11 de fevereiro de 2020

Marinha dos EUA batiza navio com nome de pedófilo homossexual


Marinha dos EUA batiza navio com nome de pedófilo homossexual

Bryan Fischer
Comentário de Julio Severo: A Marinha dos EUA batizou navio de guerra com nome de pedófilo homossexual. Como Trump é o supremo comandante das forças armadas, esperava-se que ele agisse ou, no mínimo, fizesse o que ele costuma fazer quando vê uma aberração: Criticar fortemente no Twitter e em público. Mas até agora, o presidente americano está em silêncio. É um péssimo sinal quando uma nação oficialmente honra um homossexual pedófilo. Leia agora o artigo do líder evangélico americano Bryan Fischer:
Harvey Milk, um infame praticante do homossexualismo, terá um navio com nome em sua (des)honra pela Marinha dos EUA. Milk se tornou o primeiro funcionário eleito assumidamente homossexual em uma grande cidade americana quando foi eleito para o Conselho de Supervisores de São Francisco em 1977. Sua única realização digna de nota como supervisor da cidade foi o seu forte apoio a Jim Jones que ficou famoso pelo massacre em Jonestown, Guiana.
Ele foi morto a tiros um ano depois por um colega supervisor, o socialista Dan White. White havia se demitido do conselho, mas foi impedido por Milk e pelo prefeito George Moscone de voltar atrás em sua demissão.
Milk violou a política da Marinha ao se alistar nas forças armadas no início da década de 1950, quando era ilegal homossexuais se alistarem. Ele trabalhou como instrutor de mergulho até ser preso em um parque público por se envolver em atividades que, de acordo com a Bíblia, são uma “abominação” aos olhos de Deus. Ele aceitou “uma dispensa não honrosa” em 1955.
Quando Milk estava nas forças armadas, ele seduzia marinheiros a caminho da Coréia, convidando-os a dormir em uma cama confortável em seu apartamento, em vez de dormirem numa hospedaria cristã. Mas só quando eles chegavam lá é que viam que havia apenas um cama, uma cama de solteiro, em lugar todo.
O prefeito Kevin Faulconer, de San Diego, mal conseguiu se conter quando ouviu as notícias sobre Milk e seu navio. “Este navio,” disse ele, “representará liberdade e aceitação nos EUA e no exterior.”
Liberdade e aceitação, isto é, para todos, exceto Jack McKinley, um adolescente de 16 anos que havia fugido de casa. McKinley estava procurando uma figura paterna em Milk, de 33 anos, mas o que encontrou foi um estuprador pederástico. Milk finalmente o largou como um traste quando McKinley já não era tão novo para atender ao gosto de Milk por jovens do sexo masculino. O biógrafo de Milk disse: “Harvey sempre teve uma propensão para jovens desamparados com problemas de abuso de substâncias.”
Ele disse a um amante gay: “Como homossexuais, não podemos depender do modelo heterossexual… Deveríamos estar desenvolvendo nosso próprio estilo de vida. Não há motivo para você não amar mais de uma pessoa de uma vez.”
Depois que Milk descartou McKinley como um lenço de papel usado, Jack se tornou mentalmente instável e suicida. Quando Milk foi informado dos planos de McKinley de se matar, sua resposta vazou compaixão socialista: “Diga a ele para não fazer bagunça.” Jack não aceitou o conselho de Milk e se jogou da parte de cima de um prédio de oito andares. Já que a idade de consentimento na Califórnia é de 18 anos, como estuprador o lugar de Milk era num registro de criminosos sexuais atestados.
Peter Sprigg, do Conselho de Pesquisa da Família, escreveu: “Milk é famoso apenas por ganhar uma única eleição, ser assassinado — e fazer sexo com homens.” Não obstante, Milk é celebrado com uma ópera, um selo postal de 2014, um feriado estadual, um livro de colorir infantil, e foi interpretado por Sean Penn em um filme sobre a vida dele em 2008. Por alguma razão, ele recebeu a medalha presidencial da liberdade de Barack Obama em 2009.
Seu sobrinho Stuart Milk está ansioso para que o navio seja concluído nos próximos 18 a 24 meses.
“Realmente acho que essa homenagem envia uma mensagem importante,” disse ele. “Vamos comemorar todos.” Veja bem, todos, exceto Jack McKinley.
Stuart Milk disse: “Essa homenagem envia uma importante mensagem de sinal verde a qualquer um que já foi marginalizado, rebaixado e nunca recebeu o reconhecimento total de quem eles eram.”
Harvey Milk recebeu seu reconhecimento total. Jack McKinley ainda está esperando o dele.
Como Selwyn Duke disse: “Quando os EUA batizam navios da Marinha com nomes em homenagem a estupradores pederásticos, os americanos precisam se perguntar quanto tempo os EUA conseguirão ficar de pé.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Associação da Família Americana: Navy Names Ship After Homosexual Pedophile
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4 comentários :

Alexandre disse...

Mas um forte sinal de que a sociedade americana está indo a pique.

Thel disse...

Não há um único político no mundo que não tenha medo desse movimento homossexual, um bocado de homem frouxo diante de um movimento diabólico, que não representa nem 10% da sociedade mundial; exceto Putin e o atual primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán.

Cláudio Jardim disse...

Como nos tempos dos reis de Israel, Deus não poupava nem os escolhidos quando Dele se esqueciam, imagino o que irá acontecer brevemente com este país,para não dizer com este navio, que devia ir à pique na primeira entrada na água, seria a maior homenagem à todos os pedófilos e gays e todos os seus simpatizantes e apoiadores.

Flávio disse...

Ted Cruz não tem