Presidente Trump nomeia líder pró-vida para posto no “ministério da Saúde” dos EUA
Julio
Severo
O presidente americano Donald Trump nomeou uma líder
pró-vida para um posto elevado no Ministério da Saúde e Serviços Humanos, que é
o ministério da Saúde dos EUA. Essa nomeação me alegra de forma especial, pois essa
líder é minha amiga de Facebook há muitos anos.
| Charmaine Yoest |
A nomeação dela continua os esforços pró-vida do
presidente Trump desde sua posse, primeiro restabelecendo a Política da Cidade
do México, a qual proíbe dinheiro de impostos do governo americano de ir para
organizações pró-aborto. Trump também retirou as verbas do governo americano
para o Fundo de População da ONU (FNUAP), que é uma entidade que sustenta o
controle populacional no mundo inteiro.
Diferente de Trump, que acredita que o aborto no caso
de estupro e incesto é válido, Yoest tem uma postura pró-vida muito mais firme.
Com a indicação de Yoest, Trump tem seguido, até
agora, a linha do ex-presidente George W. Bush, que também era pró-vida. A
diferença é que o
histórico de Trump é patentemente mais aberto para a esquerda.
Em vista de seu histórico, não é de surpreender que
Trump esteja continuando
várias políticas homossexuais de Obama, inclusive mantendo
o cargo do embaixador homossexual, nomeado pioneiramente por Obama,
para promover, em nome do governo dos EUA, a agenda homossexual no mundo
inteiro.
À semelhança de Bush, que falava de Deus em seu
governo, ontem Trump disse: “A liberdade não é um presente do governo. A
liberdade é um presente de Deus.”
Em política externa, Trump está também seguindo o
modelo intervencionista neocon de Bush e Obama, embora na
campanha ele tivesse prometido adotar uma política antineocon e
anti-intervencionista. Mas ele não pôde cumprir suas promessas,
especialmente depois que vazamentos
maliciosos derrubaram seus assessores estratégicos mais importantes
para tal política externa oposta à política neocon de Bush e Obama.
Ainda que Bush tenha acertado em suas políticas pró-vida
dentro dos EUA, ele errou feio em suas políticas belicistas pró-morte fora dos
EUA, especialmente a Guerra no Iraque, condenada por Trump em toda a campanha
eleitoral do ano passado. A Guerra do Iraque acabou deixando um rastro de 500
mil cristãos mortos. As
intervenções militares neocons de Bush e Obama deixaram um rastro igualmente
desastroso para os cristãos na Líbia, Afeganistão e outros países. Por isso, é importante ser pró-vida dentro
e fora dos EUA.
Embora não haja muito o que se aproveitar das
políticas homossexualistas e política externa belicista de Trump, o movimento
pró-vida pode se alegrar que as
nomeações pró-vida são parte das promessas de Trump que até agora
ele tem conseguido cumprir.
Oremos para que Charmaine Yoest possa continuar seu
excelente trabalho pró-vida no ministério da Saúde nos EUA.
Oremos também por Trump, para que num intervencionismo
sobrenatural de Deus, sua política externa mude de belicista para não-intervencionista
e para que suas posições sobre a agenda gay espelhem os interesses da família
americana, não as ambições do ativismo homossexual.
Com informações de LifeNews, Franklin Graham e New
York Times.
Fonte:
www.juliosevero.com
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