30 de setembro de 2020

O que você precisa fazer para ter crescimento espiritual


O que você precisa fazer para ter crescimento espiritual

Julio Severo
A realidade da vida humana é que nascemos como bebês, nos tornamos crianças, adolescentes, adultos e no final morremos.
Contudo, a realidade espiritual é diferente, pois embora iniciemos nosso desenvolvimento espiritual como bebês espirituais, enquanto nos mantivermos caminhando com Deus não envelhecemos espiritualmente nem morremos espiritualmente. Não existe morte, em momento algum, na nossa caminhada com Deus.
A morte espiritual só ocorre quando decidimos nos afastar de Deus.
Como fazemos para caminhar com Ele?
Alimentamos nossa amizade com Ele quando frequentemente lemos a Bíblia e oramos.
Ler a Bíblia inteira uma vez por ano é uma boa prática. Quando lemos uns dez capítulos da Bíblia por dia, sentimos a força do Espírito Santo vindo em nós.
Outra diferença da vida natural com a vida espiritual é que na vida natural quando comemos demais, engordamos e ficamos doentes. Na vida espiritual, quanto mais lemos e mergulhamos, em oração, na Palavra de Deus, mais e mais crescemos e nos fortalecemos.
A Palavra de Deus é um banquete contínuo e diário com o poder de trazer grande força espiritual para nós.
Quando passamos meia hora por dia em oração, sentimos a presença do Senhor conosco.
Quando andamos até o trabalho ou escola meditando no que lemos da Bíblia, estamos mantendo comunhão com Ele, e não deveríamos ficar surpresos se num momento Ele manifestar Sua voz e visões para nós.
Outro ponto importante de nosso crescimento espiritual é quando compartilhamos o Evangelho com todas as pessoas que conhecemos. O maior tesouro que Jesus nos deu é o Evangelho. Quando mais compartilhamos o Evangelho com as pessoas, mais Ele compartilha bênçãos especiais para nós.
Tudo deve ser feito com oração, com nosso coração a todo momento pedindo que Deus nos abençoe quando lemos sua Palavra ou quando compartilhamos o Evangelho com as pessoas. A orientação dEle de que devemos “orar sem cessar” mostra que a oração deve se tornar na nossa vida uma respiração espiritual.
* Oramos quando nos levantamos.
* Oramos pelos cada momento de refeição.
* Oramos cada vez que precisamos sair de casa.
* Oramos por cada pessoa que visitamos.
* Oramos antes de dormir.
E quando oramos assim sem cessar, Deus fala.
Se você continuar vivendo desse jeito, lendo a Bíblia, orando e evangelizando, seu crescimento espiritual nunca experimentará envelhecimento e morte. Você vai crescer, amadurecer e compartilhar com outros o que você recebeu, e você receberá muito mais de Deus. Quando mais você dá aos outros, mais Deus dá a você.
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29 de setembro de 2020

Em tempos caóticos, a autodefesa é bíblica?


Em tempos caóticos, a autodefesa é bíblica?

Shane Idleman  
Agitação civil está em toda parte, e os legisladores estão sendo pressionados para restringir as armas. Mas o que estamos vendo hoje não é um problema com armas; é um problema moral chamado pecado.
Estamos testemunhando a rápida deterioração de uma nação. Perdemos nossa bússola moral. Perdemos o temor do Senhor. Quando o temor do Senhor diminui, o mal aumenta. Dwight D. Eisenhower disse: “Um povo que valoriza seus privilégios acima de seus princípios logo perde ambos.”
Um dos versículos bíblicos freqüentemente usados para apoiar a proibição de armas se encontra em Provérbios 20:22 (NKJV): “Não diga: ‘Eu recompensarei o mal’; espere no Senhor, e Ele o salvará.” Esse versículo bíblico trata de vingança e vigilantismo, não de autodefesa.
De acordo com Romanos 13:4b, um dos propósitos das autoridades é "executar ira sobre aquele que pratica o mal.” Eles são vingadores de Deus: “Os homens, em uma palavra, devem necessariamente ser controlados, seja por uma força dentro deles, ou por uma força fora deles; seja pela Palavra de Deus, seja pelo braço forte do homem; seja pela Bíblia, ou pela baioneta” (Robert Winthrop, 1809-1894).
Por favor, não entenda mal. Como cristãos, acredito que devemos buscar a paz em todas as ocasiões e não decorar a cruz com a bandeira. Mas e quanto à autodefesa como último recurso e aos mandamentos bíblicos de se proteger? O Antigo Testamento oferece uma infinidade de exemplos, mas e o Novo Testamento? Ele também oferece. Em Mateus 26:52, Jesus diz a Pedro: “Coloque a sua espada de volta no lugar. Pois todos os que tomarem a espada morrerão pela espada.” Jesus não denunciou a espada, mas esclareceu qual é seu lugar. Quando agimos prematuramente com grande carga emocional, isso pode nos custar a vida.

Como lidar com um ladrão

Mais tarde, Jesus acrescenta: “Vocês vieram, como contra um ladrão, com espadas e porretes para Me levar?” (Mat. 26:55b). Se Ele fosse um ladrão e assaltante, os porretes e espadas teriam sido justificados. Em minha opinião, esses versículos bíblicos implicam que as armas têm um lugar na sociedade. Apesar disso, devemos ter cuidado.
Além disso, em Lucas 22:36, Jesus diz: “Mas agora, quem tem uma bolsa de dinheiro, pegue-a, e da mesma forma uma mochila; e quem não tem espada, venda a sua capa e compre uma.” O que se deve fazer com esse versículo bíblico? Em primeiro lugar, eu erraria pelo lado da paz, mas isso nem sempre é uma opção. Uma coisa é certa: uma espada era para defesa. Jesus inicialmente os enviou em uma viagem missionária pacífica, onde não precisavam desses itens, mas agora Jesus pode estar dizendo: “Eu era sua provisão e sua segurança, e ainda sou, mas também quero que você esteja preparado para usar a sabedoria.”
Mas alguns podem argumentar: “Jesus não disse para amar nossos inimigos, abençoar aqueles que nos amaldiçoam, fazer o bem aos que nos odeiam e orar por aqueles que nos difamam e perseguem com maldade?” (cf. Mat. 5:43-48.) Sim. No entanto, essas referências se referem a agressões pessoais, ofensas e assassinatos de reputação. É um salto quântico acreditar que Jesus está dizendo: “Faça o bem àqueles que estão tentando mutilar ou destruir você ou sua família.”
Paulo diz a Timóteo que, se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente de sua família imediata, “negou a fé e é pior do que o descrente” (1 Timóteo 5:8). Mas se eu proteger minha família, o que muitas vezes é uma responsabilidade maior (se não igual), então sou rotulado de fomentador de brigas e acusado de aplicar mal os versículos da Bíblia?
A Bíblia deve ser lida em sua totalidade. Por exemplo, quando Jesus levou um tabefe, Ele não deu a outra face. Ele disse: “Se falei de forma errada, testifique do erro; mas se falei corretamente, por que você me bate?” (João 18:23). Embora devamos errar pelo lado da graça e da paz, pode haver um tempo e um lugar para confronto e proteção.

