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15 de novembro de 2012

Christian Bale, ator do Batman, assume postura contra abortos forçados


Christian Bale, ator do Batman, assume postura contra abortos forçados

Movieguide
O ator Christian Bale, que fez o papel de Batman nos filmes Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas), está assumindo uma posição forte nesta semana contra o “horror” das políticas de abortos forçados na China.
Bale também elogiou o ativista chinês Chen Guangcheng por suas atividades contra a política do governo da China de um filho só.
“Ele [Chen] havia desmascarado um programa de aborto e esterilização forçados em Shandong”, Bale disse aos participantes de um evento chamado “Direitos Humanos em Primeiro Lugar”. Um programa de aborto forçado significa que mulheres estão sendo arrastadas de seus lares contra sua vontade. Elas estão sendo forçadas a ter abortos, às vezes no nono mês de gravidez — imaginem isso — com mulheres que acabam morrendo com isso”.
“Esses casos são um verdadeiro horror”, acrescentou ele. “E, neste mundo insano, este homem, Chen, que estava ajudando essas mulheres — que estava vivendo de acordo com alguns dos valores mais simples, corajosos e universalmente admirados — valores que ensinamos aos nossos filhos diariamente, e ajudando seu próximo — por tal bondade, este homem foi preso e surrado durante mais de quatro anos”.
Em dezembro de 2011, quando Chen estava na China sob prisão domiciliar, Bale tentou visitá-lo, mas foi atacado por brutamontes, que o impediram de fazer a visita.
“O que eu realmente queria fazer era dar um cumprimento de aperto de mão e dizer ‘obrigado’, e dizer-lhe a inspiração que ele é”, Bale disse na época.
Bale fez o papel de Batman nos últimos três filmes do Batman, inclusive Batman Begins, The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas) e The Dark Knight Rises (O Retorno do Cavaleiro das Trevas). Ele ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua representação de Dicky Eklund em The Fighter (O Lutador).
“O que Christian e Chen estão fazendo é verdadeiramente heroico”, diz Ted Baehr, editor e fundador de Movieguide: O Guia da Família para Filmes e Entretenimento. “Nós os aplaudimos nos termos mais fortes”.
“Christian Bale se tornou um campeão dos direitos humanos em seu próprio mérito”, diz Reggie Littlejohn, presidente da entidade Direitos das Mulheres Sem Fronteiras. “Ele arriscou sua segurança para visitar Chen em dezembro do ano passado. O fato de que ele foi atacado por brutamontes chineses trouxe visibilidade para o caso de Chen. Essa visibilidade muito ajudou a campanha internacional para libertar Chen. E Bale é corajoso de condenar a prática de aborto forçado na China”.
Clique aqui para ler o texto original em inglês em Movieguide.org.
Traduzido por Julio Severo do artigo de Charisma: Batman Actor Christian Bale Takes a Stand Against Forced Abortions
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5 de maio de 2012

Chen fez uma descoberta horripilante: governo de Obama é apenas outro membro da máfia do controle populacional


Chen fez uma descoberta horripilante: governo de Obama é apenas outro membro da máfia do controle populacional

Matthew Cullinan Hoffman
3 de maio de 2012 (LifeSiteNews.com) — O dissidente chinês Chen Guangcheng, que sofreu anos de prisão e surras por fazer objeção às esterilizações e abortos forçados em sua pátria, pensava que poderia encontrar um abrigo e amizade na embaixada dos Estados Unidos depois de sua recente fuga da prisão domiciliar. Ele está agora aprendendo, do jeito difícil, que o governo pró-aborto de Obama, que ajuda a financiar a mesma “política de único filho” que Chen combate, preferiria vê-lo desaparecer.
Chen Guangcheng
A presença de Chen na embaixada durante a semana passada foi pouco mais que um incômodo perigoso para o Departamento de Estado de Hillary Clinton. A principal meta do Departamento de Estado dos EUA é há muito tempo a promoção e proteção dos interesses comerciais americanos no exterior, e os “direitos humanos” muitas vezes fornecem o pretexto útil para criticar governos que se rebelam contra as pressões econômicas dos EUA. Contudo, o caso de Chen apenas ameaça um relacionamento amigável e extremamente lucrativo entre os EUA e a China, e não apresenta nenhuma “vantagem” para a balança final americana.
Pior para Chen é sua oposição desconfortável e embaraçosa à agenda de controle populacional da China, uma política apoiada pelo governo de Obama e em especial pelo Departamento de Estado, que está gastando dezenas de bilhões de dólares em tais programas no mundo inteiro. Embora se oponha, apenas da boca para fora, às esterilizações e abortos forçados, o governo americano está simultaneamente ajudando a financiar a máquina de controle populacional da China com dezenas de milhões de dólares em subsídios para o Fundo de População da ONU (FNUAP), que ajuda a administrar a brutal política de filho único da China.
Talvez seja por isso que, de acordo com Chen, seus “anfitriões” americanos começaram a se parecer mais com membros da máfia internacional do controle populacional que está matando seu país, do que defensores deslumbrados de “direitos humanos”.
Chen, que diz que se sentiu pressionado a deixar a embaixada, acrescenta que finalmente decidiu deixar quando as autoridades americanas lhe informaram que se ele não saísse, sua esposa seria surrada por vingativas autoridades chinesas. Os funcionários da embaixada negam essa declaração, embora admitam que informaram Chen que sua esposa seria levada de volta para a residência em que o casal havia sido surrado muitas vezes.
Até mesmo a organização pró-aborto de direitos humanos “Human Rights Watch” admite, nas palavras de seu diretor, que os “EUA dizem que não transmitiram nenhuma ameaça de prejudicar a família de Chen, mas realmente disseram que eles seriam devolvidos ao lugar onde sofrerem maus-tratos. É a mesma coisa”.
A versão siciliana da máfia italiana poderia ter utilizado uma linguagem como esta: “Você tem uma bela esposa, sr. Chen… seria uma pena se alguém quebrasse as pernas dela…”
A embaixada americana foi tão amistosa quanto um chefão de máfia que quer um favor de você — nesse caso, ir embora. Eles deram muitos “abraços” em Chen, e prometeram lhe dar uma carona legal para um hospital chinês, onde eles permaneceriam com ele, diz ele. Em vez disso, eles abandonaram a ele e sua esposa no hospital. Suas ligações desesperadas para a embaixada não eram atendidas. De repente, Chen era persona non grata na “terra dos livres”.
“A embaixada me disse que providenciariam alguém para me acompanhar o tempo todo”, Chen disse aos jornalistas. “Mas hoje quando cheguei à ala do hospital, vi que não havia uma única autoridade de embaixada ali, de modo que fiquei muito insatisfeito. Senti que eles não me disseram a verdade sobre essa questão”.
Depois que Chen estava de forma segura fora dos muros do complexo da embaixada, o governo dos EUA informou a ele que ele não precisava se incomodar de voltar. “Esse foi um caso fora do comum envolvendo uma circunstância excepcional, não antecipamos que se repetirá”, uma autoridade anônima do governo de Obama disse aos jornalistas.
E caso Chen se sentisse tentado a se queixar sobre o tratamento que recebeu, havia outra mensagem para ele da parte de seu “amigo” Jerome Cohen, assessor da entidade de controle populacional Conselho de Relações Externas, que mantem um relacionamento muito estreito com o Departamento de Estado.
Cohen, que ganhou a confiança de Chen quando ele lhe deu ajuda em suas conversas com o governo chinês em 2005, falou sombriamente das consequências para Chen se ele desagradasse ao governo de Obama.
“Penso que o resultado mais triste seria se acontecessem casos agora que colocassem Chen em guerra com o governo dos EUA que representa seu único apoio seguro”, Cohen disse para a revista Time. “Isso poderia facilmente acontecer por meio de confusão, por meio de confusão sendo semeada que criaria desconfiança entre ele e os EUA, e então ele ficaria aí fora sozinho e isso seria muito, muito infeliz”.
Muito infeliz mesmo. Entende o recado, sr. Chen? Dane-se… e não nos retruque.

3 de maio de 2012

Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA


Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA

Autoridades americanas desconversam e entregam chinês à cova dos leões do comunismo chinês

Julio Severo
Chen Guangcheng, um ativista pró-vida da China, cometeu o erro fatal de pedir ajuda da Embaixada dos Estados Unidos na China.
Chen Guangcheng
Ele estava sob prisão domiciliar em sua província, mas outros ativistas de direitos humanos se sacrificaram, arriscando a própria vida para criar todo um esquema para que ele pudesse fugir e terminar na Embaixada dos EUA, onde, todos achavam, o refúgio era certo.
Todos esperavam que ele pedisse asilo, mas o desenrolar do caso, sob a atenção da mídia internacional, teve um final pesado. Chen, que é cego desde a infância e está com problemas de saúde devido a anos de prisão e torturas, teve a promessa de autoridades americanas de que ele poderia ficar na China e receber tratamento médico, com a presença constante de um acompanhante americano.
Pelo que foi noticiado na imprensa e informado pela Embaixada dos EUA, Chen é que “queria” permanecer na China. Tal “decisão” livrou Hillary Clinton de complicações diplomáticas e comerciais em sua visita à China. Afinal, os EUA têm imensos interesses comerciais na China, e Chen estava sendo uma pedra nos sapatos chineses e americanos.
Com a “decisão” de Chen de não pedir asilo, Hillary ficou satisfeita, dizendo que a saída dele da embaixada ocorreu de um modo que refletiu as “escolhas” dele e os “valores” dos EUA. “Ufa”, pensaram os americanos, “conseguimos jogar a batata quente de volta para os chineses!”
Contudo, depois da saída de Chen e sua transferência para um hospital de Pequim, nenhuma autoridade americana permaneceu com ele. O compromisso americano, feito para uma alma desesperada, foi jogado por terra.
“Pressionaram-me a sair, prometeram que teria gente comigo no hospital, mas, quando entrei em meu quarto, me dei conta que todos haviam ido embora”, desabafou Chen, conforme reportagem do Estadão.
Ao ser contatado no hospital pela mídia internacional, ele confessou o que é óbvio: ele não pôde pedir asilo ao governo dos EUA, pois sua família estava sob direta ameaça de morte. Ele estava sob pressão. Se ele ousasse decidir partir para os EUA, autoridades chinesas, conforme declaração de Chen, matariam a esposa e filhos dele.
Os americanos da embaixada pouco se importaram e prontamente tiraram o corpo fora, declarando que desconhecem qualquer ameaça ou pressão sobre Chen. Provavelmente, de acordo com o pensamento deles, todo o sacrifício que foi feito para que Chen chegasse à embaixada foi apenas um gesto nobre de dizer um “oi” para os americanos. Nada mais. Depois de seis dias abrigado na embaixada e dizendo “oi”, finalmente o chinês, para alívio do governo chinês e americano, “escolheu” sair e ficar em sua terra.
A “escolha” de Chen muito agradou ao governo dos EUA, pois o ativista chinês não é o tipo de homem que as autoridades americanas teriam prazer em ajudar. Barack Obama e Hillary Clinton são descaradamente a favor do aborto. Em contraste, Chen é pró-vida.
Qualquer indivíduo, por mais importante que seja, que é cruel o suficiente para defender o assassinato de inocentes bebês em gestação é capaz de cometer qualquer outro pecado, inclusive enganar e mentir para um oprimido e pobre chinês cego que enxerga mais sobre o verdadeiro valor da vida do que a maior parte do governo da China e dos EUA.
O governo comunista da China sempre mentiu para o povo chinês e para Chen. E agora Chen tem a experiência desagradável de sofrer conduta não muito diferente e até abandono por parte de um governo que se diz defensor dos direitos humanos, um governo que ele supunha fosse radicalmente diferente do governo chinês.
