31 de dezembro de 2020

Presidente Jair Bolsonaro condena legalização do aborto na Argentina

 

Presidente Jair Bolsonaro condena legalização do aborto na Argentina

Julio Severo

Em comentário em sua conta de Twitter em 30 de dezembro de 2020, o Presidente Jair Bolsonaro disse sobre a legalização do aborto na Argentina:

“Lamento profundamente pelas vidas das crianças argentinas, agora sujeitas a serem ceifadas no ventre de suas mães com anuência do Estado. No que depender de mim e do meu governo, o aborto jamais será aprovado em nosso solo. Lutaremos sempre para proteger a vida dos inocentes!”



A preocupação dele com as vidas dos bebês que serão mortos na Argentina é uma atitude nobre. Mas a declaração dele de que, no que depender dele, o aborto jamais será legalizado no Brasil é uma atitude muito mais nobre.

São essas atitudes nobres que me fazem ficar feliz com o voto que dei a ele, embora eu fique triste com atitudes dele em outras questões que não são tão nobres.

Contudo, como não elogiar um presidente que diz “Lutaremos sempre para proteger a vida dos inocentes!”?

Muitas vezes, presidentes preferem não interferir nas questões de outros países. Mas o aborto é questão de morte de inocentes e merece ser tratada internacionalmente.

Damares Alves, a ministra dos Direitos Humanos, também opinou. Ela disse:

“Agradeço a Deus por nosso país ser majoritariamente pró-vida. Nosso governo trabalha para proteger a vida de nossas crianças antes mesmo de elas nascerem. Essa é a vontade do povo. Essa é nossa missão: educar para o planejamento familiar e lutar pelo fim da violência sexual.”



Sua declaração pró-vida foi nobre, mas se a tal “educação de planejamento familiar” fosse a solução contra o aborto, os EUA, que são hoje uma das sociedades mais contraceptivas do mundo, não teriam nenhum aborto legal. É exatamente o contrário. Os EUA são extremamente contraceptivos e abortistas. Como já dizia o Pe. Paul Marx, presidente da entidade Vida Humana Internacional, “a mentalidade contraceptiva leva ao aborto.”

Aliás, a maior entidade de educação sexual e planejamento familiar do mundo, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF), é também a maior entidade promotora do aborto em todo o mundo. Nos EUA, a maior rede de clínicas de aborto pertence à Federação de Planejamento Familiar Americana, filiada à IPPF, ambas fundadas pela católica teosofista americana Margaret Sanger, que inventou o termo “controle da natalidade” e foi a principal apoiadora da criação da pílula anticoncepcional.

Então, achar que a contracepção, que é essencialmente anti-bebê, é a solução contra o aborto é pura ilusão.

Provavelmente, Damares louvou o planejamento familiar porque Bolsonaro é conhecido como defensor ferrenho da contracepção há muitos anos. Aliás, ele mesmo, já no terceiro casamento, confessou que fez vasectomia em janeiro de 2020, para não ter mais com a atual esposa evangélica nenhum filho. Ele só tem uma filha com ela.

Ainda que seja mais fácil o Brasil condenar o aborto na Argentina pelo fato de que ambos países não são nucleares, é muito mais difícil o governo Bolsonaro condenar o aborto nos EUA, onde esse procedimento, que foi legalizado em 1973, vem torturando e assassinando cerca de 1 milhão de bebês por ano, desde o momento da concepção até o dia do parto.

Os EUA, que desde 1973 já mataram cerca de 60 milhões de bebês em clínicas de aborto, têm uma das leis de aborto mais crueis e draconianas do mundo, mas como os EUA são a maior superpotência nuclear do mundo, nenhuma nação ousa criticar o aborto legalizado nos EUA.

Fica a dica para Bolsonaro. Em 22 de janeiro de 2021, os EUA lembrarão os 48 anos da legalização aborto em seu solo agora encharcado do sangue de bebês inocentes. Embora o Brasil não seja uma nação nuclear, espero que Bolsonaro tenha coragem “atômica” para condenar todo esse sangue derramado em solo americano sob a proteção de leis americanas.

