9 de novembro de 2020

Desafios para o Brasil conservador diante de um governo americano sob a possível presidência do extremista esquerdista Biden

 

Desafios para o Brasil conservador diante de um governo americano sob a possível presidência do extremista esquerdista Biden

Julio Severo

Enquanto estou escrevendo, a eleição americana encontra-se num lamaçal devido a várias denúncias de fraude. Mesmo assim, liderada pela esquerdista Associated Press, a imprensa americana declarou Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, mesmo não havendo ainda nenhum anúncio oficial nesse sentido. Era o que a imprensa queria o tempo inteiro.

Joe Biden


Se o desejo da imprensa esquerdista não cair depois das acusações de fraude, um governo Biden representará desafios enormes não só para a população americana, mas também para todos os povos em todo o mundo.

Mais que um político, Biden é um militante de esquerda apoiado por radicais turbas esquerdistas e pelo próprio George Soros. E em radicalismo esquerdista, sua vice-presidente é muito mais ideologicamente louca do que ele.

Um governo Biden representará ameaça mundial por sua militância de aborto e contra a família; por sua defesa de toda a agenda gay e por seu óbvio anti-Cristianismo.

Se um país pequeno com tal orientação socialista tentasse ameaçar outras nações, qualquer país conservador poderia rechaçar a obstinação pró-aborto dele. Mas Biden, se for confirmado oficialmente como presidente, comandará a nação mais poderosa do mundo, a nação que fala alta e grosso com qualquer um, a nação que derruba quem quer e levanta quem quer, a nação que se acha um deus.

Como países conservadores como a Hungria conseguirão fazer frente a essa mega-ameaça?

O Brasil, que sob o presidente Jair Bolsonaro tem se destacado na ONU por se opor ao aborto, enfrentará desafios particulares. Assim como Trump, a base de apoio de Bolsonaro é essencialmente evangélica. Sem os evangélicos conservadores, ele não tem sustentação real.

Joe Biden e Dilma Rousseff


Contudo, Bolsonaro, que tem sabido confrontar a Venezuela por seu socialismo, não tem condição nenhuma de confrontar um governo americano que, sob Biden, será o governo mais pró-aborto do mundo.

Embora seja territorialmente um dos maiores países do mundo, o Brasil não tem uma única arma nuclear. Isto é, o Brasil está desarmado e qualquer nação nuclear pode falar grosso com o Brasil. Vários países já têm feito isso, inclusive a França. Com Biden, a fala grossa ficará mais alta.

Com Biden, o maior país capitalista do mundo será o maior país socialista do mundo, e promoverá internacionalmente o maior ativismo socialista pró-aborto do mundo.

Sempre defendi o porte individual de armas contra criminosos. Porte de armas para cidadão enfrentarem bandidos. A defesa pessoal armada é um direito natural e bandeira conservadora. A defesa nacional armada é outro direito importante.

Mas como nação, o Brasil estará agora totalmente desarmado diante de grandes mafiosos do aborto. Diante de bandidos nuclearmente armados. Bandidos que, assim como manipularam a eleição americana, podem manipular a eleição de qualquer nação, contra interesses conservadores.

Os EUA, sob uma possível presidência do extremista esquerdista Biden, precisam ser energicamente confrontados em todo ativismo anti-família. Mas como o Brasil fará isso desarmado? Quem terá coragem de fazer isso diante da maior nação nuclear do mundo?

O que eu diria para Bolsonaro diante desses desafios enormes é: Afastar-se o mais rápido possível de conselheiros ocultistas, ouvir mais conselheiros evangélicos e o quanto antes armar o Brasil de armas nucleares. Sem armas nucleares o Brasil estará praticamente refém dos interesses pró-aborto de grandes bandidos nucleares.

Se mesmo se afastando de conselheiros ocultistas Trump enfrentou uma orquestração de sabotadores esquerdistas, como Bolsonaro espera enfrentar menos mantendo tais nocivos conselheiros?

Versão em inglês deste artigo: Challenges for Conservative Brazil in the Face of a U.S. Government Under the Possible Presidency of Far-Leftist Biden

Fonte: www.juliosevero.com

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6 comentários :

NETO disse...

Doutor Enéias já queria a bomba a 30 anos atrás.

Cicero disse...

A guerra ainda não acabou e só está começando!! quero ver provarem que as inúmeras denúncias de fraudes são fakes!! A eleição ainda pode ser contestada na Suprema Corte. O resultado oficial só sairá em 14 de dezembro e com a judicialização, o processo pode se estender até a decisão da suprema corte que vai receber as provas que estão explodindo na internet!

rogerio disse...

Dias difíceis.

Flávio disse...

Bibi Netanyahu já deu uma facada nas costas de Trump todo alegre com a eleição de Biden. Faz sentido já que ele é o líder de Israel, que é cheio de podridão progressista e odeia cristãos, não poderia ter reação diferente.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

A situação de Trump parece difícil. Os seus aliados mais fiéis que são a China e a Rússia. Não me parece que a China vá entrar num confronto com a nova administração para defender a volta de Trump. Já obtiveram dele o que queriam. Tem agora o Biden que não é tão aliado da China. A Rússia também me parece que já tenha interesse em Trump. Talvez numa próxima eleição a China e a Rússia o apoiem. Talvez. Para já não.

Daniel Correia Pinho disse...

Excelente texto parabéns Julio Severo,que o Senhor te abençoe e te dê forças para seguir adiante,de fato se o Brasil tivesse armas nucleares conseguiria resistir melhor a ameaças de potências estrangeiras,mas discordo do fato do Biden ser extremista de esquerda,extremista de esquerda é o Bernie Sanders,socialista declarado que passou a lua de mel na União Soviética,o Biden é mais moderado,não é nada similar a PT ou PSOL,diria que no Brasil ele seria um tucano,tanto é que ele e o Obama apoiaram o impeachment da Dilma e um marqueteiro do Partido Democrata apoiou a campanha do Aécio nessa mesma época que ele era vice do Obama,ele é esquerdista no comportamento,isso é muito ruim,apoia causas LGBT,aborto,mas não é nenhum Bernie Sanders,Nicolas Maduro,Lula ou Guilherme Boulos,nos EUA pela tradição protestante não existe extrema esquerda como na América Latina,o Bernie é uma exceção dentro do próprio Partido Democrata,tanto que é que ele sequer era filiado ao partido antes de disputar as primárias,era um senador independente