29 de fevereiro de 2020

Estamos vendo o mercado de ações fazer coisas que nunca fez antes por causa do coronavírus


Estamos vendo o mercado de ações fazer coisas que nunca fez antes por causa do coronavírus

Michael Snyder
Os preços das ações estão caindo mais rápido e com mais intensidade do que nunca. Se os mercados financeiros estão nesse caos, embora nenhum americano tenha morrido de coronavírus, como ficarão as coisas se esse surto começar a varrer os EUA como um incêndio? O número de casos confirmados continua a explodir em todo o mundo, e a descoberta de um caso de “origem desconhecida” no norte da Califórnia realmente abalou os mercados financeiros mundiais. Ficou claro que os esforços para conter esse vírus falharam e os investidores agora estão entendendo o fato de que esta crise está apenas começando.
Não vemos esse pânico em Wall Street há muito tempo e, na quinta-feira, testemunhamos a maior queda de pontos diários em toda a história dos EUA…
A crescente ansiedade sobre o surto mundial do coronavírus levou o mercado de ações a uma nova zona de medo na quinta-feira.
Depois de cair acentuadamente durante toda a semana, a média industrial do Dow Jones caiu 1.190,95 pontos para fechar em 25.766,64 — sua pior queda em um única dia na história.
No geral, esta é uma semana absolutamente desastrosa para os mercados de ações.
O Dow Jones caiu mais de 1.000 pontos na segunda-feira, caiu outros 879 pontos na terça-feira e os preços das ações continuaram caindo na quarta-feira.
Mas quase ninguém esperava que um novo recorde de todos os tempos fosse estabelecido na quinta-feira, e agora vamos esperar para ver o que acontece na sexta-feira.
Incrivelmente, o S&P 500 já mergulhou no território de correção. Foram necessários apenas seis pregões para que isso acontecesse, e esse também é um novo recorde…
Seis dias. Esse foi todo o tempo necessário para que o S&P 500 caísse mais de 10% de um record para uma correção.
Essa é a reviravolta mais rápida do gênero que já aconteceu, de acordo com dados do Deutsche Bank Global Research.
Nunca vimos nada parecido com isso, e agora muitos estão se perguntando o que acontecerá se esse surto ficar muito, muito pior.
Sem dúvida, os mercados de ações podem potencialmente cair muito, muito mais. Graças a uma tremenda recuperação no início deste ano, os preços das ações foram empurrados para os níveis mais supervalorizados que já vimos. Era inevitável que os preços caíssem, e esse surto de coronavírus parece acelerar muito esse processo.
Enquanto isso, os analistas estão cada vez mais percebendo que esse vírus terá implicações muito sérias para toda a economia mundial.
Por exemplo, na quinta-feira, David Kostin, do Goldman Sachs, alertou que as empresas americanas “não gerarão crescimento de ganhos em 2020”…
“As empresas americanas não gerarão crescimento de lucro em 2020,” disse o estrategista-chefe de ações dos EUA, David Kostin, em nota aos clientes na quinta-feira. “Atualizamos nosso modelo de ganhos para incorporar a probabilidade de o vírus se espalhar.”
E Scott Minerd, de Guggenheim, é ainda mais pessimista…
Scott Minerd, de Guggenheim, diz que a crise do coronavírus é possivelmente a pior coisa que ele já viu em sua carreira: “Isso tem o potencial de se transformar em algo extremamente grave.”
Esse vírus está espalhando um grande medo por todo o planeta, e será extremamente difícil para a economia mundial funcionar normalmente quando as pessoas têm medo de sair de casa.
Neste ponto, a indústria de viagens está sendo particularmente atingida…
“Nem precisamos esperar dados econômicos para ver o quanto a economia está sendo atingida. Você pode dizer que as vendas de companhias aéreas e hotéis já estão caindo pela metade ou algo parecido,” disse Tomoaki Shishido, economista sênior da Nomura Securities.
Até recentemente, Wall Street estava agindo como se fosse um problema temporário que logo desapareceria.
Mas agora ficou claro que a luta contra esse vírus durará muitos meses.
E o que acontecerá se essa crise for como a pandemia de gripe espanhola que durou três anos?
A propósito, dezenas de milhões de pessoas morreram durante a pandemia de gripe espanhola. Vamos orar para que o número de mortos não seja assim desta vez.
Infelizmente, a cada hora que passa, esse vírus gera ainda mais manchetes. O vice-presidente do Irã se tornou um caso confirmado, e o embaixador iraniano no Vaticano realmente morreu depois de pegar o vírus.
Falando no Vaticano, o papa acabou de cancelar uma missa “depois que foi atingido por uma doença”…
O papa Francisco cancelou uma missa na igreja hoje depois que foi atingido por uma doença.
O pontífice de 83 anos não estava bem o suficiente para comparecer à missa, embora não haja nenhuma sugestão de que ele tenha coronavírus. Contudo, o surto na Itália superou 500 casos.
Devo deixar claro que até agora não há absolutamente nenhuma indicação de que o papa Francisco tenha sido infectado pelo coronavírus.
Mas espero que ele esteja fazendo testes para confirmar.
Na Itália, este vírus está oficialmente fora de controle. Na quinta-feira, soubemos que agora se espalhou para dez regiões diferentes…
Dez das vinte regiões da Itália estão infectadas com coronavírus na quarta-feira, sendo a Lombardia e o Veneto as duas regiões mais afetadas do país.
Até agora, 400 pessoas foram confirmadas como infectadas pelo vírus, o que resultou em 12 mortes até quarta-feira, de acordo com uma reportagem do jornal La Repubblica.
Muitas comunidades já estão em um estado de fechamento quase total de fábricas e indústrias, mas isso não impediu a propagação do vírus.
Enquanto isso, o número de casos confirmados na França dobrou em apenas 24 horas…
O número de casos confirmados de coronavírus na França mais do que dobrou em 24 horas, disse o ministro da Saúde da França na quinta-feira, com a contagem agora de 18 para 38 na quarta-feira.
Durante uma coletiva de imprensa, Olivier Veran disse que esse “aumento acentuado” se deve à identificação das chamadas “pessoas de contato” ligadas a casos conhecidos anteriormente, acrescentando que a França estava “pronta” para uma epidemia.
Durante toda a minha vida, nunca vi nada assim.
E se o número de casos continuar aumentando a uma taxa exponencial, será absolutamente devastador para a economia mundial e para os mercados financeiros globais.
Há muito tempo, muitos estão em alerta aguardando o “evento desencadeador” que explodiria a maior bolha financeira da história do planeta.
Esse “evento evento desencadeador” parece ter chegado, e nada será o mesmo a partir de agora.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The Economic Collapse: We Are Watching The Stock Market Do Things That It Has Never Done Before
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27 de fevereiro de 2020