Fonte: www.juliosevero.com

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30 de dezembro de 2020

Ed René Kivitz, em nova polêmica, diz que seguir Jesus é mais importante do que adorá-Lo, mas em vez de adoração, ele usou o termo “veneração,” aplicado geralmente a religiões pagãs e idólatras

 

Ed René Kivitz, em nova polêmica, diz que seguir Jesus é mais importante do que adorá-Lo, mas em vez de adoração, ele usou o termo “veneração,” aplicado geralmente a religiões pagãs e idólatras

Julio Severo

Em nova polêmica, o pastor batista ultra-esquerdista Ed René Kivitz disse no Twitter em 26 de dezembro de 2020:

“Jesus nos pediu várias vezes que o seguíssemos, e nem uma vez que o venerássemos. [Richard Rohr]”



Todos os apóstolos que seguiram Jesus O adoraram logo que entenderam que Ele era Deus. Mas Kivitz parece interpretar que tal adoração é “veneração,” como se fosse uma espécie de idolatria.

O termo “veneração” é muito usado como adoração negativa, especialmente no caso de idolatria e paganismo. Usar esse termo em referência a Jesus e seus seguidores é uma tremenda falta de respeito para com eles.

Talvez Kivitz esteja usando temas polêmicos para aumentar sua visibilidade e glória pessoal, em vez de aumentar a visibilidade de Jesus e Sua glória.

Em resposta ao tuíte de Kivitz, eu disse a ele:

“Os onze discípulos rumaram para a Galiléia, em direção ao monte que Jesus lhes determinara. Assim que o viram, prostraram-se e o ADORARAM, mas alguns ficaram em dúvida.” (Mateus 28:16-17 King James Atualizada) Você é da turma que duvida.



Em outro tuíte, eu disse ao Kivitz:

Ed, se você continuar seguindo o apóstata Caio Fábio e venerando a Teologia da Missão Integral, você nunca conseguirá seguir Jesus e adorá-Lo acima de todas as coisas. “Tende muito cuidado para que ninguém vos escravize a vãs e enganosas filosofias.” (Colossenses 2:8 King James Atualizada)



Quem adora Jesus O segue e quem O segue O adora. “Veneração” a Jesus poderia se aplicar a católicos que dizem adorar Jesus, quando na verdade veneram também muitas outras criaturas, inclusive Maria. Mas em nenhum lugar de seu tuíte Kivitz disse que sua mensagem se aplicava aos católicos.

Kivitz não olhou para sua própria alma antes de comentar. Ele segue o apóstata Caio Fábio e venera a Teologia da Missão Integral (TMI), a versão protestanta da Teologia da Libertação. Não dá para seguir a TMI sem venerá-la nem venerá-la sem segui-la. Kivitz é prova disso.

Em ainda outro tuíte, eu disse ao Kivitz:

Ed, um marxista ateu louvou você e Caio Fábio, não porque ele goste do Evangelho de Jesus Cristo, mas porque ele gosta da teologia marxista que vocês dois veneram: a Teologia da Missão Integral. Veja: https://bit.ly/3mGStES



Richard Rohr, que foi citado como autor original da declaração sobre “veneração,” é padre católico defensor da Teologia da Libertação. Kiviz, que começou como venerador da TMI, agora venera os defensores descarados da Teologia da Libertação na Igreja Católica.

Não estou surpreso que um padre da Teologia da Libertação ache que adoração a Jesus é “veneração.” Sua interpretação marxista provavelmente é que seguir a Jesus é seguir ideias marxistas. Por isso, as pessoas que adoram Jesus são tratadas por ele como “veneradoras” exatamente por rejeitarem o marxismo.

A Teologia da Libertação é puro marxismo católico. O venerador marxista Rohr é incapaz de enxergar sua própria veneração ideológica e busca defeito em cristãos que não seguem seu marxismo católico.

Qual é então a razão para Kivitz citar um venerador católico da Teologia da Libertação como se esse marxista idólatra fosse uma boa fonte do que é a verdadeira prática do Cristianismo?

Kivitz se tornou muito conhecido não porque televangelistas como Silas Malafaia lhe deram palco. Ele ficou famoso nacionalmente porque calvinistas (que preferem o rótulo de “reformados,” embora precisem urgentemente de amplas e profundas reformas) lhe deram palcos privilegiados.

Em 2013, enquanto o Rev. Augustus Nicodemus era chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, vários nomes proeminentes da Teologia da Missão Integral foram palestrantes em evento nacional de jovens nessa universidade calvinista. Kiviz foi um deles.

Enquanto Kivitz usa a fama que os reformados lhe deram para seguir Caio Fábio e venerar a Teologia da Missão Integral, eu sigo e adoro Jesus. Não preciso seguir Caio Fábio ou outro apóstata. Não preciso venerar ideologias socialistas enfeitadas com falso cristianismo. Jesus é suficiente para mim.

Quando Jesus não é suficiente para alguém, inclusive um pastor espiritualmente oco e vazio, a adoração a Jesus se torna vazia e oca como a vida dele. É desse vazio da alma que ele trata adoração a Jesus como “veneração,” equiparando a um culto idólatra.

É desse vazio da alma que Kivitz anda dizendo absurdos, inclusive que a Bíblia precisa ser atualizada na questão homossexual, como se Deus tivesse errado ao condenar esse pecado que Ele claramente chama de abominação em Levítico 18:22.

Como Kivitz conseguirá preencher seu vazio espiritual com Jesus e verdadeira adoração a Ele quando sua mente e coração seguem apóstatas e socialistas e veneram filosofias e ideologias humanas?

Fonte: www.juliosevero.com

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29 de dezembro de 2020

Cientista europeu renomado: COVID-19 foi criado em laboratório da China, vacina eficaz “improvável”

 

Cientista europeu renomado: COVID-19 foi criado em laboratório da China, vacina eficaz “improvável”

Professor Giuseppe Tritto, especialista internacionalmente conhecido em biotecnologia e nanotecnologia, diz que o Vírus da China definitivamente não foi uma aberração da natureza que cruzou a barreira das espécies do morcego ao homem.

Steven Mosher

Não será possível os especialistas médicos do mundo rejeitarem o Professor Giuseppe Tritto como um excêntrico. Ele não apenas é um especialista internacionalmente conhecido em biotecnologia e nanotecnologia com uma carreira acadêmica estelar, mas também é o presidente da Academia Mundial de Ciências e Tecnologias Biomédicas (AMCTB), uma instituição fundada sob a égide da UNESCO em 1997.

Giuseppe Tritto


Em outras palavras, ele é um homem de considerável estatura na comunidade científica mundial. Tão importante quanto, um dos objetivos da AMCTB é analisar o efeito das biotecnologias — como a engenharia genética — na humanidade.

Em seu novo livro, esse cientista de nível internacional faz exatamente isso. E o que ele diz é que o Vírus da China definitivamente não foi uma aberração da natureza que cruzou a barreira das espécies do morcego ao homem. Ele foi geneticamente modificado no laboratório P4 (alta contenção) do Instituto de Virologia de Wuhan em um programa supervisionado pelos militares chineses.

O livro do Prof. Tritto, que atualmente está disponível apenas em italiano, é chamado “Cina COVID 19: La Chimera che ha cambiato il Mondo” (China COVID 19: A quimera que mudou o mundo). Foi publicado em 4 de agosto por uma grande editora italiana, Edizioni Cantagalli, que coincidentemente também publicou a edição italiana de um de meus livros, Controle de População (Controllo Demografico em italiano) há vários anos.

O que diferencia o livro do Prof. Tritto é o fato de que ele demonstra — conclusivamente, na minha opinião — o caminho pelo qual um coronavírus de propriedade do Exército de Libertação do Povo (ELP) foi geneticamente modificado para se tornar o Vírus da China que agora assola o mundo. Seu relato não deixa dúvidas de que se trata de uma “quimera,” um organismo criado em laboratório.

Ele também conecta os pontos que ligam o laboratório de Wuhan à França e aos Estados Unidos, mostrando como os dois países forneceram ajuda financeira e científica aos chineses quando eles começaram a conduzir experimentos de bioengenharia cada vez mais perigosos. Embora nem os virologistas americanos nem franceses sejam responsáveis pelo resultado final — um coronavírus altamente infeccioso e uma pandemia mundial — seu envolvimento inicial pode explicar por que tantos insistem que a “quimera” deve ter vindo da natureza. A última coisa que querem admitir é que podem ter tido uma participação nisso.

Aqueles de nós que, no início, defenderam a origem de um laboratório foram considerados teóricos da conspiração. Nossos artigos foram censurados como “notícias falsas,” muitas vezes por virologistas americanos que sabiam perfeitamente bem o que era a verdade, mas preferiam proteger a China e a si próprios de escrutínio para não serem implicados.

As 272 páginas do Dr. Tritto com nomes, datas, lugares e fatos deixam esses apologistas sem lugar para se esconder. A história começa depois da epidemia de SARS em 2003, quando os chineses tentam desenvolver vacinas para combater a doença mortal. A Dra. Shi Zhengli, sobre a qual escrevi anteriormente, era a encarregado do programa no Instituto de Virologia de Wuhan.

