27 de janeiro de 2020

Dia da Memória do Holocausto: Poucas pessoas sabem as consequências do antissemitismo


Dia da Memória do Holocausto: Poucas pessoas sabem as consequências do antissemitismo

Julio Severo
Uma recente pesquisa afirma que os americanos estão esquecendo o Holocausto e as consequências do antissemitismo.
O relatório do Centro de Pesquisa Pew, “O que os americanos sabem sobre o Holocausto,” disse que 45% dos quase 11.000 americanos entrevistados não sabiam que os nazistas mataram 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
O relatório fez a pergunta: “Aqueles que subestimam o número de mortes são simplesmente desinformados ou são negadores do Holocausto — pessoas com opiniões antissemitas que ‘afirmam que o Holocausto foi inventado ou exagerado pelos judeus como parte de uma conspiração para promover os interesses judaicos?’”
O Dia Internacional da Memória do Holocausto é o aniversário da data em que o Exército Vermelho da União Soviética libertou o campo de concentração nazista de Auschwitz em 27 de janeiro de 1945. Auschwitz, atualmente na Polônia, era o mais notório em um sistema de campos de morte e concentração que a Alemanha nazista operava em território ocupado por toda a Europa. Ao todo, 1,1 milhão de pessoas foram mortas ali, a maioria judeus de todo o continente europeu.
Líderes mundiais em 23 de janeiro de 2020 denunciaram a crescente ameaça do antissemitismo e prometeram nunca esquecer as lições do Holocausto em uma cerimônia solene em Israel que marcou o 75º aniversário da libertação do famoso campo de extermínio de Auschwitz.
O Fórum Mundial do Holocausto em Jerusalém, a maior cúpula de todos os tempos, atraiu mais de 45 líderes mundiais, inclusive o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier e o presidente russo Vladimir Putin. O presidente dos EUA, Donald Trump, não compareceu, mas enviou seu vice-presidente, Mike Pence. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi convidado, mas não foi e não enviou seu vice-presidente. Em 2019, ao visitar o Museu do Holocausto em Jerusalém, Bolsonaro foi corrigido por seu diretor depois de afirmar que o nazismo era um movimento de esquerda.
Entre os palestrantes estavam Steinmeier e Putin.
Steinmeier disse que estava diante da platéia “carregado com o pesado fardo histórico da culpa.”
“Os alemães os deportaram. Os alemães marcaram em brasas números nos antebraços deles. Os alemães tentaram desumanizá-los, reduzi-los a números, apagar toda a memória deles nos campos de extermínio. Eles não tiveram sucesso,” disse ele.
O extermínio nazista dos judeus nunca teria tido sucesso se não houvesse séculos de antissemitismo generalizado na Europa. Esse antissemitismo era essencialmente católico e seu símbolo de força mais proeminente é a Inquisição, que torturou e matou multidões de judeus durante séculos. Tanto o Holocausto quanto a Inquisição têm suas partes iguais de negadores hoje.
Hoje existem três ameaças antissemitas principais na Europa: islâmica, nazista e católica.
A primeira ameaça é o antissemitismo islâmico, que está muito presente nas nações islâmicas, e é uma conseqüência da enorme onda de imigrantes muçulmanos que estão invadindo a Europa. Esses imigrantes trazem consigo a mesma bagagem cultural e religiosa de antissemitismo que eles tinham em suas nações originais. É, de longe, o antissemitismo mais agressivo e expansionista hoje na Europa. Eles são negadores do Holocausto.
A segunda ameaça são simpatizantes nazistas, que se lembram do nazismo e negam o Holocausto.
A terceira ameaça é o tradicionalismo ou nacionalismo católico. É impossível separar o antissemitismo da cultura política e jurídica católica na Europa.
Uma pesquisa em 14 países europeus realizada em 2019 revelou que 25 por cento dos europeus mantêm crenças antissemitas com os poloneses os piores criminosos.
A Polônia, que hoje é a nação católica mais conservadora da Europa, está buscando um “reavivamento” católico para viver os velhos tempos católicos de sua nação. O problema é que os velhos tempos católicos na Polônia incluem bastante antissemitismo católico há 200, 400 e 500 anos.
Outro problema dos católicos tradicionalistas ou nacionalistas é que muitos deles são negadores radicais da Inquisição.
No início de 2018, a Polônia, considerada hoje um modelo de conservadorismo católico, viu uma explosão de linguagem antissemita na vida pública — na televisão pública e até por autoridades governamentais — depois que o partido católico nacionalista conservador aprovou legislação que proíbe certos tipos de discurso lembrando o Holocausto. Essa proibição atraiu comentários críticos de Israel.
A parlamentar polonesa Sylwia Spurek provocou polêmica em 21 de janeiro de 2020, depois de tuitar um desenho do artista e ativista vegano Jo Frederiks retratando vacas andando pelo corredor de um matadouro vestidas com roupas que lembram as roupas usadas pelos judeus nos campos de concentração nazistas. Essencialmente, a membro polonesa do Parlamento Europeu comparou o Holocausto ao abuso de animais.
O caso polonês é interessante porque a Polônia é um dos exemplos mais fortes de nações europeias que estão resistindo à invasão islâmica, que envolve diretamente antissemitismo. Mas o nacionalismo católico polonês envolve diretamente seu próprio tipo de antisemitismo católico tradicional. Mesmo sendo progressista, o Papa Francisco vem lutando  contra o nacionalismo e o antissemitismo. O que está acontecendo na Polônia não é aprovado por Francisco.
A pesquisa também revelou que na Ucrânia o antissemitismo, que era 32% em 2016, agora é 46%. Em 2018, a Ucrânia decidiu homenagear um líder nacionalista cujo movimento ficou do lado dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, provocando críticas do embaixador de Israel.
Uma boa maneira de honrar o Dia da Memória do Holocausto é lembrar que o antissemitismo em sua forma islâmica, nazista e católica é uma ameaça à humanidade.
Com informações da FoxNews, Jerusalem Post e DailyMail.
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25 de janeiro de 2020

Trump se tornou o primeiro presidente dos EUA a participar da Marcha pela Vida


Trump se tornou o primeiro presidente dos EUA a participar da Marcha pela Vida

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump, em 24 de janeiro de 2020, tornou-se o primeiro presidente dos EUA a comparecer pessoalmente e discursar na Marcha pela Vida, que acontece anualmente há 47 anos.
“Sabemos que toda alma humana é divina, e toda vida humana, nascida e em gestação, foi criada conforme a imagem sagrada do Deus Todo-Poderoso,” disse Trump aos milhares reunidos na Alameda Nacional em Washington DC, capital dos EUA.
Ele disse que “os bebês em gestação nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca,” mas ele não mencionou que sua defesa não inclui algumas categorias de bebês, inclusive bebês concebidos no violento ato de estupro. A líder pró-vida Rebecca Kiessling, que foi concebida em estupro, já abordou a fraqueza da postura pró-vida de Trump.
Se todos os bebês foram “criados conforme a imagem sagrada do Deus Todo-Poderoso,” por que excluir aqueles que não têm culpa de terem sido concebidos no ato violento de um estupro?
Em seu discurso, Trump elogiou bastante políticas apoiadas por evangélicos, como proteções da liberdade religiosa e a nomeação de juízes conservadores — mas, novamente, ele não mencionou nada sobre sua nomeação de juízes homossexualistas.
A Marcha pela Vida começou em 1974, quando ativistas pró-vida tentaram chamar a atenção para a decisão Roe versus Wade do Supremo Tribunal dos EUA que declarou as leis estaduais que proíbem o aborto inconstitucionais em 1973. Desde então, o aborto é legal desde a concepção até o parto nos EUA.
Até os presidentes pró-vida Ronald Reagan e George W. Bush não fizeram uma aparição pessoal na Marcha pela Vida.
Desde 1973, os EUA fizeram mais de 61 milhões de abortos, ou seja, mais de 61 milhões de bebês foram sacrificados no altar médico da conveniência.
Apesar dos esforços de Trump, 862.320 abortos ocorreram nos Estados Unidos em 2017, o primeiro ano de seu governo. No segundo ano de seu governo, aproximadamente 876.000 abortos ocorreram nos Estados Unidos em 2018. Cerca de 800.000 bebês foram assassinados em 2019.
Trump cortou cerca de 50 milhões de dólares em verbas do governo federal (dinheiro de impostos) da Federação de Planejamento Familiar, que, apesar disso, continua recebendo mais de 500 milhões  de dólares do governo Trump. Assim, enquanto os ativistas pró-vida recebem bons discursos pró-vida de Trump, os grupos pró-aborto recebem do governo Trump muito dinheiro para realizar abortos.
Embora os presidentes pró-vida dos EUA façam seus discursos, milhões de bebês americanos continuam sendo sacrificados. Se milhões de americanos inocentes sofressem massacres sistemáticos nas mãos de um grupo estrangeiro, Trump certamente enviaria drones assassinos para resolver esse problema. Aliás, no início de janeiro ele enviou drones assassinos para matar um general iraniano, e a justificativa era que ele havia matado americanos.
Se o assassinato de americanos é uma boa justificativa para o uso de drones assassinos, por que poupar os matadouros de bebês?
Entretanto, matadouros de bebês, especialmente a maior rede de abortos dos EUA, a Federação de Planejamento Familiar, matam ano a ano muitos mais americanos do que grupos terroristas islâmicos já mataram. Se esses grupos terroristas podem receber a merecida visita de drones assassinos, por que não os matadouros de bebês?
Não faz sentido enviar drones assassinos para visitar grupos terroristas islâmicos e deixar que os matadouros de bebês continuem matando milhões de americanos. Terroristas, islâmicos ou matadouros de bebês, não devem ser tratados apenas por discursos. Drones assassinos não devem ser usados apenas contra muçulmanos. Repito: matadouros de bebês matam infinitamente mais americanos inocentes do que terroristas muçulmanos.
Abaixo está uma transcrição completa dos comentários que o Presidente Donald Trump fez na Marcha pela Vida em 2020. Seu discurso marcou a primeira vez que um presidente participou da Marcha pela Vida e discursou para ela pessoalmente:
Muito obrigado e obrigado a você, Jeanne. É uma honra ser o primeiro presidente da história a participar da Marcha pela Vida. [aplausos] Estamos aqui por uma razão muito simples: defender o direito de toda criança, nascida e em gestação, de cumprir seu potencial dado por Deus. [aplausos]
Por 47 anos, americanos de todas as origens viajam de todo o país para defender a vida.
E hoje, como Presidente dos Estados Unidos, estou verdadeiramente orgulhoso de estar com vocês. [aplausos]
Quero dar as boas vindas a dezenas de milhares — é muita gente participando — dezenas de milhares de estudantes do ensino médio e universitários que fizeram longas viagens de ônibus para estar aqui na capital de nosso país. E para fazer vocês se sentirem ainda melhor, há dezenas de milhares de pessoas de fora por onde passamos. Se alguém quiser deixar sua vaga, podemos resolver isso.
Temos um tremendo grupo de pessoas lá fora. Milhares e milhares queriam entrar. Esse é um grande sucesso. [aplausos]
Os jovens são o coração da Marcha pela Vida. E é a sua geração que está fazendo os EUA uma nação pró-família e pró-vida. [aplausos]
O movimento pró-vida é liderado por mulheres fortes, incríveis líderes religiosos e estudantes corajosos que carregam o legado de pioneiros antes de nós que lutaram para conscientizar nossa nação e defender os direitos de nossos cidadãos. Vocês abraçam as mães com cuidado e compaixão. Vocês são fortalecidos pela oração e motivados pelo seu amor altruísta. Vocês são gratos e muito gratos — essas são pessoas incríveis — por se juntarem ao ministro Alex Azar e Kellyanne Conway. [aplausos]
E obrigado também aos senadores Mike Lee e James Lankford, que estão aqui. Obrigado, pessoal. E os deputados federais Steve Scalise, Chris Smith, Ralph Abraham, Warren Davidson, Bob Latta, John Joyce, Lloyd Smucker, Brian Fitzpatrick e Brad Wenstrup. Obrigado a todos. Eu tenho de dizer — e eu olho e vejo exatamente — temos muito mais políticos na platéia. Mas se vocês não se importarem, eu não vou apresentá-los todos.
Todos nós aqui entendemos uma verdade eterna: toda criança é um dom precioso e sagrado de Deus. [aplausos] Juntos, devemos proteger, valorizar e defender a dignidade e a santidade de toda vida humana. [aplausos]
Quando vemos a imagem de um bebê no útero, vislumbramos a majestade da criação de Deus. [aplausos] Quando seguramos um recém-nascido em nossos braços, conhecemos o amor infinito que cada criança traz para uma família. Quando observamos uma criança crescer, vemos o esplendor que irradia de cada alma humana. Uma vida muda o mundo — da minha família, e posso dizer, eu envio amor e envio muito, muito amor — e desde o primeiro dia no cargo, tomei uma ação histórica de apoiar as famílias dos EUA e proteger os bebês em gestação. [aplausos]
E durante minha primeira semana no cargo, restabeleci e ampliei a Política da Cidade do México e publicamos uma lei pró-vida de referência para governar o uso do financiamento de impostos da Lei Título X. Notifiquei o Congresso que vetaria qualquer legislação que enfraquecesse a política pró-vida ou que incentivasse a destruição da vida humana. [aplausos]
Na ONU, deixei claro que os burocratas globais não têm direito de atacar a soberania das nações que protegem a vida inocente. [aplausos] Os bebês em gestação nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca. [aplausos]
Como a Bíblia nos diz, cada pessoa foi criada de forma maravilhosa. [aplausos]
Tomamos medidas decisivas para proteger a liberdade religiosa — tão importante — a liberdade religiosa tem sido atacada em todo o mundo e, francamente, fortemente atacada em nossa nação. Vocês veem isso melhor do que ninguém. Mas nós estamos parando isso. E estamos cuidando de médicos, enfermeiras, professores e grupos como as Irmãzinhas dos Pobres. [aplausos]
Estamos preservando a adoção religiosa de crianças e, para defender os documentos dos fundadores dos EUA, nomeamos 187 juízes federais, que aplicam a consulta conforme está escrita, inclusive dois fenomenais juízes da Suprema Corte — Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh. [aplausos]
Estamos protegendo os direitos dos estudantes pró-vida à liberdade de expressão nas universidades. E se as universidades querem dólares de impostos federais, precisam defender seu direito de Primeira Emenda de expressar sua opinião. E se não o fizerem, pagam uma multa financeira muito grande, que não estarão dispostos a pagar. [aplausos]