Pastora batista: Matar bebês mediante aborto deveria ser um “direito religioso”


Pastora batista: Matar bebês mediante aborto deveria ser um “direito religioso”

Micaiah Bilger
Washington, DC, EUA — Matar um bebê em gestação nunca foi e nunca será aceitável nas religiões judaico-cristãs. Contudo, há aqueles que estão tentando usurpar e distorcer seus ensinamentos religiosos para afirmar que o aborto não é apenas aceitável, mas bom.
Reverenda Katey Zeh
“Estamos tentando interromper a ideia de que o Cristianismo é igual a ser anti-escolha,” a Reverenda Katey Zeh, pastora batista e presidente da Coalizão Religiosa pela Escolha Reprodutiva, disse ao site Vice recentemente.
Por “anti-escolha,” Katey quer dizer pró-vida. E a “escolha” específica que ela defende e que muitas religiões se opõem é a opção de matar um bebê no útero, mas os ativistas do aborto geralmente não mencionam esse detalhe importante.
Ela afirmou que a direita cristã “não fala por todos”, e que muitas pessoas religiosas apoiam o aborto. Vice apoiou isso com pesquisas mostrando que os judeus americanos em particular apoiam fortemente o aborto.
Ao comentar que os cristãos pró-vida estão sendo bem-sucedidos em promover a causa da vida, Vice argumentou que muitos outros judeus, cristãos e muçulmanos “acreditam que sua fé permite — e às vezes até exige — aborto sob certas circunstâncias. Eles dizem que o direito ao aborto é constitucional, protegido não apenas pelo direito à privacidade, mas pela liberdade de exercer a religião.”
“Muitas pessoas são pró-aborto ou apoiam a dignidade e a liberdade reprodutiva por causa de sua fé e não apesar disso,” disse Katey à agência de notícias.
Vice chegou a argumentar: “Como a decisão Roe versus Wade [que legalizou o aborto nos EUA] é ameaçada por leis estaduais cada vez mais restritivas e um Supremo Tribunal agrupado contra [aborto], judeus, muçulmanos e cristãos pró-aborto poderão em breve ser forçados a defender a legalidade do aborto de um jeito como nunca foi discutido antes: como um direito religioso.”
Mas a religião não se baseia na opinião pública ou mesmo nos ensinamentos de seus líderes contemporâneos. Baseia-se em crenças básicas, imutáveis e fundamentais sobre a humanidade e seu valor. Durante séculos, o Cristianismo ensina que toda vida humana é valiosa porque é criada à imagem de Deus.
A Bíblia pode não mencionar especificamente a palavra “aborto,” mas claramente condena essa prática que destrói a vida. Mesmo nos tempos antigos, os bebês no útero eram vistos como valiosos, como é evidente em Lucas 1:41. Jesus valorizou muito as crianças quando outros na sociedade não faziam isso em Mateus 19:14, e Provérbios 6: 16-17 afirma que uma das coisas que Deus mais odeia é o derramamento de sangue inocente. Um dos dez mandamentos proíbe o assassinato.
A verdadeira religião não pisa nos direitos dos seres humanos inocentes. A vida das crianças está em jogo no aborto, e as crianças são sustentadas como valiosas e dignas de proteção nos ensinamentos judaico-cristãos. No entanto, em nome da religião, alguns líderes pró-aborto estão pervertendo a verdade e desencaminhando as pessoas e, ao fazerem isso, estão colocando ainda mais em perigo o futuro de inúmeras crianças na sociedade.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Baptist Minister: Killing Babies in Abortion Should be a “Religious Right”
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26 de fevereiro de 2020

