1 de julho de 2020

Embaixada dos EUA em Moscou celebrou despeitosamente o mês do “orgulho” LGBT na Rússia


Embaixada dos EUA em Moscou celebrou despeitosamente o mês do “orgulho” LGBT na Rússia

Julio Severo
Para marcar o Mês do “Orgulho” LGBT, a Embaixada dos EUA na Rússia exibiu de modo despeitoso e proeminente a bandeira do movimento homossexual do lado de fora de seu prédio em junho de 2020 e postou uma mensagem escrita em russo em seu Instagram dizendo: “Hoje, a Embaixada dos EUA na Rússia honra a bandeira do Orgulho LGBTI durante a celebração do Dia da Bandeira do Orgulho [Gay].”
Foi uma manobra provocativa por duas razões. Em 2013, a Rússia aprovou uma lei que proíbe propaganda homossexual para crianças e adolescentes.
Em segundo lugar, a Rússia está avançando emendas constitucionais, introduzidas pelo presidente Vladimir Putin, definindo o casamento como sendo apenas um homem e uma mulher.
John Sullivan, embaixador dos EUA na Rússia, disse:
“Neste ano, tenho a honra de liderar o time da Embaixada dos EUA em Moscou para comemorar a história da luta pelos direitos LGBTI nos Estados Unidos e para esperar um futuro melhor para os indivíduos LGBTI em todo o mundo. Os direitos LGBTI são direitos humanos, e os direitos humanos são universais. É simples assim. O Mês do Orgulho [Gay] reconhece que todo indivíduo merece viver uma vida livre de ódio, preconceito e assédio.”
Embora alguns cristãos ingênuos — inclusive Tony Perkins, do Conselho de Pesquisa da Família — acreditem que a campanha do governo Trump para legalizar a homossexualidade em todo o mundo é apenas para proteger homossexuais, a medida da embaixada dos EUA em Moscou mostra claramente que tal proteção é apenas uma estratégia para promover a agenda gay completa.
O governo Trump, como o governo Obama havia feito, vem mirando a Rússia não porque a Rússia mata homossexuais, mas porque a Rússia protege os homossexuais de assassinatos e, ao mesmo tempo, protege as crianças da propaganda e doutrinação homossexuais e protege o casamento de ataques de homossexuais.
Em meu artigo sobre a Embaixada dos EUA no Brasil celebrando o Dia do “Orgulho” LGBTI, também expliquei que a linguagem sobre a proteção a homossexuais é apenas uma fachada. Nada mais. Os esquerdistas sempre usaram essa fachada. Simplesmente não faz sentido que os direitistas agora imitem os esquerdistas.
Para provar meu argumento, visitei o site da Embaixada dos EUA em Moscou em 30 de junho. Conforme o esperado, havia uma mensagem oficial dizendo:
“Hoje, a Embaixada dos EUA na Rússia exibe a Bandeira do Orgulho LGBTI. A bandeira LGBTI foi criada pelo artista e ativista americano Gilbert Baker e foi levantada como um símbolo de esperança e diversidade em 25 de junho de 1978, durante a parada do Dia da Liberdade Gay em San Francisco. Junho é o mês do orgulho e comemoramos que todos merecem viver uma vida livre de ódio, preconceito e perseguição. Como o embaixador Sullivan disse: ‘Os direitos LGBTI são direitos humanos. E os direitos humanos são universais. É simples assim.’”
A Embaixada dos EUA em Moscou também incluiu esta declaração: “Em junho, celebramos o Mês do Orgulho aplaudindo ativistas LGBTI e seus aliados.” A embaixada dos EUA está aplaudindo ativistas homossexuais que costumam trabalhar para doutrinar crianças.
Portanto, o governo Trump tem tais mensagens ofensivas na Rússia, que não mata homossexuais.
Em seguida, visitei o site da Embaixada dos EUA em Riyadh, capital da Arábia Saudita, no mesmo dia, 30 de junho. Conforme o esperado, não havia nenhuma mensagem do governo Trump sobre celebrar junho como mês do “orgulho” homossexual. O respeito que os EUA têm pela Arábia Saudita e suas leis islâmicas supera qualquer respeito que os EUA têm pela agenda gay.
A Arábia Saudita, um aliado próximo dos EUA, mata homossexuais.
Então, se a campanha dos EUA é proteger os homossexuais, por que o governo Trump tem como alvo a Rússia, não a Arábia Saudita?
O fato de o governo Trump estar provocando despeitosamente a Rússia, que não mata homossexuais, exibindo uma bandeira homossexual em sua embaixada em Moscou enquanto sua embaixada, que não exibe nenhuma bandeira homossexual em seu prédio, na Arábia Saudita permanece em silêncio sobre os assassinatos sauditas de homossexuais é evidência suficiente de que o governo dos EUA em sua promoção da agenda gay não perdoará a Rússia por proteger as crianças da propaganda e doutrinação homossexual, mas concederá concessões especiais à Arábia Saudita que mata homossexuais, como já tem concedido.
O governo Obama, que era esquerdista, lançou várias ações contra a Rússia por causa da lei russa que protege crianças contra propaganda e doutrinação homossexual.
O governo Trump, que não se considera esquerdista, deveria elogiar e apoiar a excelente lei russa, que foi elogiada por Franklin Graham, que condenou as políticas homossexualistas de Obama.
Alguns podem se perguntar por que os líderes cristãos conservadores dos EUA estão calados sobre essas políticas no governo Trump. A resposta é simples: a Casa Branca de Trump está aberta para ouvir algumas partes da Bíblia, mas nenhuma condenação bíblica do sexo de homens com homens. Os líderes cristãos que atacaram as políticas homossexualistas de Obama não eram convidados pelo governo Obama para nada. Da mesma forma, os líderes cristãos que desejam atacar as políticas homossexualistas de Trump não serão convidados pelo governo Trump para nada.
Assim como o governo Obama fez, o governo Trump e suas embaixadas estão engrandecendo a sodomia em todo o mundo, desafiando acima de tudo a Deus, que não faz exceção a esse pecado que ele chama de “abominação” em Sua Palavra, que diz:
“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)
O Estado Profundo, dominado pelos neocons, é homossexualista. Portanto, não importa mais se o governo dos EUA estiver sob um presidente democrata (esquerdista) ou republicano (direitista), eles farão a vontade do Estado Profundo, no que se refere à agenda homossexual e guerras intermináveis.
O secretário de Estado Mike Pompeo, que controla as embaixadas dos EUA e tem celebrado junho como mês do “orgulho” gay, é considerado um evangélico “devoto.” No governo Obama, os conservadores o chamariam de liberal e esquerdista devoto. Mas hoje, os conservadores ficam em silêncio enquanto o governo Trump e suas embaixadas continuam fazendo exatamente o que o governo Obama estava fazendo: promovendo a agenda gay.
Sob Richard Grenell, o governo Trump lançou uma campanha internacional para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo. Grenell, que é um homossexualista republicano casado com outro homossexual, deixou claro que a condenação à violência é apenas uma das medidas que o governo dos EUA está tomando para normalizar a homossexualidade no mundo e que existem mais 21 medidas. Portanto, há um plano e estratégia muito maiores.
Este artigo se origina da minha convicção, como um evangélico devoto, na Bíblia de que a homossexualidade nunca deve receber nenhum status de normalidade. Se os governos e suas autoridades podem falar sobre a violência contra homossexuais como uma desculpa para promover a normalidade da homossexualidade e outros itens da agenda gay, por que não falar também sobre a violência praticada por homossexuais, inclusive a violência psicológica da propaganda e doutrinação homossexual para crianças e violência contra meninos vítimas de estupradores homossexuais predadores?
Esta não é a primeira vez que chamo a atenção para as políticas homossexualistas do governo Trump. Minha postura pública foi mencionada pela maior revista homossexual dos EUA.
A Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto nos EUA, reconheceu décadas atrás que a homossexualidade é uma das formas mais eficazes de controle populacional.
A política mais drástica de redução populacional já promovida pelo governo dos EUA não foi feita por uma administração democrata socialista, mas por uma administração republicana “conservadora” na década de 1970. Seu nome é NSSM 200, que menciona especificamente o Brasil e outras nações como alvos especiais para medidas de controle populacional por meio de controle de natalidade ou “planejamento familiar” para avançar os interesses dos EUA.
Não sei se o governo Trump e suas embaixadas estão continuando as políticas homossexualistas de Obama ou as políticas tradicionais de controle populacional dos republicanos. Só sei que essas políticas são prejudiciais para as crianças.
Com informações da Embaixada dos EUA em Moscou (Rússia), Embaixada dos EUA em Riyadh (Arábia Saudita) e Queerty.
Leitura recomendada:

5 comentários :

Flávio disse...

Com a onda de censura que começou essa semana não sei qto tempo suas postagens poderão ser compartilhadas no facebook (que certamente seguirá a onda de censurar do youtube)

Flávio disse...

Neoconservadores são internacionalistas. Eles não são conservadores, não se incomodam com questões sociais cristãs e nem com estado mínimo. E gostam muito de internacionalismo, nova ordem mundial que visa destruir os valores do ocidente. Como gostam muito de islã podem ser considerados multiculturalistas. Internacional socialista é o termo perfeito pra eles.

rogerio disse...

Sim ,trump deu uma de republicano,porém é na verdade mais um globalista.se trump perder a reeleição joe Biden assume o comando .Dias difíceis para cristãos e conservadores.

Gabriel Santiago disse...

Júlio o que você acha do Putin no poder seria uma nova roupagem do Comunismo? Será que esse conservadorismo russo é mesmo verdadeiro? Putin seria um Stalin Light qual a sua opinião?Quero acreditam que a Rússia mudou!

Julio Severo disse...

Gabriel, o governo de Putin busca se assemelhar ao governo do czar, e Putin se acha um novo czar.

O governo do czar vivia atrelado à Igreja Cristã Ortodoxa.

O governo de Putin vive atrelado à Igreja Cristã Ortodoxa.

O antigo comunismo soviético odiava o Cristianismo e abertamente se declarava ateu.

O governo de Putin exibe as tradições da Igreja Cristã Ortodoxa.

Assim, a Igreja Ortodoxa tem a supremacia sobre quaisquer formas que tenham sobrado do comunismo. Veja que no aniversário dos 100 anos da Revolução Comunista Russa, o governo de Putin não comemorou absolutamente nada.