8 de abril de 2020

Destino Feminista Sombrio do Exterminador do Futuro


Destino Feminista Sombrio do Exterminador do Futuro

Julio Severo
Não estranho que o filme “Terminator: Dark Fate” (no Brasil, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) tenha sido um total fracasso de bilheteria em seu lançamento em novembro de 2019, ainda que Arnold Schwarzenegger seja um ícone de Hollywood.
O filme colocou mulheres — Linda Hamilton, Mackenzie Davis e Natalia Reyes — como guerreiras armadas lutando com a mesma força física de homens contra máquinas humanóides assassinas.
Uma das mulheres, uma mexicana, foi escolhida pelo destino hollywoodiano para formar um futuro exército andrógino de homens e mulheres armados contra essas máquinas.
Mulheres machos, e homens como meros subordinados das feministas hollywoodianas. Como vilões, os homens são descartáveis. Como personagens do lado do bem — do lado das feministas de Hollywood —, eles também são descartáveis, isto é, são facilmente exterminados. O filme faz parecer que as mulheres sozinhas podem resolver tudo na base de força muscular e armas contra vilões masculinos. É um filme feminista para agradar às birras e ganância ideológica das feministas.
Não é de estranhar a inundação feminista no Exterminador do Futuro, pois seu produtor, James Cameron, é considerado um feministo, que tem prazer em glorificar mulheres em papéis masculinos. Ele é mais conhecido por ter escrito, dirigido e produzido o filme ambientalista esquerdista Avatar (2009).
O Exterminador do Futuro foi criado, pois, com sua mulherada masculinizada, conforme a imagem e semelhança do feminismo promovido por Cameron.
Outra característica do filme são os palavrões. Há muito linguagem suja — que é o comportamento típico de esquerdistas. Mas esperar o quê de um filme de Cameron, um esquerdista?
Cameron foi criado num lar protestante tradicional (não aberto às manifestações sobrenaturais do Espírito Santo), e mais tarde se tornou um ateu que busca atacar o Cristianismo. De acordo com o site The Hollowverse:
“Desde então, Cameron vem tentando desmascarar qualquer reivindicação de milagres sobrenaturais no Cristianismo com seu documentário, ‘The Lost Tomb of Jesus’ [no Brasil, exibido como ‘O Sepulcro Esquecido de Jesus’ e lançado em DVD como ‘O Túmulo Secreto de Jesus’]. O filme afirma ter encontrado os restos mortais de Jesus Cristo, Maria Madalena e seus filhos. Citando os nomes nos túmulos e evidências de DNA, o filme busca mostrar que Jesus era um homem comum que morreu e não ressuscitou.”
Politicamente, Cameron é um esquerdista que adora o militarismo dos neocons do Partido Republicano nos EUA. Arnold Schwarzenegger é o contrário, mas basicamente a mesma coisa. Ele, que já foi governador da Califórnia ultra-esquerdista, é um neocon republicano que gosta do esquerdismo.
Ao que parece, então, as mulheres no Exterminador do Futuro são feministas esquerdistas neocons. Mas por que Cameron não deu o papel central de seu filme para a rainha dos neocons, Hillary Clinton? Como Cameron, Hillary é uma esquerdista que adora o militarismo dos neocons. Quando o presidente republicano conservador George W. Bush invadiu o Iraque (ação que foi condenada por Trump), a então senadora democrata socialista Hillary apoiou a invasão.
Com seu sabor feminista, “Terminator: Dark Fate” não apresenta uma única vez casamento, família e marido e esposa como opções mesmo remotas para os seres humanos do futuro. E nem seria possível Cameron apresentar o casamento numa luz favorável, pois ele mesmo teve 4 divórcios.
Embora ele promova o feminismo como forma de mostrar que ele respeita os direitos das mulheres, seus 4 divórcios são provas mais do que suficientes de que ele não tem nenhum respeito por elas.
Seu relacionamento pessoal com elas é tão distorcido quanto a propaganda que ele faz delas em papéis masculinos.
A realidade é menos generosa e politicamente correta. É, na visão dos feministos e das feministas, cruel. De acordo com o cenário do próprio filme, o futuro não terá farmácias nem empresas farmacêuticas para produzir drogas “contraceptivas” — que muitas vezes provocam micro-abortos. As mulheres estarão então com sua sexualidade dia e noite livre e aberta à gravidez, que é resultado natural da atividade sexual.
Então, a mulher futurista que quiser viver o estilo hollywoodiano de sexo livre terá várias gravidezes durante a vida, impossibilitando-a totalmente de viver como soldadas machonas e outros papéis masculinos.
Uma mulher que tentar viver sem casamento num futuro sem contraceptivos será prostituta de vários homens, com gravidezes e filhos de cada um deles.
As mulheres que optarem pelo casamento ficarão ocupadas com o papel tradicional (e totalmente apoiado e defendido pela Bíblia) de cuidar do marido, filhos e lar.
“Terminator: Dark Fate” distorce o papel da mulher. Se mulheres pudessem ser machonas dando socos em homens e liderando exércitos de homens, Deus não teria criado Eva para Adão. Ele teria criado outro Adão.
Se os homens fossem praticamente descartáveis, como mostra o filme, Deus teria criado outra Eva para Eva, dispensando completamente Adão.
Na visão ideologicamente carregada de Hollywood, mulheres podem desempenhar muito bem o papel de pugilistas. E para elevar as mulheres a posições masculinas, Hollywood está enfraquecendo ou até exterminando os homens de todos os seus papéis masculinos tradicionais, especialmente de liderança. Para Hollywood, chegou a vez de as mulheres liderarem o mundo em tudo, inclusive em força muscular e ações militares.
Contudo, Deus não depende de Hollywood e seus fracassos espirituais e morais. Antes de Hollywood, havia Deus — Jesus Cristo — e muito séculos depois de Hollywood desaparecer no pó do esquecimento Deus continuará como Rei do Universo.
Na visão moribunda de Hollywood, mulheres são neocons, verdadeiras máquinas de guerra sem tempo para lar, marido e filhos, mas com muito tempo para fazer sexo com homens e dar socos neles. Mas na visão de Deus, as mulheres podem desempenhar muito bem o papel de esposas e mães sem tempo para serem neocons.
“Terminator: Dark Fate” teve um fracasso merecido. Exterminou a realidade das diferenças entre mulheres e homens. Exterminou a realidade do casamento para o futuro. E no processo, exterminou-se como obra de utilidade pública. Tornou-se uma inutilidade.
Não estou surpreso, pois seu diretor, que ama o feminismo e divórcios contra mulheres, tem uma guerra particular contra o Cristianismo. Aliás, Hollywood inteira está em guerra contra o Cristianismo.
Não importa quanto Hollywood e seus exterminadores do futuro militem contra o casamento e contra as diferenças entre homens e mulheres para exterminar a realidade biológica que Deus criou, o Criador é maior.
É impossível exterminar o que já está determinado por Deus. Hollywood passará, mas Deus e Sua Palavra permanecerão para sempre.
Versão em inglês deste artigo: Terminator’s Dark Feminist Fate
Leitura recomendada sobre Hollywood:
Leitura recomendada sobre feminismo:

2 comentários :

Unknown disse...

Hollywood faz parte da nova ordem mundial, como a Maioria fica apática vendo suas tradições sendo bombardeadas por uma minoria nojenta é incrível.

Jobson Bronson disse...

O que indigentes mentais, como é o caso do James Cameron, nos querem fazer crer é que o homem e a mulher são intermutáveis [tanto faz ser uma mulher a desempenhar uma determinada função, como um homem] - e por isso é que o homem se quer efeminado, ou, no mínimo, “feminizado”. É nesta premissa fundamental que assenta o conceito da bondade da “feminização da sociedade”.

É baseada neste conceito de “intermutabilidade dos dois sexos” que o próprio sexo biológico (que foi cientificamente verificado e confirmado) é negado pela facção mais radical do politicamente correto; mas, é óbvio que a defesa da “intermutabilidade dos dois sexos” só poderia conduzir à negação dos dois sexos…!

Homens e mulheres não são intermutáveis (o neoliberalismo e o marxismo dizem que sim); e a diferença não é sinônimo de hierarquia (o marxismo cultural diz que sim).

Feminização da sociedade implica em desequilíbrio da sociedade, e esse desequilíbrio conduz inexoravelmente a um enfraquecimento da sociedade, tornando-a vulnerável a condicionamentos externos, como está a acontecer aos países da Europa ocidental.

E, ademais, é evidente que a defesa política da feminização da sociedade é um fenômeno ocidental de cariz marxista (que vem de Engels e do seu conceito de “família”), e não um fenômeno mundial.