não é geralmente parte de nosso discurso público. Creio que meu livro mostra ao leitor que Deus está envolvido nos assuntos dos homens, inclusive a eleição de nosso presidente.
Chuck Pierce não é ativo politicamente, mas ele é ativo em intercessão. Quando as pessoas o atacaram por profetizar que Trump ganharia, ele disse que estava meramente falando como oráculo do Senhor — que é o que um verdadeiro profeta deve fazer.
Chuck Pierce frisa o que Deus está fazendo, principalmente Sua aliança com Israel, a qual ele acredita é a chave para o futuro dos EUA e para a presidência de Trump.
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Why Chuck Pierce Prophesied in 2008 That Donald Trump Would Be President
Leitura recomendada:

7 de julho de 2015

Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?


Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?

O que Chuck Pierce viu sobre os EUA e o Brasil

Julio Severo
Em 2008, encontrei-me com Chuck Pierce. Ele contou para mim e um grupo de líderes evangélicos no Brasil que Deus havia removido sua unção nacional dos EUA em 2008. Para mim, a confirmação chegou no próximo ano, quando Obama (uma criatura pró-islamismo, pró-sodomia e pró-aborto) se tornou presidente dos EUA. Sob sua presidência, os EUA se tornaram o maior exportador da ideologia homossexual do mundo.
Pierce também disse que Deus estava procurando outra nação para conceder essa unção. Ele disse que se o Brasil se aproximasse mais de Israel, Deus iria dar a unção ao Brasil. Então ele teve uma visão sobre o que aconteceria se o Brasil começasse a se desenvolver e desse os primeiros passos para se tornar uma potência mundial: Ele viu o governo dos EUA cercando e sufocando o Brasil economica e militarmente. Ele viu os EUA cheios de inveja. Ele viu os EUA totalmente determinados a impedir a ascensão econômica do Brasil.
O que entendi com a visão dele é que os EUA, como a única superpotência hoje, não aceitarão a ascensão de nenhuma outra nação que rivalize com sua hegemonia. O desenvolvimento de todas as nações tem de estar submetido aos interesses americanos, e esses são interesses malignos, pois o governo americano abandonou o Senhor há muito tempo. Os EUA veem a ascensão econômica de outras nações como competindo com seu poder.
Eu muito duvido que Deus vai dar sua unção nacional especial para o Brasil, pois o Brasil não se aproximou de Israel. Mas não duvido que os EUA tenham perdido, ou rejeitado, essa unção. Como o Saul sem unção, os EUA tentarão, movidos por inveja, fazer tudo em seu poder para impedir e enfraquecer qualquer nação que se assemelhe a um Davi emergente com unção.
Se a profecia de Pierce estiver correta, Deus procurará outra nação, não o Brasil. Entretanto, se o Brasil realmente mudar seus caminhos e se aproximar mais de Israel, honrando a nação judaica, que sempre foi a nação mais honrada por Deus, o Brasil vai prosperar e se levantar à condição de superpotência, não para esmagar nações por ambições econômicas, mas para proteger e honrar Israel.
Provavelmente, Deus terá de levantar outra nação, pois atualmente o Brasil é um forte aliado moral dos EUA, sempre apoiando os EUA em todas as agendas anti-família da ONU. Lamentavelmente, sobre aborto e sodomia, os EUA sempre podem contar com o apoio brasileiro. Se por essas razões os EUA perderam sua unção, o Brasil não precisará se preocupar sobre perder o que nunca obteve.
Como Maria, a mãe de Jesus, guardei a visão e as palavras de Pierce no meu coração, tentando imaginar se ele estava certo sobre o Brasil, sobre uma inveja dos EUA contra uma possível ascensão brasileira no cenário de poder mundial, etc. Então, em 2011, George Friedman lançou seu livro “The Next Decade: What the World Will Look Like” (A Próxima Década: Como o Mundo Vai se Parecer), da editora americana Knopf Doubleday.
Friedman é o fundador de Stratfor, uma empresa de inteligência mundial com sede no Texas cujos membros têm experiência militar e de inteligência. Com tal experiência, Stratfor faz previsões estratégicas.
Enquanto Pierce viu o futuro dos EUA e do Brasil e suas turbulências (os EUA como superpotência ciumenta e o Brasil sendo sufocado pelos EUA) mediante revelação espiritual, Friedman “viu” o futuro por pura análise técnica de eventos e condutas da atualidade, com dados de inteligência dos EUA.
Pierce viu os EUA se sentindo ameaçados pelo Brasil como uma superpotência mundial em ascensão. Friedman viu a necessidade dos EUA conterem a ascensão do Brasil como uma potência regional.
Friedman não viu necessidade de fazer uma previsão sobre um Brasil se levantando como uma superpotência mundial, porque, nesse aspecto, o Brasil não representa nenhuma ameaça imediata aos interesses dos EUA.
A realidade é que só Deus pode levantar o Brasil como uma superpotência mundial.
Então, conforme a previsão de Friedman, se os EUA precisam se preparar contra só uma potência regional, o que os EUA seriam capazes de fazer contra uma superpotência mundial emergente?
A previsão estratégica de Friedman confirma a profecia de Pierce. Por isso, cito vários trechos do livro de Friedman, traduzidos por mim, onde ele diz:
O que acontece na América Latina é de importância secundária para os Estados Unidos, e a região raramente ocupa um lugar significativo na mente dos americanos.