Passividade versus Perdão

Compreenda claramente que não estou defendendo violência ou agressão; Estou defendendo a coerência e continuidade da Bíblia. O contexto é o fator chave aqui. Perdoar não é ser passivo e conceder graça não é ser ingênuo.
Somos chamados para proteger nossas famílias espiritual, emocional e financeiramente, mas não fisicamente? Isso não faz sentido. No entanto, minha preocupação com o atual debate sobre armas é que estamos entrando no frenesi do medo. A minimização da soberania está diretamente relacionada a um aumento da preocupação. R.C. Sproul declarou: “A maioria dos cristãos bate continênica para a soberania de Deus, mas acredita na soberania do homem.”
Muitos estão preparados militarmente, mas não espiritualmente — instilando medo doentio em suas famílias. Estamos colocando o temor do homem neles, em vez do temor de Deus. Ouço tudo sobre as marcas de armas Glock, Smith e Wesson e Remington, mas pouco sobre quebrantamento, entrega a Deus e humildade. Nossos cofres de armas estão cheios, mas nossos quartos de oração estão vazios. Precisamos gastar menos tempo assistindo a programas de TV conservadores como O’Reilly, Hannity, Beck e Coulter, e mais tempo em Mateus, Marcos, Lucas e João.
Cada vez que o povo de Deus confiava em suas armas e exércitos, Ele os chamava ao arrependimento. Nossa proteção está na submissão diária a ele. O Salmo 121:2 acrescenta: “De onde vem a minha ajuda? Minha ajuda vem do Senhor, o Criador do céu e da terra. Ele não deixará seu pé escorregar — aquele que zela por você não dormirá.”
Nossa tendência atual nos convida a ter muito cuidado com quem ou o quê adoramos e em quem ou em quê depositamos nossa confiança.
Shane Idleman é o fundador e pastor principal da Comunidade Cristã de Westside, em Lancaster, Califórnia, e agora Leona Valley, Califórnia. Ele também começou a Westside Christian Radio Network — WCFRadio.org — em 2019. Suas pregações, livros, artigos e programas de rádio têm trazido mudanças na vida de muitos. Para obter mais informações, visite WCFAV.org.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: In Chaotic Times, Is Self-Defense Biblical?
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28 de setembro de 2020

Rede Globo persegue colégio do Rio de Janeiro acusando suas professoras de “homofobia” por se recusarem a chamar alunos do sexo masculino por nome feminino


Rede Globo persegue colégio do Rio de Janeiro acusando suas professoras de “homofobia” por se recusarem a chamar alunos do sexo masculino por nome feminino

Julio Severo
O programa Fantástico da Rede Globo, em sua edição de 27 de setembro de 2020, dedicou-se a perseguir um colégio do Rio de Janeiro em que professoras se recusaram a chamar dois aluno do sexo masculino por nome feminino. O Fantástico acusou as professoras de “homofobia” e “transfobia.”
Para o Fantástico, as professoras tinham a obrigação de chamar os meninos de nomes de menina, causando assim imensa confusão na mente de centenas de outros alunos. Claro que fazer isso seria reforçar o desajuste psicológico nos meninos efeminados, que embora se vejam como meninas, ou por causa de abuso sexual ou abuso de propagandas doutrinadoras homossexuais, precisam de ajuda para assumir sua sexualidade biológica e poder se libertar de fantasias prejudiciais.
As professoras do colégios optaram por colocar o bem-estar dos meninos acima de fantasias. E elas pensaram também nas outras crianças, que poderiam ser influenciadas negativamente pelo desajuste dos meninos efeminados. Por isso, para o bem de todos, elas optaram por não se acomodar diante da fantasia.
Contudo, o Fantástico da Rede Globo interveio em favor dos interesses do movimento homossexual. Se um menino tiver de ser sacrificado para avançar esses interesses, a Globo vai fazer esse sacrifício sem pestanejar. Se um colégio e suas professoras tiverem de ser sacrificados para avançar esses interesses, a Globo vai fazer esse sacrifício.
Se todas as famílias e crianças do colégios precisarem ser sacrificadas, a Globo é que não vai se importar.
O que a Globo nunca vai fazer é sacrificar os interesses do movimento homossexual por amor ao bem-estar das crianças.
Para disfarçar sua proteção dos intereses do ativismo gay, a Globo focou no “drama” das famílias dos dois meninos que “sofrem preconceito.” Mas o colégio não é composto apenas dessas duas pretensas famílias, que se tivessem preocupação real com seus filhos não permitiriam que eles se comportassem contra seu sexo biológio. O colégio tem centenas de outras famílias, inclusive as famílias das professoras, que não estão fazendo ativismo contra o sexo biológico.
Seria pois injusto e cruel colocar o ativismo de duas famílias acima dos interesses de centenas de outras famílias. Mas o que vale para a Globo é avançar os interesses do movimento gay, nem que para isso ela tenha de passar por cima de centenas de crianças e famílias inocentes.
Por pressão da Globo, o conselho tutelar, entidade esquerdista a serviço do ECA, que também é esquerdista, intervirá. Mas intervirá a favor de quem: Da Globo ou das centenas de crianças e famílias do colégio? Dos interesses do ativismo gay ou das famílias que não estão em guerra contra seu sexo biológico? Do sexo biológico ou do sexo pervertido?
Se o conselho tutelar fosse realmente uma instituição a serviço do bem-estar das crianças, condenaria a Globo por sua programação imoral que coloca em risco a saúde psicológica das crianças; apoiaria as professoras e o colégio por não aceitarem fantasias anti-biologia em ambiente escolar; e intimaria as famílias dos dois meninos para apurar o que elas estão fazendo para proteger seus meninos de propaganda e doutrinação homossexual.
A Globo passou décadas sexualizando as crianças da pior forma possível e agora quer bancar de tribunal moral atacando professoras que são obrigadas a lidar com as consequências da erotização homossexual nas escolas? Se existisse justiça real no Brasil, a Globo deveria ter sido condenada há muito tempo por seus crimes de erotização contra as crianças brasileiras.
Eu não assisto ao Fantástico da Globo há décadas. E não perco nada, pois não passa de um programa de propaganda e doutrinção esquerdista de todo tipo de perversão sexual, inclusive homossexual.
As empresas que colocaram propaganda de seus produtos no horário comercial do Fantástico são cúmplices da agressão imoral da Globo contra o colégio e seus estudantes. Os produtos dessas empresas merecem boicotados, pois comprá-los financia a agressão da Globo contra as famílias.
Não podemos nos submeter ao padrão imoral da Globo quando eles agridem colégios e professores por não se submeterem à agenda gay.
Não podemos nos submeter ao padrão imoral da Globo quando eles não aceitam que colégios e professores exerçam sua liberdade democrática de tratar os alunos pelo seu sexo biológico.
A Globo deveria ter o direito exclusivo de impor seu padrão imoral nos colégios, professores e famílias do Brasil?
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27 de setembro de 2020

Teólogo bipolar: Yago Martins conservador confuso contra Yago Martins liberal teológico


Teólogo bipolar: Yago Martins conservador confuso contra Yago Martins liberal teológico

Julio Severo
Se você colocar vários ingredientes interessantes juntos num liquidificador, o resultado poderá ser muito mais interessante e saboroso. Mas isso pode não funcionar teologicamente se os ingredientes forem liberalismo psicológico e conservadorismo bíblico. O resultado será confusão.
Yago Martins
Querendo ou não, a mistura teológica estranha foi feita na cabeça de Yago Martins, que misturou liberalismo psicológico e conservadorismo bíblico em seu liquidificador mental.
“Ninguém escolhe a sua sexualidade. A sexualidade é inata, formada de alguma forma. A gente nasce com determinado impulso de sexualidade que vai se desenvolver ao longo da vida e esse impulso de sexualidade vai se manifestando de forma heterossexual ou homossexual ou bissexual ou diabo a quatro que for aparecendo aí no meio do caminho.”
Até certo ponto, nesse discurso Yago ficou parecendo um Felipe Neto do calvinismo. Nessa visão, aceita plenamente por teólogos adeptos do liberalismo teológico, o homossexual e o heterossexual não têm culpa da “sexualidade” que têm.
Não acho correto o uso do termo “heterossexual.” O que existe é homem e mulher. O que passa disso é perversão.
Yago disse:
“Eu não escolhi ser heterossexual. Sou heterrosexual, casado com uma mulher e eu não escolhi isso. Eu simplesmente manifestei minha sexualidade dessa forma. Há muitos homossexuais, o mesmo. Eles não escolheram ser homossexuais. Eles simplesmente manifestaram sua sexualidade dessa forma.”
Todo teólogo liberal tem esse mesmo discurso de que homossexuals não escolheram ser homossexuais. O problema, no caso do Yago, é que ele se apresenta como teólogo conservador.
Se homossexuais não escolheram ser homossexuais, como é que fica Deus, que diz em 1 Coríntios 6:9-10 que os homossexuais não herdarão o Reino de Deus?
O que Yago anda lendo para ficar tão confuso? Se ele anda lendo material produzido pela Coalizão pelo Evangelho, dá para entender a confusão. Essa Coalizão, formada por pastores calvinistas, tem pastores homossexuais e acredita que não há nada de errado em “cristãos” homossexuais curtirem suas emoções homossexuais, desde que não pratiquem.
Os calvinistas, que habitualmente atacam os pentecostais e neopentecostais por supostamente colocarem as emoções acima do Evangelho, agora colocam as emoções do pecado homossexual acima do Evangelho!
A confusão calvinista de Yago sobre homossexualismo é apenas um exemplo da imensa confusão calvinista mundial sobre questões homossexuais. Não dá, pois, para estranhar que as igrejas presbiterianas (ou calvinistas ou reformadas) sejam mundialmente campeãs na aceitação do pecado homossexual.
Em seu vídeo, Yago tentou introduzir dados numéricos para dar uma aparência científica à sua fala, dizendo:
“A gente nasce com esse impulso heterossexual principalmente, até porque o número de homossexuais no mundo é sempre muito menor. Segundo algumas pesquisas nunca passa de 7 por cento. Nunca passou de 7 por cento ao longo da história do mundo. É um número mais ou menos padrão.”
Na verdade, o número de homossexuais nunca passou de 2 por cento da população.
