31 de julho de 2020

Tribunal do RJ proíbe venda de livro evangélico que ensina mães a aplicar disciplina física nos filhos


Tribunal do RJ proíbe venda de livro evangélico que ensina mães a aplicar disciplina física nos filhos

Julio Severo
Um livro evangélico escrito por Simone Gaspar Quaresma, esposa de um pastor presbiteriano, foi proibido por um tribunal do Rio de Janeiro por ensinar princípios bíblicos para mães cristãs que desejam aprender a aplicar disciplina física na educação de seus filhos.
No site que vende o livro “O que toda mãe gostaria de saber sobre a disciplina bíblica,” a autora escreve: "A disciplina com vara, quando usada de modo bíblico, nos ajuda não a tornar nossos filhos ‘impecáveis,’ mas penitentes. A disciplina bíblica visa prepará-los para que quando pecarem, sendo confrontados, se dobrem ante à disciplina do Senhor."
Em sua decisão, o juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza afirmou que o direito à integridade física e psicológica de crianças e adolescentes deve prevalecer sobre o direito à liberdade religiosa e de expressão.
Ele disse:
“A ré tem plena ciência de que o que prega é contrário à lei, tanto assim que ensina os pais a baterem em locais que não sejam visíveis, bem como a orientar seus filhos a não delatar as agressões. O perigo de dano é evidente, haja vista que os livros e vídeos incitando os pais a agredirem seus filhos estão acessíveis ao público, colocando em risco a integridade física de crianças e adolescentes.”
Ele acrescentou que o livro agride a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Ele também ordenou que os links para as palestras proferidas pela autora com o mesmo tema sejam retirados de circulação na internet pelo Google Brasil (proprietário do YouTube), Facebook, Amazon e pelo site Mulheres piedosas, sob pena de pagamento de multa.
Desde a aprovação da Lei da Palmada pela presidente socialista Dilma Rousseff em 2014, todo tipo de disciplina física, inclusive a famosa varinha da correção, é considerado agressão e crime.
A Lei da Palmada começou a ganhar força depois que o ex-presidente socialista Lula, na celebração do ECA em 2010, incluiu especificamente a criminalização das palmadas como uma das metas de seu governo para fortalecer o ECA.
Por causa dessa lei socialista que criminaliza os pais pela educação de seus filhos, juizes podem fazer o que querem. Mas por que banir somente o livro “O que toda mãe gostaria de saber sobre a disciplina bíblica”?
Para ser coerente, o juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza deveria banir todos os livros evangélicos sobre esse assunto. Há, por exemplo, o livro “Ouse Disciplinar,” do Dr. James Dobson, um famoso psicólogo evangélico americano. O livro dele é best-seller desde a década de 1970.
Dobson disse:
O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprender com a dor. Suponha que o Pedrinho, de dois anos, puxe uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está na mesa, o atinja bem na cabeça. Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que ele saiba o que está em cima dela. Quando ele toca num forno quente, ele rapidamente aprende que o calor tem de ser respeitado. Se ele chegar a viver cem anos, ele nunca mais tentará tocar num forno. Ele aprende a mesma lição quando puxa o rabo do cachorro e prontamente leva uma mordida na mão, ou quando sai do assento de bebê quando a mãe não está observando e acaba descobrindo tudo sobre a lei da gravidade.
Durante os anos de infância, ele tipicamente acumula galos, machucados, arranhões e queimaduras menores, cada um lhe ensinando acerca dos limites da vida. Essas experiências o tornam uma pessoa violenta? Não! A dor associada a esses eventos o ensina a evitar cometer os mesmos erros de novo. Deus criou esse mecanismo como valioso instrumento de instrução.
Quando um pai ou uma mãe administra uma surra razoável em resposta a uma desobediência deliberada, uma mensagem sem palavras está sendo dada à criança. Ela precisa entender que não só há perigos no mundo físico que devem ser evitados. Ela precisa também estar atenta aos perigos de seu mundo social, tais como desafio, desrespeito, egoísmo, pirraças, conduta que coloca a vida dela em perigo, aquilo que machuca os outros, etc. As dores menores associadas a esse mau comportamento tendem a inibi-lo, exatamente como o desconforto opera para moldar o comportamento no mundo físico. Essas dores não lhe ensinam ódio, nem trazem como conseqüência a rejeição, nem tornam a criança mais violenta.
Evidentemente, na visão socialista soviética do juiz, o livro de Dobson comete crimes contra o ECA. O juiz socialista deveria banir o livro de Dobson.
Se o juiz desejar ser extremamente coerente com sua ideia socialista soviética, ele precisa banir o livro que é a fonte de todos os livros evangélicos que ensinam disciplina física, a Bíblia, que diz:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)
“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)
“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)
“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)
“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)
“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)
“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)
“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)
“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)
Não hã a menor dúvida de que o ECA está contra a Bíblia e a Bíblia está contra o ECA. Agora o juiz precisa decidir se manda banir o ECA ou a Bíblia.
Mas se ele quiser ser coerente com sua ideologia socialista soviética, ele deveria mandar confiscar a Bíblia de todos os lares, livrarias, bibliotecas e igrejas, pois não existe livro cristão que mais defenda a disciplina física do que a Bíblia.
Então, para quê banir livros que citam a Bíblia? O juiz deveria ir direto até a fonte e banir a própria Bíblia.
E por último, já que o juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza se colocou na defesa da inquisição socialista soviética do ECA, é dever dele mandar prender o Presidente Jair Bolsonaro, que em 2018 disse:
“O ECA tem que ser rasgado e jogado na latrina. O ECA um estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil.”
Ficaria muito estranho e covarde o juiz perseguir um peixe pequeno — a esposa de um pastor presbiteriano —, mas não fazer nada contra os peixes grandes — o ministro da Educação e o presidente da República — e não fazer nada contra o peixe gigante — a própria Bíblia.
Com informações de Conjur e G1.
Leitura recomendada:

30 de julho de 2020

Novo ministro da Educação demite assessores ligados a Olavo de Carvalho no Ministério da Educação


Novo ministro da Educação demite assessores ligados a Olavo de Carvalho no Ministério da Educação

Julio Severo
O novo ministro da Educação, um pastor presbiteriano que revoltou todas as esquerdas ao defender o uso da varinha para disciplinar crianças, causou também revolta na direita esotérica ao demitir do Ministério da Educação assessores ligados ao astrólogo Olavo de Carvalho.
Milton Ribeiro
Em 27 de julho de 2020, o ministro da Educação Milton Ribeiro demitiu quatro dos cinco assessores especiais do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub. Assim como o ex-ministro, os assessores demitidos também são adeptos de Carvalho.
Não se sabe se Ribeiro demitirá os outros adeptos de Carvalho que restam no MEC (Ministério da Educação).
O Presidente Jair Bolsonaro achou necessário nomear o Pr. Ribeiro porque o MEC tem sido palco de muitas confusões que retardam o avanço da educação no Brasil.
Logo no início de seu governo, Bolsonaro nomeou Ricardo Vélez, por indicação direta de Carvalho. Bolsonaro fez isso na confiança total de que Carvalho entende do assunto.
São inúmeros os posts e comentários de Carvalho se gabando que ele sozinho sabe mais que todos os generais, filósofos, universidades e professores juntos, que só ele tem o conhecimento necessário que ninguém mais tem, etc.
Crendo nas palavras de Carvalho, Bolsonaro deu totalmente nas mãos dele o privilégio de escolher o rumo da educação brasileira indicando a pessoa mais preparada para ser ministro da Educação.
Carvalho escolheu Ricardo Vélez. Tão logo saiu o nome selecionado, fiz minha pesquisa nos artigos públicos escritos por Vélez e descobri sem dificuldade que em vários artigos ele apoiou Hillary Clinton, que é pró-aborto e pró-homossexualismo, e atacou Donald Trump.
Entre Trump e Hillary, é óbvio que Trump é melhor. Não sei então por que Vélez achou Hillary melhor. Não sei também por que Carvalho, que se gaba de ter um cerébro maior do que todos os cérebros brasileiros, não identificou tais problemas óbvios. E muito menos entendo por que Bolsonaro nomeou cegamente Vélez.
Carvalho tem a capacidade de persuasão, muito provavelmente adquirida com seus anos como líder de seita ocultista, de incutir na cabeça das pessoas que ele tem a solução para os problemas educacionais do Brasil. Mas quando ele recebeu, da boca do próprio presidente do Brasil, uma chance de ouro para escolher o ministro da Educação, ele errou colossalmente e depois, sem o menor senso de remorso, declarou:
“No primeiro caso, acertei na mosca; no segundo, fiz uma cagada monumental, porque, tendo perdido fazia quase vinte anos todo contato com a pessoa indicada, eu não podia avaliar o estado presente dos seus neurônios.”
Em vez de assumir a culpa total pelo erro, Carvalho culpa os “neurônios” de Vélez, quando dá para ver que o real culpado é o caráter de Carvalho, que se gaba de conhecer hoje muitas pessoas capacitadas. Por que então ele escolheu alguém que ele conheceu décadas atrás e com quem não tinha contato há 20 anos? Não foi, nem de longe, uma atitude inteligente.
Ele critica os generais como incompetentes. E ele critica muitos outros como incompentes, arrogando para si, e arrotando para si e seus adeptos, que ele possui um conhecimento supremo que eles não têm. Então, entre os seguidores competentes que ele alega ter, ele não encontrou nenhum à altura do Ministério da Educação? O único nome que ele conseguiu achar em sua suposta extensa lista de amigos e seguidores competentes foi de um adepto que ele conheceu mais de duas décadas atrás sem nenhum conhecimento atual dele?
Há muito mais neurônios problemáticos no acusador do que no acusado.
Ele disse que acertou no primeiro caso — Ernesto Araújo, Ministério das Relações Exteriores — e errou no segundo — Ricardo Vélez, Ministério da Educação.
Mesmo no primeiro caso, ele errou. Araújo é um admirador confesso de Julius Evola, um filósofo que escreveu vários livros contra o marxismo. Evola, que é autor também de livros direitistas e ocultistas, foi guru do ditador fascista italiano Benito Mussolini.
Como é que um fã de um fascista esotérico pode ser um acerto na mosca? Do ponto de vista ocultista de Carvalho, pode ser um acerto, pois existe um alinhamento espiritual entre ele e Evola, pois ambos receberam influência da Escola Tradicionalista e do ocultista islâmico René Guénon.
Por não ter Jesus Cristo como seu Salvador, Bolsonaro desconhece a tremenda guerra espiritual que envolve o ocultismo de Carvalho, mas mesmo assim ele pôde sentir os efeitos dessa guerra: Os olavistas trouxeram muitas confusões ao governo Bolsonaro, desde Roberto Alvim até Dante Mantovani.
Embora os pastores presbiterianos não costumem ter visão e discernimento para guerra espiritual, o Pr. Milton Ribeiro tomou a atitude certa ao demitir olavistas no MEC.
O que ele precisa agora é continuar avançando nessa atitude dedetizadora no MEC.
Com informações de Veja.
Leitura recomendada:

29 de julho de 2020

Política externa dos EUA a serviço do imperialismo homossexual: Embaixador dos EUA no Brasil se encontra com ativistas gays


Política externa dos EUA a serviço do imperialismo homossexual: Embaixador dos EUA no Brasil se encontra com ativistas gays

Julio Severo
Quando era secretária de Estado, Hillary Clinton dizia que direitos humanos são universais e direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays, com o sentido de que se homens e mulheres podem casar e adotar crianças, os homossexuais têm o mesmo direito.
Com o fim do governo esquerdista de Barack Hussein Obama, eu e todos os cristãos conservadores achávamos que o imperalismo homossexual na política externa dos EUA terminaria. Eu estava errado.
Em 28 de julho de 2020, Todd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil, disse no Twitter:
“Os direitos humanos são universais. Falei hoje com representantes da comunidade LGBTI no Brasil sobre os desafios que enfrentam.  É importante promover a dignidade humana e direitos inalienáveis de cada um.”
Em resposta, eu disse:
Senhor embaixador, faz anos que os grupos gays do Brasil têm direitos e privilégios em excesso. Do governo do PT, eles ganhavam milhões em verbas, até para fazer kits gays para doutrinar crianças.
A linguagem de “dignidade” e “direitos humanos” é muito usada pelo PT e era muito usada por Obama e Hillary Clinton para avançar a agenda gay, e agora você, como evangélico, faz a mesma coisa?
Lula, o ex-presidente socialista do Brasil, colocou o Brasil como o primeiro país do mundo a apresentar na ONU um projeto classificando a homossexualidade como direito humano inalienável em 2004.
Liderei a oposição a isso, e evangélicos americanos, inclusive Focus on the Family, me ajudaram na oposição. Sendo que o Brasil não defende a execução de homossexuais, por que você quer apoiar esses grupos que trabalham contra os valores cristãos e as famílias?
Qual é o seu real interesse? Eu entenderia se você fosse à Arábia Saudita para defender homossexuais, que são executados por leis islâmicas sauditas. Mas defender grupos gays no Brasil, onde há anos esses grupos perseguem cristãos? Qual é o seu interesse?
No Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva governou como um presidente socialista de 2003 a 2009. Passei todos os anos do governo dele ouvindo dele que direitos gays eram direitos humanos. Lula estava empenhado nessa causa no Brasil e na ONU. Havia até uma aliança entre o governo do PT e o governo de Obama para avançar as causas homossexuais na ONU.
Depois, com o governo de Obama (2009-2016), passei anos ouvindo, especialmente de Hillary, que direitos humanos são direitos gays.
Agora, vejo embaixadas americanas sob Trump fazendo campanha homossexual no mundo inteiro.
Em 2019 o Supremo Tribunal Federal criminalizou a “homofobia,” a pedido de uma organização homossexual que anos atrás solicitou ações do governo Lula contra mim. A “homofobia” inclui em sua definição críticas às depravações homossexuais.
Gays no Brasil podem casar. Eles podem adotar crianças. Mas em vez de defender os direitos humanos de crianças que são condenadas à adoção por homossexuais, o embaixador dos EUA se colocou ao lado de homossexualistas brasileiros que estão repletos de direitos e privilégios e querem muito mais.
Eu entenderia perfeitamente propaganda homosexual em embaixadas americanas sob o governo Obama, que era um esquerdista empenhado em destruir a família. Mas por que o governo Trump está continuando o legado homossexualista de Obama?
Em junho de 2020, o embaixador Todd celebrou o Dia do “Orgulho” Gay no Brasil, como se homossexualismo fosse motivo de orgulho.
Aliás, em parceria com a ONU e nações europeias a Embaixada dos EUA no Brasil celebrou o Dia do “Orgulho” Gay.
Como nação com forte histórico evangélico e conservador, os EUA tinham fortes leis contra a sodomia (homossexualidade). Essas leis foram derrubadas na década de 1990 não por conservadores, mas por esquerdistas.
Portanto, não entendo como o senhor Todd, que é evangélico e a serviço do governo Trump, que é alegadamente contra o marxismo, está atuando a serviço de interesses homossexuais avançados por uma esquerda empenhada em destruir valores cristãos.
Existe o fator de direitos humanos na questão homossexual, e o centro dessa fator é: Onde ficam os direitos humanos das centenas de milhares de meninos vítimas de propaganda, abuso psicológico e até físico de predadores homossexuais?
Por que o governo Trump não se empenha em proibir propaganda homossexual para crianças?
O kit gay era um material didático para doutrinar crianças brasileiras. Esse material recebeu milhões em verbas do governo do PT.
Os evangélicos brasileiros lutaram muito para deter esse material.
Os ativistas gays no Brasil têm tantos direitos e privilégios que o alvo deles agora é as crianças.
Por que o embaixador dos EUA no Brasil não visita meninos abusados por predadores homossexuais para ver o outro lado do drama homossexual?
Leitura recomendada:

