17 de outubro de 2020

Presidente Bolsonaro dá sinal de livrar cidadãos da imposição de vacinas de COVID-19 por parte de leis e governadores autoritários

 

Presidente Bolsonaro dá sinal de livrar cidadãos da imposição de vacinas de COVID-19 por parte de leis e governadores autoritários

Julio Severo

Depois que o governador de São Paulo João Doria (PSDB) afirmou, em 16 de outubro de 2020, que a vacinação de COVID-19 será compulsória em todo o Estado de São Paulo, o Presidente Jair Bolsonaro sinalizou que o governo federal não fará tal imposição nos cidadãos.


De acordo com o UOL, Doria disse:

“Em São Paulo será obrigatório, exceto quem tenha orientação médica e atestado que não pode tomar. E adotaremos medidas legais se houver contrariedade nesse sentido.”

Ele deixou claro que adotará medidas legais — provavelmente a polícia — contra qualquer cidadão que não quiser tomar a vacina imposta.

Esse é um péssimo sinal para ele, pois o coloca na posição de um político ditatorial tirando o direito e a liberdade dos cidadãos decidirem sobre questões importantes de saúde.

Esse é um péssimo sinal para os cidadãos, que serão obrigados a tomar vacinas com pouca confiabilidade que poderão produzir em sua saúde efeitos negativos a curto e longo prazo.

Para tentar proteger os cidadãos da postura ditatorial de Doria e outros que possam ameaçar os cidadãos, Bolsonaro disse em seu Facebook oficial em 16 de outubro de 2020:

“O Ministério da Saúde irá oferecer a vacinação… contudo, sem impor ou tornar a vacinação obrigatória.”

O que ele disse foi uma citação da Lei 6.259 de 30 de outubro de 1975, aprovada durante o governo militar. Essa lei antiga vai contra a Lei 13.979 de 6 de fevereiro de 2020, aprovada durante o próprio governo Bolsonaro, que diz:

“Art 3º, inciso III: PODERÃO ser adotadas a realização compulsória de vacinação e outras medidas profiláticas para o enfrentamento da pandemia.”

Contudo, ao que tudo indica, depois de ver a atitude ditatorial de Doria, Bolsonaro repensou a lei aprovada pelo seu próprio governo e decidiu amparar a si e os cidadãos com uma lei muito menos ditatorial aprovada pelos militares 45 anos atrás.

O Brasil fica feliz que Bolsonaro pôde repensar sobre suas leis e optar pela lei do governo militar. Os brasileiros deveriam expressar sua gratidão ao presidente por defendê-los da vacinação compulsória.

O Brasil fica triste que Doria, que acusa insanamente o governo militar de “ditadura,” tenha escolhido uma postura muito mais ditatorial do que o governo militar. Os paulistas deveriam expressar suas preocupações ao governador e reivindicar o fim da ditadura da vacinação.

Nenhuma vacinação deveria ser compulsória.

Fonte: www.juliosevero.com

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4 comentários :

José Luis Gonçalves disse...

“Ora, o Senhor é o Espírito; e ONDE ESTÁ O ESPÍRITO DO SENHOR, AÍ HÁ LIBERDADE.” (2Co 3:17 RA)

“E isto por causa dos falsos irmãos que se entremeteram COM O FIM DE ESPREITAR A NOSSA LIBERDADE QUE TEMOS EM CRISTO JESUS E REDUZIR NOS À ESCRAVIDÃO.” (Gl 2:4 RA)

“PARA A LIBERDADE FOI QUE CRISTO NOS LIBERTOU. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.” (Gl 5:1 RA)

Julio Severo disse...

José Luis Gonçalves: O Apóstolo Paulo está tratando de doutrinas erradas e PESADAS. A questão da vacinação, embora muito importante, não tem absolutamente nada a ver com o que Paulo está tratando.

Anônimo disse...

Fico pensado o que aconteceria se o presidente Trump perder as eleições nos EUA, imagino que o nosso presidente teria problemas em relação ao governo americano, apesar de não ser perfeito estou torcendo para que ele ganhe por lá.

Anônimo disse...

Trump e JB são as únicas alternativas que temos, não são santos porque na política isso não existe mas estão em seus postos para cumprir as profecias. Louvemos ao Senhor por esses 2 "malucos" que pelo menos batem de frente com a NOM.