O erro mais perigoso do presidente Trump


O erro mais perigoso do presidente Trump

Scott Lively
Sou o mais forte apoiador de Trump que você possa encontrar. Desde o momento em meados de 2016 que concluí que ele estava sendo gradualmente transformado por Deus em um genuíno conservador cristão, tenho sido um defensor e apologista de Trump, mesmo quando outros hesitaram. Quando concorri para governador de Massachusetts contra o protegido de Romney e o ultra-RINO Charlie Baker, meu lema de campanha era “Pró-Vida, Pró-Arma, Pró-Trump.” Só repetindo, fiz tudo isso na esquerdista Massachusetts! Meu arquivo de artigos no WND é muito temperado com colunas que elogiam Trump, e em inúmeras entrevistas de rádio afirmei com firmeza que acredito que Donald Trump é o homem de Deus na Casa Branca — acrescentando a ressalva de que ele NÃO está no molde do moderno evangelicalismo, que espera que seus candidatos sejam moralmente puros como a neve (por isso temos tão poucos no cargo), mas mais como um juiz do Antigo Testamento da república israelita pré-monárquica (todos eles imperfeitos).
Portanto, posso ignorar os defeitos de um homem que é um homem de verdade e não um recorte de papelão do departamento de relações públicas. Aliás, é muito estimulante ver um homem de verdade combater a guerra cultural como a guerra real que é.
No entanto, a única questão que põe tudo em dúvida é a aparente cegueira espiritual do presidente Trump sobre a questão da homossexualidade. Ora, em grande parte ignorei esse assunto nos últimos três anos, racionalizando que ele está sendo politicamente astuto em uma área perigosa de política pública que é (não por acaso) extremamente inflamatória em termos emocionais para as gerações mais jovens de formados em escolas públicas e os ativistas esquerdistas de rua mais apaixonados. Ele também tem trabalhado diligentemente para afastar os eleitores de todos os círculos eleitorais do Partido Democrata, inclusive os gays, e fico feliz em ver que muitos que se identificam como homossexuais agora são pró-Trump.
Meu argumento não é que ele está sendo politicamente estratégico, mas que ele está fazendo isso de uma maneira que serve desnecessariamente à própria agenda marxista que ele está tentando derrotar.
O presidente Trump poderia facilmente manobrar o campo minado LGBT sem endossar a própria homossexualidade. Mas ele está aprovando-a propositadamente. Em 21 de fevereiro, na preparação para seu próximo comício na Índia, ele louvou “Bollywood,” sua indústria cinematográfica, por lançar seu primeiro filme promovendo a homossexualidade, retuitando um tuíte sobre o filme com a palavra “Ótimo!” Qual é a mensagem para o mundo quando o presidente dos Estados Unidos — um homem que se proclama cristão — aplaude uma nação moralmente conservadora por abandonar seus princípios para celebrar a homossexualidade? Que tipo de mentalidade justifica a normalização da homossexualidade para os filhos de uma nação inteira como uma tática política? Sinto náuseas só de pensar nisso.
Isso é uma recompensa parcial ao homossexual assumido Richard Grenell por sua disposição de ser o homem escolhido pelo presidente para fazer uma limpeza nos órgãos de serviço secreto dos EUA? Nesse caso, é uma barganha do diabo em que ele nunca deveria ter entrado. Infelizmente, isso se encaixaria em seu padrão com Grenell. No ano passado, quando Grenell anunciou uma campanha para descriminalizar a homossexualidade no mundo inteiro (uma das principais prioridades de Obama), presumi que isso fosse uma manobra publicitária de Grenell, que é um notório ambicioso por cargos, para pressionar Trump em questões LGBT e garantir a renovação de seu emprego diplomático bem remunerado como embaixador dos EUA na Alemanha. Por isso, não liguei quando Trump endossou o plano de Grenell — mas ofereci ao presidente uma abordagem alternativa que não atenderia à agenda marxista de Obama que Grenell estava promovendo.
É claro que o presidente Trump provavelmente nunca viu meu artigo, mas ele não tinha a obrigação de lê-lo, pois meus argumentos deveriam ter sido deduções intuitivas óbvias para qualquer pessoa com uma genuína cosmovisão bíblica no círculo interno de Trump. Um simples foco político de uma ênfase na descriminalização para uma ênfase no fim da violência contra homossexuais teria enviado uma mensagem tão forte sem endossar a visão esquerdista regressiva de que o desencorajamento da sodomia por meio de políticas públicas é uma coisa ruim. Desencorajar a ameaça de saúde pública e moral da sodomia através da lei era uma posição política conservadora inatacável há menos de um quarto de século nos EUA! Agora devemos girar 180 graus e adotar a doutrina de Obama?
Isso me leva ao vice-presidente Pence e a uma preocupação que tenho com ele desde o início. O próximo mês vai fazer cinco anos que o governador de Indiana, Mike Pence, cedeu aos gays quando a Assembleia Legislativa de Indiana aprovou a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa para, entre outras coisas, proteger as empresas de ataques de ativistas LGBT e preservar os direitos de liberdade de expressão dos cristãos. O governador Pence, que estava pronto para sancionar a lei, recuou, exigindo que a lei fosse alterada. Não me lembro dos detalhes, mas lembro que foi uma grande vitória para os homossexuais sobre a qual escrevi em um artigo intitulado “Indiana meets the Borg.” Peguei leve em Pence no artigo, mas nunca mais confiei nele em questões LGBT desde então.
Como cristão de mais alto escalão no governo Trump, Mike Pence deveria educar o presidente Trump sobre a importância crucial dessa questão e até mesmo discordar publicamente (de alguma maneira respeitosa) sobre o incidente de “Bollywood,” que considero um escândalo moral muito mais grave do que quaisquer alegadas falhas comportamentais pessoais do presidente.
Todo cristão peca em questões de conduta pessoal, e nós temos um remédio de Deus para isso chamado confissão e arrependimento. Por outro lado, assumir posições de políticas públicas que contradizem diretamente as instruções claras de Deus é um problema espiritual de magnitude muito maior. Todo líder cristão com acesso ao presidente e uma oportunidade de fazer isso tem o dever de falar essa verdade para ele.
Seu endosso à homossexualidade ainda levanta a questão de se Donald Trump é realmente salvo. Há muitos “esquerdistas religiosos” por aí dizendo que são cristãos baseados na crença em um Jesus não bíblico que perdoa e até aprova o que a Bíblia condena. Eu argumento que ninguém pode se salvar pela crença em um falso Cristo. Em qual Jesus o presidente deposita sua fé?
Minha lealdade em primeiro lugar é sempre a Deus, e quando o presidente se coloca em desacordo com Deus, não tenho escolha a não ser ficar com Deus e não com o presidente. Nem todos os que se dizem cristãos têm o mesmo compromisso com a cosmovisão bíblica que eu tenho, mas há muitos de nós que acham que o presidente deveria se preocupar muito com as consequências do caminho que ele está tomando.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): President Trump's most dangerous error
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24 de fevereiro de 2020

Richard Grenell: Cavalo de Tróia homossexual


Richard Grenell: Cavalo de Tróia homossexual

Scott Lively
Chega um momento na evolução da agenda progressista em que os verdadeiros conservadores devem parar de usar o argumento “declive escorregadio” porque o lugar para o qual degeneramos deve ser condenado como é. Essa é a situação hoje dos conservadores americanos que o herói que eles estão apoiando unidos para combater a agenda progressista adotou um de seus princípios mais insidiosos e destrutivos. Estou falando do fato de que o presidente Trump nomeou o homossexual assumido e impenitente Richard Grenell para o cargo de diretor interino de todos os órgãos de serviço secreto dos EUA.
O princípio insidioso e destrutivo da ideologia progressista a que estou me referindo é a “Teoria da Orientação Sexual” — uma ciência falsa inventada por estrategistas políticos progressistas com o objetivo de normalizar o estilo de vida LGBT e desnormalizar a família natural. Tem ainda menos legitimidade do que “ciência da mudança climática.”
Francamente, se Richard Grenell mantivesse suas inclinações sexuais para si e dissesse às pessoas que cuidassem de seus próprios assuntos sobre sua vida privada, eu estaria mais inclinado a considerar os argumentos “baseados em mérito” para sua nomeação (embora, à primeira vista, seu currículo esteja longe de qualificá-lo para esse cargo). Mas no minuto em que ele tornou pública sua parceria doméstica homossexual, ele se tornou um agente de mudança marxista, sua própria presença em cargo governamental um argumento de que uma “orientação” homossexual é equivalente à sexualidade normal. (Quem na história americana já desejou esse objetivo? Não foram os conservadores!)
Quando Grenell fez isso, ele passou dos limites. O que ele quer não é tolerância razoável de nossa sociedade genuinamente magnânima cujo lema é “viva e deixe viver.” Ele está exigindo aceitação do público. E ao dar esse passo, ele também implicitamente endossou a estratégia progressiva de celebrar seu estilo de vida de homossexualidade assumida como progresso social, integrando-o à força na sociedade e punindo aqueles que se opõem.
Estas são as “cinco etapas do supremacismo gay” sobre as quais aviso há 30 anos:
1. Tolerância
2. Aceitação
3. Celebração
4. Participação forçada na cultura “LGBT” e
5. Punição de Dissidentes
Como um cavalo de Tróia no movimento conservador, Grenell pode não defender abertamente esses objetivos, mas essa agenda serve aos seus interesses. E, é claro, ele não será comemorado pelos idiotas da extrema esquerda, porque ele assume uma posição mais conservadora em outros assuntos do que eles tolerarão. Mas ele será, e está sendo, celebrado por “idiotas úteis” (termo de Vladimir Lênin, não meu) no movimento conservador que esqueceram exatamente o que o conservadorismo deveria conservar e que estão se mudando gradualmente para a esquerda em seus pensamentos, e já ultrapassaram até John F. Kennedy e quase todos os esquerdistas da década de 1950.
O conservadorismo não mudou — os “conservadores” mudaram, através de uma dieta gradual de décadas de propaganda esquerdista combinada com um medo de contrariar o politicamente correto.
A disposição dos conservadores de se deslocarem para a esquerda ano após ano é por que agora me chamo de constitucionalista. Agora trabalho para mover os EUA para a direita e recuperar o terreno em que os “conservadores” se renderam. Mas ainda trabalho para despertar os conservadores de hoje para os perigos de sua transformação em câmera lenta nos esquerdistas de ontem.
O que o conservadorismo tem o objetivo de conservar é a “liberdade com ordem” da república constitucional que foi legada aos americanos pelos Fundadores dos Estados Unidos. A “ordem” dessa liberdade é a ordem natural do “Deus da natureza” (invocado na Declaração de Independência), inclusive, entre outros, a família natural de um homem e uma mulher unidos em um casamento heterossexual monogâmico por toda a vida.
Os Estados Unidos nunca foram uma “teocracia,” e não estou defendendo uma. A filosofia política americana sempre foi “secularismo baseado em leis naturais,” que significa não-sectária, mas teísta, com base em Gênesis 1: 1, uma verdade defendida perpetuamente como lema nacional americano, orgulhosamente estampada em todo dinheiro americano: “Em Deus Confiamos.” É também expressamente defendida como fato histórico pelo Suprema Tribunal dos EUA, não como uma mera nota de rodapé, mas como um tratado legal de 27 parágrafos fortemente documentado na decisão.
O marxismo foi projetado para destruir e substituir todos os elementos dessa ordem natural. Não importa o quão conservador você pense que suas políticas fiscais possam ser, se você estiver adotando a maneira marxista de pensar sobre sexo e casamento, estará ajudando a destruir a república. É um pacote cheio de coisas — não existe república americana sem uma normalidade dominante de sociedade baseada na família baseada no casamento, e é por isso que a principal arma dos marxistas para derrubar os EUA tem sido a “revolução sexual.”
A razão pela qual todos nós Deploráveis de MAGA torcemos por Donald Trump é porque ele representa a possibilidade de adiar a agenda marxista. Mas as pessoas que criaram a crise da civilização que queremos que ele conserte são exatamente as mesmas pessoas que inventaram a “Teoria da Orientação Sexual” e criaram o movimento LGBT.
Elas são as mesmas pessoas!
É a mesma agenda!
Deploráveis, vocês não percebem onde Hillary Clinton estava e com quem ela estava falando quando nos chamou de deploráveis? Foi o “Gala LGBT para Hillary” de 2016 (fato totalmente suprimido na maioria das reportagens da mídia no dia seguinte). Tudo o que você precisa saber é quem ela estava paparicando para saber quem eram os verdadeiros “deploráveis” em sua mente e na deles. (Veja a imagem abaixo.)
Deixe-me ser claro. Não estou dizendo que um homossexual não pode ser conservador. Eu conheci muitos. O que estou dizendo é que declarar-se assumidamente homossexual em vez de manter privados seus problemas sexuais é uma tática marxista para forçar mudança social, e quem faz isso de dentro do movimento conservador é um cavalo de Tróia — um agente de espionagem — que está levando a agenda progressiva para trás linhas inimigas, mesmo que não tenha a intenção de ser. A normalização das subculturas sexuais NÃO é “progresso” para ninguém, mas “progressista.”
Richard Grenell é um cavalo de Tróia. O presidente Trump não deve confiar nele e nem devemos nós deploráveis.
Se você quiser obter mais informações sobre como entender e responder a esse problema, tenho dois livros gratuitos em inglês disponíveis em PDF, mediante solicitação por e-mail. “Redeeming the Rainbow” aborda a agenda LGBT de uma perspectiva amplamente secular. “The Petros Prophecy” explica e desmascara a “teologia gay” de uma perspectiva bíblica sem desculpas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Richard Grenell: Homosexual Trojan Horse
Leitura recomendada: