3 de agosto de 2020

Bruxo esquerdista brasileiro com histórico de luta contra cristãos conservadores é premiado pelo governo Trump


Bruxo esquerdista brasileiro com histórico de luta contra cristãos conservadores é premiado pelo governo Trump

Julio Severo
Choque. É a única palavra que dá para se usar para descrever o comportamento do Departamento de Estado dos EUA, comandado por um evangélico conservador, premiando um bruxo esquerdista radical brasileiro que tem lutado contra evangélicos conservadores no Brasil.
Ivanir dos Santos e Mike Pompeo
O governo de Donald Trump realizou o maior evento de liberdade religiosa do mundo em 2019: o Ministerial para o Avanço da Liberdade Religiosa. Com mais de 1.000 líderes da sociedade civil e religiosos e mais de 100 delegações estrangeiras convidadas, a reunião marcou a primeira vez que um Secretário de Estado dos EUA reuniu líderes religiosos na mesma questão de direitos humanos. O evento foi realizado de 16 a 18 de julho de 2019 em Washington DC. O Ministerial inaugural em 2018 foi a primeira a focar apenas no direito humano inalienável da liberdade religiosa.
Em seus comentários de abertura do evento, o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, observou a ampla gama de participantes: cristãos, muçulmanos, judeus, hindus, sikhs, budistas, Falun Gong, etc.
No evento, Pompeo disse:
“Quero agradecer a todos aqui que comprometeram parte de suas vidas para ajudar os perseguidos e a defender o direito inalienável de praticar a religião e seguir a consciência e cuidar da alma.”
A Embaixada dos EUA no Brasil falou sobre o evento:
“O governo Trump defende a proteção de direitos inalienáveis, como a liberdade religiosa, fundamentados nos princípios fundamentais de nossa nação.”
Um número muito pequeno de indivíduos selecionados foi premiado como “defensores da liberdade religiosa,” entre os quais o brasileiro Ivanir dos Santos.
Em sua conta no Twitter, o Departamento de Estado disse:
“Ivanir dos Santos, do Brasil, trabalha exaustivamente para apoiar o diálogo inter-religioso, combater a discriminação e criar mecanismos para a proteção de grupos vulneráveis.”
O ativismo religioso político de Santos foi bastante fortalecido durante o governo do ex-presidente Luís Inácio “Lula” da Silva, o governo mais socialista e corrupto da história brasileira.
O “diálogo inter-religioso” dele acontece basicamente com líderes religiosos esquerdistas, especialmente o Rev. Marcos Amaral, um proeminente pastor esquerdista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Amaral desculpa a homossexualidade e o casamento para esse pecado e critica abertamente os evangélicos conservadores que se opõem a direitos especiais para a homossexualidade. É um diálogo esquerdista perfeito, porque as religiões afro-brasileiras são muito favoráveis à homossexualidade e muitos de seus pais-de-santo são homossexuais.
O “diálogo inter-religioso” de Santos é baseado em suas opiniões esquerdistas em comum. Portanto, se Pompeo condecorou Santos por seu “diálogo inter-religioso,” ele condecorou seu ativismo esquerdista.
O ativismo pró-bruxaria de Santos foi muito apoiado pelo governo Lula. Portanto, não faz sentido o governo Trump condecorá-lo.
A ideia de que os feiticeiros são perseguidos por pentecostais é promovida pela grande mídia esquerdista, cheia de ódio e notícias falsas contra os evangélicos. O governo socialista de Lula deu total apoio aos feiticeiros e à grande mídia esquerdista. Agora, os evangélicos brasileiros veem o governo Trump, que é alegadamente antimarxista, condecorando um feiticeiro esquerdista amado pela grande mídia esquerdista.
O embaixador brasileiro não apresentou queixa ao governo Trump por insultar brasileiros e evangélicos em sua condecoração a um feiticeiro tradicionalmente apoiado por esquerdistas brasileiros. Esse prêmio não receberia nenhuma reclamação do ex-governo socialista de Lula, que apoiava fervorosamente o feiticeiro e adoraria ver seu feiticeiro favorito sendo condecorado. Mas o governo Trump não se incomodou em ofender o Brasil e o governo direitista brasileiro do presidente Jair Bolsonaro não se importou em ser insultado.
Foi um ato vergonhoso o governo Trump condecorar um feiticeiro esquerdista brasileiro. Foi também um ato vergonhoso o governo Bolsonaro permanecer em silêncio quando deveria ter condenado e protestado contra a condecoração.
O governo dos EUA condecorando um feiticeiro é um pesadelo que você esperaria assistir só em filmes de terror esquerdistas produzidos por Hollywood para atacar cristãos conservadores.
O governo Bolsonaro perdeu uma grande oportunidade não apenas de condenar a condecoração, mas também de condenar os antigos governos socialistas no Brasil que apoiaram e fortaleceram o feiticeiro e a bruxaria.
Na década de 1990, sob o presidente marxista Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Educação instruiu as escolas do Brasil a lidar com a feitiçaria, ou religiões afro-brasileiras, como mera “cultura” inofensiva.
Na década seguinte, sob o governo socialista de Lula, o governo brasileiro avançou esse conceito, ao tratar os adeptos da feitiçaria como “minorias oprimidas” e ao tratar a pregação cristã contra a feitiçaria como “crime de ódio.” As religiões de feitiçaria são em grande parte da Umbanda e Candomblé.
A pregação cristã tradicional contra a feitiçaria começou a ser rotulada de “perseguição” contra “minorias oprimidas,” e os líderes de feitiçaria tiveram permissão de acompanhar a delegação brasileira na ONU para expressar suas denúncias contra a “opressão” dos evangélicos brasileiros contra os adeptos da Umbanda e Candomblé.
As denúncias principalmente foram feitas por Ivanir dos Santos, um pai-de-santo do Rio de Janeiro. Ivanir denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neopentecostais.” O Brasil, disse ele, “é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida.”
A “opressão” denunciada por ele consiste em grande parte de evangélicos em programas de TV onde ex-adeptos da Umbanda e Candomblé dão testemunho sobre suas experiências passadas na feitiçaria e como Jesus Cristo os libertou, principalmente de espíritos demoníacos.
Não eram testemunhos de adeptos da Umbanda e Candomblé sendo assassinados por evangélicos, especialmente da linha renovada, pentecostal e neopentecostal, mas testemunhos deles sendo transformados por Jesus Cristo.
Esses programas de TV têm sofrido censura. Em 2014, vídeos do YouTube contendo testemunhos de ex-adeptos das religiões afro-brasileiras que hoje são pentecostais foram removidos por ordem judicial, por incitação de Ivanir dos Santos. Em sua decisão, o juiz declarou que os testemunhos deles não eram contra uma religião, mas contra uma “cultura.”
Essas perseguições judiciais não são apenas contra pentecostais.
Em 1998, um juiz no estado da Bahia havia ordenado o confisco de um livro escrito pelo padre católico Jonas Abib, em que ele condena a feitiçaria como imoral, conforme reportagem de LifeSiteNews, que disse:
“O livro ‘Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação’ adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras conhecidas como ‘espiritualismo.’ De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. ‘Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente,’ diz um resumo do livro postado no site dele. O promotor público Almiro Sena, porém, acusa Abib de ‘fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a Umbanda e o Candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto.’ Ele acrescentou que a violação é mais grave porque ‘a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras.’”
O governo passado de Lula e o governo de Dilma Rousseff (ambos os governos mais socialistas da história do Brasil) tinham políticas ativas para proteger as religiões afro-brasileiras como “cultura” herdadas de escravos africanos. Enquanto as tradições católicas e protestantes estão cada vez mais sendo banidas das escolas e outros locais governamentais porque o Estado é “laico,” as religiões afro-brasileiras e suas práticas estão fazendo incursões, com assistência estatal, nas escolas e outros lugares, de forma privilegiada. Pois o Cristianismo é religião, e as religiões afro-brasileiras são “cultura.”
Com tais proteções estatais, até os negros brasileiros são proibidos de criticar os deuses afro-brasileiros, conforme relatado por mim no WND:
“No Rio, um pastor pentecostal levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão.”
Os brasileiros se lembram, quando não existia a ameaça de censura racial politicamente correta, dos escândalos regulares noticiados pelos meios de comunicação de pais-de-santo envolvidos em muitos sacrifícios de crianças.
No passado, os jornais eram livres para noticiar e denunciar sacrifícios de crianças nas religiões afro-brasileiras. Você pode encontrar notícias antigas sobre esses crimes envolvendo estupros e assassinatos de crianças cometidos por pais-de-santo. Mas hoje em dia, só reportagens bajuladoras são permitidas, tais como “religião” oprimida, religião “ameaçada,” etc.
Hoje, a mídia brasileira não mais noticia sobre pais-de-santo que estupram e sacrificam crianças. E não quer falar sobre outros crimes relacionados.
Quando o pastor pentecostal Francisco de Paula Cunha de Miranda foi morto a facadas por um pai-de-santo em 2008, a imprensa brasileira permaneceu em silêncio.
Miranda, de 47 anos, foi assassinado no Rio Grande do Sul. Ele era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”) e estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensanguentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
A imprensa brasileira permanece em silêncio sobre esse assassinato horrendo até hoje.
Em 2010, um grupo de adeptos da Umbanda matou a facadas outro evangélico, Nilton Rodrigues, de 34 anos, e feriu outros, inclusive um pastor evangélico, João Carlos de Oliveira. De novo, a imprensa brasileira ficou em silêncio.
Estou preocupado que a proteção especial às religiões afro-brasileiras possa ter sido fortalecida por Condoleezza Rice, uma famosa filha de um pastor presbiteriano americano. Em 2008, ela foi ao Brasil para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras. O exemplo dela mostra que as religiões afro-brasileiras são agora um interesse internacional.
Como no caso da homossexualidade, a mera crítica à bruxaria é tratada como “preconceito, discriminação, intolerância,” etc. Agora, até livros católicos criticando a bruxaria são proibidos.
As práticas afro-brasileiras que sempre foram vistas como feitiçaria pela sociedade brasileira estão cada vez mais sendo protegidas pelas leis e mídia do Brasil. E o Cristianismo e seus valores estão cada vez mais perdendo proteção e até sendo atacados por eles.
Não estou surpreso que os governos socialistas do passado tenham apoiado a bruxaria. Eu não ficaria surpreso se o governo anterior de Barack Hussein Obama a tivesse apoiado. Mas estou muito surpreso que o evangélico Mike Pompeo, sob o governo direitista de Donald Trump, a tenha apoiado.