Os ativistas gays incham os números de homossexuais para 10 por cento da população. Talvez Yago tenha tentado fazer média com ambos os lados, mas seu número é também altíssimo. Gays não são nem 10 nem 7 por cento da população, mas se a propaganda gay continuar predominando nas escolas, meios de comunicação, igrejas liberais e youtubers calvinistas “conservadores,” dificilmente o resultado dessa propaganda em massa não será aumento de homossexualismo.
Eu seria injusto se não apontasse que no discurso liberal do Yago Martins não havia termos conservadores. Não sei como ele conseguiu misturar liberalismo psicológico e conservadorismo bíblico no seu liquidificador mental, mas ele conseguiu. No meio do liberalismo, ele usou termos mais ou menos conservadores. Ele disse:
“Por que a sexualidade se manifesta de modo transviado? Porque o pecado entrou no mundo.”
“Se você luta contra a homossexualidade, contra desejos e impulsos homossexuais, o que você precisa? A mesma coisa de quem é heterossexual… Do sangue de Jesus sobre você. E você talvez vença esse pecado automaticamente e você não se sinta atraido por homens nunca mais. Talvez você vença esse pecado progressivamente e aos poucos você vai deixando isso. Ou talvez seja um pecado contra o qual você vai lutar pelo resto da sua vida, como acontece em várias outras áreas, como na preguiça, como na lascívia de forma heterossexual, como no orgulho ou na ganância.”
Então, no final, ele deixa claro:
“A homossexualidade é um pecado e lutar contra o pecado e ter desejo pelo pecado não é um sinal de que você não é um salvo e eleito de Deus. Significa que você tem pecado. E como alguém pecador você precisa da redenção de Cristo Jesus.”
Como a homossexualidade pode ser pecado e inata ao mesmo tempo? Como se pode chamar a homossexualidade de sexualidade e pecado ao mesmo tempo? Se os homossexuais “não escolheram ser homossexuais,” como eles conseguirão lutar contra esse pecado? Essas contradições liberais e conservadoras estão fartamente presentes no vídeo confuso de Yago.
Ao misturar liberalismo psicológico e conservadorismo bíblico em seu vídeo, querendo ou não Yago Martins acabou trazendo mais confusões do que respostas. No seu vídeo confuso, o Yago Martins liberal vai contra o Yago Martins conservador e vice-versa. Ou ele está ensaiando para se lançar como Felipe Neto do calvinismo ou ele é teólogo bipolar, mas ainda não percebeu.
Não é a primeira vez que vejo o Yago envolvido em confusões. Em um programa do Dois Dedos de Teologia de 2017, ele entrevistou o Pr. Marcos Botelho, da Igreja Presbiteriana do Brasil. Botelho reclamou que um artigo dele na revista Ultimato defendendo o “casamento” homossexual foi torpedeado por mim.
Yago poderia ter interpelado Botelho dizendo: “Mas como você, um pastor presbiteriano, pode defender o ‘casamento’ homossexual?” Contudo, Yago nada perguntou. Enquanto Botelho reclamava de mim, Yago não reclamou do liberalismo pró-homossexualismo de Botelho.
Se o programa Dois Dedos de Teologia fosse meu, Botelho jamais ia sair da entrevista sem receber boas bordoadas por apoiar o “casamento” gay. Mas Yago o deixou tranquilo na entrevista. Que tipo de “conservador” aceita passivamente um pastor liberal em seu programa e não o confronta?
Confrontar os liberais é dever de todo conservador. No entanto, Yago não só não fez isso, mas hoje ele acha elegante produzir um vídeo misturando liberalismo psicológico e conservadorismo bíblico.
Jesus disse:
“Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.” (Apocalipse 3:15-16 NVI)
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26 de setembro de 2020

