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15 de maio de 2019

Comportamento não profissional da revista Forbes: Seis anos depois de publicar informações errôneas sobre o televangelista Silas Malafaia diante de sua audiência americana e internacional, a Forbes se retratra — somente diante de sua audiência brasileira


Comportamento não profissional da revista Forbes: Seis anos depois de publicar informações errôneas sobre o televangelista Silas Malafaia diante de sua audiência americana e internacional, a Forbes se retratra — somente diante de sua audiência brasileira

Julio Severo
Por meio de seu maior canal, que atinge um enorme público americano e internacional, a revista Forbes apresentou de forma deturpada um televangelista brasileiro em 2013. Então, 6 anos depois, percebendo que suas informações sobre o pastor foram exageradas e injustas, a Forbes usou seu pequeno canal brasileiro, longe do público americano e internacional, para se desculpar.
Silas Malafaia
A vítima foi o Pr. Silas Malafaia.
O pequeno pedido de desculpas da Forbes do português foi:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
3 de maio de 2019
Na data de 18 de janeiro de 2013 foi publicado, em nosso site, matéria intitulada “Bispo Edir Macedo é o pastor mais rico do Brasil com uma fortuna de US$ 950 milhões – Líder da Universal do Reino de Deus está à frente de Valdomiro Santiago e Silas Malafaia”.
A referida matéria continha informação de que o Pastor Silas Malafaia detinha patrimônio estimado em US$ 150 milhões.
Assim, diante da alegação de que a veiculação do informe, à época, teria ocasionado descontentamento por parte do pastor Silas Malafaia, vez que seu patrimônio na verdade, segundo ele, corresponderia a apenas 3% do valor citado na matéria veiculada, conforme documentos oficiais que teria voluntariamente disponibilizado, a FORBES, historicamente compromissada que é com a apuração da verdade dos fatos, lamenta o ocorrido e aproveita a oportunidade para oferecer escusas ao Pastor Silas Malafaia.
O pedido de desculpas da Forbes se referia à sua reportagem em português e esqueceu de mencionar que a principal deturpação da Forbes foi em inglês, em uma reportagem de 2013 intitulada “The Richest Pastors In Brazil” (Os Pastores mais ricos do Brasil), que disse:
A religião sempre foi um negócio lucrativo. E se acontecer de você ser um pregador evangélico brasileiro, as chances de acertar a sorte celestial grande são bem altas hoje em dia. Embora o Brasil continue sendo o maior país católico do mundo, com cerca de 123,2 milhões de sua população de aproximadamente 191 milhões definindo-se como seguidores da Igreja do Vaticano, os números mais recentes do IBGE apontam para um forte declínio entre os católicos romanos, que agora representam 64,6% da população do país — abaixo dos 92% em 1970.
Enquanto isso, o número de evangélicos subiu de 15,4% da população do Brasil há apenas uma década para 22,2%, ou 42,3 milhões de pessoas. É provável que a tendência de queda do catolicismo continue, e estima-se que, até 2030, os católicos representem menos de 50% dos fiéis brasileiros.
Então, por que os evangélicos estão tomando posse do mundo religioso do Brasil?
Uma das qualidades mais atraentes dos evangélicos é a crença de que o progresso material resulta do favor de Deus. Enquanto o catolicismo ainda prega uma perspectiva muito conservadora sobre a vida depois da morte em vez de riquezas terrenas, os evangélicos — especialmente os “neopentecostais” — aprendem que é correto ser próspero. Essa doutrina, conhecida como “Teologia da Prosperidade,” está na base das igrejas evangélicas de maior sucesso no Brasil.
O valor do progresso material no evangelicalismo brasileiro é explícito e promovido ativamente…
Então, há Silas Malafaia, o ex-líder da Assembléia de Deus, a maior igreja pentecostal do Brasil. O mais franco de seus colegas, Malafaia se separou da instituição no final da década de 1990 para começar sua própria denominação, a Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo. Malafaia está constantemente envolvido em controvérsias relacionadas à comunidade gay no Brasil, da qual ele orgulhosamente declara ser o maior inimigo. Defensor de uma lei que pode classificar o homossexualismo como uma doença no Brasil, Malafaia também é uma figura proeminente no Twitter, onde ele é seguido por mais de 440.000 usuários. Em 2011, Malafaia — que tem uma fortuna de cerca de US$ 150 milhões de acordo com várias publicações brasileiras de negócios — lançou uma campanha chamada “Clube de Um Milhão de Almas,” que pretende arrecadar US$ 500 milhões (R$ 2 bilhões) para sua igreja para criar um rede de televisão mundial que seria transmitida em 137 países. Os interessados ​​em contribuir para a campanha podem doar quantias a partir de US$ 500 (R $ 2.000), que podem ser pagas em parcelas. Em troca, os contribuintes receberão um livro. Malafaia também é dono de uma das quatro maiores gravadoras do segmento gospel do Brasil, de acordo com a Billboard Brasil, e a segunda maior editora evangélica do Brasil, a Central Gospel, com vendas de US$ 25 milhões por ano.
A Forbes publicou imprecisamente informações de que Malafaia tinha uma fortuna estimada em US$ 150 milhões, quando na verdade ele tem apenas 3% desse valor.
Só depois de muitos anos a Forbes aceitou a verdade, porque, de acordo com o site de Malafaia, Vitória em Cristo, “Com documentos oficiais, o Pr. Silas Malafaia provou, na Justiça, que o valor de seu patrimônio corresponde a 3% do valor citado na reportagem.” Assim foi judicialmente provado que Malafaia tinha apenas 3%. É verdade comprovada.
O problema é que a Forbes se desculpou apenas em relação à sua reportagem em português, que tinha um público menor, não à sua reportagem original em inglês, que tinha uma audiência enorme.
Por exemplo, Christianity Today, em uma reportagem de 2013 intitulada “List of Richest Pastors in Brazil Prompts White House Petition” (Lista dos Pastores Mais Ricos do Brasil Provoca Petição para a Casa Branca), mencionou Malafaia, de acordo com a desinformação de Forbes. Christianity Today, que é uma das principais revistas protestantes dos EUA, nunca pediu desculpas a Malafaia e, considerando que não há nenhum pedido de desculpas em inglês da Forbes disponível, é improvável que ela peça desculpas.
No Brasil, a consequência da desinformação também foi devastadora. Coincidência ou não, a versão brasileira da Christianity Today, Cristianismo Hoje, atacou Malafaia em uma longa reportagem de 2013 intitulada “Malafaia: A quem ele representa?” imediatamente depois da reportagem da Forbes, de acordo com o GospelMais, um dos mais proeminentes sites protestantes no Brasil, em sua reportagem de 2013 Malafaia não me representa.”
Veículos calvinistas brasileiros tiraram vantagem da reportagem da Forbes para aumentar seus ataques a Malafaia. A página de Facebook calvinista Bereanos lançou uma campanha dizendo que Malafaia não representa os evangélicos.
O pastor calvinista Renato Vargens, entrevistado pela Cristianismo Hoje sobre Malafaia, aproveitou a oportunidade para comentar: “Isso vem contribuindo para uma beligerância desnecessária entre a sociedade civil e a Igreja. Deslizes assim terminam, infelizmente, afetando o grupo como um todo.” Ele quis dizer o ativismo conservador de Malafaia, o qual inclui posturas públicas contra o aborto e a agenda homossexual. Malafaia tem sido a voz evangélica mais direta no Brasil defendendo valores pró-família e pró-vida, mesmo em programas de TV de destaque.
Vargens e outros calvinistas brasileiros consideram a mensagem de Malafaia “herética.” Aliás, Vargens disse claramente na Cristianismo Hoje que o ensinamento de Malafaia é “herético.”
Agora que a Forbes publicou um pedido de desculpas em português para Malafaia, será que a Cristianismo Hoje produzirá uma longa e igual reportagem pedindo desculpas a ele?
Líderes e veículos calvinistas que tiraram vantagem da reportagem da Forbes para atacar Malafaia publicarão seus pedidos de desculpas?
No entanto, a Forbes deveria agora publicar um pedido de desculpas também em inglês, porque sua reportagem original foi em inglês.
Depois que a Forbes publicar seu pedido de desculpas em inglês, Christianity Today publicará um pedido de desculpas em inglês?
A Forbes não agiu profissionalmente ao publicar informações imprecisas que acabaram fortalecendo vozes esquerdistas e protestantes que odeiam a mensagem, os valores e as posturas de Malafaia. Para uma publicação como Christianity Today, redistribuir essa desinformação não é apenas pouco profissional. É também anticristão.
Uma retratação da parte da fonte original e seus redistribuidores seculares e protestantes já deveria ter sido feita há muito tempo.
Leitura recomendada sobre Silas Malafaia:

25 de março de 2014

Visão Mundial vai contratar cristãos gays “casados”


Visão Mundial vai contratar cristãos gays “casados”

Julio Severo
A Visão Mundial, proeminente organização de assistência aos pobres, disse na segunda-feira que vai contratar cristãos envolvidos em “casamento” homossexual, uma dramática mudança de política numa das questões morais mais divisivas que estão defrontando as igrejas evangélicas dos EUA.
Richard Stearns, presidente da Visão Mundial nos EUA, disse que sua organização está mudando suas políticas de emprego com relação a indivíduos num estilo de vida homossexual.
No passado, a Visão Mundial (VM) exigia que seus 1.100 empregados obedecessem a uma política que requeria fidelidade dentro do casamento e abstinência fora do casamento, e só reconhecia o casamento entre um homem e uma mulher. Contudo, agora a VM está permitindo a contratação de cristãos gays em “casamentos” homossexuais legais.
A nova política da Visão Mundial foi revelada pela primeira vez na revista liberal Christianity Today (Cristianismo Hoje).
Em resumo: a Visão Mundial espera esquivar-se da divisão que atualmente está “despedaçando as igrejas americanas” por causa dos relacionamentos homossexuais ao solidificar sua antiga filosofia de organização para-eclesiástica: deixar para as igrejas as questões teológicas, e focar em vez disso na união dos cristãos em torno do serviço aos pobres.
Filosofia da VM: Por amor dos pobres, cristãos homossexuais e não homossexuais deveriam se unir.
Com sede no estado de Washington e iniciada por evangélicos, a Visão Mundial agora tem um orçamento internacional de aproximadamente 1 bilhão de dólares e conduz projetos de assistência de emergência e desenvolvimento econômico no mundo inteiro. No ano passado, a Visão Mundial registrou ter recebido 18 por cento de seu financiamento anual do governo americano, que requer que todas as organizações que recebem financiamento federal extingam todas as restrições de emprego para gays e lésbicas.
Stearns sentiu que a nova política de sua organização não representa apoio ao “casamento” homossexual. Ele disse: “Quero deixar claro que não estamos apoiando o casamento de mesmo sexo, mas escolhemos deixar essa questão para a autoridade das igrejas locais.” Assim se uma igreja esquerdista local escolhe enviar um homossexual para trabalhar na Visão Mundial, não há problema nenhum para a VM.
A VM requer que os empregados afirmem, por meio da declaração de fé da organização ou do Credo Apostólico, que eles seguem Cristo. Stearns disse que a VM continuará a seguir essa política, de modo que será suficiente que os empregados gays permaneçam fiéis a essa declaração de fé. A VM diz que emprega pessoas de muitas denominações protestantes com diferentes opiniões sobre a homossexualidade.
O quadro de funcionários da VM vem de mais de 50 denominações cristãs, algumas das quais permitem o “casamento” homossexual dentro da igreja, inclusive a Igreja Unida de Cristo, a Igreja Episcopal, a Igreja Evangélica Luterana da América e a Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA). Stearns citou a natureza multi-denominacional dos empregados da VM como motivo para a mudança.
Num comunicado à imprensa, Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham, declarou:
Fiquei chocado hoje ao saber da decisão da Visão Mundial de contratar empregados envolvidos em “casamento” homossexual. A Bíblia é clara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
Meu querido amigo, Bob Pierce, fundador da Visão Mundial e do Samaritan’s Purse, ficaria de coração partido. Ele era um evangelista que cria na Palavra inspirada de Deus.
A Visão Mundial afirma que sua decisão tem como base unificar a igreja — que considero ofensivo — como se apoiar o pecado e a conduta iníqua pudesse unir a igreja.
Do Antigo Testamento ao Novo Testamento, a Bíblia sistematicamente ensina que o casamento é entre um homem e uma mulher e qualquer outro relacionamento de casamento é pecado.
Ao que tudo indica, a Visão Mundial dos EUA não está sozinha em seu envolvimento em polêmicas. O diretor da Visão Mundial no Brasil, Ariovaldo Ramos, esteve envolvido na polêmica de ter louvado Hugo Chavez e seu “serviço” aos pobres. Ariovaldo também lamentou publicamente a morte do ditador marxista.
Tudo por amor aos pobres.
Com informações do The Washington Post, The Huffington Post, Associação Evangelística Billy Graham e Christianity Today.
Versão em inglês deste artigo: World Vision to Hire Married Gay Christians
Leitura recomendada:
ATENÇÃO: A Visão Mundial se desculpou. Para ver a matéria completa, clique aqui: Após pressão, Visão Mundial revoga política sobre contratação de homossexuais

11 de outubro de 2013

Luta cristã pelo “direito” de praticar abominações?


Luta cristã pelo “direito” de praticar abominações?

A fé esquerdista das grandes revistas evangélicas e a agenda gay

Julio Severo
Em artigo na revista Ultimato, Marcos Botelho declara:
“Hoje, vendo a luta do movimento LGBTT, lendo a PL 122 e pensando no nosso compromisso cristão por uma sociedade para todos com as leis laicas, penso que o direito ao casamento (união estável), a herança e outros direitos civis dos homossexuais deveriam ser garantidos por lei e defendidos por nós protestantes, pois se sofremos um preconceito no passado por leis baseadas na fé dos ‘outros’ que iam contra os nossos direitos, por que agora que temos voz garantida não vamos lutar pelos outros?… Nós evangélicos deveríamos ser a voz em defesa (dos direitos legais) dos homossexuais…” (http://archive.is/yyDLV)
Seu discurso, pintando o movimento homossexual como vítima de um sistema opressor, deixa claro no final que a “culpa” dos ativistas gays quererem impor o PLC 122 sobre toda a população do Brasil é “porque nós cristãos não estamos fazendo a nossa parte e lutando para o direito de todos: o de escolher livremente a sua opção sexual.”
Pr. Marcos Botelho
Do lado do articulista, na melhor das hipóteses o problema maior talvez seja pura falta de conhecimento bíblico, mas essa explicação soaria estranha, pois ele é pastor presbiteriano e missionário da Missão Jovens da Verdade. Marcos parece desconhecer completamente que a Bíblia é bem clara acerca da gravidade do pecado homossexual:
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
Não podemos, pois, em hipótese alguma, lutar por um suposto “direito” de as pessoas escolherem livremente qualquer um desses pecados que impedem seus escravos de entrar no Reino de Deus.
O direito que esses escravos do pecado têm — e é nosso dever cumprir — é o de ouvir o Evangelho que traz libertação, cura e salvação.
Contudo, a falta de base bíblica de Marcos Botelho e outros cristãos progressistas os leva a querer que toda a população cristã lute pelos supostos “direitos” dos que estão escravizados ao pecado homossexual, inclusive um suposto “direito” ao casamento. Diz a tradição judaica que o último pecado antes do Dilúvio foi o “casamento” homossexual. Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita uma proeminente fonte rabínica que disse:
“A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.”
O discurso de Botelho, não só apoiando o “casamento” gay, mas também pregando que nós cristãos temos o dever de lutar para que tal “casamento” seja imposto sobre a sociedade como um “direito” dos que praticam o pecado homossexual, é sinal claro de que a apostasia está avançando a passos largos no meio protestante.
Por falta de conhecimento bíblico e legal, Botelho poderá dizer que por “casamento” ele entende “união estável” — que no final das contas resulta no mesmo problema, já que a Constituição brasileira diz que é dever do Estado transformar as uniões estáveis em casamento. Dê aos ativistas gays a “união estável,” e o Estado estará sob a obrigação constitucional de converter essa abominação em “casamento.”
Se o problema real não for analfabetismo bíblico, então a única explicação para o articulista da Ultimato andar fora do que a Bíblia prescreve é a contaminação ideológica — problema abundante na revista dele. A Ultimato é provavelmente a mais antiga publicação defensora da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Um dos livros publicados pela Ultimato em defesa dessa teologia marxista evangélica é “O Novo Rosto da Missão,” escrito pelo Rev. Luiz Longuini, um pastor da IPB casado quatro vezes.
A revista Ultimato também teve papel vital na fundação da Aliança Evangélica, que meses atrás celebrou uma parceria com o governo do PT através de Ariovaldo Ramos.
Quanto ao discurso de Botelho dizendo que “nós cristãos não estamos fazendo a nossa parte e lutando para o direito de todos: o de escolher livremente a sua opção sexual,” não foi no Evangelho de Jesus Cristo que ele aprendeu a lutar por abominações. Esse é o “evangelho” da Ultimato e de muitos outros grupos progressistas. Esse é outro “evangelho,” a serviço da ideologia marxista.

Celebrando a “vitória” presbiteriana do divórcio?

Como referência e exemplo do dever cristão de lutar por tais “direitos,” Botelho diz: “O projeto do direito ao divórcio entrou câmara dos deputados por um deputado presbiteriano.” A legalização do divórcio é uma “honra” que dispenso com a consciência tranquila, mas com certeza o Rev. Luiz Longuini deve estar pulando de alegria com a “vitória” que seu camarada presbiteriano conquistou para os que não se contentam apenas com uma única união conjugal. O que seria de sua vida conjugal sem essa lei? Os quatro “casamentos” do Rev. Longuini são exemplo do “progresso” do “evangelho” progressista, não do Evangelho verdadeiro que liberta, cura e salva.
Com o Evangelho verdadeiro, Longuini jamais teria chegado a ser um pastor presbiteriano com quatro casamentos nas costas. Ele também nunca se tornaria um defensor da Teologia da Missão Integral, que nada mais é do que “outro evangelho.” Ele teria sido restaurado em seu casamento e liberto das tentações de se envolver com outros evangelhos.
Seja como for, Longuini pode ser um bom exemplo da Teologia da Missão Integral, mas não do verdadeiro Evangelho.
Além disso, só por que um deputado presbiteriano foi pioneiro na aprovação da lei do divórcio, que claramente Deus odeia, isso significa que os cristãos devem lutar pela aprovação de outros males que Deus odeia?
Temos de lutar contra a apostasia. A Bíblia diz:
“Sendo assim, amados, estando bem informados, guardai-vos para que não sejais conduzidos pelo erro e sedução dos que não têm princípios morais, vindo a perder a vossa segurança e cair.” (2 Pedro 3:17 KJA)
“O Espírito Santo afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns se desviarão da fé e darão ouvidos a espíritos enganadores e à doutrina de demônios.” (1 Timóteo 4:1 KJA)
Vários grandes apóstatas do Brasil tiveram passagem pela revista Ultimato, inclusive Ricardo Gondim, Caio Fábio e Robinson Cavalcanti.
Se nada fizermos contra a apostasia, os futuros reverendos Longuinis nos dirão: “Este é o meu quarto ‘casamento.’ Já tive três ‘maridos,’ mas o quarto é de fato minha paixão. Claro que se essa paixão apagar, nada me impede de buscar um quinto ‘marido.’ Afinal, a graça é gratuita. Louvo a deus pelos evangélicos que foram pioneiros na conquista do ‘casamento’ gay…” A desgraça do sexo fecal vai estar sob a proteção legal e teológica da graça progressista.
Na Ultimato, Marcos Botelho está entre amigos e aliados, inclusive com a articulista Bráulia Ribeiro, ex-diretora da JOCUM, que refutei em 2009 por dizer igualmente que os cristãos têm a obrigação de lutar pelo direito dos pecadores praticarem abominações homossexuais.
Mas talvez depois de quatro anos, ela tenha mudado. Tenho essa esperança porque dias atrás ela escreveu “Saí do armário, sou de direita.” A questão é que este artigo saiu na Ultimato, um eterno vespeiro de esquerdistas. Espero que a “mudança” dela não seja como a de Marina Silva, que está se pintando de “conservadora” para agradar aos eleitores evangélicos.
O fato é que nunca vi nenhum dos grandes líderes evangélicos progressistas mudando para melhor. Todos se corromperam mais, inclusive Caio Fábio, Ricardo Gondim, Robinson Cavalcanti, etc.
Não me pergunte o que está acontecendo com os evangélicos. Um ano atrás, um bispo evangélico disse que os cristãos deveriam lutar pelos “direitos” das prostitutas.
Tenho até medo de perguntar, mas o que virá nos próximos anos? Evangélicos convocando outros evangélicos para lutar pelos “direitos” dos pedófilos?

O Cristianismo de Hoje: Celebrando a ditadura gay

Os progressistas sempre fazem “progressos” (basta perguntar ao Rev. Longuini) e sempre elogiam tais “progressos.” A revista Cristianismo Hoje, numa típica malícia esquerdista, publicou um artigo intitulado “O perigo da mordaça gay,” que parecia trazer um texto de alerta. Mas tudo o que parecia sério terminou no título, que é uma verdadeira arapuca, pois o texto em si louvou como “conquista” o fato de que o ministro Joaquim Barbosa obrigou os cartórios a realizar o “casamento” gay.
A Cristianismo Hoje, quase que soltando fogos de artifício, disse sobre a medida ditatorial de impor o “casamento” gay no Brasil: “É o casamento gay, finalmente, sendo reconhecido, após uma batalha ideológica travada, nos últimos anos, pelos movimentos de afirmação homossexual — sobretudo em relação à Igreja cristã, sejam as evangélicas ou a Católica.” Da parte do “jornalista,” nada de condenar a ditatura e a imposição gay. O resto do texto é muito mais malícia e desconversações, enquanto a revista esquerdista deixa claro que os beneficiados diretos da medida ditatorial não são pecadores nem praticantes de abominações, mas simplesmente “homoafetivos,” um termo inofensivo e politicamente correto que não condiz nem com a Bíblia nem com a realidade, pois homens que praticam o homossexualismo não são movidos por amor e afeição, mas por lascívia e pecado. Para entender a diferença entre homoafetividade e homoerotismo, leia este artigo: http://bit.ly/13Vmnfq
Para aparentar neutralidade, o texto trás as falas de alguns evangélicos preocupados. Mas a fala do “jornalista,” que predomina imperiosamente no artigo, não insinua nenhuma preocupação com o “perigo” que ele mesmo destacou no título. O “jornalista cristão” está à vontade com os “homoafetivos” e suas conquistas, que são destacadas e celebradas sem o menor pudor. Há pois uma nítida tensão e contraste entre a total despreocupação e celebração do “jornalista” e as falas de alguns evangélicos entrevistados.
E quem é que acredita que a Cristianismo Hoje leva a sério “O perigo da mordaça gay”? Anos atrás, numa entrevista comigo, o mesmo “jornalista,” Carlos Fernandes, praticamente disse que tal perigo era pura alucinação minha e de outros cristãos. (A entrevista completa está aqui: http://bit.ly/XRENbx) Fernandes só usará o termo “O perigo da mordaça gay” como arapuca para atrair a cristãos desavisados. Se fosse sincero, o “jornalista” escreveria um título em conformidade com suas ideias predominantes no texto: “Venham conhecer e celebrar comigo as conquistas do movimento homossexual!”
O único motivo por que os apóstatas estão sempre em evidência é porque as revistas esquerdistas lhes dão holofotes. Em 2012, a Cristianismo Hoje fez uma entrevista com o apóstata Caio Fábio, o ex-chefe de Carlos Fernandes. A entrevista (que trato em meu e-book neste link: http://bit.ly/11zFSqq) foi feita por Danilo Fernandes, dono do tabloide sensacionalista Genizah, que faz “apologética” demonizando o neopentecostalismo e louvando a Teologia da Missão Integral. A opinião do autodenominado calvinista Danilo sobre o PLC 122? Não há perigo nem motivo para preocupação (confira neste link: http://bit.ly/15Q9Shz). Assim, se o “casamento” gay é o prenúncio do Juízo Final, os evangélicos progressistas só têm uma resposta: “Tragam as alianças!” Esquerdismo e apostasia andam de mãos dadas, quer usem alianças ou não.
Nem sempre a Cristianismo Hoje foi esquerdista. Em 1956, Billy Graham fundou a revista Christianity Today (cuja versão brasileira é a Cristianismo Hoje) para fazer frente ao esquerdismo da The Christian Century, a maior revista protestante nos Estados Unidos da década de 1950. Mas a Christianity Today acabou também sendo levada pelas mesmas poderosas forças esquerdistas que estão engolindo as grandes denominações protestantes americanas, muitas das quais já está ordenando pastores gays. Um dos famosos editores da Christianity Today, Philip Yancey, é um escritor progressista com notável abertura à agenda gay.
Por isso, se você pensou que poderia cancelar sua assinatura da Ultimato para assinar a Cristianismo Hoje a fim de escapar da Teologia da Missão Integral e outras formas de esquerdismo evangélico, você só trocaria o veneno da tarântula pelo veneno do escorpião. E há muitas outras revistas evangélicas sem originalidade que se prestam a imitar o esquerdismo de ambas.
A ideologia esquerdista leva seus adeptos, sejam ateus ou não, a lutar pelo direito de praticar abominações. Marcos Botelho e sua revista Ultimato, Carlos Fernandes e sua revista Cristianismo Hoje e muitos outros promotores da Teologia da Missão Integral só estão sendo coerentes consigo mesmos e com suas ideologias quando usam suas vidas e seu evangelho como palanque do socialismo.
Anos atrás, como mostrei no meu artigo “Uma Resposta Carismática à ‘Crise Crescente por Trás da História de Sucesso Evangélico do Brasil’”, vi um presbitério inteiro incentivando todas as igrejas presbiterianas da região a fazer assinaturas da revista Ultimato como forma de se protegerem do neopentecostalismo.
Resta agora saber o que esses coitados, que estão há décadas assimilando ou até mesmo já paralisados pelo veneno esquerdista da Ultimato, farão para se proteger da apostasia gay que já paira no horizonte.
Se a tradição judaica de que o “casamento” gay foi o último ato de desafio a Deus antes do Juízo do Dilúvio está correta, então estamos à beira de outro Juízo. Mas desta vez, revistas e líderes evangélicos progressistas celebram e lutam por abominações e, sem perceberem ou temerem, apressam o Dia do Juízo sobre si e sobre a sociedade em que vivem.
Leitura recomendada:
Sobre casamento gay:

3 de junho de 2013

Esquerda evangélica anti-Israel perpetua sofrimento dos palestinos


Esquerda evangélica anti-Israel perpetua sofrimento dos palestinos

Mark D. Tooley
Recentemente, a “Christianity Today,” proeminente revista evangélica dos Estados Unidos, colocou seus holofotes na lista “Os 5 Mais Importantes Livros sobre Israel & Palestina,” feita por Gary Burge, professor da Faculdade Wheaton, uma das mais prestigiosas faculdades evangélicas dos Estados Unidos.
Burge vem empreendendo uma cruzada para tentar mudar a direção dos evangélicos, a fim de afastá-los de sua posição tipicamente pró-Israel. Todos os cinco livros indicados por Burge prestam muitos elogios a uma perspectiva pró-Palestina, em variados graus. Evidentemente um livro que ofereça a experiência judaica não é, de acordo com ele, digno de atenção.
O primeiro livro que Burge louvou foi “Blood Brothers” (Irmãos de Sangue) de Elias Chacour, arcebispo da Igreja Católica Grega Melquita de Akko, Haifa, Nazaré e toda a Galileia. Conforme narra Burge, Chacour recorda a história de sua vida como um clérigo palestino, confrontando o “problema espinhoso de luta e reconciliação na Galileia.”
Outro livro é “I Am a Palestinian Christian” (Sou um Cristão Palestino) de Mitri Raheb, um pastor luterano de Belém, descrito por Burge como “um dos principais intelectuais cristãos da igreja palestina.”
O terceiro livro, “On the Road to Armageddon: How Evangelicals Became Israel’s Best Friend” (Na Estrada para o Armagedom: Como os Evangélicos se Tornaram os Melhores Amigos de Israel), de Timothy Weber, explica “por que os Estados Unidos e suas comunidades evangélicas são tão ardorosamente pró-Israel.”
O quarto livro, “Coffins on Our Shoulders: The Experience of the Palestinian Citizens of Israel” (Caixões em Seus Ombros: A Experiência dos Cidadãos Palestinos de Israel), de Dan Rabinowitz e Khawla Abu-Baker, que são sociólogos, “um israelense e um palestino, que contam suas histórias pessoais crescendo perto um do outro em Haifa.”
O livro final, “Whose Promised Land?: The Continuing Crisis over Israel and Palestine” (De Quem É a Terra?: A Contínua Crise sobre Israel e a Palestina), de Colin Chapman é talvez de certo modo mais imparcial. Como Burge descreve, é uma “história comovente e irresistível do conflito Israel-Palestina, contada por um estudioso cristão britânico que agora reside em Cambridge,” que foi durante “muitos anos professor em Beirute e, graças à sua fluência no árabe, pode ver essa batalha do lado de dentro diferente de muitos outros.”
A seleção desses livros que Burge fez para a revista Christianity Today [ligada à liberal revista brasileira Cristianismo Hoje, que já entrevistou Julio Severo aqui: http://bit.ly/XRENbx] expressa a própria postura de Burge, que sempre apresenta Israel como um país imperialista que invadiu a vida dos palestinos. Os principais culpados dessa invasão, nessa perspectiva, são os evangélicos pró-Israel dos Estados Unidos. Ao contarem histórias de palestinos, especialmente a pequena minoria cristã, como vítimas, Burge espera influenciar os evangélicos a adotarem a neutralidade ou, melhor ainda, uma defesa das causas palestinas.
Pretensamente, essa nova postura livrará os palestinos oprimidos de seus senhores imperialistas, que concordarão com as exigências palestinas graças à pressão dos EUA. A suposição é que as vitórias políticas palestinas iniciais realmente ajudarão os palestinos, principalmente seus cristãos. Qual é a base para essa suposição? Não se sabe. Atualmente, onde é que no Oriente Médio os grupos minoritários cristãos estão vivendo em segurança sob democracia pluralista? Nos países muçulmanos ou em Israel?
Burge e seus camaradas da esquerda evangélica que fazem cruzadas contra Israel presumem que a intransigência israelense é o principal bloqueio para a paz. Mas e se Israel se retirasse unilateralmente para suas fronteiras antes de 1967, abandonasse Jerusalém e permitisse um direito ilimitado de volta para todos os palestinos que reivindicam ser descendentes dos residentes palestinos originais no que é hoje Israel? Essas concessões unilaterais aplacariam completamente a maioria dos palestinos e criariam harmonia mútua? Ou eles, não provavelmente, alimentariam sua fome por vitória ainda maior, para incluir a erradicação de Israel como uma nação judaica?
Contrário à postura anti-Israel que Burge prefere, se o obstáculo real para a paz é a recusa dos palestinos de aceitarem a realidade permanente do Israel judaico, então o que Burge e camaradas defendem só joga gasolina no fogo das brigas e sofrimento dos palestinos. Na verdade, só dá para alcançar a paz se a maioria dos palestinos firmemente aceitar a permanência de Israel e se conformarem com um Estado palestino com base na Margem Ocidental, não sonhos de uma Palestina maior e livre de judeus.
A postura de Burge e da esquerda evangélica sobre Israel & Palestina também inquestionavelmente aceita os pronunciamentos públicos de uma pequena minoria de clérigos e ativistas cristãos palestinos sem admitir que esses cristãos cercados têm pouca escolha de expressar uma opinião contrária à [esquerda e à maioria muçulmana]. Sua sobrevivência requer que os palestinos fiquem sempre lustrando suas credenciais nacionalistas. É interessante que a esquerda evangélica, que faz tantas críticas ao nacionalismo americano e ao nacionalismo israelense, tenha tanta facilidade para abraçar a causa do nacionalismo palestino.
Burge está na diretoria do grupo Evangélicos a favor da Compreensão no Oriente Médio, uma campanha permanente para neutralizar os evangélicos pró-Israel. Esse grupo realizou uma reunião no Centro Billy Graham da Faculdade Wheaton em novembro de 2012, apresentando palestrantes anti-Israel como o Pe. Stephen Sizer, da Igreja da Inglaterra. Burge teve também papel proeminente no filme de 2010 “With God on Our Side” (Com Deus do Nosso Lado), feito especialmente para audiências evangélicas, tendo como alvo caricaturar os sionistas cristãos como fanáticos dos últimos dias que são indiferentes ao sofrimento palestino.
Se Burge e os evangélicos anti-Israel, que pretensamente se preocupam tanto com os cristãos palestinos, realmente fizerem o que quiserem, o resultado quase que certamente seria sofrimento ainda maior para todos os palestinos. Israel tem suficiente força militar e econômica para perseverar. Qualquer esperança para os palestinos requer a aceitação de coexistência mútua. Contudo, intencionalmente ou não, a esquerda evangélica anti-Israel pressiona para que sejam feitas políticas que inflamariam esperanças palestinas irrealizáveis de erradicar Israel, mas na realidade só garantiriam sua própria contínua marginalização.
Os livros anti-Israel que a revista “Christianity Today” recomenda a partir da lista escolhida de Burge superficialmente oferecem empatia pelos palestinos. Mas como a maioria das ingenuidades políticas esquerdistas, as políticas que eles apontam são absurdas para todos.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista FrontPage: Anti-Israel Evangelical Left Perpetuates Palestinian Suffering
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