5 de junho de 2020

Brasil perde para EUA, Israel e até a Índia pobre na falta de armas nucleares para exercer um papel respeitável de negociação internacional


Brasil perde para EUA, Israel e até a Índia pobre na falta de armas nucleares para exercer um papel respeitável de negociação internacional

Julio Severo
Todas as grandes nações que fazem negociações bem sucedidas em nível internacional têm uma força em comum: armas nucleares.
Os EUA têm o maior arsenal de armas nucleares e falam grosso com todo mundo. Israel também tem e mostra sua força contra seus inimigos.
Até a Índia, que é um país muito pobre, tem armas nucleares.
Contudo, o Brasil, que não é tão pobre quanto a Índia e é territorialmente muito maior e tem vastamente maiores riquezas, não tem uma única arma nuclear. A conseguência dessa carência é que em muitas negociações internacionais o Brasil é obrigado a se humilhar para agradar às potências que possuem armas nucleares.
Se existiu um fator para mudar esse desequilíbio é a presidência de Jair Bolsonaro, cujo discurso sempre valorizou o porte de armas para defesa pessoal. Sem dúvida alguma, ter todo tido de armas para defesa pessoal é um dos direitos mais básicos e que jamais deveria ser negado aos cidadãos de bem.
Minha inspiração para o porte de armas vem dos Estados Unidos, uma nação fundada com fortes princípios evangélicos. A civilização americana foi basicamente formada por cidadãos que tinham uma Bíblia numa mão e uma arma de defesa na outra. É exatamente com esses princípios elevados de valorização da Bíblia e da defesa pessoal que os EUA se tornaram não só uma das sociedades mais bem armadas, mas também com o maior arsenal nuclear do mundo.
Um povo armado jamais será subjugado por criminosos e tiranos.
E uma nação com armas nucleares nunca será humilhada e rebaixada em negociações internacionais.
Já que o Presidente Jair Bolsonaro deu início à abertura tão necessária para os brasileiros de bem se armarem, é hora também de o Brasil começar a dar início à abertura de um projeto de armas nucleares. Isso, sem dúvida, assustará as potências, que não mais poderão fazer com o Brasil o que bem entenderem em negociações internacionais. Mas será vital para o Brasil ter uma voz e postura forte em todo tipo de negociação internacional.
Assim como armas são ferramentas de defesa para o cidadão “negociar” melhor contra criminosos, armas nucleares são fundamentais para uma nação ser respeitada internacionalmente. Sem armas nucleares, o Brasil fica dependente no mínimo de migalhas e esmolas e no máximo dos desejos das potências nucleares.
Nas negociações internacionais, o Brasil muitas vezes precisa esperar a boa vontade das potências nucleares. É uma humilhação, concessão e submissão atrás da outra. Sem armas nucleares, o Brasil vai sempre esmolar negociações. Vai sempre depender da boa vontade das potências nucleares. Isso precisa mudar.
Não faz o menor sentido o Brasil estar entre EUA, Israel e até a Índia, todos fortemente armados de pistolões nucleares, e só o Brasil de cintura vazia, sem uma única pistolinha para mostrar que é alguém.
Não faz nenhum sentido o Brasil estar entre EUA e Israel, que têm milhares de armas nucleares, e só o Brasil estar na posição vergonhosa de anão sem armas nucleares. Se até a Índia pobre tem, por que o Brasil não tão pobre não tem uma única? Essa injustiça precisa ser corrigida o mais rápido possível.
Eu creio em porte de armas, para indivíduos e nações. Creio, aliás, até em porte de armas espirituais para cristãos.
Desarmamento da população é política de esquerdista para deixar os cidadãos fracos e fáceis de subjugar. Desarmamento nuclear para uma nação do tamanho imenso do Brasil só tem um objetivo: Deixar o Brasil fraco, vulnerável e fácil de subjugar.
Cidadãos fracos e subjugados são desarmados. O mesmo princípio vale para nações grandes que aceitam submissamente o desarmamento nuclear.
Quem tem armas não é subjugado, mas subjuga. Quem não tem armas não tem escolha: É subjugado, de uma forma ou de outra, por quem tem armas.
Na maior falta de respeito, os países da Europa, desde a Inglaterra até a França, falam tranquilamente em assumir mais autoridade sobre a Amazônia. Até o Canadá e governos democratas dos EUA fazem isso. Tudo isso mudaria se o Brasil tivesse armas nucleares. Para uma nação grande, o porte de armas nucleares impõe necessariamente respeito.
Quando o Brasil vai sair de sua condição de subjugado? Quem vai tirar o Brasil dessa condição humilhante?
O Brasil tem sido fraco entre os fortes, até mesmo entre os pobres fortes, como a Índia. Quando o Brasil escolherá ser forte entre os fortes?
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6 comentários :

Pr Henrique EBD NA TV 99-99152-0454 disse...

Assim mesmo que o Brasil deve se portar, confiando em DEUS e não em armas. Israel sempre confiou em armas e exércitos e veja onde foi parar. Possui um terço de seu território.

Anônimo disse...

Além disso, o Brasil não tem um prêmio Nobel e nem um Oscar para o nosso país!!! Isso é uma vergonha mundial!!!

Alexandre disse...

Se armas nucleares fossem sinal de protagonismo político o Paquistão não seria quintal para jogos de guerra americano e a Rússia, China e principalmente Coréia do Norte não sofreriam nenhum tipo de embargo político do ocidente e aliados.

Edgar disse...

Não vejo muita utilidade de um arma nuclear para defender nossa soberania.

Nossos vizinhos tambem nao tem armas nucleares e uma bomba nuclear nao adianta para fazer frente aos EUA, Russia e China.

Se o Brasil quisesse produzir uma bomba atomica teria condição para isso.

O mais interessante seria o Brasil investir em um escudo antimíssil, pois além de proteger nosso território, serviria para desenvolver nossa tecnologia, que serviria para dinamizar a economia com inovações

Do ponto de vista defensivo, seria mais interessante investir em um escudo anti-missil

Anônimo disse...

Bem lembrado !! Mas teria que modernizar as FFAA primeiro.

Unknown disse...

Pastor Júlio, infelizmente o Brasil é cambaleante em toda sua estrutura, é a própria Constituição fraca de 1988 que proíbe o Brasil de produzir armas nucleares, o artigo 21 diz que "toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional".