23 de janeiro de 2020

Presidente Donald Trump proclama 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”


Presidente Donald Trump proclama 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”

Julio Severo
Desde que o aborto foi legalizado nos Estados Unidos em 1973, os presidentes dos EUA seguem uma longa tradição em que presidentes esquerdistas elogiam o aborto e presidentes direitistas elogiam a vida.
Os presidentes direitistas proclamam 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana,” assim como o presidente dos EUA, Donald Trump, fez em 2020. O primeiro presidente a fazer tal proclamação foi Ronald Reagan em 1984. Essa proclamação foi continuada sob George H.W. Bush e George W. Bush, e foi descontinuada sob Bill Clinton e Barack Hussein Obama.
Trump voltou a proclamá-la.
Embora Trump tenha comemorado o declínio no número e no índice de abortos nos Estados Unidos, a maior parte desse declínio não parece resultar exclusivamente de esforços pró-vida. Cada vez menos mulheres americanas estão tendo bebês. Até os CDCs (uma espécie de Ministério da Saúde dos EUA) reconhecem que o índice de natalidade nos EUA está em queda recorde. Aliás, os EUA estão enfrentando a menor taxa de natalidade de sua história, o que significa que há menos nascimentos e, consequentemente, menos abortos.
A principal causa da baixa taxa de natalidade nos EUA é a contracepção, apoiada por uma mentalidade contraceptiva que sempre leva ao aborto. Então, se os americanos podem celebrar a diminuição do aborto, como ter uma verdadeira celebração quando o nascimento de bebês americanos está em queda recorde?
O aborto foi legalizado bem debaixo do governo do presidente republicano Richard Nixon.
Pessoas de outras nações poderiam argumentar: “Mas esses eventos afetam apenas os EUA, não o mundo.” Imediatamente depois da legalização do aborto nos EUA, a CIA, o Departamento de Estado e a USAID sob um governo republicano produziram o NSSM 200, delineando estratégias para o governo dos EUA reduzir a população mundial principalmente por meio de contracepção.
Sob o NSSM 200, o governo dos EUA trabalhou para reduzir a população de várias nações, e uma das principais nações marcadas foi o Brasil, que hoje está enfrentando um declínio de nascimentos — exatamente como o NSSM 200 planejou. Os EUA sob Trump não podem reverter o que um governo republicano começou?
Trump deveria trabalhar não apenas para acabar com o aborto, mas também para terminar e reverter as políticas de controle populacional do governo dos EUA, desde a década de 1970.
Seria tão importante se Trump se tornasse o primeiro presidente dos EUA a reconhecer os males da contracepção na sociedade dos EUA e no mundo e incentivasse as pessoas a valorizar famílias numerosas. No entanto, sua disposição de continuar a tradição de Reagan reconhecendo o “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana” também é muito importante.
Abaixo está o texto completo da Proclamação do Presidente Trump:
Todas as pessoas — que já nasceram e estão em gestação, pobres, abatidos, deficientes, enfermos e idosos — têm valor inerente. Embora cada jornada seja diferente, nenhuma vida é sem valor ou é irrelevante; os direitos de todas as pessoas devem ser defendidos. No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, nossa Nação reafirma com orgulho e firmeza nosso compromisso de proteger o presente precioso da vida em todos os estágios, desde a concepção até a morte natural.
Recentemente, vimos diminuições no número e índice total de abortos em nosso país. Entre 2007 e 2006, o período mais recente de análise, o número e a taxa de abortos diminuíram 24% e 26%, respectivamente. O índice de gravidezes na adolescência — a grande maioria das quais não é planejada — diminuiu quase continuamente no último quarto de século, contribuindo para a menor taxa de abortos entre as adolescentes desde a legalização do aborto em 1973. Todos os americanos devem comemorar esse declínio no número e taxa de abortos, o qual representa vidas salvas. No entanto, há muito para se fazer e, como Presidente, continuarei lutando para proteger a vida dos bebês em gestação. Sancionei lei sob a Lei de Revisão do Congresso, que permite aos Estados e outros beneficiários excluir organizações que realizam abortos de seus projetos da Lei Título X. Meu governo também fez regulamentos para garantir que os projetos de planejamento familiar da Lei Título X sejam claramente separados dos projetos que realizam, promovem ou encaminham para aborto como um método de planejamento familiar; para proteger os direitos de consciência das organizações médicas e pessoas que trabalham nessa área, inclusive com relação ao aborto; e garantir que o Governo Federal não force os empregadores que objetam, com base em crenças religiosas ou convicções morais, a fornecer seguro para contraceptivos, inclusive aqueles que acreditam que os contraceptivos causam abortos precoces. Além disso, convidei o Congresso a agir para proibir o aborto de bebês nos últimos meses de gravidez que possam sentir dor.
Meu governo também está construindo uma coalizão internacional para combater o conceito de aborto como um direito humano fundamental. Até o momento, 24 nações representando mais de um bilhão de pessoas aderiram a essa importante causa. Nós nos opomos a qualquer projeto que tente reivindicar um direito mundial ao aborto legal financiado por quem paga impostos, até o momento do parto. E nunca nos cansaremos de defender a vida inocente — nos EUA ou no exterior.
Como nação, precisamos permanecer firmemente dedicados à profunda verdade de que toda a vida é um presente de Deus, que dá a cada pessoa valor e potencial incomensuráveis. Inúmeros americanos são defensores incansáveis da vida e campeões dos vulneráveis entre nós. Somos gratos por aqueles que apoiam mulheres que sofreram gravidezes inesperadas, por aqueles que fornecem cura para mulheres que fizeram abortos e por aqueles que acolhem crianças em suas casas por meio de adoção e assistência social de lares adotivos. No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, comemoramos o maravilhoso presente da vida e renovamos nossa determinação de construir uma cultura onde a vida é sempre reverenciada.
AGORA, POIS, EU, DONALD J. TRUMP, Presidente dos Estados Unidos da América, em virtude da autoridade que me é conferida pela Constituição e pelas leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta 22 de janeiro de 2020 como Dia Nacional da Santidade da Vida Humana. Hoje, exorto o Congresso a se unir a mim na proteção e defesa da dignidade de toda vida humana, inclusive as vidas em gestação. Exorto o povo americano a continuar cuidando de mulheres em gravidezes inesperadas e a apoiar a adoção e a assistência social de lares adotivos de maneira mais significativa, para que cada criança possa ter um lar amoroso. E, finalmente, peço a todos os cidadãos desta grande nação que ouçam o som do silêncio causado por uma geração perdida para nós e depois levantem suas vozes para todos, vistos e não vistos, os que são afetados pelo aborto.
Disso dou testemunho, pus a minha mão neste vigésimo primeiro dia de janeiro, no ano de nosso Senhor dois mil e vinte, e da Independência dos Estados Unidos da América há duzentos e quarenta e quatro anos.
DONALD J. TRUMP
Com informações da LifeNews.
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