Cadeia de lanchonetes sucumbe diante do supremacismo gay?
Julio
Severo
A rede de lanchonetes americana Chick-fil-A,
cujo produto é conhecido como “frango de Jesus”, sucumbiu às pressões dos
ativistas gays e declarou, em comunicado, que não mais dirá que o chamado “casamento” gay é antinatural.
Fundada em 1967 e com mais de 1.600
lanchonetes, a rede dava doações para organizações cristãs que se opõem ao “casamento”
gay e classificam a homossexualidade como prejudicial e perversão. Mas a rede
ficou famosa quando seu presidente Dan Cathy disse numa entrevista à Imprensa
Batista: “Apoiamos muito a família — a definição bíblica de unidade da família.
Somos uma empresa possuída por uma família, dirigida por uma família e todos
nós permanecemos casados às nossas primeiras esposas. Damos graças a Deus por
isso”.
Como consequência, a empresa dona
dos personagens Muppets rompeu contrato com a rede e prefeito esquerdistas de
cidades americanas ameaçaram impor dificuldades para a lanchonete.
Supremacistas gays promoveram boicotes,
fizeram beijaços homossexuais em frente da lanchonete ao redor dos Estados Unidos,
sem se importarem com a presença de crianças.
Contudo, os cristãos também se
envolveram. No dia 1º de agosto, evangélicos e católicos participaram de um ato
de apoio organizado pelo ex-governador republicano do Arkansas Mike Huckabee e
consumiram milhares de sanduíches de frango. Até mesmo Sarah Palin participou. Centenas
de milhares de evangélicos e católicos fizeram fila para comprar os frangos,
como manifestação de apoio.
![]() |
| Freiras compram no Chick-fil-A para apoiar valores pró-família |
Joe Moreno, um vereador de Chicago,
havia declarado que faria uso de seus privilégios para bloquear a autorização
para que a Chick-fil-A funcionasse em Chicago e, de acordo com a revista Charisma, houve resultado: “O vereador Moreno
confirmou que Chick-fil-A não mais dará dinheiro para organizações opostas ao
homossexualismo e Chick-fil-A esclareceu num documento interno que a empresa
tratará todas as pessoas de forma igual, independente da orientação sexual”.
Com
informações da revista Charisma e do site homossexualista A Capa.
Fonte:
www.juliosevero.com





