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28 de janeiro de 2019

Os Estados Unidos vão cair para se tornar a terceira maior economia do mundo, atrás da China e da Índia em 2030, indicam novas classificações financeiras


Os Estados Unidos vão cair para se tornar a terceira maior economia do mundo, atrás da China e da Índia em 2030, indicam novas classificações financeiras

Ariel Zilber para o Dailymail.com e Reuter
Os Estados Unidos cairão para o terceiro lugar na lista das maiores economias do mundo, atrás da China e da Índia, prevê uma empresa britânica de serviços financeiros.
A China ultrapassará os Estados Unidos como a maior economia do mundo dentro de uma década, enquanto a Índia assumirá o segundo lugar, segundo o Standard Chartered, que revela sua classificação anual das dez maiores economias do mundo.
O Standard Chartered prevê que os EUA cairão para o terceiro lugar na lista atrás dos dois gigantes asiáticos em 2030, segundo a Fox Business.
A empresa prevê que a nova ordem mundial verá os atuais mercados emergentes ocuparem sete dos dez primeiros lugares.
Enquanto espera-se que os Estados Unidos fiquem atrás da China e da Índia, a Indonésia subirá ao quarto lugar.
“Nossas previsões de crescimento de longo prazo são sustentadas por um princípio fundamental: a participação dos países no PIB mundial deve convergir com sua parcela da população mundial, impulsionada pela convergência do PIB per capita entre economias avançadas e emergentes,” economistas do Standard Chartered escreveram em seu estudo.
O tamanho da economia de um país é determinado pelo produto interno bruto (PIB), que mede o valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos em um período de tempo.
O Standard Chartered prevê que a Turquia chegará à posição das 5 principais economias.
O Brasil é o único país da América Latina entre as 10 principais economias. Prevê-se que seja a sexta maior economia em 2030, com um PIB de US$ 8,6 trilhões.
O Egito é o único país do Oriente Médio na lista. Prevê-se que tenha a sétima maior economia com um PIB de US$ 8,2 trilhões.
Prevê-se que a Rússia será a oitava maior economia com um PIB de US$ 7,9 trilhões.
Japão e Alemanha caem na classificação. O gigante asiático termina em nono com um PIB de US$ 7,2 trilhões, enquanto a Alemanha completa as 10 principais economias com US$ 6,9 trilhões.
Os países que estão atualmente entre as 10 principais economias — e que estão previstos para cair para fora da classificação — são o Reino Unido, Itália, França e Canadá.
A Índia prevê que sua economia crescerá mais de 7% no atual ano fiscal que termina em março, dando algum alívio ao primeiro-ministro Narendra Modi, que busca um segundo mandato nas eleições nacionais que serão realizadas em maio.
O crescimento econômico anual caiu para 7,1%, abaixo do esperado, no trimestre de julho a setembro, de 8,2% no trimestre anterior, puxado para baixo por um consumo mais lento e crescimento agrícola mais lento, o que representa um risco para Modi, que planeja orçamento populista para reconquistar eleitores.
Com a queda nos preços globais do petróleo e o fortalecimento da rupia nas últimas semanas, o governo de Modi planeja apoiar a demanda rural por meio de maiores gastos do Estado e um pacote financeiro para os agricultores no orçamento anual a ser apresentado em 1º de fevereiro.
Estima-se que o produto interno bruto cresça 7,2% em 2018/19, mais rápido do que um crescimento provisório de 6,7% em 2017/18, disse o Ministério de Estatísticas em um comunicado.
A produção agora está prevista para crescer 8,3 por cento neste ano fiscal em comparação com 5,7 por cento no ano anterior.
A produção agrícola pode crescer 3,8%, acima dos 3,4%.
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16 de janeiro de 2019

Senadores e deputados federais do partido de Bolsonaro vão à China comunista importar sistema para monitorar cidadãos brasileiros


Senadores e deputados federais do partido de Bolsonaro vão à China comunista importar sistema para monitorar cidadãos brasileiros