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos ficaram genuinamente preocupados com a influência soviética na região e interviram de vez em quando para bloqueá-la. Mas nem os alemães nem os soviéticos fizeram um esforço estratégico sério para dominar a América do Sul, pois eles entendiam que na maioria dos casos a América do Sul era irrelevante para os interesses dos EUA. Em vez disso, o objetivo dos esforços dos alemães e soviéticos foi meramente irritar o governo dos EUA e desviar recursos americanos.
Há só um país na América Latina com o potencial para emergir como competidor dos Estados Unidos por mérito próprio, e esse é o Brasil. É o primeiro país da história da América Latina que tem potencial para se tornar uma potência significativa, independente economicamente e mundial.
Neste momento, o Brasil não é uma potência que é particularmente ameaçadora ou importante para os Estados Unidos, e os Estados Unidos não representam um desafio ao Brasil. Há mínima fricção econômica, e a geografia impede o Brasil de desafiar com facilidade os Estados Unidos.
O único desafio que o Brasil poderia representar para os Estados Unidos seria se sua expansão econômica continuasse o bastante para desenvolver suficiente poder naval e aéreo para dominar o Atlântico entre sua costa e a África Ocidental, uma região que não é muito patrulhada pelos Estados Unidos.
Ainda que o Brasil não seja ainda, de forma alguma, uma ameaça aos interesses americanos, a estratégia fundamental dos EUA de criar e manter equilíbrios de poder em todas as regiões do mundo requer que os Estados Unidos comecem a trabalhar agora para criar uma potência de contrapeso. Não há pressa para completar essa estratégia, mas existe um interesse em começá-la. Na próxima década, os Estados Unidos precisam manter relações amistosas com o Brasil e, ao mesmo tempo, também fazer tudo o que puderem para fortalecer a Argentina, o único país que poderá servir de contrapeso.
A meta dos EUA deve ser aos poucos fortalecer a capacidade econômica e política da Argentina de modo que nos próximos vinte a trinta anos, se o Brasil começar a emergir como uma ameaça potencial aos Estados Unidos, o crescimento da Argentina gere rivalidade com o Brasil.
Os Estados Unidos também deveriam se preparar para aproximar mais as forças armadas dos EUA das forças armadas da Argentina, mas por meio do governo civil, a fim de não incitar temores de que os EUA estão favorecendo as forças armadas da Argentina como uma força na política nacional argentina. O presidente dos EUA precisa tomar cuidado a fim de não mostrar suas intenções verdadeiras nisso, e não se apressar. Um projeto exclusivo para a Argentina poderá gerar uma reação prematura do Brasil. Por isso, os EUA precisam incluir o Brasil nos projetos americanos, se o Brasil desejar participar. Se necessário, esse esforço de boa vontade pode ser apresentado como uma tentativa de conter o [bolivarianismo socialista] na Venezuela. Custará dinheiro, mas será muito mais barato, em todo aspecto, do que confrontar o Brasil na década de 2030 ou 2040 para ver quem vai controlar o Atlântico Sul.
As relações dos EUA com o hemisfério se dividem em três partes: Brasil, Canadá e México. O Brasil está muito longe e isolado. Os Estados Unidos podem forjar uma estratégia de longo prazo de contenção, mas isso não é urgente.
Os Estados Unidos têm uma posição segura no hemisfério. O sinal de um império é sua segurança em sua região, com conflitos ocorrendo bem longe sem ameaças à pátria. De modo geral, os Estados Unidos conseguiram isso.
Acima de tudo o mais, os governos do hemisfério não devem perceber os Estados Unidos como se intrometendo nos assuntos deles, uma percepção que coloca em movimento sentimentos antiamericanos, que podem ser desagradáveis. É claro que os Estados Unidos se envolverão em intromissões nos assuntos da América Latina, especialmente da Argentina. Mas isso deve vir embutido num debate interminável de direitos humanos e progresso social. Aliás, especialmente no caso da Argentina, ambos serão promovidos. O que precisa ser escondido são os motivos dos EUA com relação ao Brasil. No entanto, todos os presidentes precisam em todas as coisas esconder suas motivações verdadeiras e negar categoricamente a verdade quando alguém reconhecer o que eles estão tramando.
Os EUA precisam lidar com o Brasil e, se necessário, elaborar planos de longo prazo para conter o Brasil.
Pela análise de Friedman, a América Latina não representa nenhuma ameaça aos interesses dos EUA hoje. Pelas previsões dele, o Brasil pode, a longo prazo, representar alguma ameaça. Contudo, pela profecia de Pierce, é certo que se Deus levantar o Brasil depois que líderes brasileiros abraçarem Israel, os EUA verão o Brasil como uma ameaça que precisa ser contida imediatamente.
Israel é muito importante para Deus. Quando Bush estava insistindo num plano de dois países contra Israel (a divisão ilegal e imoral da Terra Prometida), Pierce foi dirigido pela voz de Deus para ir a Louisiana e liberar o juízo de Deus. Após alguns meses, veio o furacão Katrina, com consequências devastadoras.
Aqueles, até mesmo superpotências, que confrontam o plano de Deus para Israel sofrem as consequências.
Aqueles que abraçam e honram Israel são abençoados, até mesmo com uma bênção de condição de superpotência.
Imagino uma nação conseguindo essa condição depois que seus líderes plenamente reconhecerem Israel e Jerusalém como sua capital, fizerem acordos de amizade com Israel, rejeitarem o plano de dois países contra Israel e, oficialmente, reconhecerem a “Palestina” como uma entidade terrorista que coloca o Estado judaico em perigo.
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