27 de julho de 2020

De campeão presbiteriano conservador pró-vida a herói de ativistas gays no governo Reagan


De campeão presbiteriano conservador pró-vida a herói de ativistas gays no governo Reagan

Julio Severo
C. Everett Koop (1916-2013) foi um médico presbiteriano devoto, ou conservador reformado (como os calvinistas escolhem se definir), que fez campanha nacionalmente nos EUA contra o aborto e a eutanásia na década de 1970. Naquela época, ele publicou seus livros “O Direito de Viver, o Direito de Morrer” e “O Que Aconteceu com a Raça Humana?” em co-autoria com o Dr. Francis A. Schaeffer.
C. Everett Koop
Antes de se tornar uma celebridade, Koop era um cirurgião pediátrico muito bem-sucedido e respeitado no Hospital Infantil da Pensilvânia, com quase 300 artigos acadêmicos em seu nome. Ele foi pioneiro na cirurgia em recém-nascidos. Na década de 1950, ele virou manchete nacional nos EUA em cirurgias inovadoras, separando com sucesso três pares de gêmeos unidos e reconstruindo o peito de um bebê nascido com o coração fora do corpo. Ele era conhecido por seu apoio aos direitos das crianças com deficiência.
Ele se tornou o primeiro editor do Journal of Pediatric Surgery (Revista de Cirurgia Pediátrica) quando foi fundada em 1966.
Ele foi um dos líderes mais proeminentes e respeitados do movimento cristão pró-vida.
Portanto, não é de admirar que, assim que Ronald Reagan (1911-2004) se tornou presidente dos Estados Unidos em 1981, ele nomeou Koop como ministro da Saúde para trazer suas fortes convicções pró-vida ao governo conservador e também para trazer a influência de Schaeffer.
O fato de Reagan ter nomeado um famoso cirurgião evangélico pró-vida como a mais alta autoridade médica nos Estados Unidos é uma prova de seu compromisso com os evangélicos conservadores e seus valores pró-vida. Aliás, o próprio Reagan foi o primeiro presidente a escrever um livro pró-vida, “O Aborto e a Consciência da Nação,” publicado por Thomas Nelson Publishers, uma importante editora calvinista.
O Dr. C. Everett Koop é amplamente considerado o ministro da Saúde mais influente da história americana e desempenhou um papel crucial na mudança de atitudes do público em relação ao fumo.
Ele serviu como ministro da Saúde de 1982 a 1989, sob os presidentes Ronald Reagan e George H.W. Bush.
Embora presbiterianos ou calvinistas sejam conhecidos como tolerantes ao fumo, como um ex-fumante de cachimbo o presbiteriano Koop realizou uma cruzada para acabar com o fumo nos Estados Unidos. Ele disse que os cigarros são tão viciantes quanto a heroína e a cocaína.
“Fumar mata 300.000 americanos por ano,” disse ele em uma palestra. “Os fumantes têm 10 vezes mais probabilidade de desenvolver câncer de pulmão do que os não fumantes, duas vezes mais probabilidade de desenvolver doenças cardíacas. Fumar um maço por dia tira seis anos da vida de uma pessoa.”
Quando Koop assumiu o cargo, 33% dos americanos fumavam; quando ele saiu, o percentual caiu para 26. Em 1987, 40 estados restringiam o fumo em locais públicos, 33 o proibiam em transportes públicos e 17 o proibiam em escritórios e outros locais de trabalho. Mais de 800 leis locais antifumo foram aprovadas e o governo Reagan restringiu o fumo em 6.800 prédios federais. As campanhas anti-tabagismo de organizações privadas como a Associação Pulmonar Americana e a Associação Coronária Americana haviam se acelerado.
Ao enfrentar o lobby do tabaco, ele também estava enfrentando políticos poderosos dos estados produtores de tabaco. Depois que ele acusou a indústria do tabaco de direcionar publicidade para crianças e ameaçar vidas humanas, o governador socialista Jim Hunt, da Carolina do Norte, democrata, pediu o impeachment dele.
