Surpresa! EUA Rejeitam Declaração de Direitos Homossexuais na OSCE
Comentário
de Julio Severo: O governo de Barack Obama é
patentemente homossexualista. Basta conferir este artigo:
O governo de Obama também está
determinado a impor sobre o mundo inteiro seu imperialismo homossexual, como
demonstra este artigo:
Ainda mais recentemente, Obama
tentou impor sua influência homossexualista numa pobre nação africana:
Mas o que acontece quando um
governo pró-morte comete o “erro” de colocar um cristão pró-vida numa
delegação? A resposta está no artigo abaixo, que mostra o governo de Obama
colocando o deputado federal americano Chris Smith, um grande católico
pró-vida, como membro de uma delegação americana em evento europeu para tratar
de questões homossexualistas. O resultado não poderia ser outro: a delegação
dos EUA, sob o comando de Smith, rejeitou a agenda gay.
| Julio Severo com Chris Smith |
Esperemos que o governo de Obama continue
cometendo tais “erros.”
Atualização: Acabei
de receber esta importante informação de um jurista americano: A reunião foi da Assembleia Parlamentar da OSCE,
de modo que a delegação dos EUA foi do Congresso, não do Executivo. O governo
de Obama nada teve a ver com a nomeação, e é evidente que o governo de Obama é
a favor da agenda LGBT. O controle da
Câmara dos Deputados pelos republicanos, e a comissão do Congresso que lida com
a OSCE, a Comissão de Helsinque, é presidida pelo deputado federal Chris Smith.
Isso destaca a importância da separação de poderes num governo constitucional;
todo poder não é concentrado nas mãos do Executivo. O artigo original do Stefano
não estava claro nesse ponto e ele teve de modificá-lo; talvez essa tenha sido
a fonte da confusão.
Eis o artigo:
Países Rejeitam Declaração de Direitos Homossexuais na OSCE
Dr.
Stefano Gennarini
ISTAMBUL, Turquia, 19 de julho
(C-FAM) Grupos homossexuais sofreram uma grande humilhação no final do mês
passado por parte da maior organização regional de segurança do mundo.
A Organização de Segurança e
Cooperação da Europa (OSCE) derrubou uma resolução que reconhecia uma
declaração polêmica sobre homossexualidade por uma votação de 24 a 3. Até mesmo
países que geralmente são amistosos com grupos homossexuais os desertaram.
A declaração não obrigatória,
conhecida como Princípios de Yogyakarta, declara novos e abrangentes direitos
especiais para indivíduos que se identificam como lésbicos, homossexuais,
bissexuais ou transgêneros (LGBT). Os 29 princípios foram preparados em 2006
por ativistas, acadêmicos e ex-autoridades não eleitas de órgãos
internacionais.
Os defensores insistem em que os
princípios são interpretações autorizadas de leis internacionais existentes, e
pediram que as organizações internacionais os endossassem. Eles tiveram
sucessos variados, especialmente com autoridades que não foram eleitas. Colocar
a OSCE a bordo teria sido uma vitória significativa para grupos homossexuais e
seus amigos internacionais porque representantes nas reuniões da OSCE tendem a
ser autoridades eleitas.
A Bélgica estava confiante em que a
resolução seria aprovada. O Conselho da Europa, com quase os mesmos países como
a OSCE, reconheceu alguns dos princípios numa resolução de 2010. Mas a
iniciativa se transformou num pesadelo quando até mesmo países que geralmente
ficam do lado de direitos LGBT se recusaram a apoiá-la. Para surpresa de
muitos, o principal oponente foi os Estados Unidos.
Só três dos doze co-patrocinadores
originais da resolução mantiveram seu apoio depois que a resolução foi debatida.
Quando surgiu para debate, a atmosfera na sala de repente se tornou tensa.
Chris Smith, congressista dos EUA
na delegação americana, foi o primeiro a falar. Ele disse que os Princípios de
Yogyakarta “contradizem” os compromissos da OSCE para com a liberdade religiosa
e a liberdade de expressão. Ele enumerou vários conflitos entre os princípios e
os dogmas das grandes religiões, bem como leis internacionais obrigatórias.
Smith também apontou para o fato de que os governos nunca negociaram os
princípios.
Embora o governo de Obama tenha
declarado os direitos LGBT como prioridade para os Estados Unidos, e
declarações públicas feitas pelo presidente Barack Obama e outras autoridades
continuem a dar essa impressão, esse episódio mais recente pode sinalizar uma
mudança de direção.
Os Estados Unidos não estavam
sozinhos denegrindo os Princípios de Yogyakarta.
A Polônia propôs a remoção da
resolução da agenda, nem mesmo debatendo-a. Seu representante fez uma
intervenção surpreendentemente vigorosa, dizendo que os princípios contradiziam
a constituição da Polônia, e nenhum órgão chegou a definir os termos
“orientação sexual” e “identidade de gênero.”
Países que concedem novos direitos
especiais para indivíduos que se identificam como LGBT, como a Itália, que
concede às duplas gays condição especial por meio de uniões civis, também
falaram contra a resolução.
A promoção de ativismo partidário
“diminuiria” a autoridade da OSCE, de acordo com o representante italiano. Ele
observou que é impróprio que a OSCE até mesmo discuta os méritos dos Princípios
de Yogyakarta. Ele apontou para o fato de que a OSCE reconhece o direito de
todos os indivíduos, independente da orientação sexual ou identidade de gênero,
serem livres de discriminação.
Ele efetivamente disse que os princípios
vão além do sistema normativo aceito de direitos humanos adotados pelos países
da OSCE, ecoando especialistas legais que dizem que os Princípios de Yogyakarta
não
refletem de forma acurada as leis internacionais.
A Rússia e a Armênia também fizeram
comentários se opondo à resolução. Nenhum país da OSCE ofereceu palavras de
apoio adotando a resolução, nem mesmo a Bélgica.
Tradução:
www.juliosevero.com
Fonte:
C-Fam
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