31 de agosto de 2020

Investigação: imigrantes africanos “abandonados para morrer” nos infernais centros de detenção de Covid na Arábia Saudita


Investigação: imigrantes africanos “abandonados para morrer” nos infernais centros de detenção de Covid na Arábia Saudita

“Os guardas simplesmente jogam os corpos para fora como se fossem lixo,” disse um

Will Brown
Comentário de Julio Severo: A esquerda reclama de como imigrantes muçulmanos da África são tratados na Europa, como se eles sofressem horrores. Agora, em primeiro mão do jornal The Telegraph da Inglaterra, trago reportagem de como a Arábia Saudita, a capital mundial do islamismo, trata muçulmanos pobres da África que imigram para a Arábia Saudita em busca de melhores condições de vida. Essa dura realidade mostra que a Arábia Saudita não tem disposição nenhuma de acolher muçulmanos africanos. A Arábia Saudita é o maior aliado islâmico dos EUA. Se um país não aliado cometesse apenas 10 por cento dos abusos que os sauditas cometem, os EUA condenariam e imporiam sanções. Mas, por ser o maior comprador de armas americanas, a Arábia Saudita goza de imunidade extraordinária para cometer todos os tipos de abusos de direitos humanos. Um questonamento importante é: Se nem a Arábia Saudita quer saber de muçulmanos da África, por que os saudits facilitam a invasão deles na Europa? Na Árabia Saudita, os muçulmanos africanos trabalham demais e são torturados. Na Europa, os muçulmanos africanos recebem regalias de sobra e usam seu tempo sem trabalho para estuprar milhares de meninas e moças europeias. Eis a reportagem traduzida por mim:
A Arábia Saudita, um dos países mais ricos do mundo, está mantendo centenas, senão milhares de imigrantes africanos, presos em condições hediondas que lembram os campos de escravos da Líbia como parte de uma campanha para impedir a disseminação de Covid-19, uma investigação do jornal The Sunday Telegraph revelou.
Imagens fortes de celulares enviadas ao jornal por imigrantes mantidos dentro dos centros de detenção mostram dezenas de homens emaciados, enfraquecidos pelo calor da Arábia, deitados sem camisa em fileiras apertadas em pequenas salas com janelas com grades.
Uma foto mostra o que parece ser um cadáver envolto em um cobertor roxo e branco no meio deles. Eles dizem que é o corpo de um imigrante que morreu de insolação e que outros mal estão recebendo comida e água suficientes para sobreviver.
Outra imagem, forte demais para ser publicada, mostra um jovem africano enforcado em uma grade de janela em uma parede interna de azulejos. O adolescente se matou depois de perder a esperança, dizem seus amigos, muitos dos quais estão detidos desde abril.
Os imigrantes, vários exibindo cicatrizes nas costas, afirmam que são espancados por guardas que gritam ofensas raciais contra eles. “É um inferno aqui. Somos tratados como animais e espancados todos os dias,” disse Abebe, um etíope que está detido em um dos centros há mais de quatro meses.
“Se eu vir que não há como escapar, vou tirar minha própria vida. Outros já fizeram isso,” acrescentou ele por meio de um intermediário que conseguiu se comunicar por um telefone contrabandeado.
“Meu único crime é deixar meu país em busca de uma vida melhor. Mas eles nos espancam com chicotes e cabos elétricos como se fôssemos assassinos.”
As imagens e depoimentos estão gerando indignação entre ativistas de direitos humanos e têm ressonância particular à luz dos protestos globais do Black Lives Matter.
"Fotos que emergem de centros de detenção no sul da Arábia Saudita mostram que as autoridades locais estão submetendo os imigrantes do Sudeste da África a condições miseráveis, superlotadas e desumanizantes, sem se importar com sua segurança ou dignidade,” disse Adam Coogle, vice-diretor de Human Rights Watch no Oriente Médio, depois de verem as imagens no The Sunday Telegraph.
“Os esquálidos centros de detenção no sul da Arábia Saudita estão muito aquém dos padrões internacionais. Para um país rico como a Arábia Saudita, não há desculpa para manter os imigrantes em condições tão deploráveis,” acrescentou Coogle.
A Arábia Saudita, rica em petróleo, há muito tempo explora a mão-de-obra imigrante da África e da Ásia. Em junho de 2019, cerca de 6,6 milhões de trabalhadores estrangeiros constituíam cerca de 20 por cento da população desse país, a maioria ocupando empregos mal pagos e muitas vezes fisicamente árduos.
Os imigrantes trabalham principalmente na construção e em tarefas domésticas manuais que os sauditas preferem eles mesmos não fazer. Muitos são do sul da Ásia, mas um grande contingente vem do Sudeste da África, que fica do outro lado do Mar Vermelho.
Os centros de detenção identificados pelo The Sunday Telegraph abrigam principalmente homens etíopes e dizem que há outros lotados de mulheres.
Na última década, dezenas de milhares de jovens etíopes foram para a Arábia Saudita, muitas vezes ajudados por agentes de recrutamento sauditas e traficantes de pessoas, em uma tentativa de escapar da pobreza em seu país.
Eles são presos em parte como resultado da pandemia, mas também pela “saudização” da força de trabalho na Arábia Saudita, uma política introduzida por Muhamad Bin Salman, o príncipe herdeiro que assumiu o poder há três anos.