Mas e se o governo americano não fosse essa decepção e se Chen recebesse asilo nos EUA, o que aconteceria? Ele prosseguiria seu trabalho já conhecido de denunciar o crime do aborto? Nesse caso, o alvo das denúncias seriam as próprias autoridades americanas. Isso sem dúvida alguma seria um grande problema!
O tipo de trabalho de direitos humanos desenvolvido por Chen não tem a simpatia do governo americano.
Bebê legalmente morto em clínica de aborto nos EUA
Por 39 anos, a lei do aborto impera no que era até recentemente a maior nação evangélica do mundo. Se é horrível uma nação comunista como a China sustentar o aborto com unhas e dentes, o que dizer então de uma nação evangélica?
O fato é que os autoproclamados “evangélicos” Barack Obama, Hillary Clinton, Bill Clinton e outras poderosas autoridades americanas não têm interesse algum de resgatar homens que clamam publicamente pelo resgate de bebês em gestação.
A presença de Chen na Embaixada dos EUA em Pequim era pois um incomodo. A presença dele nos EUA, engrossando as fileiras dos ativistas pró-vida, seria um incomodo muito maior.
Se Chen fosse um ativista homossexual, a presença dele na embaixada seria um prazer. Obama e Clinton dariam todo apoio. Aliás, desde dezembro de 2011, as embaixadas e órgãos americanos no exterior têm ordens do governo dos EUA de dar tratamento preferencial para ativistas gays.
Para o governo dos EUA, atender de bandeja a todos os mimos homossexuais é vastamente mais importante do que impedir bebês em gestação de serem assassinados!
Desorientado e desesperado, Chen não sabe o que fazer, a não ser fazer um apelo público em direção ao próprio país que não foi sincero e justo com ele: “Gostaria de pedir ao presidente Obama, lhe suplico, para que faça tudo o que possa para que nossa família possa ir embora”.
Talvez, por pressão dos inúmeros americanos pró-vida, Obama consiga agir contra sua própria consciência pró-aborto e dar uma chance a um indefeso chinês cercado por opressores a serviço do Estado. Talvez.
Ativista pró-vida americano é preso e surrado pela polícia pelo “crime” de orar na frente de uma clínica de aborto
Entretanto, é certeza que suas opressões não terminarão nos EUA, onde ativistas pró-vida são furiosamente detidos pela polícia pelo único “crime” de orar em frente de uma clínica de aborto, enquanto médicos e funcionários assassinos matam bebês à vontade sob a proteção de uma lei que, em muitos sentidos, não é melhor do que as leis nazistas, que relegavam os judeus e outros seres humanos indefesos à classe dos merecedores de extermínio. Nos EUA, os bebês em gestação estão nessa categoria infeliz.
Polícia americana prende jovem que estava orando na frente de uma clínica de aborto. Nos EUA, o aborto é legalmente sagrado.
Se quiser ajuda do governo dos EUA, Chen vai ter de orar, jejuar e esperar muito até aparecer um novo Ronald Reagan. Mas se ele quiser uma ajuda maior, ele não precisará esperar por décadas ou séculos, pois Deus diz:
“Não ponham a sua confiança em pessoas importantes, nem confiem em seres humanos, pois eles são mortais e não podem ajudar ninguém. Quando eles morrem, voltam para o pó da terra, e naquele dia todos os seus planos se acabam. Feliz aquele que recebe ajuda do Deus de Jacó, aquele que põe a sua esperança no Eterno, o seu Deus, o Criador do céu, da terra e do mar e de tudo o que neles existe! O Eterno sempre cumpre as suas promessas; ele julga a favor dos que são explorados e dá comida aos que têm fome. O Deus Eterno põe em liberdade os que estão presos e faz com que os cegos vejam. O Eterno levanta os que caem e ama aqueles que lhe obedecem.” (Salmos 146:3-8 BLH)