No desenvolvimento de vacinas, a genética reversa é usada para criar cepas virais com patogenicidade reduzida, mas às quais o sistema imunológico responde criando anticorpos contra o vírus. Contudo, a genética reversa também pode ser usada para criar cepas virais que têm patogenicidade aumentada. É nisso que a Dra. Shi, incentivada por especialistas em bioarmas do ELP, começou a focar cada vez mais sua pesquisa, de acordo com a Prof. Tritto.

A Dra. Shi primeiro solicitou ajuda do governo francês, que construiu o laboratório P4, e do instituto Pasteur da França, que mostrou a ela como manipular os genomas do HIV. O método de inserção de gene usado é chamado de “sistema de genética reversa 2.” Usando esse método, ela inseriu um segmento de HIV em um coronavírus descoberto em morcegos-ferradura para torná-lo mais infeccioso e letal.

Os EUA também estiveram envolvidos, particularmente o Prof. Ralph S. Baric, da Universidade da Carolina do Norte, que recebia grandes verbas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. Essa é, obviamente, a instituição do Dr. Anthony Fauci. Fauci foi um grande defensor da pesquisa de “ganho de função” e, quando isso foi proibido no laboratório de Baric por ser considerado muito perigoso, a pesquisa foi transferida para a China.

O Prof. Tritto acredita que, embora a pesquisa da Dra. Shi tenha começado como um esforço para desenvolver uma vacina contra a SARS, gradualmente se transformou em um esforço para usar a “genética reversa” para construir armas biológicas letais. Essa foi a razão pela qual o laboratório de Wuhan se tornou o principal centro de pesquisa de virologia da China nos últimos anos, atraindo grande financiamento e apoio do governo central.

Eu acrescentaria que a regra na China controlada pelos comunistas é “deixar os civis apoiarem os militares,” o que significa que assim que a pesquisa da Dra. Shi mostrou qualquer potencial uso militar, o ELP teria começado a exercer o controle da pesquisa. Isso veio à tona com o surto, quando o principal especialista da China em armas biológicas, o general do Exército de Libertação do Povo Chen Wei, foi imediatamente colocado no comando do Instituto de Virologia de Wuhan. Quanto à Dra. Shi Zheng-Li, ela parece ter desaparecido.

Como o Dr. Tritto explicou em uma entrevista à mídia italiana:

Em 2005, depois da epidemia de SARS, nasceu o Instituto de Virologia de Wuhan, chefiado pelo Dra. Shi Zheng-Li, que coleta coronavírus de certas espécies de morcegos e os recombina com outros componentes virais para criar vacinas. Em 2010 ela entrou em contato com pesquisadores americanos liderados pelo Prof. Ralph Baric, que por sua vez trabalha com vírus recombinantes baseados em coronavírus. Graças aos vírus de matriz fornecidos por Shi, Baric criou em 2015 uma quimera de vírus Sars de camundongo, que tem um efeito patogênico em células humanas analisadas in vitro.

Nesse ponto, a colaboração China-EUA se torna uma competição. Shi quer trabalhar em um vírus mais poderoso para fazer uma vacina mais potente: combina um vírus de morcego com um vírus pangolim in vitro e em 2017 publica os resultados dessa pesquisa em alguns artigos científicos.

Sua pesquisa atrai o interesse do setor militar e médico-biológico chinês, que lida com armas biológicas usadas como meio de dissuasão para fins defensivos e ofensivos. Assim, Shi se juntou a médicos e biólogos que pertencem à esfera político-militar, como Guo Deyin, um estudioso de vacinas anti-AIDS e anti-hepatite viral e especialista em técnicas de recombinação genética. A introdução das novas inserções projetadas no genoma do vírus é o resultado da colaboração entre a equipe de Shi e a de Guo Deyin. A realização dessa nova quimera, do ponto de vista científico, é um sucesso. Tanto que, logo que a epidemia surgiu, os dois pesquisadores pedem à OMS que o registre como um novo vírus, o H-nCoV-19 (Human new Covid 19), e não como outro vírus derivado da SARS. É razoável pensar que Shi agiu apenas do ponto de vista do prestígio científico, sem, porém, levar em conta os riscos em termos de segurança e os interesses político-militares que sua pesquisa teria suscitado.

Quando questionado por que a China se recusou a fornecer o genoma completo do Vírus da China à OMS ou a outros países, o Dr. Tritto explicou que “fornecer a matriz [fonte] do vírus significaria admitir que o SARS-CoV-2 [Vírus da China] foi criado em laboratório. Aliás, o genoma incompleto disponibilizado pela China carece de algumas inserções de aminoácidos da AIDS, o que é uma prova fumegante.”