Os testemunhos coletados pelo The Sunday Telegraph diretamente dos imigrantes em canais criptografados sobre as condições em que se encontram agora são angustiantes.
“Um grande número de presos pensa em suicídio ou sofre de doenças mentais por viverem nessas condições por cinco meses,” disse um deles. “Os guardas zombam de nós, eles dizem ‘seu governo não se importa, o que devemos fazer com você?’”
“Um rapaz de cerca de dezesseis anos deu um jeito de se enforcar no mês passado. Os guardas simplesmente jogam os corpos para fora como se fossem lixo,” disse outro.
Quando a pandemia atingiu em março, o governo saudita na capital Riad temia que os imigrantes, que muitas vezes vivem em condições de superlotação, atuassem como vetores do vírus.
Quase 3.000 etíopes foram deportados pelos serviços de segurança sauditas de volta à Etiópia nos primeiros dez dias de abril e um memorando da ONU que vazou disse que outros 200.000 seriam deportados em seguida. Uma moratória foi então imposta às deportações depois que a pressão internacional foi exercida sobre Riade.
O Sunday Telegraph revelou que muitos dos imigrantes agendados para deportação há cinco meses foram abandonados para apodrecer em centros de detenção infestados de doenças. “Fomos abandonados para morrer aqui,” disse um deles, que disse estar trancado em uma sala do tamanho de uma sala de aula e não sair para fora desde março.
“Covid19? Quem sabe?” acrescentou ele, “Há muitas doenças aqui. Todo mundo está doente aqui; todo mundo tem algum problema.”
As imagens contrabandeadas mostram que muitos dos detidos sofrem de infecções de pele que os desfiguram. Eles afirmam que não recebem tratamento médico.
“Comemos um pedacinho de pão de dia e arroz à noite. Quase não há água e as privadas estão transbordando. Transbordam para o espaço onde comemos. Já nos acostumamos com o cheiro. Mas há mais de cem de nós em uma única sala, e o calor está nos matando,” disse outro jovem etíope.
Um pequeno videoclipe contrabandeado mostra vários quartos com o chão coberto de excremento de uma privada no chão que transborda. Um homem etíope pode ser ouvido gritando: “As privadas estão entupidas. Tentamos desbloqueá-las, mas não conseguimos. Então vivemos neste excremento, dormimos nele também.”
“Para [os sauditas] ou mesmo para Abiy, é como se fôssemos formigas. Quando morremos, é como se uma formiga morresse, ninguém se importa ou presta atenção,” acrescentou o homem, referindo-se ao primeiro-ministro vencedor do Prêmio Nobel da Paz da Etiópia, Abiy Ahmed.
A Arábia Saudita é profundamente estratificada por raça e castas. Os imigrantes africanos gozam de poucos direitos legais e muitos queixam-se de exploração, violência sexual e ofensas raciais por parte dos empregadores.
Novas leis que limitam ainda mais os direitos e as perspectivas de emprego de trabalhadores estrangeiros foram introduzidas em 2013 e as repressões continuaram sob o governo do jovem príncipe herdeiro Muhamad Bin Salman, que assumiu o poder em 2017.
O Sunday Telegraph conseguiu localizar geograficamente dois dos centros. Um está em Al Shumaisi, perto da cidade sagrada de Meca, e o outro em Jazan, uma cidade portuária perto do Iêmen. Acredita-se que haja outros abrigando milhares de etíopes.
Os imigrantes em cada um dos centros disseram que havia centenas deles em cada sala. Imagens de satélite mostram que há vários edifícios em ambos os centros, o que significa que pode haver muito mais imigrantes em cada centro que não dá para contar.
Vários dos imigrantes disseram que foram capturados e presos, como se fossem criminosos, em suas casas em várias cidades da Arábia Saudita antes de serem colocados nos campos. Outros são refugiados africanos do Iêmen devastado pela guerra.
No início deste mês, Human Rights Watch relatou que as forças Houthi usaram o Covid-19 como pretexto para expulsar milhares de imigrantes etíopes para a vizinha Arábia Saudita.
Depoimentos coletados pela ONG dizem que os Houthis mataram dezenas de etíopes e forçaram outros sob a mira de armas a cruzar a fronteira com a Arábia Saudita. Os guardas sauditas de fronteira então atiraram nos imigrantes em fuga, matando dezenas de outros.
“A Arábia Saudita, um país rico, há muito tempo mantém imigrantes sem documentos, inclusive muitos do Sudeste da África, em condições tão lotadas, sem higiene e terríveis que os imigrantes muitas vezes saem traumatizados ou doentes,” disse Coogle.
“É justo questionar se as autoridades sauditas estão propositalmente permitindo que essas condições de detenção existam para punir os imigrantes,” acrescentou ele.
O Sunday Telegraph abordou a embaixada da Arábia Saudita em Londres para comentar, mas não recebeu nenhuma resposta até o momento da impressão.
Um representante do governo etíope no Oriente Médio também foi abordado sem sucesso para comentar o assunto.
* Os nomes dos migrantes foram alterados para proteger sua identidade.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do jornal The Telegraph: Investigation: African migrants 'left to die' in Saudi Arabia’s hellish Covid detention centres 
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30 de agosto de 2020

O escândalo de Flordelis, a malícia da esquerda evangélica e a sabedoria de um pastor presbiteriano


O escândalo de Flordelis, a malícia da esquerda evangélica e a sabedoria de um pastor presbiteriano

Julio Severo
O caso da cantora gospel Flordelis, que matou seu marido pastor, se tornou um escândalo nacional e internacional. De acordo com reportagem da Rede Globo, em 24 de agosto de 2020 “a Polícia Civil e o Ministério Público estadual do Rio de Janeiro (MP-RJ) apontaram a deputada federal Flordelis (PSD-RJ) como mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, executado com mais de 30 tiros em 16 de junho de 2019.”
A Globo acrescentou:
“Oito pessoas foram presas por envolvimento no crime. Entre elas, estão cinco filhos e uma neta de Flordelis. Ela, que nega participação, não pôde ser presa por causa da imunidade parlamentar. O plano para matar Anderson, segundo as investigações, começou a ser colocado em prática ainda em maio de 2018, com envenenamento por arsênico ou cianeto (veja mais no vídeo acima). A polícia e o MPF-RJ descobriram também mensagens de texto em telefones celulares que reforçam a suspeita sobre Flordelis. De acordo com a investigação, antes do assassinato, houve ao menos oito tentativas frustradas de matar o pastor, seis delas por envenenamento.”
Reagindo a esse escândalo, o evangélico marxista Ronilso Pacheco, em sua coluna no UOL intitulada “Melhor viúva que divorciada: Flordelis e o preço da ética fundamentalista,” disse:
"Separar dele não posso, porque ia escandalizar o nome de Deus". Esta é uma das mais marcantes frases da pastora e deputada federal Flordelis, nas mensagens ouvidas pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que indica que a pastora arquitetou o plano de assassinato de seu marido Anderson do Carmo.
Ele acrescentou que esse escândalo “nos ajuda a pensar como este universo religioso fundamentalista relativiza a vida em nome de aparências e rigor moral impraticável, que arrasta em torno de si sofrimento, violência e desigualdades.”
Num único texto, Pacheco, que é teólogo e pastor batista, usou o termo “fundamentalista” cinco vezes, como se Flordelis fosse branca. Na verdade, ela é negra. O termo “fundamentalista” é amplamente usado por ativistas da extrema esquerda para atacar os cristãos, especialmente cristãos brancos.
Contudo, se Flordelis tivesse matado pessoas, especialmente pessoas brancas, em badernas e saques, Pacheco a condenaria? Pacheco, que convive hoje com militantes do movimento marxista BLM (Black Lives Matter) em Nova Iorque, elogia o BLM, cujos baderneiros “protestam” praticando todo tipo de violência. Em vez de condenar a violência do BLM, Pacheco louva esse movimento radical.
Então, dá para concluir que o problema de Pacheco com Flordelis não é ela ter matado o marido, porque se ela, em nome do BLM, tivesse roubado e matado 10 pessoas brancas, dificilmente Pacheco abriria a boca para condenar.
Pacheco também tentou, absurdamente, arrastar o escândalo de Flordelis para a questão da violência doméstica, mas essa é uma missão impossível, pois quem arquitetou o assassinato do marido de Flordelis foi ela mesma. Esse escândalo mostra que mulheres são capazes de assassinar.
Enquanto para suas perversidades os homens fazem uso da força física, as mulheres fazem uso da força psicológica e suas tramas.
Pacheco também usou o exemplo de Flordelis, que preferiu matar a se divorciar, para condenar o “moralismo” evangélico.