O milagre da simplicidade do Evangelho


O milagre da simplicidade do Evangelho

Julio Severo
O Apóstolo Paulo era grande expositor do Evangelho. Ele era um teólogo, mas seu Cristianismo não era só de palavras. Era teologia e prática ao mesmo tempo.
Paulo disse:
“Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.” (1 Coríntios 2:4-5 NVI)
Paulo não queria os cristãos baseando sua fé na mera sabedoria teológica sem o poder do Espírito Santo. Para ele, a boa teologia era o Evangelho com ação, isto, Evangelho e poder do Espírito Santo deveriam sempre andar juntos.
A Bíblia diz que Paulo colocava as mãos sobre os novos cristãos e eles eram batizados no Espírito Santo, passando a falar em línguas estranhas e profetizar. Paulo queria os cristãos, já no começo de suas vidas cristãs, vivendo na unção do Espírito Santo e proclamando o Evangelho. Como precisamos de pastores hoje imitando Paulo e, com unção e autoridade, colocando as mãos sobre cristãos para poderem falar em línguas estranhas e profetizar.
A Bíblia diz que nos cultos de Paulo as pessoas levavam peças de roupa que Paulo usava e quem as tocasse era curado e liberto de demônios. Como precisamos de pastores hoje imitando Paulo e, com unção e autoridade, permitindo que pessoas tragam peças de roupas aos cultos para serem oradas ou ungidas para depois serem levadas para os doentes e oprimidos por demônios.
A Bíblia diz que nos cultos de Paulo as pessoas que haviam se convertido e abandonado a bruxaria e outras práticas erradas confessavam publicamente seus pecados diante da congregação e queimavam seus livros de bruxaria e ocultismo diante de todos. Como precisamos de pastores hoje imitando Paulo e, com unção e autoridade, dando espaço para os convertidos darem testemunho nos cultos e queimando e destruindo seus livros e objetos de bruxaria e ocultismo diante de todos.
Paulo era um grande expositor da Palavra e do poder de Deus.
Precisamos urgentemente voltar à simplicidade do Evangelho que o Apóstolo Paulo demonstrou tão bem em palavras e ação.
Pena que hoje muitos dos que se gabam de ser grandes expositores da Palavra limitem sua exposição somente às palavras, não dando espaço à exposição do poder do Espírito Santo com línguas estranhas, profecias, expulsão de demônios, curas, libertação de bruxaria, roupas ungidas para cura e libertação, etc. Eles gostam da exposição de palavras, mas não de poder. Eles não gostam de imitar toda a simplicidade do Evangelho que Paulo pregou e demonstrou.
Eis o que a Bíblia mostra sobre a simplicidade do Evangelho de Paulo:
“Quando Paulo lhes impôs as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e começaram a falar em línguas e a profetizar. Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, de modo que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os enfermos. Estes eram curados de suas doenças, e os espíritos malignos saíam deles. Muitos dos que creram vinham, e confessavam, e declaravam abertamente suas más obras. Grande número dos que tinham praticado ocultismo reuniram seus livros e os queimaram publicamente. Calculado o valor total, este chegou a cinquenta mil dracmas. Dessa maneira a palavra do Senhor muito se difundia e se fortalecia.” (Atos 19:6, 11-12, 18-20 NVI)
Versão em inglês deste artigo: The Miracle of the Simplicity of the Gospel
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25 de setembro de 2020

Declaração de ministro da Educação revelando que homossexualidade está ligada a familias desajustadas causa revolta na imprensa esquerdista


Declaração de ministro da Educação revelando que homossexualidade está ligada a familias desajustadas causa revolta na imprensa esquerdista

Julio Severo
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, chocou a imprensa esquerdista ao revelar o que é tabu entre eles: a homossexualidade de jovens está ligada a famílias desajustadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele fez declarações conservadoras defendendo valores e princípios que muito desagradaram jornalistas esquerdistas.
Presidente Jair Bolsonaro e Rev. Milton Ribeiro, ministro da Educação
Na edição de 24 de setembro de 2020 do jornal O Estado de S.Paulo intitulada “Ministro da educação diz que caminho do homossexualismo se dá por famílias desajustadas,” Ribeiro, que é advogado, teólogo e pastor da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração, em Santos, SP, falou sobre questões éticas. Mesmo como ministro, ele continua conduzindo cultos em Santos a cada 15 dias.
Quando a jornalista perguntou “Mas a educação sexual não deve ser tratada dentro da aula, inclusive para proteger a criança de abusos sexuais?” a resposta do ministro foi:
“Nesse particular, sim. Existem temas que podem ser tocados para evitar que uma criança seja molestada. Mas não o outro lado que é uma erotização das crianças.”
A pergunta da jornalista foi maliciosa, pois de forma geral a educação sexual não protege as crianças de abuso, mas protege os interesses de organizações nacionais e internacionais engajadas na erotização das crianças. Em vez de fazer uma pergunta como “O que o Ministério da Educação pretende fazer para proteger as crianças da erotização promovida por organizações nacionais e internacionais?” a jornalista preferiu simplesmente fazer de conta que esse abuso nacional e internacional não existe.
Milton Ribeiro acrescentou na sua resposta:
“Dizem que é para proteger gravidez indesejada, mas a verdade é que falar para adolescentes que estão com os hormônios num top sobre isso é a mesma coisa que um incentivo. É importante falar sobre como prevenir uma gravidez, mas não incentivar discussões de gênero. Quando o menino tiver 17, 18 anos, ele vai ter condição de optar. E não é normal. A biologia diz que não é normal a questão de gênero. A opção que você tem como adulto de ser um homossexual, eu respeito, não concordo.”
Ele acertou quando mencionou um incentivo de erotização. Esse incentivo acontece durante décadas. Graças à educação sexual erotizadora, as crianças e adolescentes hoje sabem muito mais de sexo do que os adultos. Esse excesso de exposição à educação sexual erotizadora tem provocado intensa atividade sexual precoce entre estudantes e gravidezes precoces.
Embora o correto seja falar em prevenir atividade sexual precoce, não a gravidez, que é mero resultado natural da atividade, o ministro focou na prevenção da gravidez, como se gravidez fosse doença. A verdade é que essa visão de gravidez como mal a ser evitado é a exata visão dos grupos nacionais e internacionais dedicados à erotização de crianças e adolescentes atraves da educação sexual escolar.
No entanto, Milton Ribeiro acertou quando disse que a questão de gênero não é normal, mas apenas uma opção.
Maliciosamente, então a jornalista perguntou: “A escola é um ambiente com prática de bullying, o que leva, por exemplo, a depressão e outros casos mais graves. Não é importante fazer essa discussão dentro da escola?”
O termo “bullying” é muitas vezes mero cavalo-de-Troia da esquerda para introduzir agendas ideológicas polêmicas quebrando resistências conservadoras.
O ministro respondeu:
“Por esse viés, é claro que é importante mostrar que há tolerância, mas normalizar isso, e achar que está tudo certo, é uma questão de opinião. Acho que o adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo (sic) tem um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato e caminhar por aí. São questões de valores e princípios.”
Alguns apontam que se desajuste familiar causa homossexualidade, todas as famílias com desajuste teriam problemas homossexuais. Contudo, a homossexualidade não é a única consequência do desajuste familiar. Há varias consequências, e a homossexualidade é apenas uma delas.
Entre as várias consequências do desajuste familiar estão: uso de alcóol e drogas, fornicação (sexo fora do casamento), envolvimento com criminalidade, depressão, suicídio, homossexualidade, envolvimento com ocultismo, etc.
Vários jornais esquerdistas repercutiram negativamente o comentário do ministro sobre a homossexualidade no Estadão. O jornal da Globo entrevistou vários ativistas homossexuais dando-lhes espaço livre para desabafar seus ódios contra o ministro.
A jornalista do Estadão então perguntou ao ministro: “Esse posicionamento do sr. não é um choque com o seu compromisso de posse de respeitar a laicidade do Estado na sua gestão?”
O ministro respondeu:
“Não. Tem muita gente que não é evangélico que também não aceita isso. É uma pauta da sociedade mais conservadora. Se eu estabelecesse, por exemplo, uma regra ‘não vai dar uma aula se o cara é homossexual’… Temos Estados aí que têm professores transgêneros, isso não tem nada a ver comigo. Não terei influência. ”
Maliciosamente, a jornalista cutucou: “O senhor é contra um professor transgênero na sala de aula?”
O ministro respondeu:
“Se ele não fizer uma propaganda aberta com relação a isso e incentivar meninos e meninas para andarem por esse caminho… Tenho certas reservas.”
Homossexuais como professores sem fazer propaganda de sua escolha anti-natural é um desejo quase impossível. Seja como for, homossexuais como professores são um péssimo exemplo moral. Seria quase impossível o ministro impedir tal propaganda em sala de aula. Aliás, Marina Reidel, que preside a Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais no governo Bolsonaro, disse numa entrevista sobre sua experiência de homem se identificando como mulher em sala de aula. A opinião que ele deu sugere que oposição à sua exposição homossexual na escola diante de crianças seria discriminação.
São grandes desafios para o ministro, que enfrenta não só a oposição de um exército de jornalistas esquerdistas que odeiam os evangélicos e seus valores, mas oposição dentro do próprio governo Bolsonaro, que abriga ativistas gays como o Marina.
Maliciosamente, a jornalista perguntou: “O sr. pretende fazer mudanças no material didático? É preciso fazer alguma revisão na forma como fatos históricos são retratados, como período da ditadura militar?”
O ministro respondeu:
“É uma grande injustiça julgar uma pessoa fora do seu tempo. Em 64, sabemos hoje, o resultado de toda aquela guerra era para transformar países como Venezuela, Cuba e a própria Rússia, que depois se desmembrou. A história mostrou que eles estavam equivocados. O fato do movimento militar, na época, ter impedido que o Brasil se tornasse uma Cuba eu acho perfeito. Julgar pessoas fora do tempo, derrubar estátuas, isso é uma agressão. Uma coisa é eventualmente não concordar com o que era feito, com palmatória. Hoje ninguém faria isso, mas falar que está tudo errado no passado? Peraí, devagar.”
Os militares não eram perfeitos. Em comparação com os EUA, que são uma democracia, o Brasil militar era uma ditadura. Mas em comparação com Cuba e União Soviética, o Brasil era uma democracia. Não dá pois para negar que os militares prestaram um serviço imenso ao salvar o Brasil de virar uma Cuba.
O Pr. Milton Ribeiro foi escolhido pelo Presidente Jair Bolsonaro depois dos fracassos da indicações feitas por Olavo de Carvalho, considerado o Rasputin de Bolsonaro. Na primeira indicação, Carvalho escolheu Ricardo Vélez como ministro da Educação, embora Vélez tenha um histórico de apoio à esquerdista Hillary Clinton e oposição a Donald Trump. Quando sua indicação fracassou totalmente, Carvalho disse, como desculpa, que fazia 20 anos que ele não se comunicava com Vélez.
Quanto a Bolsonaro, ele disse que seguiu cegamente a indicação de Carvalho, resultando num desastre, seguido por outro fracasso, que posteriormente foi remediado com a indicação de um pastor presbiteriano.
Com informações do Estadão.
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