A questão chave, para aqueles de nós que estão passando por uma pandemia, diz respeito ao desenvolvimento de uma vacina. Nesse aspecto, o Prof. Tritto não é otimista:

Dadas as muitas mutações do SARS-CoV-2, é extremamente improvável que uma única vacina que bloqueie o vírus seja descoberta. No momento, 11 cepas diferentes foram identificadas: a linha genética A2a que se desenvolveu na Europa e a linha genética B1 que se enraizou na América do Norte são mais contagiosas que a cepa 0 originária de Wuhan. Acredito, pois, que, no máximo, uma vacina multivalente pode ser eficaz em 4-5 cepas e, portanto, capaz de dar cobertura para 70-75% da população mundial.

Em outras palavras, ao ocultar do mundo o código genético original do Vírus da China que ele criou, o Partido Comunista Chinês está garantindo que nenhuma vacina totalmente eficaz será desenvolvida pelo Ocidente.

Em outras palavras, a China continua mentindo e pessoas continuam morrendo.

Steven W. Mosher @StevenWMosher é o presidente do Population Research Institute e autor do livro “Bully of Asia:  Why China’s “Dream” is the New Threat to World Order” (Ameaçador da Ásia: Por que o “sonho” da China é a nova ameaça à ordem mundial).

Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: Renowned European scientist: COVID-19 was engineered in China lab, effective vaccine ‘unlikely’

Fonte: www.juliosevero.com

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28 de dezembro de 2020

Fraude na eleição presidencial americana e a inação das Forças Armadas dos EUA

 

Fraude na eleição presidencial americana e a inação das Forças Armadas dos EUA

Julio Severo

Os Estados Unidos são uma nação que não hesita em condenar fraudes nas eleições de outros países. E essa condenação muitas vezes envolve críticas fortes, sanções comerciais e até intervenções militares indiretas e diretas.



Basta que o governo dos EUA identifique um governo estrangeiro como ideologicamente ameaçador ou eleito com suspeitas de fraudes e imposturas, que a força dos EUA se impõe de diversas maneiras, inclusive militares.

Os EUA têm condições para intervir em quase todas as nações. Afinal, os EUA têm hoje 800 bases militares espalhadas pelo mundo. É um império a olhos vistos, com poder para levantar e derrubar governos.

Por fatalidade do destino, com Joe Biden os EUA terão um governo ideologicamente ameaçador e eleito com suspeitas de fraudes e imposturas.

Se Joe Biden, com esse mesmo radicalismo e suspeitas de fraudes e imposturas, tivesse sido eleito presidente de um país estrangeiro menor, os EUA não hesitariam em aplicar sanções e adotar intervenções indiretas e diretas.

O caso Joe Biden merece das forças armadas americanas intervenções. Não havendo nelas hombridade e coragem para combater o radicalismo ideológico e as suspeitas de fraudes e imposturas, caberia ao povo patriótico americano lutar contra essas ameaças.

Caso não haja resistência, o Império Americano sob Joe Biden será o Império do Mal, exportando em grande escala todos os tipos de ideologias destrutivas, desde o aborto até o homossexualismo e islamismo.

Como sempre, o motor desse Império do Mal são os neocons (neoconservadores), que são falsos conservadores, pois a preocupação principal deles é manter os EUA envolvidos em guerras eternas para sustentar o poderoso complexo industrial militar americano, que emprega milhões de americanos.

Aliás, o complexo industrial militar americano é uma das principais colunas da economia americana.

Os neocons não parecem estar preocupados com Biden e seu radicalismo e suspeitas de fraudes, contanto que ele mantenha os EUA ocupados em guerras.

Mas talvez a guerra mais necessária seja contra os neocons e contra o radicalismo crivado de fraudes que ameaça controlar a Casa Branca.

Tenho certeza de que se George Washington estivesse vivo hoje, ele rejeitaria essas ameaças e convocaria o povo americano a lutar. Mas onde estão os Georges Washingtons desta geração?

Cada americano patriota tem o dever de lutar para impedir que Biden e os neocons mantenham os EUA como Império do Mal. Eles deveriam transformar os EUA novamente numa nação cristã ocupada com suas próprias questãos, não em ideologizar radicalmente o mundo à força no aborto, feminismo, homossexualismo, ocultismo, islamismo e marxismo.

Versão em inglês deste artigo: Fraud in The U.S. Presidential Election and the Inaction of the U.S. Armed Forces

Fonte: www.juliosevero.com

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