29 de julho de 2020

Política externa dos EUA a serviço do imperialismo homossexual: Embaixador dos EUA no Brasil se encontra com ativistas gays


Política externa dos EUA a serviço do imperialismo homossexual: Embaixador dos EUA no Brasil se encontra com ativistas gays

Julio Severo
Quando era secretária de Estado, Hillary Clinton dizia que direitos humanos são universais e direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays, com o sentido de que se homens e mulheres podem casar e adotar crianças, os homossexuais têm o mesmo direito.
Com o fim do governo esquerdista de Barack Hussein Obama, eu e todos os cristãos conservadores achávamos que o imperalismo homossexual na política externa dos EUA terminaria. Eu estava errado.
Em 28 de julho de 2020, Todd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil, disse no Twitter:
“Os direitos humanos são universais. Falei hoje com representantes da comunidade LGBTI no Brasil sobre os desafios que enfrentam.  É importante promover a dignidade humana e direitos inalienáveis de cada um.”
Em resposta, eu disse:
Senhor embaixador, faz anos que os grupos gays do Brasil têm direitos e privilégios em excesso. Do governo do PT, eles ganhavam milhões em verbas, até para fazer kits gays para doutrinar crianças.
A linguagem de “dignidade” e “direitos humanos” é muito usada pelo PT e era muito usada por Obama e Hillary Clinton para avançar a agenda gay, e agora você, como evangélico, faz a mesma coisa?
Lula, o ex-presidente socialista do Brasil, colocou o Brasil como o primeiro país do mundo a apresentar na ONU um projeto classificando a homossexualidade como direito humano inalienável em 2004.
Liderei a oposição a isso, e evangélicos americanos, inclusive Focus on the Family, me ajudaram na oposição. Sendo que o Brasil não defende a execução de homossexuais, por que você quer apoiar esses grupos que trabalham contra os valores cristãos e as famílias?
Qual é o seu real interesse? Eu entenderia se você fosse à Arábia Saudita para defender homossexuais, que são executados por leis islâmicas sauditas. Mas defender grupos gays no Brasil, onde há anos esses grupos perseguem cristãos? Qual é o seu interesse?
No Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva governou como um presidente socialista de 2003 a 2009. Passei todos os anos do governo dele ouvindo dele que direitos gays eram direitos humanos. Lula estava empenhado nessa causa no Brasil e na ONU. Havia até uma aliança entre o governo do PT e o governo de Obama para avançar as causas homossexuais na ONU.
Depois, com o governo de Obama (2009-2016), passei anos ouvindo, especialmente de Hillary, que direitos humanos são direitos gays.
Agora, vejo embaixadas americanas sob Trump fazendo campanha homossexual no mundo inteiro.
Em 2019 o Supremo Tribunal Federal criminalizou a “homofobia,” a pedido de uma organização homossexual que anos atrás solicitou ações do governo Lula contra mim. A “homofobia” inclui em sua definição críticas às depravações homossexuais.
Gays no Brasil podem casar. Eles podem adotar crianças. Mas em vez de defender os direitos humanos de crianças que são condenadas à adoção por homossexuais, o embaixador dos EUA se colocou ao lado de homossexualistas brasileiros que estão repletos de direitos e privilégios e querem muito mais.
Eu entenderia perfeitamente propaganda homosexual em embaixadas americanas sob o governo Obama, que era um esquerdista empenhado em destruir a família. Mas por que o governo Trump está continuando o legado homossexualista de Obama?
Em junho de 2020, o embaixador Todd celebrou o Dia do “Orgulho” Gay no Brasil, como se homossexualismo fosse motivo de orgulho.
Aliás, em parceria com a ONU e nações europeias a Embaixada dos EUA no Brasil celebrou o Dia do “Orgulho” Gay.
Como nação com forte histórico evangélico e conservador, os EUA tinham fortes leis contra a sodomia (homossexualidade). Essas leis foram derrubadas na década de 1990 não por conservadores, mas por esquerdistas.
Portanto, não entendo como o senhor Todd, que é evangélico e a serviço do governo Trump, que é alegadamente contra o marxismo, está atuando a serviço de interesses homossexuais avançados por uma esquerda empenhada em destruir valores cristãos.
Existe o fator de direitos humanos na questão homossexual, e o centro dessa fator é: Onde ficam os direitos humanos das centenas de milhares de meninos vítimas de propaganda, abuso psicológico e até físico de predadores homossexuais?
Por que o governo Trump não se empenha em proibir propaganda homossexual para crianças?
O kit gay era um material didático para doutrinar crianças brasileiras. Esse material recebeu milhões em verbas do governo do PT.
Os evangélicos brasileiros lutaram muito para deter esse material.
Os ativistas gays no Brasil têm tantos direitos e privilégios que o alvo deles agora é as crianças.
Por que o embaixador dos EUA no Brasil não visita meninos abusados por predadores homossexuais para ver o outro lado do drama homossexual?
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Um comentário :

Flávio disse...

Onde o nosso mundo chegou?chamando a abominação e perversão sexual um direito. Às trevas chamam luz.