As pessoas poderiam dizer que Pompeo não sabia que Ivanir Santos era um feiticeiro. Mas isso seria uma avaliação fraca, porque Pompeo era o diretor da CIA, e tenho certeza de que ele foi amplamente auxiliado por assessores que sabem tudo sobre Santos, inclusive a cor de sua cueca.
Sobre sua reunião em julho de 2020 na Comissão de Direitos Inalienáveis, Pompeo disse:
“Milhões de pessoas sofrem formas extremas de privação sob regimes autoritários severos, como China, Irã e Rússia. O Relatório da Comissão sobre Direitos Inalienáveis nos lembra da necessidade urgente de os EUA defenderem os direitos humanos em nossa política externa.”
Concordo com Pompeo destacando a China, que persegue milhões de cristãos. Mas os EUA estão condenando a China hoje apenas porque os dois países não estão se dando bem. No primeiro ano de seu governo, 2017, Trump visitou a China e, em 2019, Trump parabenizou a China por sua revolução comunista que assassinou milhões de pessoas.
Se o governo Trump tivesse um interesse real em direitos humanos, teria condenado a China em 2017, 2018 e 2019 por violações de direitos humanos. Mas não fez isso. Está fazendo isso agora porque os dois não estão se dando bem.
Se Pompeo pode colocar o Irã na lista negra, por que não a Arábia Saudita? Existem cerca de 245 milhões de cristãos enfrentando violência ou opressão islâmica em todo o mundo, especialmente do islamismo sunita. A capital do islamismo sunita é a Arábia Saudita, mas mesmo assim Pompeo destacou o Irã, não a Arábia Saudita.
Há uma grande comunidade judaica na Rússia, mas a Arábia Saudita proíbe judeus em seu território. Mesmo assim, Pompeo destacou a Rússia como grande violador dos direitos humanos.
Mesmo se comparada ao Irã, a Arábia Saudita é pior. Mas Pompeo colocou na lista negra o Irã, não a Arábia Saudita.
Então, Pompeo politizou e rebaixou os direitos humanos para apenas ferramentas dos neocon, para satisfazer as ambições comerciais dos EUA.
Os EUA sabem que não é fácil confrontar a Arábia Saudita por seus abusos dos direitos humanos. Quando o Canadá confrontou a Arábia Saudita por causa desses abusos em 2018, a Arábia Saudita expulsou o embaixador do Canadá.
Outras maneiras pelas quais Pompeo rebaixou e politizou os direitos humanos é a obsessão de seu Departamento de Estado de continuar o legado da ex-secretária de Estado Hillary Clinton, que tratava os direitos gays como direitos humanos. O Departamento de Estado de Pompeo comemorou o Mês do “Orgulho” LGBTI não apenas nos EUA, mas também nas embaixadas dos EUA em todo o mundo.
Brasil e Rússia não executam homossexuais; a Arábia Saudita faz isso. Mas enquanto a embaixada dos EUA na Arábia Saudita permaneceu em silêncio sobre a execução e os direitos dos homossexuais, as embaixadas dos EUA no Brasil e na Rússia fizeram da propaganda homossexual uma prioridade. Foi assim que Pompeo e seu Departamento de Estado rebaixaram os direitos humanos para avançar a agenda homossexual não na Arábia Saudita, mas no Brasil e na Rússia.
Em seu artigo “A América encontra seu Sr. Direitos” (trocadilho de “A América encontra seu Sr. Direito”), Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, elogiou Pompeo dizendo:
“O projeto de Pompeo, a criação de uma Comissão de Direitos Inalienáveis, era uma missão pessoal… para voltar ao verdadeiro coração dos direitos humanos.”
Perkins é membro da Comissão de Direitos inalienáveis criada por Pompeo. Ele é, assim como Pompeo e eu, um evangélico. Então aqui estamos nós, três evangélicos, com dois endossando “direitos inalienáveis” rebaixando os direitos humanos apenas para satisfazer neocons, homossexualistas e Arábia Saudita.
Condecorar um feiticeiro esquerdista brasileiro que tem um histórico de perseguição contra evangélicos conservadores não é direitos humanos reais. É rebaixar os direitos humanos.
Impor a agenda gay através da embaixada dos EUA na Rússia quando a Rússia protege as crianças da propaganda homossexual, mas poupar a Arábia Saudita quando os sauditas executam homossexuais, é rebaixar os direitos humanos.
Perkins deveria abrir a boca e falar com força sobre os abusos dos direitos humanos que o Departamento de Estado de Pompeo está cometendo ao rebaixar os direitos humanos reais, mas ele tem permanecido calado.
Pompeo acha que seu rebaixamento dos direitos humanos representa os valores dos homens protestantes que fundaram os EUA. Ele realmente acha que eles estavam ocupados condecorando feiticeiros e impondo propaganda gay em outras nações?
Em 2019, Mike Pompeo compartilhou seu testemunho na Conferência de Conselheiros Cristãos, onde ele disse: “Peço a Deus orientação no meu trabalho.”
Não sei se Pompeo está entendendo corretamente as orientações claras de Deus em sua Palavra.
O governo Trump deve um pedido de desculpas ao Brasil por condecorar um feiticeiro esquerdista e celebrar o Mês do “Orgulho” LGBTI em sua embaixada no Brasil.
O governo Trump deve um pedido de desculpas à Rússia por celebrar o Mês do “Orgulho” LGBTI em sua embaixada em Moscou.
E o governo Trump deve ao povo americano um pedido de desculpas por conceder impunidade à Arábia Saudita e seu islamismo radical por seus muitos crimes contra os EUA e os cristãos ao redor do mundo.
Com informações do Zenit, Embaixada dos EUA no Brasil e Conselho de Pesquisa da Família.
Leitura recomendada:

5 comentários :

E J Kovaleski disse...

Seria muito difícil o “embaixador” do Brasil fazer qualquer comentário, pois faz parte de um governo cujo “presidente” é guiado por outro “bruxo” (que também já se declarou marxista entre outros lixos) e que ama citar Lênin o tempo inteiro.

Os bruxos de “esquerda” e de “direita” se protegem mutuamente.
Nem Trump nem Bolsonaro são cristãos. São apenas políticos.
A vantagem do Trump é que ele trabalha mais pelo seu país do que pelos dos outros. E até onde sabemos não roubou dinheiro público junto com os filhotes.
Bem diferente do ladrão de galinha / rei da rachadinha que não aprendeu bem a roubar com o mestre Lula em quem votou. Ou com o Chavez ao qual declarou sua admiração.

E J Kovaleski disse...


A boa notícia é que ambos presidentes, o embaixador, o secretário de estado, os bruxos, etc, independente da corrente político-filosófica que seguem hoje, ainda estão todos vivos. Ainda dá tempo de aceitar a Jesus como seu redentor, salvador e Senhor.

Anônimo disse...

Não sei se esse Mike Pompeo é só mais um hipocrita total como todo neocon, ou se é forçado a fazer isto pelo partido Republicano. Só sei que eu não apertaria mão de bruxo nenhum, as Escrituras são claras quanto a isso :
"Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.
Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.
Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras."
2 João 1:9-11 (Biblia ACF)

Anônimo disse...

Essa Condoleezza Rice do tempo do Bush tem cara de ser uma Jezabel traidora infiltrada, igual aquela tal de Omarosa no Governo Trump.
Ultimamente, os EUA tem mais trabalhado por Baal do que para qualquer outra coisa.

Alexandre disse...

Os EUA estão em plena campanha eleitoral, então tudo é possível para ambos os lados, tolo é aquele que ainda acredita em político.