Infelizmente, a extrema esquerda está trabalhando para apagar nossos direitos dados por Deus, fechar instituições religiosas de caridade, banir líderes religiosos do espaço público e silenciar os americanos que acreditam na santidade da vida. Eles estão me perseguidno porque estou lutando por vocês e estamos lutando por aqueles que não têm voz. E venceremos porque sabemos como vencer. [aplausos] Todos nós sabemos como vencer. Todos sabemos como vencer. Vocês estão vencendo há muito tempo. Vocês estão vencendo há muito tempo.
Juntos, somos a voz dos que não têm voz. Quando se trata de aborto — e vocês sabem disso, já viram o que aconteceu — os democratas adotam as posturas mais radicais e extremas adotadas e vistas neste país há anos e décadas, e vocês podem até dizer, há séculos.
Quase todos os principais democratas do Congresso agora apoiam o aborto financiado por impostos até o momento do nascimento. No ano passado, os legisladores de Nova Iorque aplaudiram com satisfação a aprovação de lei que permitiria que um bebê fosse arrancado do útero da mãe até o momento do parto.
Então, tivemos o caso do governador democrata no estado da Virgínia, a comunidade da Virgínia. E nós amamos a comunidade da Virgínia, mas o que está acontecendo na Virgínia? O que está acontecendo? O governador afirmou que executaria um bebê depois do nascimento. Vocês se lembram disso.
Os democratas do Senado chegaram a bloquear a legislação que daria assistência médica a bebês que sobrevivem a tentativas de aborto. E foi por isso que convoquei o Congresso — dois de nossos grandes senadores aqui, tantos de nossos congressistas aqui — os convidei a defender a dignidade da vida e a aprovar uma legislação que proíbe o aborto de bebês nos últimos três meses de gestação que podem sentir dor no ventre de sua mãe. [aplausos]
Neste ano, a Marcha pela Vida está comemorando o 100º aniversário da 19ª emenda, que consagrou para sempre o direito de voto das mulheres nos Estados Unidos e concedido pela constituição dos Estados Unidos. Um evento tão grande. Hoje, milhões de mulheres extraordinárias nos EUA estão usando o poder de seus votos para lutar pelo direito e por todos os seus direitos, conforme indicado na Declaração de Independência — é o direito à vida. [aplausos]
A todas as mulheres aqui hoje, sua devoção e sua liderança elevam toda a nação e agradecemos por isso. As dezenas de milhares de americanos reunidos hoje não apenas defendem a vida — é realmente aqui que eles a defendem com tanto orgulho juntos. E quero agradecer a todos por isso. Vocês defendem a vida todos os dias. Vocês fornecem moradia, educação, emprego e assistência médica às mulheres que vocês servem. Vocês encontram famílias amorosas para crianças que precisam de um lar para sempre. Vocês fazem chás de bebê para mães que estão grávidas. Vocês fazem — vocês apenas fazem da missão da sua vida ajudar a espalhar a graça de Deus.
E para todas as mães aqui hoje, celebramos vocês e declaramos que as mães são heroínas. [aplausos] Sua força, devoção e estímulo é o que dá energia à nossa nação. Por sua causa, nosso país foi abençoado com almas incríveis que mudaram o curso da história da humanidade.
Não podemos saber o que nossos cidadãos em gestação realizarão. Os sonhos que eles vão imaginar. As obras-primas que eles criarão. As descobertas que eles farão. Mas sabemos disso: toda vida traz amor para este mundo. Toda criança traz alegria a uma família. Vale a pena proteger toda pessoa.
E, acima de tudo, sabemos que toda alma humana é divina e toda vida humana, nascida e em gestação, foi criada conforme a imagem santa do Deus Todo-Poderoso. [aplausos]
Juntos, defenderemos essa verdade em toda a nossa terra magnífica. Vamos liberar os sonhos do nosso povo. E com esperança determinada, esperamos ansiosamente todas as bênçãos que virão da beleza, talento, propósito, nobreza e graça de todas as crianças americanas.
Eu quero agradecer a vocês. Este é um momento muito especial. É ótimo representar vocês. Eu amo todos vocês. [aplausos] E digo com uma verdadeira paixão: obrigado, que Deus os abençoe e que Deus abençoe os EUA. Obrigado a todos. Obrigado. [aplausos]
Com informações do WorldNetDaily e LifeNews.
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23 de janeiro de 2020

Presidente Donald Trump proclama 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”


Presidente Donald Trump proclama 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”

Julio Severo
Desde que o aborto foi legalizado nos Estados Unidos em 1973, os presidentes dos EUA seguem uma longa tradição em que presidentes esquerdistas elogiam o aborto e presidentes direitistas elogiam a vida.
Os presidentes direitistas proclamam 22 de janeiro “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana,” assim como o presidente dos EUA, Donald Trump, fez em 2020. O primeiro presidente a fazer tal proclamação foi Ronald Reagan em 1984. Essa proclamação foi continuada sob George H.W. Bush e George W. Bush, e foi descontinuada sob Bill Clinton e Barack Hussein Obama.
Trump voltou a proclamá-la.
Embora Trump tenha comemorado o declínio no número e no índice de abortos nos Estados Unidos, a maior parte desse declínio não parece resultar exclusivamente de esforços pró-vida. Cada vez menos mulheres americanas estão tendo bebês. Até os CDCs (uma espécie de Ministério da Saúde dos EUA) reconhecem que o índice de natalidade nos EUA está em queda recorde. Aliás, os EUA estão enfrentando a menor taxa de natalidade de sua história, o que significa que há menos nascimentos e, consequentemente, menos abortos.
A principal causa da baixa taxa de natalidade nos EUA é a contracepção, apoiada por uma mentalidade contraceptiva que sempre leva ao aborto. Então, se os americanos podem celebrar a diminuição do aborto, como ter uma verdadeira celebração quando o nascimento de bebês americanos está em queda recorde?
O aborto foi legalizado bem debaixo do governo do presidente republicano Richard Nixon.
Pessoas de outras nações poderiam argumentar: “Mas esses eventos afetam apenas os EUA, não o mundo.” Imediatamente depois da legalização do aborto nos EUA, a CIA, o Departamento de Estado e a USAID sob um governo republicano produziram o NSSM 200, delineando estratégias para o governo dos EUA reduzir a população mundial principalmente por meio de contracepção.
Sob o NSSM 200, o governo dos EUA trabalhou para reduzir a população de várias nações, e uma das principais nações marcadas foi o Brasil, que hoje está enfrentando um declínio de nascimentos — exatamente como o NSSM 200 planejou. Os EUA sob Trump não podem reverter o que um governo republicano começou?
Trump deveria trabalhar não apenas para acabar com o aborto, mas também para terminar e reverter as políticas de controle populacional do governo dos EUA, desde a década de 1970.
Seria tão importante se Trump se tornasse o primeiro presidente dos EUA a reconhecer os males da contracepção na sociedade dos EUA e no mundo e incentivasse as pessoas a valorizar famílias numerosas. No entanto, sua disposição de continuar a tradição de Reagan reconhecendo o “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana” também é muito importante.
Abaixo está o texto completo da Proclamação do Presidente Trump:
Todas as pessoas — que já nasceram e estão em gestação, pobres, abatidos, deficientes, enfermos e idosos — têm valor inerente. Embora cada jornada seja diferente, nenhuma vida é sem valor ou é irrelevante; os direitos de todas as pessoas devem ser defendidos. No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, nossa Nação reafirma com orgulho e firmeza nosso compromisso de proteger o presente precioso da vida em todos os estágios, desde a concepção até a morte natural.
Recentemente, vimos diminuições no número e índice total de abortos em nosso país. Entre 2007 e 2006, o período mais recente de análise, o número e a taxa de abortos diminuíram 24% e 26%, respectivamente. O índice de gravidezes na adolescência — a grande maioria das quais não é planejada — diminuiu quase continuamente no último quarto de século, contribuindo para a menor taxa de abortos entre as adolescentes desde a legalização do aborto em 1973. Todos os americanos devem comemorar esse declínio no número e taxa de abortos, o qual representa vidas salvas. No entanto, há muito para se fazer e, como Presidente, continuarei lutando para proteger a vida dos bebês em gestação. Sancionei lei sob a Lei de Revisão do Congresso, que permite aos Estados e outros beneficiários excluir organizações que realizam abortos de seus projetos da Lei Título X. Meu governo também fez regulamentos para garantir que os projetos de planejamento familiar da Lei Título X sejam claramente separados dos projetos que realizam, promovem ou encaminham para aborto como um método de planejamento familiar; para proteger os direitos de consciência das organizações médicas e pessoas que trabalham nessa área, inclusive com relação ao aborto; e garantir que o Governo Federal não force os empregadores que objetam, com base em crenças religiosas ou convicções morais, a fornecer seguro para contraceptivos, inclusive aqueles que acreditam que os contraceptivos causam abortos precoces. Além disso, convidei o Congresso a agir para proibir o aborto de bebês nos últimos meses de gravidez que possam sentir dor.
Meu governo também está construindo uma coalizão internacional para combater o conceito de aborto como um direito humano fundamental. Até o momento, 24 nações representando mais de um bilhão de pessoas aderiram a essa importante causa. Nós nos opomos a qualquer projeto que tente reivindicar um direito mundial ao aborto legal financiado por quem paga impostos, até o momento do parto. E nunca nos cansaremos de defender a vida inocente — nos EUA ou no exterior.
Como nação, precisamos permanecer firmemente dedicados à profunda verdade de que toda a vida é um presente de Deus, que dá a cada pessoa valor e potencial incomensuráveis. Inúmeros americanos são defensores incansáveis da vida e campeões dos vulneráveis entre nós. Somos gratos por aqueles que apoiam mulheres que sofreram gravidezes inesperadas, por aqueles que fornecem cura para mulheres que fizeram abortos e por aqueles que acolhem crianças em suas casas por meio de adoção e assistência social de lares adotivos. No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, comemoramos o maravilhoso presente da vida e renovamos nossa determinação de construir uma cultura onde a vida é sempre reverenciada.
AGORA, POIS, EU, DONALD J. TRUMP, Presidente dos Estados Unidos da América, em virtude da autoridade que me é conferida pela Constituição e pelas leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta 22 de janeiro de 2020 como Dia Nacional da Santidade da Vida Humana. Hoje, exorto o Congresso a se unir a mim na proteção e defesa da dignidade de toda vida humana, inclusive as vidas em gestação. Exorto o povo americano a continuar cuidando de mulheres em gravidezes inesperadas e a apoiar a adoção e a assistência social de lares adotivos de maneira mais significativa, para que cada criança possa ter um lar amoroso. E, finalmente, peço a todos os cidadãos desta grande nação que ouçam o som do silêncio causado por uma geração perdida para nós e depois levantem suas vozes para todos, vistos e não vistos, os que são afetados pelo aborto.
Disso dou testemunho, pus a minha mão neste vigésimo primeiro dia de janeiro, no ano de nosso Senhor dois mil e vinte, e da Independência dos Estados Unidos da América há duzentos e quarenta e quatro anos.
DONALD J. TRUMP
Com informações da LifeNews.
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22 de janeiro de 2020

Batwoman (mulher morcego) torna-se Batlesbian (lésbica morcego): como super-heróis são usados na máquina de propaganda LGBTQ para normalizar a sodomia para adolescentes


Batwoman (mulher morcego) torna-se Batlesbian (lésbica morcego): como super-heróis são usados na máquina de propaganda LGBTQ para normalizar a sodomia para adolescentes

Julio Severo
A Gestapo LGBTQ trata como “crime” qualquer sinal de um homem renunciando à homossexualidade, mas o ativismo LGBTQ faz o que quiser com quem quiser. O ativismo LGBTQ vem usando personagens amados de super-heróis que muitos americanos cresceram lendo nas revistas em quadrinhos para propagar um estilo de vida contrário ao sexo biológico.
Em 19 de janeiro de 2020, o episódio da série de televisão Batwoman da CW, a Batwoman (mulher morcego), representada pela atriz Ruby Rose, anunciou ao mundo o que os propagandistas gays chamam de “orientação sexual” — ela agora é Batlesbian (lésbica morcego).
Para quem não acompanha o universo do Batman, Batwoman é realmente Kat Kane, prima de Bruce Wayne, cujo alter ego é Batman.
Batwoman conta a uma adolescente sobre si mesma depois de ouvir sobre os pais da adolescente recusando aceitar sua homossexualidade. Na verdade, isso foi pura propaganda para incentivar adolescentes confusos sobre sua sexualidade biológica. Normalmente, quando os adolescentes ficam confusos sobre drogas, os pais e outros adultos sábios os incentivam a evitar as drogas.
A homossexualidade não é menos viciante e destrutiva do que as drogas. A maneira de ajudar os adolescentes a evitar comportamentos viciantes e destrutivos é incentivá-los por lei e propaganda. Em dezembro de 2019, o presidente Donald Trump aumentou a idade legal para fumar de 18 para 21 anos para cigarros comuns e eletrônicos para proteger os jovens dos males do fumo.
Enquanto nenhuma medida semelhante for lançada para proteger os jovens, exploradores e predadores gays continuarão usando suas estratégias para transformar tudo em LGBTQ para influenciar e impactar os adolescentes. Eles não vão parar. Assim como as grandes empresas de cigarros, a propaganda deles deve ser parada.
A série Batwoman estreou em outubro de 2019 na CW e foi promovida como a primeira série de super-heróis da história da televisão americana a apresentar um personagem LGBTQ declarado como personagem central.
Eles não vão parar de lançar e transformar personagens tradicionais de super-heróis em propagandistas LGBTQ até que sejam parados.
Se a Rússia conseguiu proibir a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, por que os EUA não podem seguir esse bom exemplo para proteger crianças e adolescentes americanos?
Com informações de Charisma.
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20 de janeiro de 2020

Impunidade saudita em solo americano: FBI revela que Arábia Saudita ajuda seus cidadãos a escapar dos EUA após crimes sérios, enquanto autoridades americanas fazem vista grossa


Impunidade saudita em solo americano: FBI revela que Arábia Saudita ajuda seus cidadãos a escapar dos EUA após crimes sérios, enquanto autoridades americanas fazem vista grossa

Julio Severo
Um recente relatório do FBI revelou que a ditadura islâmica da Arábia Saudita “quase certamente” ajuda seus cidadãos a escapar de processos por crimes graves dos quais eles são acusados nos EUA, e as autoridades americanas têm feito vista grossa há anos.
“É improvável que as autoridades (sauditas) alterem essa prática no curto prazo, a menos que o governo dos EUA (USG) lide diretamente com essa questão com a (Arábia Saudita) e vincule a cooperação dos EUA nas prioridades (sauditas) a interromper essa atividade,” de acordo com o FBI.
É a primeira vez que um órgão da polícia federal americana reconhece a prática “secreta” da Arábia Saudita.
Para piorar as coisas, se um saudita que cometeu um crime nos EUA escapar para a Arábia Saudita, não há chance de justiça. Embora sejam aliados, os EUA e a Arábia Saudita não têm um tratado de extradição, tornando difícil e improvável que um cidadão saudita acusado de um crime nos EUA seja liberado sem pressão diplomática ou política.
Entre os casos em que a Arábia Saudita ajuda seus cidadãos a escapar da justiça nos EUA, há um estudante saudita que matou uma menina americana de 15 anos no Oregon há quase quatro anos.
Abdulrahman Sameer Noorah, 21, deveria ser julgado em Portland em junho de 2017, mas desapareceu nove dias antes da data do início do julgamento.
Ele estava sob fiança sob uma única acusação de homicídio culposo por supostamente matar Fallon Smart, atropelando-a enquanto ela atravessava a rua em 19 de agosto de 2016.
Noorah, que estava estudando com uma bolsa de estudos na Faculdade Comunitária Portland, estava dirigindo com uma licença suspensa na época.
Apesar dos pedidos das famílias de Fallon para o tribunal negar-lhe a fiança, ela foi fixada em US$ 1 milhão e um décimo, US$ 100.000, foi pago pela embaixada da Arábia Saudita em Los Angeles, ocasionando sua libertação.
As condições de sua libertação declaravam que ele precisava permanecer em prisão domiciliar. Como parte de suas condições de fiança, Noorah foi forçado a entregar seu passaporte.
No entanto, nove dias antes do início do julgamento, a polícia descobriu que a tornozeleira eletrônica que ele foi forçado a usar havia sido removida e não conseguiu encontrá-lo.
Acredita-se que ele fugiu depois em um jato particular com a ajuda do consulado saudita. Ele desapareceu depois de ser pego na faculdade em um SUV preto.
As autoridades dos EUA suspeitam que Noorah tenha usado um passaporte ilícito para fugir para a Arábia Saudita em um jato particular fornecido pelo consulado saudita.
Autoridades sauditas confirmaram às autoridades americanas que Noorah havia retornado à Arábia Saudita sete dias depois que ele desapareceu.
Funcionários do Departamento de Segurança Nacional dos EUA e do Serviço de Agentes Policiais Federais dos EUA estão certos de que o governo saudita se envolveu na fuga de Noorah.
Uma investigação do jornal The Oregonian revelou que outros quatro estudantes sauditas, que estudavam no Oregon e enfrentavam circunstâncias semelhantes às de Noorah, também fugiram dos EUA nos últimos anos.
Todos eram jovens estudando em uma das faculdades ou universidades públicas do Oregon, com assistência da Arábia Saudita.
Waleed Ali Alharthi, que era estudante da Universidade Estadual do Oregon, foi encontrado com posse de pornografia infantil em abril de 2015.
A polícia disse que encontrou vídeos pornográficos em seu laptop envolvendo crianças. Ele foi preso e indiciado em 10 acusações de incentivar abuso sexual infantil.
O consulado também pagou sua fiança de US$ 500.000. Mais tarde, ele fugiu. Ele foi levado da Cidade do México para Paris e para a Arábia Saudita.
Em um caso semelhante, alguns anos antes, Abdulaziz Al Duways foi preso em dezembro de 2014 por estupro de uma colega de classe na Universidade Ocidental do Oregon.
Ele foi acusado de estupro e preso com uma fiança de US$ 500.000. Dias depois, um funcionário do consulado saudita pagou sua fiança e Al Duways desapareceu antes de enfrentar o tribunal.
Em 2012, o estudante da Universidade Estadual de Oregon, Ali Hussain Alhamoud, foi formalmente acusado de estuprar uma jovem.
Ele foi libertado sob fiança, paga pelo governo saudita, e voltou para a Arábia Saudita no mesmo dia.
Sami Suliman Almezaini, do condado de Gallatin, Montana, foi formalmente acusado de estuprar sua colega de quarto em julho de 2017, no mesmo mês em que desapareceu.
Saud Alabdullatif, do condado de Spokane, Washington, desapareceu em maio de 2016. Ele havia sido formalmente acusado de estupro forçado em segundo grau e prisão ilegal depois de forçar uma mulher a fazer sexo oral com ele naquele mês.
Abdullah Almakrami, de Milwaukee, Wisconsin, desapareceu um mês depois de ter violentado sexualmente uma mulher em março de 2014.
Hani Alshammary, do Condado de Erie, Pensilvânia, foi formalmente acusado de volentar sexualmente uma mulher em abril de 2014.
Ele foi formalmente acusado de tentativa de estupro, compulsão forçada, restrição ilegal, assédio e conduta desordeira.
Fahad Al Ghuwainem, de Oklahoma City, Oklahoma, desapareceu em dezembro de 2014, dois meses depois de ter estuprado um homem com um cúmplice masculino depois que os três se encontraram em um bar gay.
Siraj Marakeey, do condado de Snohomish, Washington, desapareceu em julho de 1991. Ele foi formalmente acusado de estupro em primeiro grau por violentar sexualmente uma criança em junho de 1991.
Esses não são os únicos crimes sauditas ignorados pelas autoridades americanas. Existem crimes muito maiores. Há o atentado contra os EUA em 11 de setembro de 2001, cometido principalmente por terroristas sauditas. No entanto, a Arábia Saudita “avisou que começaria a vender até US$ 750 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA e outros ativos se o Congresso dos EUA aprovar uma lei que permite que a Arábia Saudita seja responsabilizada nos tribunais dos EUA pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.”
Se iranianos estuprassem e matassem americanos em solo americano, seria impossível escaparem dos EUA, especialmente com a ajuda da embaixada e consulados iranianos.
Se iranianos tivessem cometido o atentado contra os EUA em 11 de setembro de 2001, seria impossível o Irã escapar das intervenções militares dos EUA.
A Arábia Saudita fica impune por qualquer um de seus crimes porque é “um dos maiores credores estrangeiros dos EUA.”
Portanto, essa é a razão pela qual as forças armadas dos EUA mobilizam milhares de jovens americanos para morrer “patrioticamente” pelos sauditas. E por amor aos sauditas, o exército dos EUA mata. Mataram um general iraniano — obviamente, para agradar aos sauditas, que odeiam iranianos.
Em seu artigo “Dívida deixou os EUA presos aos petrodólares… e à Arábia Saudita,” o autor Ryan McMaken disse:
“Mas por que os EUA deveriam continuar a apoiar com tanta força esse regime ditatorial? Certamente, essas relações estreitas não podem ser devido a algum apoio americano à democracia e aos direitos humanos. O regime saudita é um dos regimes mais intolerantes e antidemocrático do mundo. Sua classe dominante tem sido repetidamente conectada a grupos terroristas islâmicos, com a revista Foreign Policy no ano passado chamando a Arábia Saudita de ‘o coração pulsante do wahabismo — o credo religioso absolutista e rígido que ajudou a semear as cosmovisões da al-Qaeda e do Estado Islâmico.’ …A resposta está no fato de a Arábia Saudita estar no centro dos esforços dos EUA para manter o dólar como moeda de reserva mundial e garantir a demanda global pela dívida dos EUA.”
Em 1974, os EUA fizeram um acordo do diabo com a Arábia Saudita: a Arábia Saudita e seus aliados islâmicos usariam apenas dólares para suas transações de petróleo, fortalecendo o dólar como moeda mundial, e os EUA protegeriam a Arábia Saudita de seus inimigos geopolíticos. O acordo também incluía que a Arábia Saudita tinha de investir nos EUA e comprar a enorme dívida dos EUA. A Arábia Saudita fez isso e, como resultado, os EUA estão, através de suas próprias dívidas, escravizados à Arábia Saudita.
Então, não é de admirar que, o que quer que a Arábia Saudita faça nos EUA, contra os EUA, contra outras nações e contra os cristãos, o governo dos EUA apenas faça vista grossa. Aliás, os EUA não apenas fazem vista grossa, mas também olham positivamente para os sauditas, mesmo quando nada é positivo. O secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo, quando era diretor da CIA, visitou a Arábia Saudita para recompensá-los por seus esforços “contra o terrorismo.” Será que ele acrescentou “bom comportamento” para os sauditas envolvidos no atentado contra os EUA em 11 de setembro de 2001? Essa recompensa não foi resultado da realidade. Foi o ato de uma nação em dívida agradando ao seu credor.
Pompeo, que é evangélico, viajou para a Arábia Saudita representando o governo americano e o Cristianismo, porque qualquer que seja o cargo que tenhamos, não podemos dissociar nosso Cristianismo dele. A recompensa anti-realidade foi dada por um cidadão dos EUA representando o governo e os evangélicos dos EUA.
É de se admirar que igrejas estejam fechando e mesquitas estejam sendo abertas nos EUA? A resposta pode estar no acordo moral e espiritualmente desastroso dos EUA com a Arábia Saudita, onde os EUA estão escravizados à Arábia Saudita por meio de uma dívida enorme e profunda. A resposta pode estar também em evangélicos americanos, como Pompeo, aceitando que os EUA se submetam a uma ditadura islâmica terrorista. Pat Robertson, um dos líderes evangélicos mais proeminentes dos EUA, desculpou completamente os enormes acordos dos EUA em que armas americanas são vendidas e transferidas para a Arábia Saudita — para ajudar e favorecer crimes sauditas, inclusive crimes contra os cristãos.
Os EUA com seus evangélicos passarão toda a eternidade agradando a seus credores terroristas sauditas?
Com informações do DailyMail e Zero Hedge.
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