Em 1996, ele repreendeu o pré-candidato presidencial republicano Bob Dole por sugerir que o tabaco não era invariavelmente viciante, dizendo que os comentários de Dole “expuseram sua falta de conhecimento abismal do vício em nicotina ou seu apoio cego à indústria do tabaco.”
Hoje, os conservadores entendem a necessidade de leis anti-tabagismo. O presidente Donald Trump também restringiu o fumo em 2019.
Embora Koop estivesse certo sobre o fumo, a forte pressão sobre ele, principalmente proveniente de poderosas organizações pró-aborto e jornalistas, custou caro demais.
O presidente Ronald Reagan pediu a Koop que escrevesse um relatório sobre o impacto do aborto na saúde física, emocional e psicológica das mulheres.
Essa foi uma grande chance de Koop colocar em ação suas famosas convicções, mas ele recusou a oportunidade histórica. Ele enviou uma carta de resposta a Reagan afirmando que não havia pesquisas suficientes para escrever um relatório. Ativistas pró-aborto comemoraram sua resposta como uma vitória surpreendente. Líderes pró-vida irados mal podiam acreditar que esse era o mesmo homem que dez anos antes comparara o aborto ao genocídio nazista no filme e no livro “O Que Aconteceu com a Raça Humana?”
Agora, os conservadores faziam a pergunta: “O que foi que aconteceu com o presbiteriano conservador pró-vida C. Everett Koop?”
Koop viajou pelos EUA em 1979 e 1980, fazendo discursos que previam uma progressão “do aborto liberalizado ao infanticídio, à eutanásia passiva e à eutanásia ativa, de fato até o início do clima político que levou a Auschwitz, Dachau e Belsen.”
Koop representava as melhores esperanças do movimento pró-vida no governo conservador de Reagan. Por causa de suas altas credenciais pró-vida, provavelmente qualquer presidente conservador teria nomeado esse campeão pró-vida para qualquer cargo no governo.
Reagan deu a ele uma chance de ouro de implementar seus princípios pró-vida. Mas o que Reagan descobriu é que o poderoso líder pró-vida que ele viu com Francis Schaeffer perdeu seu conteúdo pró-vida quando foi nomeado para um cargo de alto nível no governo dos EUA.
Pelo menos, Koop poderia ter aplicado à questão do aborto os mesmos princípios que ele corretamente aplicou à questão do fumo. Mas ele nunca fez isso. Ele foi derrotado pelas pressões esquerdistas que estavam sobre ele.
Como muitos presbiterianos Koop mantinha sua oposição pessoal ao aborto como um assunto privado. Depois de deixar o cargo, ele disse aos estudantes de medicina que o aborto violava seu juramento hipocrático.
Koop também chocou a esquerda e a direita (especialmente a direita) na década de 1980 exatamente quando a epidemia da AIDS começou apresentando o HIV e a AIDS não como questões morais, mas como questões de saúde. Ele chocou a esquerda porque os esquerdistas não esperavam que ele apoiasse a homossexualidade, e ele chocou a direita porque os direitistas esperavam que ele se opusesse à homossexualidade.
Ativistas gays usam a questão da AIDS há décadas como uma ferramenta para obter milhões de dólares de impostos para financiar seus movimentos e agenda, e sua vitória foi graças a Koop.
Koop também manobrou e contornou os autoridades não-cooperativas do governo Reagan em 1988 para enviar um panfleto pró-sodomia contra a AIDS a mais de 100 milhões de famílias dos EUA, a maior campanha de “saúde pública” já feita pelo correio. Ele promoveu preservativos, sodomia “protegida” e educação sexual para crianças para “impedir” a propagação da AIDS. Na verdade, sua campanha aumentou a atividade e o ativismo homossexual.