Julio Severo
Deputados federais e senadores do partido do Presidente Jair Bolsonaro foram convidados pelo governo comunista chinês, que está pagando todas as despesas da viagem, para conhecerem de perto o sistema de reconhecimento facial.
Um dos objetivos da viagem é a bancada do PSL (Partido Social Liberal) conhecer o quartel-general comunista de onde é operado o sistema chinês de monitoração dos cidadãos chineses e também empresas comunistas que dominam essa tecnologia. A ideia do PSL é conseguir uma parceria com os comunistas chineses e trazer essa tecnologia para o Brasil.
“Os chineses estão muito à nossa frente na questão da segurança pública, e como representante do estado do Rio de Janeiro essa tecnologia toda muito me interessa,” afirmou o deputado Felício Laterça ao UOL antes de embarcar junto com uma comitiva de 12 parlamentares rumo à China, na terça-feira (15).
Participam da viagem a senadora eleita Soraya Thronicke, os deputados eleitos Carla Zambelli, Daniel Silveira, Tio Trutis, Felício Laterça,  Bibo Nunes, Charlles Evangelista, Marcelo Freitas, Sargento Gurgel e Aline Sleutjes, a deputada estadual Delegada Sheila, todos do partido de Bolsonaro.
Comitiva do partido de Bolsonaro que viajou para a China
O Partido Comunista da China usa o sistema de monitoração para manter amplo controle social, político e religioso sobre seus cidadãos, ao vigiá-los sem que percebam ou tenham feito algo de errado. Embora o governo comunista chinês diga que só usa esse sistema contra criminosos, cristãos e dissidentes políticos são rotineiramente punidos e presos.
De acordo com o UOL, deputados federais e senadores da bancada do PSL no Congresso Nacional vão apresentar um PL (Projeto de Lei) que obriga a implantação de tecnologia de reconhecimento facial em locais públicos para auxiliar as forças de segurança pública no combate ao crime e captura de suspeitos ou foragidos.
A China comunista tem em uso o maior e mais moderno sistema de vigilância do mundo, que usa o reconhecimento facial para identificar os cidadãos — e, desta maneira, prender criminosos e suspeitos. Os equipamentos conseguem reconhecer o rosto das pessoas, permitindo identificar seu sexo e idade, inclusive informações como o carro que o cidadão utiliza, suas rotas mais frequentes, a seus parentes e às pessoas com quem ele entra em contato, dados do fisco, profissionais e outros.
Essa aproximação com a China comunista acontece num momento em que o governo Bolsonaro, amplamente visto como direitista, condena claramente a ditadura de Nicolas Maduro na Venezuela. Apesar de tudo, a ditadura venezuelana tem sido menos comunista do que o governo chinês, pois a ditadura de Maduro não tem perseguido os cristãos tanto quanto o governo chinês os persegue. Quem pois denuncia Maduro tem a obrigação de denunciar muito mais a ditadura comunista chinesa.
Se o PT, que governou o Brasil durante os governos de Lula e Dilma (2002-2016), enviasse seus senadores e deputados para a China para importarem para o Brasil o sistema comunista chinês de monitoração dos cidadãos, haveria manifestações e protestos. Todos os escritores conservadores e direitistas denunciariam isso como manobra comunista de controle dos cidadãos. Mas o que acontecerá agora que o governo direitista de Bolsonaro está fazendo isso?
Muitos apoiadores de Bolsonaro criticaram o Papa Francisco por enviar um representante para a posse de Maduro. Mas quem criticará os senadores e deputados do partido de Bolsonaro por fazerem algo vastamente pior?
Mesmo que o partido de Bolsonaro enviasse seus senadores e deputados para os EUA para importarem para o Brasil algum sistema americano de monitoração dos cidadãos, isso não deixaria de ser um controle ditatorial. Há muitos anos os conservadores americanos denunciam a monitoração imoral do governo americano sobre os cidadãos americanos. As denúncias de Edward Snowden contra esse sistema foram amplamente apoiadas por conservadores americanos.
Seja da China comunista ou dos EUA, a monitoração e controle estatal constante dos cidadãos é algo perigoso.
Não importa se é o PT de Lula ou o PSL de Bolsonaro que está buscando esse controle, precisa ser denunciado.
Não importa se estão buscando esse sistema da Venezuela, China ou EUA, precisa ser denunciado.
Um dos meus seriados favoritos era “Person of Interest,” com Jim Caviezel lutando para que o governo americano não obtivesse controle de um supercomputador para monitorar os cidadãos. Infelizmente, o problema de monitoração não existe só em seriados de TV. É uma realidade ambicionada por governos de esquerda e — quem diria! — um governo direitista do Brasil que quer a ajuda da China comunista para monitorar os cidadãos brasileiros.
Com informações do UOL.
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8 de agosto de 2018

Chineses escolhem a educação escolar em casa, embora seja ilegal


Chineses escolhem a educação escolar em casa, embora seja ilegal

É ilegal, mas esses pais chineses dizem que querem tanto o melhor para seus filhos, que estão dispostos a lhes dar educação escolar em casa, se escondendo do governo conforme a necessidade.
A educação escolar em casa (homeschooling) tem crescido há anos nos Estados Unidos, onde há milhões, e há vários países na Europa onde ela está prosperando, embora autoridades governamentais não gostem muito dela.
Agora uma reportagem do jornal South China Morning Post detalhou a comunidade relativamente pequena — mas crescente — de adeptos do homeschooling lá.
A maioria dos pais chineses anseia por ter seus filhos em universidades e depois conseguir um emprego em finanças, medicina ou engenharia.
Contudo, Tsang Tsz-Kin, que é professor de dança, prefere ter seu filho, Ocean, 10, seguindo o que ele quer fazer.
“Pessoas que adoram fazer o seu trabalho não pensarão em trabalhar horas extras,” disse Tsang na reportagem.
Seu filho “assiste a performances online de pingshu todos os dias. Ele gosta de ler as estórias em voz alta com expressões faciais, movimentos das mãos e entonações vocais. Dava para ele ser um DJ quando crescer.”
As aulas incluem chinês, inglês, matemática e muito mais, com seu pai, bem como professores particulares e professores de artes.
A reportagem do South China Morning Post explicou: “Não há estatísticas oficiais sobre o número de pais que dão aos filhos educação escolar em casa na China, e os números extraoficiais variam muito. Os números mais recentes divulgados pelo Instituto de Pesquisa de Educação do Século 21, um think tank, estimaram que havia 6.000 crianças estudando em casa na China em 2016, em comparação a 2.000 em 2013. No entanto, a conta WeChat da China Home-schooling — uma aliança on-line de educadores e pais — tem mais de 23.000 membros.”
A reportagem observou que tem havido tanto interesse que o Ministério da Educação da China emitiu uma sugestão gentil recentemente de que “é proibido realizar educação escolar em casa para substituir a educação obrigatória…”
Mas a China é tão grande, e há tantas pessoas que quem está envolvido na educação escolar em casa simplesmente escolhe cuidar de sua própria vida.
“Cissy Ji, mãe de Ocean, de Qingdao, na província oriental de Shandong, diz que a hukou do Ocean — seu registro doméstico, que governa onde ele pode acessar os serviços públicos — está em sua cidade natal porque nasceu lá,” explicou a reportagem.
“Ele estudou jardim de infância em Qingdao e depois na escola primária [até terminar o primeiro semestre da Primária Três] em Shenzhen [uma cidade no sul da China, na fronteira com Hong Kong] depois que nos mudamos para lá. Embora seja contra a lei não enviar seus filhos para a escola na China, é difícil rastrear esses casos porque [as pessoas se movimentam pelo país],” disse Ji ao jornal.
Uma das razões que muitos pais educadores em casa citam é a “doutrinação entorpecente” das salas de aula do governo, segundo a reportagem.
Outros pais optam por financiar centros educacionais particulares para seus filhos. Um evento recente inclui uma estrutura de 3.000 metros quadrados com 80 professores e mais de 300 alunos.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Chinese choosing homeschooling, even though it's illegal
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15 de fevereiro de 2018

Por que a esquerda americana odeia a Rússia


Por que a esquerda americana odeia a Rússia

O conservadorismo da Rússia provoca histeria e medo

Julio Severo
A China, o maior país comunista do mundo, roubou bancos inteiros de informações de computadores do governo dos EUA. Os novos sistemas de armas deles se parecem suspeitamente semelhantes aos sistemas americanos de armas. A China tem manipulado mercados e sua moeda para roubar dos EUA suas riquezas e seus segredos comerciais.
No entanto, não há nenhuma histeria dos EUA contra a China. Nenhuma sanção ou boicote dos EUA contra a China, que é oficialmente ateísta e comunista. Pelo contrário, apesar dos ataques chineses, o presidente esquerdista Barack Obama e o presidente direitista Donald Trump visitaram oficialmente a China e mostraram respeito pelos seus governantes comunistas.
Em contraste, a Rússia, que não é ateísta e comunista, tem sido sistematicamente acusada, pela grande mídia esquerdista dos EUA, de intrusões cibernéticas durante a eleição presidencial de 2016. Obama impôs sanções na Rússia e Trump tem continuado as sanções.
Então se as ações da China comunista são piores do que as ações da Rússia, por que a Rússia é a vítima favorita de ataques da mídia corrupta dos EUA, do Partido Democrático e da esquerda americana em geral?
A propaganda anti-Rússia da mídia tem sido tão generalizada e bem-sucedida que até Trump sucumbiu à pressão para mudar. O Trump de 2016 que pregava parceria com a Rússia contra o terrorismo islâmico foi substituído por um Trump, agora presidente, que não faz concessões à Rússia e sucumbiu totalmente ao pântano neocon e suas ambições.
Os Estados Unidos toleram bondosamente até mesmo a Arábia Saudita, que tem fomentado o terrorismo islâmico no mundo inteiro. O atentado terrorista contra Nova Iorque em 11 de setembro de 2001 foi cometido por terroristas sauditas.
Mas os EUA não toleram a Rússia.
O que explica tal intolerância extrema? A resposta é muito simples: A Rússia personifica tudo o que a esquerda americana odeia.
A Rússia é cristã. Aliás, a Rússia é o maior país cristão ortodoxo do mundo. O Cristianismo russo não é semelhante ao evangelicalismo americano. Os Estados Unidos são o maior país protestante do mundo. O Cristianismo russo é mais semelhante, em alguns aspectos tradicionalistas, inclusive na adoração de santos, ao catolicismo.
Há um relacionamento simbiótico entre o governo russo e a Igreja Ortodoxa Cristã Russa. Eles se ajudam a manter dinheiro e poder.
Escrevendo no jornal Washington Times, L. Todd Wood disse: “Visitar Moscou me faz lembrar até certo ponto do Sul [evangélico] dos EUA. Há uma nova igreja sendo construída a cada esquina da capital da Rússia. Não dá para evitar os sons dos sinos tocando em algum lugar durante o dia de alguma igreja ou monastério perto. Os domos dourados das igrejas marcam a paisagem.”
Nós todos sabemos como a esquerda despreza o Cristianismo e ajuda o islamismo, a agenda homossexual, etc.
A Rússia é majoritariamente branca. Embora 30 por cento da Rússia sejam muçulmanos, a Rússia tenta proteger sua cultura reprimindo brutalmente o extremismo islâmico. A Rússia trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas exatamente como Israel trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas.
O esquerdista Obama costumava fazer comentários pejorativos sobre a Rússia e Putin que ele nunca fazia com relação à China comunista, tais como “A Rússia é uma potência regional que não faz nada” e “Putin é um aluno desengonçado e incompetente.”
A Rússia é conservadora em muitos aspectos. Em grande parte, as mulheres russas odeiam o feminismo. Elas tiveram a oportunidade de experimentar a “igualdade” real durante os tempos soviéticos — e elas não gostaram. “Por que eu deveria desejar agir como um homem e ter de fazer tudo?” perguntam as mulheres russas. Os papéis sexuais são bastante definidos na Rússia, para horror dos marxistas culturais do Ocidente.
Você pode entender o conservadorismo russo lendo uma entrevista exclusiva de William J. Murray para mim em 2015. Murray, que é o filho de uma proeminente marxista e ateísta americana, se converteu a Cristo e oferece hoje uma visão cristã da atual Rússia.
A Rússia tem uma lei que proíbe a propaganda homossexual. A lei simplesmente criminaliza o ato de expor a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Enquanto na Rússia pais que não querem seus filhos sendo doutrinados no estilo de vida homossexual são respeitados, no Ocidente em geral e nos EUA em particular, a homossexualidade está sendo entupida goela abaixo das crianças nas escolas, passando por cima das objeções da maioria dos pais.
O esquerdista Obama e toda a grande mídia dos EUA zombaram da Rússia e de Putin por causa dessa lei. “The Advocate,” a revista homossexual mais proeminente dos EUA e do mundo, anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 foi Vladimir Putin, dizendo: “O presidente russo se tornou a maior ameaça mundial aos LGBTs em 2014.”
A Rússia está empesteada de corrupção, não muito diferente do Brasil, o maior país católico do mundo. O Cristianismo tradicionalista parece ser propenso à corrupção.
Contudo, a Rússia não é a União Soviética. A Rússia não está buscando conquistar o mundo — diferente dos neocons americanos, que realmente querem total hegemonia mundial. Como o maior país do planeta, a Rússia só está tentando defender sua presença geopolítica.
Os evangélicos americanos que elegeram Trump e estão sendo sistematicamente bombardeados por uma propaganda anti-Rússia da mídia esquerdista deveriam encontrar meios, exatamente como Trump propôs em sua campanha de 2016, de trabalhar juntos com a Rússia cristã para lidar com a maior ameaça à segurança dos EUA, Europa e Rússia: o terrorismo islâmico.
Com informações do jornal Washington Times.
Versão em inglês deste artigo: Why the American Left Hates Russia
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17 de janeiro de 2017

China combate “crise” de masculinidade com novo livro escolar para meninos


China combate “crise” de masculinidade com novo livro escolar para meninos

Comentário de Julio Severo: A Bíblia diz que quando aqueles que conhecem a verdade se calam, Deus pode usar as pedras — gente dura — para clamar e falar o que outros deveriam estar falando. Enquanto nos EUA e no Brasil livros pró-homossexualismo para crianças nas escolas se espalham, a China está combatendo essa feminilização da masculinidade. Nesse aspecto, a China ganhou do Brasil e dos EUA. A China pode ter um milhão de coisas erradas, mas nesse aspecto, ela está certíssima. Leia o artigo da FoxNews:
Ao que tudo indica a China está preocupada que seus meninos estejam se tornando efeminados demais. A solução da China: um livro escolar que promove a masculinidade. O livro se chama “Homenzinhos.”
O livro ilustrado fala sobre pais e filhos, e incentiva os meninos a dar prioridade ao seu lado masculino, com administração financeira e outros assuntos ostensivamente adequados para homens.
A NBC News informa que a preocupação é generalizada e que os cidadãos culpam a “crise sexual” em tudo desde muito trabalho doméstico (e pouca atividade física) a serem mimados pelos pais que tiveram permissão de ter só um filho. “As meninas estão ficando mais como os meninos enquanto os meninos estão se tornando mais como meninas, introvertidos e acanhados,” se queixa um pai.
Um jornal de língua inglesa na China culpou o problema percebido nos atores e estrelas populares “efeminados” na cultura japonesa e coreana.
O novo livro, que contém seis capítulos, foi impresso em dezembro pela Editora Educacional Xangai e foi dado como teste em algumas escolas. A ideia é que os meninos serão ensinados com o livro durante a aula, enquanto as meninas não terão aula, informa o jornal South China Morning Post.
A antropóloga Tiantian Zheng disse a NBC que a preocupação sobre a masculinidade é vista como prioridade entre autoridades governamentais, e ela indica que o resultado pode ser a criação de escolas de ensino médio voltadas exclusivamente para estudantes do sexo masculino.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da FoxNews: China fights masculinity 'crisis' with new textbook for boys
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3 de dezembro de 2015

A América Latina é mais comunista do que a China?


A América Latina é mais comunista do que a China?

Andrés Oppenheimer
Esta é uma notícia que deveria ser um alerta para toda a América Latina: um novo relatório do Banco Mundial diz que a China comunista é muito mais amiga dos capitalistas do que o Brasil, Argentina, Venezuela e vários outros países na região.
Numa época em que a economia da América Latina parou de crescer e a região precisa desesperadamente atrair investimentos, o volumoso relatório do Banco Mundial intitulado “Fazendo Negócios 2016” mostra que a maioria dos governos sul-americanos coloca mais obstáculos para iniciar, operar ou fechar um negócio do que a China, ou o vizinho comunista da China, o Vietnã.
O relatório avalia 189 países de acordo com a facilidade de fazer negócios em cada um deles, do melhor ao pior, classificando a China em 84º lugar e o Vietnã em 90º lugar, enquanto o Brasil está em 116º, Argentina 121º, Nicarágua 125º, Bolívia 157º e Venezuela 186º.
Alguns dos exemplos do relatório são arrepiantes. No que se refere a passos legais necessários para abrir um novo negócio, por exemplo, leva um único procedimento legal para começar um negócio em Hong Kong [que faz parte da China] ou Nova Zelândia, três na Finlândia e seis nos Estados Unidos, enquanto leva 11 procedimentos legais na China continental, 14 na Argentina, 15 na Bolívia e 17 na Venezuela.
Para ler o restante do artigo em inglês, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo do original do Miami Herald: Latin America, more communist than China?
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28 de outubro de 2014

Congressista Acusa Autoridades de Obama de Ajudar Abortos Forçados da China


Congressista Acusa Autoridades de Obama de Ajudar Abortos Forçados da China

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Fotos de mães e seus bebês abortados a força ricocheteiam pela internet. Agentes de planejamento familiar extorquem multas imensas de lavradores. Um advogado é torturado e encarcerado por defender as mães. Zhang Yimou, um aclamado produtor cinematográfico da China, foi multado em 1,24 milhão de dólares por violar sua quota de filhos.
Nos seis anos passados, estão se acumulando provas da aplicação brutal da lei chinesa de um filho só. Agora um congressista dos EUA está acusando as principais autoridades de Obama de quebrar as leis americanas e ajudar as políticas de aborto forçado da China.
Obama deu 227 milhões de dólares para uma agência da ONU que facilita a política de um filho só, e vistos para autoridades chinesas com ligações aos atos brutais de abortos forçados, acusou o Dep. Chris Smith (R-NJ). 
Os EUA proíbem financiamento federal de organizações cúmplices das políticas de esterilização e aborto forçado da China, mas permitem que estrangeiros diretamente envolvidos em sua aplicação entrem nos EUA. “Poucos infratores têm seus vistos rejeitados,” Smith disse.
Smith deu uma lista interminável de abusos da China e como as autoridades de Obama os possibilitam num discurso na semana passada.
As penalidades duras da China por ter um filho sem permissão governamental abrangem de sequestro e abortos forçados, cadeia, perda de empregos, destruição de lares e multas até dez vezes mais que a renda anual dos pais.
Em apenas 24 províncias, mais de 3 bilhões de dólares foram coletados por ano em multas, muitas vezes apropriadas por burocratas locais.
Recentemente, os líderes chineses estão determinados a pressionar enquanto as vítimas postaram fotos na internet e descreveram abusos, provocando fúria internacional. Em alguns casos responsáveis pela aplicação da lei foram demitidos e famílias receberam assistência.
Em vez de aumentar a pressão, as autoridades de Obama dão sinais de que endossam a política da China.
O vice-presidente Joe Biden disse a uma audiência chinesa que ele “entendia plenamente” a política de um filho só e não estava “com segundos pensamentos” sobre o governo chinês por impô-la. Smith apontou para o fato de que o histórico de Biden apoiava seu sentimento insensível: como membro do Senado dos EUA, ele rejeitou uma emenda que condenava a política de um filho só.
Chen Guangcheng — o advogado autodidata cego preso e torturado por defender mulheres de abortos forçados — ligou para Smith durante uma audiência do Congresso de uma sala de hospital em Beijing com medo. Sua escapatória ousada da prisão domiciliar e viagem para a Embaixada dos EUA em Beijing capturou a atenção do mundo — ainda mais quando os auxiliares da secretária de Estado Hillary Clinton o mandaram da proteção da embaixada ao hospital infestado de policiais. Depois de críticas intensas, as autoridades de Obama permitiram que Chen fugisse para os EUA.
Quando perguntaram a Clinton se ela ou o presidente Obama tocou no assunto de abortos forçados na China com o presidente Hu Jintao, ela recusou responder.
Não só as autoridades de Obama fazem de conta que não veem os abusos da China, mas dão dólares de impostos de renda para uma organização que financia e dá orientação à agência de planejamento familiar da China, inclusive equipes de treinamento.
O FNUAP trabalha exclusivamente na China com a agência de planejamento familiar, que é mais bem financiada do que outras burocracias de saúde da China e desprezada pelos cidadãos por sua corrupção e práticas brutais. Esse laço foi fortalecido quando o FNUAP ficou do lado da China quando os EUA pararam de financiar a agência da ONU por causa de seu trabalho que apoia a política de um filho só.
“Por mais de três décadas, o FNUAP tem sistematicamente louvado o programa de controle populacional da China e frequentemente exortado outros países a adotar políticas semelhantes,” disse Smith.
Quando Smith desafiou Peng Peiyun, a autoridade máxima de controle populacional da China, para acabar com a coerção, ela lhe disse que “o FNUAP apoiou muito o programa de um filho só por casal” e “categoricamente concorda com ela que o programa é voluntário e que não existe coerção.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Bispo Macedo: a favor do aborto e contra profecia