14 de março de 2020

Dia Nacional de Oração de Trump contra o Coronavírus


Dia Nacional de Oração de Trump contra o Coronavírus

Julio Severo
Em dois tuítes de 13 de março de 2020, o presidente americano Donald Trump disse:
“É uma grande honra declarar domingo, 15 de março, como um dia nacional de oração. Somos um país que, ao longo de nossa história, olha para Deus em busca de proteção e força em tempos como esses. Não importa onde você esteja, encorajo você a se voltar para a oração em um ato de fé. Juntos, vamos facilmente PREVALECER!”
Ele também declarou uma emergência nacional por causa de Coronavius, ou Covid19.
Orar é sempre bom.
Não entendo todo o exagero sobre o coronavírus, porque há problemas maiores que merecem mais atenção. Mas existem perguntas sem resposta.
Em um tuíte de 9 de março de 2020, David Burke disse:
“646.000 pessoas morrem em todo o mundo todos os anos devido à gripe; só nos EUA, 60.000 morrem, mesmo com vacinas. No entanto, mal uma manchete de notícias. Relatórios indicam que o vírus #COVID19 tem uma taxa de mortalidade inferior a 0,4%. Então, por que a mídia está exagerando no #Coronavirus?”
E em um tuíte de 13 de março de 2020, Bryan Fischer disse:
“Primeiro ano de Obama, gripe suína: 60 milhões de americanos infectados em um período de 10 meses, 300.000 hospitalizados, 18.000 mortes. Pânico: zero. Tudo depende de quem é o presidente, não é?”
Não entendo o que está acontecendo e o porquê, mas entendo que Deus responde às orações de corações arrependidos.
Na história dos EUA, a oração nacional andava de mãos dadas com o jejum e o arrependimento. Até George Washington, o primeiro presidente dos EUA, orava de joelhos e exortava os Estados Unidos em seu início a orarem de joelhos em jejum e arrependimento. Eu me pergunto como ele exortaria os EUA de hoje, encharcados no sangue da matança anual de quase 1 milhão de bebês em gestação em fábricas de aborto, a se arrependerem e orarem.
Ainda que eu ache positivo que Trump peça aos EUA que “olhem para Deus em busca de proteção e força,” esses nunca deveriam ser os primeiros passos. Se os EUA de Washington precisavam se arrepender antes de pensar na proteção e na força de Deus, o que dizer dos EUA de hoje?
Além disso, enquanto Washington expulsou a homossexualidade de seu governo, Trump vem abraçando em seu governo a homossexualidade e seus adeptos.
Enquanto Washington expulsou homossexuais, Trump promoveu Richard Grenell e outros homossexualistas. E Grenell, com as bênçãos de Trump, está liderando o governo Trump na infame campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo — o mesmo objetivo que o presidente socialista Barack Hussein Obama tinha.
Como, então, os EUA de Trump pretendem “olhar para Deus em busca de proteção e força” sem se arrependerem do aborto e da homossexualidade?
Trump não tem absolutamente nada a aprender comigo. Mas ele tem muito a aprender com George Washington e os fundadores dos EUA, os quais aprenderam com o mesmo Livro do qual sempre aprendo: A Bíblia.
Ao entender os EUA e sua história, Trump declararia um Dia Nacional de Oração, Jejum e Arrependimento pelos Pecados do Aborto, Sodomia e Guerras Desnecessárias. De modo algum essa é uma lista completa, mas um ponto de partida.
Que os líderes evangélicos no círculo interno de Trump o levem a essas orações.
Leitura recomendada:

Nenhum comentário :