Ele deveria também aproveitar e condenar o Rei Davi que, para assassinar o marido de Batseba, também usou estratégia. Em vez de assassiná-lo diretamente, Davi ordenou que seu general colocasse Urias, o marido de Batseba, na frente de batalha para ser facilmente morto por tropas inimigas, para que o assassinato ficasse devidamente acobertado.
Pacheco poderia culpar a atitude de Davi no “fundamentalismo” e “falso moralismo” da Bíblia. Aliás, ele vem abraçando tanto o marxismo que falta muito pouco para ele condenar a Bíblia.
Davi não era um falso moralista. Ele cometeu adultério e assassinato porque ele caiu em pecado. Sugerir que os Salmos e todos os outros testemunhos de Davi na Bíblia são inválidos só porque ele cometeu dois grandes pecados é afrontar a Deus, que inspirou tudo de bom que Davi fez e o castigou quando ele pecou.
O fundamentalismo do supremacismo negro e marxista cegou Pacheco, que poderia usar o escândalo de Flordelis para mostrar que mulheres negras também matam. Mas ele nunca usaria o escândalo de uma mulher negra para manchar o fundamentalismo do supremacismo negro e marxista.
O escândalo de Flordelis prejudica o Cristianismo, o evangelicalismo e o pentecostalismo? De forma alguma. Escândalos de pessoas em pecado sempre acontecem. A Bíblia está cheia deles. O escândalo de adultério e assassinato cometidos por Davi são apenas um pequeno exemplo. Mas os escândalos de homens de Deus na Bíblia não invalidam a Bíblia como Palavra de Deus.
Embora muitos pastores presbiterianos e calvinistas cessacionistas adorem atacar pentecostais por todo e qualquer motivo como “heréticos,” vou citar a postagem do Rev. Ageu Magalhães que foge do habitual radicalismo de outros pastores presbiterianos com suas palavras sábias sobre o caso Flordelis:
Flordelis teve um início de vida cristã muito bonito. Na juventude ajudou a dezenas de crianças e adolescentes envolvidos com crimes, tráfico, uso de drogas, prostituição ou que sofriam maus tratos em casa. Adulta, evangelizou em presídios e bocas de fumo. Aos 33 anos adotou 37 crianças (dos quais 14 bebês), moradores de rua que haviam sobrevivido à chacina da Candelária. Seu testemunho foi tão impressionante que virou filme em 2009 (Flordelis - Basta uma Palavra para Mudar). Neste mesmo ano ela e o marido fundaram a Comunidade Evangélica Ministério Flordelis, prenúncio de queda... um ministério personalíssimo, com seu próprio nome. Em 2019 foi eleita deputada federal, como a mulher mais votada do Estado do Rio de Janeiro. Desde maio de 2018 ela passou a colocar pequenas doses de veneno na comida do marido e, em junho de 2019, ele foi assassinado a tiros, a mando dela.
Flordelis é um triste exemplo de queda. Não sabemos quando os pecados não confessados começaram a se acumular em sua vida, mas nós estamos vendo a que ponto eles chegaram. Agora, “o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa.” (Rm 2.24). Jesus nos advertiu “É inevitável que venham escândalos, mas ai da pessoa pelo qual eles vêm! Melhor fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.” (Lc 17.1,2). O escândalo gerado por ela é muito grande.
Será que há esperança para Flordelis dos Santos de Souza? Ora, para Davi houve. Depois que Deus pesou a mão sobre ele, no meio das dores e sofrimentos, arrependeu-se e encontrou o perdão de Deus. Sinceramente espero que, derrubado todo o castelo de cartas que Flordelis construiu (igreja, fama, política...), Deus trate o seu coração, ela se arrependa profundamente dos seus pecados, e retorne à simplicidade do Evangelho que viveu nos dias da sua juventude. Que Deus tenha misericórdia dela.
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29 de agosto de 2020

Xuxa defende confusão de homem fake Thammy Miranda contra Silas Malafaia


Xuxa defende confusão de homem fake Thammy Miranda contra Silas Malafaia

Julio Severo
Depois que o televangelista Silas Malafaia usou seu Twitter para responder à ameaça de processo do homem fake Thammy Miranda por “homofobia,” Xuxa mostrou que está do lado da lésbica fantasiada de homem. Em uma publicação feita sobre o caso por Leo Dias, a apresentadora afirmou que “a única linguagem que Deus entende e aceita é o amor.”
O colunista postou um vídeo no qual Thammy disse a Malafaia: “Só tenho uma coisa para falar para você, Silas: ame o próximo como a si mesmo. Mais amor e menos ódio. Fica com Deus.” Nos comentários, Xuxa apareceu dizendo que todos os que sofrem oposição por seus pecados homossexuais merecem “um abraço e um colo gostoso de Deus.” Ela também disse que Malafaia e outros que usam o nome de Deus para se opor ao pecado homossexual deveriam ser presos. Eis o comentário completo de Xuxa:
“Ai, como pode o ser humano usar o nome de Deus pra destilar, ódio, preconceito, descriminação??? Ainda falam que se não for ‘homem’ ou ‘mulher’ é coisa do diabo, como dão força e poder pro cara lá de baixo. Deus criou tudo e todos, se tem algo que foi criado pelo ‘homem’ foi o preconceito. Isso sim é coisa do mal, do diabo. Esse povo preconceituoso não conhece a palavra de Deus que é AMOR. A única linguagem que Deus entende e aceita é do amor… Espero que o Thammy e muitos outros que sofrem esse preconceito vestido de fé receba um abraço e um colo gostoso de Deus, acalmem o coração que deve estar doído de tanto ódio. Esse pastor e outros que usam o nome de Deus deveriam ser presos ou pagar uma multa absurda pois, como são gananciosos, iriam pensar duas vezes antes de sair derramando seu ódio em nome de Deus.”
Em resposta, Malafaia disse:
“RESPOSTA A XUXA! Você foi um grande absurdo da TV brasileira.Em nenhum país do 1º mundo permite q um símbolo sexual faça programa para crianças.Você fez um filme,todo mundo sabe, abusando sexualmente de um garoto de 12 anos. Se fosse hoje você estaria presa! CALA ESSA SUA BOCA!”
O caso de Xuxa é, ou deveria ser, um dos grandes escândalos do Brasil: Uma artista depravada que deveria estar presa por fazer propaganda nacional da pedofilia se sente descaradamente à vontade para defender a prisão de um pastor que é contra a pedofilia.
Se não houvesse leis de Deus e leis humanas adequadas, Xuxa produziria hoje uma versão modernizada de “Amor Estranho Amor,” filme pornográfico de 1979 em que Xuxa aparece seduzindo e tendo relações sexuais com um menino de 12 anos. Para Xuxa, as cenas de pedofilia representavam “amor.” Ela só não avançou nesse estranho amor porque há pessoas que respeitam a lei de Deus que se opõem ao avanço da pedofilia.
Ao contrário do que Xuxa disse, não é Malafaia que deve ser preso. É ela mesma, por sua propaganda escancarada da pedofilia.
Embora tenha feito sucesso no Brasil apesar de seu “Amor Estranho Amor,” a tentativa de Xuxa de embarcar no mercado americano com um programa de TV infantil naufragou. Muito provavelmente o “Amor Estranho Amor” dela não agradou aos americanos. Pedofilia dá cadeia nos EUA.
No Brasil, o “Amor Estranho Amor” de Xuxa a conduziu não para uma cela de prisão, mas para a Globo, a grande aliciadora do público infantil.
Para alguém que viveu uma vida depravada com manchas de defesa de pedofilia, o que é defender a homossexualidade? O que é defender uma lésbica que se fantasia de homem e exige que todos os homens aceitem sua fantasia pervertida?
Com seu “Amor Estranho Amor,” Xuxa está acostumadíssima a formas pervertidas de “amor,” seja pedofilia e homossexualidade.
Quanto a Deus, que Xuxa citou sem conhecer, Ele é amor — sem nenhuma perversão e aceitação de perversões. Ele enviou Seu Filho Jesus Cristo para morrer por todos os pecadores, inclusive homossexuais, pois a Palavra de Deus é muito clara: Nenhuma pessoa que não foi liberta do pecado homossexual herdará o Reino de Deus.
A única salvação para livrar um escravo do vício homossexual é Jesus Cristo. O amor dEle está disponível para libertar todos os que O buscarem.
Com informações do jornal O Dia.
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28 de agosto de 2020