Então, no meio de um acalorado debate nacional sobre a melhor forma de interromper a propagação da AIDS, Koop bloqueou os planos do governo Reagan para realizar testes extensivos. Recebendo aplausos de organizações gays, Koop disse que a divulgação dos resultados dos testes poderia arruinar a carreira dos indivíduos testados.
Os discursos de Koop fizeram dele um herói para organizações gays e esquerdistas dos EUA, inclusive jornalistas. Ativistas gays cantavam “Koop, Koop” quando ele aparecia e vaiavam outras autoridades do governo Reagan.
Os conservadores cristãos ficaram furiosos, dizendo que Koop estava promovendo a agenda gay, enquanto ele continuava promovendo preservativos, sodomia “protegida” e educação sexual para crianças em idade escolar.
A cobertura da mídia era geralmente bastante positiva, com jornalistas defendendo Koop e atacando seus críticos cristãos. Ele se tornou amado por jornalistas.
Koop pessoalmente se opunha à homossexualidade e acreditava que o sexo deveria ser guardado para o casamento. Contudo, ele nunca deixou seus princípios conservadores guiá-lo no governo Reagan, apesar de ter sido nomeado exclusivamente por suas fortes posições pró-vida. Ele manteve suas convicções conservadoras um assunto particular. O conservador explícito da década de 1970 desapareceu em sua vida privada e nunca apareceu na vida pública do governo Reagan.
Pelo menos, Koop poderia ter aplicado às questões da AIDS e homossexualismo os mesmos princípios que ele aplicou corretamente à questão do fumo. Mas ele nunca fez isso. Ele foi derrotado pelas pressões esquerdistas que estavam sobre ele.
Portanto, a maior vitória de todos os tempos para o movimento homossexual, concedendo-lhe o privilégio de usar a questão da AIDS como uma máquina de propaganda para enriquecer organizações gays, não veio de um líder esquerdista em um governo esquerdista. Veio de um presbiteriano pró-vida conservador e devoto no governo conservador de Reagan. Veio de um líder pró-vida que havia sido supervisionado diretamente por Francis Schaeffer (1912-1984), o famoso teólogo presbiteriano.
Koop em um cargo governamental também é uma lição para ativistas pró-vida e cristãos. Há pessoas lutando por valores pró-vida e cristãos apenas por oportunismo. Você não pode ver o coração deles, mas se receberem um cargo governamental, eles não terão nenhum problema em deixar que o coração deles demonstre sua verdadeira motivação.
A enorme propaganda pró-vida de Koop, em livros e filmes, na década de 1970, trouxe-lhe uma fama enorme, especialmente porque ele estava com Schaeffer. Essa propaganda foi fundamental para Reagan indicá-lo. No entanto, Koop decepcionou Reagan e os cristãos conservadores nas questões do aborto e homossexualismo.
O caso Koop foi uma tragédia moral no governo Reagan e no movimento pró-vida. Ele poderia ter usado seus princípios — que ele usou com sucesso contra o fumo — contra o aborto, a AIDS e a homossexualidade, mas ele nunca fez isso.
Se fumar é prejudicial, o que é aborto? O que é sodomia? O que é a AIDS? Na verdade, não fazia sentido condenar o fumo e isentar o aborto e a sodomia.
Koop foi nomeado por Reagan para mostrar suas posições conservadoras, mas optou por escondê-las, por medo de jornalistas esquerdistas e homossexualistas.
Por causa de Koop, o governo republicano mais conservador da história moderna dos EUA desagradou aos conservadores e agradou aos esquerdistas no que se refere ao aborto, à AIDS e à homossexualidade. Não é o que você espera quando um governo conservador nomeia um campeão evangélico conservador pró-vida, mas é o que você ganha quando as convicções do campeão conservador são fortemente testadas com poder excessivo em um cargo governamental.
Com informações de The Daily Beast, Associated Press, ABC News, CNN, New York Times, Reuters e Banner of Truth.
Leitura recomendada: