5 de setembro de 2020

“Salve, Satanás”: Depois de aterrorizar igrejas, bruxaria do BLM é exposta


“Salve, Satanás”: Depois de aterrorizar igrejas, bruxaria do BLM é exposta

Alex Newman
Agora há provas de que existem forças muito sombrias por trás do Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), e não é apenas o marxismo flagrante de seus fundadores e líderes. A escuridão inclui literalmente invocar espíritos dos mortos e permitir que eles atuem através dos líderes BLM. Parece loucura? Os líderes do BLM admitem isso.
Pistas sobre a verdadeira natureza do BLM estão disponíveis há algum tempo. No mês passado, ativistas do Black Lives Matter aterrorizaram as pessoas que estavam participando do culto de uma igreja em Troy, Nova Iorque, enquanto gritavam “Salve, Satanás.” Eles até gritaram com famílias negras e jovens mães negras que tentavam entrar no templo. Ainda nesta semana em Kenosha, Wisconsin, uma igreja com uma placa “Black Lives Matter” foi incendiada por ativistas do BLM. Em um vídeo que se tornou viral nesta semana, uma turba de ativistas brancos do BLM grita com um casal em um restaurante em Washington D.C. por se recusar a levantar os punhos, com um ativista perguntando às vítimas confusas: “Você é cristão?”
Agora, as gravações de áudio recém-lançadas revelam as práticas ocultistas, a adoração aos ancestrais, o paganismo africano e a feitiçaria literal de pelo menos um dos co-fundadores dessa organização nacional, bem como da fundadora da filial do BLM em Los Angeles. Ao que tudo indica, toda a liderança do BLM financiada por George Soros também está envolvida nessas práticas.
No áudio, a co-fundadora do BLM, Patrice Cullors, que se gabou em uma entrevista na TV de ser uma “marxista treinada,” revelou que ela também está consultando entidades espirituais e permitindo que elas “atuem através” dela. “Estou pedindo que a espiritualidade seja profundamente radical,” disse ela. “Não estamos apenas tendo um movimento de justiça social, este é um movimento espiritual.”
Claro, os cristãos, apontando para Efésios 6:12 e sua referência à guerra espiritual, têm apresentado esse argumento desde que o fruto do BLM se tornou mais claro: destruição, ódio, saque, incêndio, marxismo, divisão, tumultos e muito mais. Mas até recentemente, a natureza espiritual da luta era simplesmente inferida e deduzida da Bíblia e das notícias. Agora, a prova está ao alcance de todos.
Em uma conversa gravada com Cullors, Melina Abdulla, a fundadora do BLM de Los Angeles e professora de “Estudos Africanos” da Universidade Estadual da Califórnia, revela mais do que ela pensava que deveria. “Talvez eu esteja compartilhando muito, mas nos tornamos muito íntimos dos espíritos que invocamos regularmente,” ela explicou. “Tipo, cada um deles parece ter uma presença e personalidade diferente, sabe. Eu rio muito com Wakisha, sabe. E eu não a conheci em seu corpo, eu a conheci através deste trabalho.”
Cullors ecoa os sentimentos de Abdulla. “É uma prática muito importante, hum, as hashtags são para nós, são muito mais do que uma hashtag, é, literalmente, quase ressuscitar um espírito para que possam atuar através de nós para fazer o trabalho que precisamos fazer,” disse Cullors, um dos três fundadores do BLM. “Comecei a me sentir pessoalmente conectada e responsável, prestando contas a eles, tanto de uma posição profundamente política, mas também de uma posição profundamente espiritual.”
“Sempre, você sabe, na minha tradição você oferece coisas que seu ente querido falecido iria querer, você sabe, seja como mel ou tabaco, coisas assim,” continuou a marxista treinada e cofundadora do BLM. “E isso é tão importante, não apenas para estarmos em relacionamento direto com nosso pessoal que já faleceu, mas também para que eles saibam que nos lembramos deles. Hum, eu acredito que muitos deles atuam através de nós.”
Cullors também admite que a primeira coisa que os líderes do BLM fazem quando ouvem sobre um “assassinato” é rezar aos espíritos e “derramar libação.” Mais uma vez, ela enfatizou, não se trata apenas de “justiça racial e social.” “Em sua essência, é um movimento espiritual,” ela continuou. “Você não pode fingir que esse trabalho é apenas trabalho de organização. Isso é, você sabe, algumas coisas sérias.”
Todo o mantra “diga o nome dele” também tem um profundo significado espiritual, de acordo com Cullors. “Quando dizemos os nomes, então falamos seus nomes, dizemos o nome dela, dizemos seus nomes, fazemos isso o tempo todo, você meio que invoca aquele espírito, e então esses espíritos realmente se tornam presentes com você,” ela explicou, revelando algo que virtualmente nenhum dos “idiotas úteis” que compareceram aos comícios BLM entende.
“A espiritualidade está no centro do Black Lives Matter, e eu acho que isso não é apenas para nós, eu sinto que muitos, hum, líderes e muitos organizadores, hum, estão profundamente engajados e em uma bela, hum, prática espiritual importante,” Cullors continuou. “Acho que eu não conseguiria fazer esse trabalho sem isso. Eu não acho que poderia fazer isso, enquanto tenho feito, e de forma sistemática. Hum, parece que se eu não fizesse isso seria contrário a este trabalho.”
O apresentador de talk-show e advogado cristão Abraham Hamilton, III, transmitiu as gravações de áudio pela primeira vez em 19 de agosto durante seu programa The Hamilton Corner. Sua conclusão é que a conversa prova que os principais líderes do BLM estão envolvidos em bruxaria, “invocando os espíritos dos mortos” e se engajando em outras práticas satânicas que são firmemente condenadas e estritamente proibidas na Bíblia.
“O que eles estão descrevendo é sua adesão à religião iorubá de Ifa, para onde estão invocando espíritos dos mortos,” explicou Hamilton antes de se aprofundar sobre as práticas pagãs ocultistas. O que Cullors revelou, Hamilton continuou, é exatamente o que o apóstolo Paulo estava se referindo em Efésios quando explicou que os cristãos não lutam contra carne e sangue, mas contra a maldade espiritual.
Citando a Bíblia, Hamilton também notou a ligação entre aqueles que sacrificam crianças a deuses demoníacos como Moloque (aborto) e invocar espíritos (bruxaria). Curiosamente, os iorubás eram conhecidos por praticar sacrifícios humanos até que o Cristianismo se tornou mais prevalente na região.
A Bíblia é muito clara sobre o que está acontecendo aqui, pois consultar os espíritos dos mortos é estritamente proibido. Aliás, sob a lei do Antigo Testamento revelada por Deus para Israel, a necromancia — consultar os mortos — era punível com a morte. Todos aqueles que fazem isso são descritos como “detestáveis” para Deus. Múltiplas passagens no Antigo e no Novo Testamento também indicam que os supostos “espíritos” com os quais necromantes e bruxas acreditam estar se comunicando ou sacrificando coisas são na verdade demônios.
A máquina de mensagens de voz da professora Abdulla disse que ela estava de licença para o ano acadêmico de 2019-2020. Ninguém respondeu a nenhum dos outros números de telefone listados no Departamento de Estudos Pan-africanos, e as mensagens solicitando comentários por parte do site The New American não foram respondidas. Abdulla não respondeu a um e-mail antes do tempo da imprensa.

Aterrorizando igrejas

Mesmo antes de o áudio se tornar público, a verdadeira natureza do BLM estava se tornando óbvia para todos verem. No mês passado, supostamente respondendo à atitude de uma igreja dando de presente um rifle AR-15, os ativistas do BLM aterrorizaram os freqüentadores negros e brancos na cidade de Troy. Eles literalmente bateram em adultos cristãos e atormentaram crianças pequenas enquanto gritavam obscenidades e entoavam “salve, Satanás.”
Uma jovem mãe e seus filhos muito pequenos, bem como uma família negra, tiveram de ser escoltados por membros da igreja em meio à turba de apoiadores do BLM que gritavam. A turba ameaçou telefonar para os Serviços de Proteção à Criança (versão americana do Conselho Tutelar) contra os pais na igreja e começou a gritar “salve essas crianças” enquanto as famílias passavam. Pelo menos um manifestante até ameaçou incendiar a igreja.
Enquanto as cenas na Igreja Batista da Graça foram capturadas em vídeo e viraram manchetes na mídia independente de tendência conservadora, os órgãos de propaganda das elites tiveram um apagão virtual do caso. Apenas o jornal local publicou um artigo — um “artigo” altamente tendencioso contra a igreja. Nenhum político se apressou em condenar a violência e o ódio que foram exibidos. O funcionário do governo envolvido não foi demitido.
A turba estava furiosa com uma variedade de questões, especialmente a decisão da igreja de dar de presente um rifle AR-15. Em várias ocasiões na última década, a igreja distribuiu ou rifou o clássico e altamente popular rifle AR-15, em parte em resposta a ataques inconstitucionais do governo ao direito de manter e portar armas. A igreja disse nas redes sociais que não se arrepende de suas decisões.
Grande parte da barbárie foi registrada em vídeo. Um clipe, por exemplo, mostra apoiadores violentos do BLM atacando fisicamente membros da igreja. Por volta de 1:20 no vídeo, um manifestante pode ser visto agarrando um frequentador da igreja e prendendo-o na cabeça depois de uma briga verbal. Outro ativista do BLM então começa a espancar violentamente a vítima, jogando soco após soco após soco. Um homem identificado pela igreja como Alexander Contompasis foi visto socando dois membros da igreja pelas costas antes de empurrar o pastor. A polícia acaba aparecendo para impedir os ataques físicos aos frequentadores da igreja.
Em uma declaração ao The New American, o pastor John Koletas disse que a igreja tem se mantido firme contra o comunismo e o totalitarismo desde que foi fundada em 1987. “Muitos americanos veem a igreja como fraca e apática à autodefesa e ao mandamento bíblico de nos armar,” disse ele, explicando a decisão de dar de presente um rifle semiautomático à luz disso e das políticas inconstitucionais de controle de armas. “Queríamos ser um incentivo para os legítimos proprietários de armas que foram difamados pela mídia anticristã, socialista e líderes religiosos fajutos, falsos e fraudulentos.”
“Quando foi anunciado que daríamos neste ano um rifle de presente, isso trouxe para fora os odiadores de Deus e as forças diabólicas novamente,” continuou Koletas, acrescentando que as razões para o ataque pela turba do BLM incluíam a raiva pela igreja continuar a realizar cultos durante o coronavírus, a pregação, e a promoção da posse de armas de fogo por meio do sorteio do rifle AR-15. “Todos ficaram com raiva porque nos recusamos a recuar em em todo caso.”
Koletas expressou choque sobre a turba de ativistas BLM “que gritavam” e “zombavam e zombavam” de uma família missionária negra que estava presente. Outros vídeos gravados durante os ataques mostram um homem, identificado pela igreja como Lukee Forbes, dando bronca em um homem negro na escadaria da igreja. O motivo: “Ele se atreveu a apoiar a Igreja em vez dos detratores comunistas,” disse Koletas, acrescentando que Forbes era um funcionário do governo da cidade de Albany que cumpriu pena na prisão por quase espancar um homossexual até a morte depois de uma parada de “orgulho” gay.
Para piorar as coisas, a polícia se recusou a intervir até que a multidão se tornasse fisicamente violenta, disse Koletas. Aliás, eles até mandaram alguns membros da igreja embora em vez de proteger seus direitos à liberdade religiosa, liberdade de associação e propriedade privada contra a furiosa turba do BLM. “A polícia não quis proteger um casal negro de nossa igreja por causa da turba: ‘esta noite pode não ser o melhor dia para ir à igreja,’” continuou ele.
O pastor respondeu ao ódio e ao extremismo convidando a turba a entrar na igreja, na esperança de um diálogo pacífico e que os manifestantes irados se beneficiassem de ouvir sobre a Bíblia. Alguns entraram, mas quando convidados a receber a salvação, eles se tornaram perturbadores, com alguns novamente ameaçando violência e dando falso testemunho contra o pastor, explicou ele.
Todo esse mal deveria ter sido evidência suficiente para entender a realidade do que está acontecendo e o que é realmente o BLM. Mas a verdadeira natureza espiritual da turba do BLM ficou ainda mais evidente durante o comportamento violento da turba. De acordo com Koletas e outras testemunhas, além de evidências de vídeo, uma bruxa de verdade estava do lado de fora da igreja com velas e desenhos rituais. Gritos de “salve, Satanás” também podiam ser ouvidos claramente.
As implicações espirituais do ataque do BLM financiado por bilionários dos EUA estão se tornando mais claras. Como o The New American vem documentando há meses, o marxismo e o ódio do BLM estão fora de discussão há algum tempo. Agora, as conexões ocultistas da liderança e a natureza espiritual da batalha também estão fora de discussão.
O BLM não é apenas um ataque à liberdade, propriedade, estátuas de grandes americanos, história e civilização ocidental. É um ataque ao Cristianismo e a Deus também. As igrejas precisam ocupar seu lugar de direito na linha de frente.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The New American: “Hail Satan”: After Terrorizing Churches, BLM Witchcraft Exposed
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4 comentários :

Flávio disse...

O BLM usa a farsa do racismo estrutural para atacar o cristianismo. O ódio aos EUA é um ódio ao capitalismo protestante que o criou, os EUA dos sonhos do BLM é simplesmente o oposto do cristianismo. É poligamia, propriedade coletiva, queer e igualitarismo. Não é necessário dizer que a qualidade de vida cairá, porque com a coletivização da produção de destrói o incentivo para produzir, porque não há mais lucro.

Henrique Daniel disse...

Julio, Paz e Graça!

Você pode me ajudar a entender uma coisa? Marxismo cultural existe? Se sim ou não favor explicar ou se tiver alguma artigo que exclaressa agradeço.

Tem um teólogo amigo meu que diz que não há Marxismo Cultural, Ideologia de Gênero e Escola sem partidos. Este mesmo irmão afirma que não há aparelhamento em universidade pública no Brasil.

Paz e Bem!!!

Deus abençoe você e família!!!

Unknown disse...

Óbvio que seu amigo faz parte desse sistema e está protegendo a farsa.

Henrique Daniel disse...

Ele não pertence ao que você chama de "sistema protegendo uma farsa." Ao contrário ele é contra comunismo, marxismo e vários outros ismos. Ocorre que ele não reconhece o fenômeno chamado por muitos de "marxismo cultural", além do que ele afirma por a mais b que marxismo cultural é inventado por Olavo de Carvalho (diga se de passagem ele o chama de charlatão!).