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20 de dezembro de 2013

Jean Wyllys: PLC 122 virou “tiro pela culatra”?


Jean Wyllys: PLC 122 virou “tiro pela culatra”?

Depois de lamentar o enterro do PLC 122, deputado supremacista gay afirma que, com ajuda do senador Pedro Taques, novo Código Penal criminalizará de modo mais “eficaz” a chamada “homofobia”

Julio Severo
O deputado supremacista gay Jean Wyllys, que havia publicamente lamentado o “enterro” do PLC 122, mudou de ideia. Agora ele diz que o PLC 122 virou “tiro pela culatra.”
Jean Wyllys
Em comentário público de Facebook, ele diz: “Diz a sabedoria popular que há males que vêm para bem, e é verdade. Conversei quarta à tarde com o senador Pedro Taques e seu relatório do Código Penal incorporará as proposições do PLC 122, apensado a ele! Não só isso. Apensado ao Código Penal, o PLC 122 talvez combata as violências homofóbicas de modo ainda mais pontual e eficaz!”
Wyllys acrescentou: “Taques garantiu que seu relatório apontará para a criminalização… das ofensas à honra motivados por homofobia! Assim, talvez tenha sido melhor para o PLC 122 ter sido apensado ao Código Penal. O tiro terá saído pela culatra da arma dos canalhas!”
“Ofensas à honra motivadas por ‘homofobia’”? O que ele quer dizer? Se ativistas gays chamarem um pastor ou padre de “nazista” ou “canalha,” eles serão imediatamente enquadrados no crime de ofensa à honra?
Não. Jamais foi a intenção de Wyllys criminalizar os habituais xingamentos e obscenidades de sua turma aos cristãos. Que tipo de opiniões e expressões ele então enquadraria como “ofensa à honra”?
Será que chamar a homossexualidade de “repugnante” também se enquadra em ofensa? Então, o maior Ofensor que já existiu é Deus, que diz:
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI)
“Repugnante” aí significa também “nojento” e “abominável.” Incorrendo no risco legal — do ponto de vista de Wyllys — de ofender a “honra” dos homossexuais, ladrões e outros, Deus diz em Sua Palavra:
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
Quem citar o que Deus disse nesses versículos será enquadrado no “crime de ofensa à honra” por causa dos homens que veem “honra” nas práticas homossexuais?
Para não ofender a “honra” do homossexualismo, pastores e padres não mais poderão pregar que os que vivem em práticas homossexuais não herdarão o Reino de Deus?
Do perfil de Facebook de Jean Wyllys em 19 de dezembro de 2013
Confiando nas garantias que o senador Pedro Taques lhe deu de que o novo Código Penal tratará com mais dureza os que ofenderem a “honra” do homossexualismo, Wyllys se gabou:
“Preparem-se pra luta! Os que cometem crimes motivados por homofobia, sejam religiosos fundamentalistas ou não, não gozarão de impunidade para sempre!”
O monstrengo fétido chamado PLC 122 já foi enterrado. Mesmo Wyllys reconheceu e lamentou isso. Para quê desencavá-lo? Para cheirar mais mau ainda?
Quanto ao senador Taques e suas garantias ao Wyllys, é hora do povo, que enterrou o PLC 122 e ganhou vitoriosamente esta batalha, entender que haverá outras batalhas para vencer.
Como pode Taques dar garantias que ameaçam a família brasileira? Será que os brasileiros que o elegeram são todos homossexuais como Wyllys? Se não são, precisam ser informados das conversas do senador com o deputado do BBB.
Talvez tudo o que Wyllys disse sobre o senador não passe de esnobismo e falatório vazio.
Seja como for, através das urnas ou manifestações, Wyllys e Taques precisam ser pressionados pelos eleitores, pois eles não têm o direito de tratar a honra da família brasileira como se tivesse menos importância do que a suposta “honra” das nojentas práticas de quem optou pelo homossexualismo, e ninguém deveria sofrer ameaças do Estado por expressar publicamente o que a Bíblia ou a própria medicina diz sobre a nocividade dessas práticas.
Preparemo-nos para as novas batalhas, deixando claro para Wyllys que não aceitaremos sua ditadura homoerótica sobre o Brasil. Quanto ao senador Pedro Taques, se ele deu ou não garantias ao deputado supremacista gay, ele precisa prestar contas aos seus eleitores e esclarecer ao Brasil se ele está do lado da ditadura de Wyllys ou do lado da livre expressão da família brasileira.
Leitura recomendada:
Sobre Jean Wyllys:

14 de março de 2012

Senado considera projeto de descriminalização do aborto e redução de penas para o infanticídio

Senado considera projeto de descriminalização do aborto e redução de penas para o infanticídio

14 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um comitê de juristas criado pelo Senado do Brasil propôs um novo Código Penal que eliminaria penas para o aborto até as primeiras 12 semanas de gravidez se um psicólogo atestar que a mulher não tem condições psicológicas “para arcar com a maternidade”.
A lei também descriminalizaria a matança de crianças em gestação que sofrem de deformidades, e em casos de inseminação artificial involuntária. A lei também reduz as penas para o infanticídio e para os abortos em geral, e abaixa a idade de consentimento sexual de 14 para 12.
Se o projeto for aprovado pelo Congresso Nacional, dominado por socialistas, reduzirá as penas criminais para o infanticídio pós-nascimento de 2 a 6 anos para de 1 a 4 anos, e para abortos criminalizados de 1 a 3 anos para 6 meses a 2 anos.
A lei brasileira atualmente suspende as penas para o aborto somente em casos de estupro, ou perigo de vida para a mãe. O povo do Brasil está entre os mais pró-vida do mundo, com um número de cerca de 70% rejeitando sua descriminalização em recentes pesquisas de opinião pública, e cerca de 80% rejeitando a eliminação do aborto como crime.
O deputado federal Marcos Feliciano, pastor e membro da poderosa bancada evangélica do Congresso Nacional, imediatamente expressou sua rejeição ao projeto.
Feliciano, numa mensagem de Tweeter, disse que “Lutaremos, obstruiremos, faremos manifestação e o que for preciso e possível” para impedir a aprovação do projeto.
“Usam a bandeira dos Direitos das mulheres para legitimar o aborto, e o direito do nascituro? E o bebê que não pode se defender? Que culpa tem ele?” Feliciano disse.
“Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo”, disse afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida.
“É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa”, disse Dóris, acrescentando que “As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas”.
“Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: “Brazilian Senate considers bill to depenalize abortion, reduce penalties for infanticide