Homem fake Thammy Miranda processa Silas Malafaia por “homofobia” por causa de prejuízo que a Natura teve depois de boicote evangélico


Homem fake Thammy Miranda processa Silas Malafaia por “homofobia” por causa de prejuízo que a Natura teve depois de boicote evangélico

Julio Severo
O homem fake Thammy Miranda, que nasceu mulher mas se enxerga em fantasia de homem, está processando o televangelista Silas Malafaia por causa do prejuízo, revelado por ele, que a Natura teve depois que o pastor evangélico convocou a população evangélica a boicotar a atitude da empresa de colocar o homem fake para estrelar como símbolo masculino na campanha da Natura para o Dia dos Pais.
“O que ele fez é crime e a gente não pode mais deixar passar impune. Esse crime, que ele vem cometendo há um bom tempo e ninguém faz nada, mata milhares de pessoas.”
Em resposta pelo Twitter, o televangelista disse:
“Um recado para Thammy Miranda! Não sabia que a Natura teve um baita prejuízo no dia dos pais. Nunca citei o seu nome, aproveite e abra processo contra milhões de brasileiros que protestaram contra a Natura nas redes sociais. Porque só eu? Preconceito religioso? Só rindo muito!”
De forma alguma o que Malafaia fez é crime. Boicote é um recurso democrático amplamente usado por todos os grupos sociais. Militantes homossexuais frequentemente usam o boicote não só contra produtos, mas muitas vezes até para fechar empresas que lhes desagradam.
Pessoas não são obrigadas a comprar produtos de empresas. Gays podem boicotar empresas cristãs, e eles fazem isso o tempo inteiro, e cristãos podem boicotar empresas favoráveis à agenda gay.
O que o homem fake Thammy deseja é pura ditadura, onde só ativistas gays podem convocar boicotes contra empresas que não se prostram à agenda gay. Nenhum tribunal com juízes com sanidade mental adequada atenderia às exigências birrentas da Thammy, mas como o Supremo Tribunal Federal já aprovou uma insana lei contra a “homofobia,” todo tido de aberração é possível.
“Homofobia” é a desculpa que ativistas gays e seus aliados usam para suas campanhas de terror pintando qualquer crítica, até mesmo bíblica, ao pecado homossexual como responsável por assassinatos de homossexuais. É um termo amplamente usado por homossexualistas para perseguir cristãos.
Se a Natura teve prejuízo por impor um homem fake como modelo ideal de homem no Dia dos Pais, o que a Natura pode fazer é culpar o homem fake, que de fato é o culpado, ou culpar a população evangélica que boicotou a empresa que desrespeita seus clientes impondo um homem fake perturbado.
O que a Natura e o homem fake não podem fazer é obrigar os clientes a pagar sua propaganda de homem fake comprando seus produtos. É direito de todo ser humano comprar ou deixar de comprar o que quiser. Nem a Natura nem o homem fake podem tirar esse direito de ninguém.
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27 de agosto de 2020

Elite global “gosta de pedofilia,” acusa proeminente pesquisadora


Elite global “gosta de pedofilia,” acusa proeminente pesquisadora

Equipe WND
A diretora de uma organização inter-religiosa mundial que ajuda os cristãos a defender a família diz que o abuso sexual de crianças é um “escândalo crescente” e a “elite global” é uma grande parte do problema.
“Não há outra maneira de descrever isso: a elite global gosta de pedofilia,” disse Jennifer Roback Morse, presidente do Ruth Institute (Instituto Rute).
Ela disse que vários acontecimentos recentes apoiam sua afirmação.
“Primeiro, o Partido Democrata nomeou Kamala Harris para vice-presidente dos Estados Unidos. Nos sete anos em que ela foi promotora pública na cidade de São Francisco, ela não processou um único padre acusado de abuso sexual. Ela não conseguiu encontrar um único padre, vivo ou morto, cujo comportamento precisava ser examinado em toda a arquidiocese de San Francisco. Inacreditável,” disse ela.
Jennifer citou um livro recente de Peter Schweizer, “Profiles in Corruption: Abuse of Power by America’s Progressive Elite” (Perfis Corruptos: Abuso de Poder Praticado pela Elite Progressista dos Estados Unidos), que comentou que das 50 maiores áreas metropolitanas dos Estados Unidos, San Francisco foi a única em que nenhum padre foi processado.
Em segundo lugar, a Netflix começou a promover o filme “Cuties,” que vai ao ar em 9 de setembro.
“O filme é sobre um grupo de meninas pré-adolescentes fazendo coreografias altamente erotizadas para vencer uma competição,” disse Jennifer. “Desde a maneira como se vestem até seus movimentos, ‘Cuties’ sexualiza meninas que brincavam de boneca até pouco tempo atrás. Essas representações preparam as mulheres para serem vítimas. Que tipo de mente concebe esse programa de TV?”
Por último, um comitê da Assembleia Legislativa da Califórnia votou recentemente por 6-2 para enfraquecer a proibição do estupro estatutário. O projeto de lei isenta de ser registrado obrigatoriamente no registro de agressores sexuais do estado um adulto que fez sexo com um menor se as idades da vítima e do agressor forem inferiores a 10 anos, disse Jennifer.
“Os patrocinadores dessa legislação entendem que isentaria um jovem de 20 anos que tivesse relações sexuais com um de 12?” perguntou Jennifer. “Sempre que você reduz as penas para estupro estatutário, você incentiva. O fato de a Califórnia estar na vanguarda desse movimento perigoso não é de surpreender. De todos os demônios liberados pela Revolução Sexual, a exploração de crianças é o mais depravado,” disse ela.
“As evidências são esmagadoras. O abuso sexual de crianças é um escândalo crescente em nossa sociedade. Em nossa Cúpula para Sobreviventes da Revolução Sexual, eu declarei categoricamente: ‘A Classe Governante Global gosta de pedofilia.’ Nas seis semanas desde que fiz aquela palestra, mais três incidentes apontam para a mesma conclusão. A mesma elite que afirma estar horrorizada com a pedofilia fica indiferente quando confrontada com esse mal. Sexo com crianças é um dos poucos tabus restantes. Os radicais estão determinados a varrê-lo para que nada interfira em satisfazer seus apetites, por mais pervertidos que sejam,” ela disse.
“As seitas pagãs do mundo antigo sacrificavam a vida de crianças para apaziguar a sede de sangue dos deuses,” observou Jennifer. “Hoje estamos sacrificando a inocência das crianças para apaziguar o apetite sexual dos adultos.”
Na Cúpula para Sobreviventes da Revolução Sexual, ela apontou que o público provavelmente nem conhece “a ponta do iceberg” no que se refere aos esforços das elites para fazer mal às crianças.
A recente morte do pedófilo condenado Jeffrey Epstein, que era amigo de líderes mundiais, destacou a conexão com a elite.
Ghislaine Maxwell está agora na prisão aguardando julgamento por acusações relacionadas à obtenção de meninas para Epstein.
A história da revolução sexual inclui campanhas para reconhecer a homossexualidade como um estilo de vida sexual alternativo e, recentemente, o transgenerismo.
Muitos defensores da pedofilia acreditam que ela deve ser tratada da mesma forma.
A revista USA Today fez uma reportatem de uma campanha que foi lançada online usando a sigla LGBTP, que significa “lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e pedossexuais.” O lema da campanha é “igualdade e aceitação.”
Importantes ativistas gays e transgêneros rejeitaram o link pedófilo, inclusive Rich Ferraro de GLAAD.
“Nenhuma organização LGBTQ tolera a pedofilia ou defende que um ‘P’ seja adicionado à sigla em apoio aos pedófilos,” disse ele.
Atos homossexuais, mesmo entre adultos consentidos, ainda são ilegais em dezenas de nações ao redor do mundo. Até 1973, a Associação Americana de Psiquiatria listava a homossexualidade em seu “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Global elite 'like pedophilia,' top researcher charges
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26 de agosto de 2020

De Platão aos dias de hoje: por que o socialismo nunca funcionou e nunca funcionará


De Platão aos dias de hoje: por que o socialismo nunca funcionou e nunca funcionará

CBN News
Assistência médica gratuita, educação gratuita, empregos garantidos e pobreza zero. Um número crescente de americanos diz que isso soa como uma sociedade perfeita, e é isso que o socialismo oferece.
Mas o socialismo alguma vez cumpriu o que promete?
A ideia de uma sociedade onde as riquezas são compartilhadas por todos remonta a 380 a.C. e ao filósofo grego Platão.
E por mais de dois mil anos, em todos os lugares onde o socialismo foi tentado, falhou.
Um exemplo frequentemente esquecido da história são os Peregrinos da Colônia de Plymouth, nos EUA. A colonia foi inicialmente construída em um modelo socialista baseado nos escritos de Platão. Os estatutos da colônia diziam: “Todas as pessoas desta colônia devem ter sua comida, bebida, roupas e todas as provisões de seu estoque e bens comuns.”
Alguns anos depois, a colônia estava à beira da fome e o governador William Bradford declarou o experimento comunal um fracasso total. Só depois que Bradford designou uma parcela particular para cada família é que a colônia começou a prosperar, a ponto de ser capaz de compartilhar comida com os nativos americanos.
Em um novo livro, “Socialism: The Real History from Plato to the Present” (Socialismo: a História Real de Platão aos Dias de Hoje), o historiador William J. Federer relata esse e muitos outros exemplos de como o socialismo falhou vez após vez e porque, apesar de seu histórico sombrio, muitos ainda querem transformar a América em um Estado socialista.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN (Christian Broadcasting Network = Rede de Televisão Cristã): From Plato to The Present: Why Socialism Has Never Worked and Never Will
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24 de agosto de 2020

Apoiadores de Trump não sabem que ele está apoiando a agenda gay


Apoiadores de Trump não sabem que ele está apoiando a agenda gay

Julio Severo
São inúmeros os sinais de que o governo do presidente Donald Trump está imitando o governo Obama na promoção da agenda gay nos EUA e no mundo.
Richard Grenell, o ativista homossexual de mais alto escalão no Partido Republicano e nomeado por Trump para altos cargos, elogiou Trump como “o presidente mais pró-homossexualismo da história americana.”
Mesmo sem Grenell e o Partido Republicano testemunhando sobre as ações pró-sodomia de Trump, há outras evidências.
O público não percebe tal realidade e até pensa que Trump não está dando apoio à agenda gay.
Em 23 de agosto de 2020, quando Trump disse “Feliz Domingo! Queremos DEUS!” no Facebook dele, eu comentei,
Senhor presidente, com todo o respeito, honra a Deus e sodomia são contraditórios. Deus deixou muito claro em Sua Palavra, a Bíblia, que Ele vê a sodomia (ou homo***xualidade) como abominação, mas você e seu governo elevaram essa abominação como uma opção válida e aceitável, até mesmo fazendo propaganda dela para outras nações. Essa abominação, que é uma grande ameaça para as crianças, deveria ser vista exatamente como Deus a vê. Consulte: https://juliosevero.blogspot.com/2020/08/trump-e-o-presidente-mais-pro.html
Meu comentário teve mais de 1.000 curtidas e reações e mais de 2.000 comentários que variam de descrença, apoio e negação. Entre algumas respostas estão:
Mark Pancake: “Nem todo mundo precisa viver de acordo com a Bíblia. Essa é uma escolha. Ser gay não é.”
Karen Lee: “Deus declara na Bíblia: Um homem se deitará com uma mulher. Ele também afirma ‘sejam fecundos e se multipliquem,’ o que os homossexuais não podem fazer. Ele também disse: Ninguém deve adicionar ou tirar algo da Bíblia.”
Debbie Elrod: “Julio Severo, você não tem ideia do que está falando. Agradeço a Deus que você não tem permissão para votar.”
Brian Seaton: “Julio Severo, tenho certeza de que você está falando do Partido Democrata e do seu paciente de demência Slow Joe.”
Kevin Michael Fister: “Julio Severo oh cale-se e pare de defender sua religião e tentar ofuscar o presidente. Apoie-o ou saia do caminho… você não disse nada disso quando Obama acabou com o país.”
Em 2011, o WND (WorldNetDaily) fez uma reportagem sobre o Ministério de Segurança Nacional dos EUA sob Obama monitorando meu blog. Quando o WND publicou uma reportagem intitulada “A Guerra de Obama Contra os Cristãos,”meu caso foi incluído. No entanto, assim como as pessoas desinformadas não sabem sobre meu ativismo cristão contra o imperialismo homossexual durante o governo Obama, também não sabem sobre os esforços do governo Trump para expandir internacionalmente esse ativismo.
Embora eu tenha me oposto totalmente ao governo Obama, não apenas por causa da agenda gay, mas também por causa do aborto e outras questões esquerdistas, apóio o governo Trump em muitas questões, mas na questão homossexual, pois tenho de ter compromisso com meu princípios cristãos assim como eu tinha compromisso com eles sob Obama.
Há uma necessidade urgente de que o público cristão americano seja informado por seus líderes sobre as ações pró-sodomia de Trump para que possam expressar suas preocupações e deixar Trump saber que o voto cristão deles envolve responsabilidades que Trump deve cumprir para com seus eleitores cristãos.
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