13 de dezembro de 2019

Governo norueguês concede a grupo islâmico 100.000 euros para transformar igreja cristã de 100 anos em mesquita


Governo norueguês concede a grupo islâmico 100.000 euros para transformar igreja cristã de 100 anos em mesquita

Julio Severo
O governo da Noruega aprovou uma verba de quase 100.000 euros para uma comunidade islâmica radical. A verba será usada para transformar uma igreja com mais de 100 anos de idade em uma mesquita.
O dinheiro será destinado ao Centro Cultural Islâmico — uma organização que tem várias escolas islâmicas em suas mesquitas nas cidades norueguesas de Drammen, Oslo e Mjøndalen, onde as crianças podem passar a noite.
Essa não é a primeira vez que governo norueguês, em nome da promoção da diversidade e multiculturalismo, concede grandes somas de dinheiro ao grupo islâmico. No passado, o Centro Cultural Islâmico, com um total de 3.775 membros registrados, recebeu quase 70.000 euros para transformar uma antiga igreja batista em Stavanger em uma mesquita.
O governo norueguês também lhes entregou outros 20.000 euros para transformar a casa de oração “O Caminho,” um antigo prédio evangélico, em Skien em uma mesquita.
Sob o mesmo tipo de verba, o Centro Muçulmano Søndre Nordstrand também recebeu quase 30.000 euros.
Embora a Noruega seja oficialmente luterana, com 71 por cento dos noruegueses sendo membros da Igreja da Noruega, como é conhecida a Igreja Evangélica Luterana na Noruega, o socialismo abriu as portas para o islamismo, que está aumentando sem parar nesse país outrora evangélico e tranquilo.
Além disso, a teologia luterana tradicional, que não dá espaço para a atividade sobrenatural do Espírito Santo, mas dá espaço para o liberalismo teológico (“casamento” gay, aborto, contracepção, etc.), está enfraquecendo tanto a ação quanto a reação da Igreja Luterana no desafio de enfrentar o expansionismo agressivo do islamismo e do socialismo.
Enquanto as igrejas luteranas estão se esvaziando por causa de famílias luteranas que têm apenas um ou dois filhos, os muçulmanos, com suas famílias numerosas, apelam para o governo para comprar e encher as igrejas cristãs vazias, transformando esses espaços em mesquitas. Em nome do multiculturalismo, o governo lhes atende.
Há um pequeno movimento de luteranos renovados dentro da Igreja Evangélica Luterana da Noruega. Só com muita oração eles poderão impactar sua denominação.
Oremos para que Deus traga um reavivamento na Noruega.
Com informações de Voice of Europe.
Leitura recomendada sobre a Noruega:

6 comentários :

Flávio disse...

Dinheiro tomado dos cidadãos a força entregue a um grupo privado

Alexandre disse...

E eles retribuem sequestrando, espancando, roubando e forçando com que cristãos neguem sua fé a Jesus, como aconteceu nesse dito país com o evangelista Roar Flottun esta semana.

Chauke Stephan Filho disse...

A antiga Europa chama-se "Eurábia" agora.

Thel disse...

Não se enganem: os governos malignos desses países não podem fazer nada sem a permissão da própria sociedade. Que toda a sociedade europeia colha do fruto da própria maldade que plantou contra Deus.
Eu digo e repito, Deus vai começar a cobrar a conta dessa geração perversa dentro de 5 anos ou menos; começando pela França e pela Suécia.

Marcelo Victor disse...

NESSE QUADRO CAÓTICO, ONDE IRÁ SE ENCAIXAR A PAZ E SEGURANÇA PROFETIZADA PELA PALAVRA?

Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 1 Tessalonicenses 5:3

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

A chegada de muçulmanos a países maioritariamente cristãos pode ser visto como uma desgraça ou uma oportunidade.

Pregar a fé cristã no mundo islâmico é proibido em muitos países islâmicos. Mesmo quando não é proibido é caro pelo custo das viagens.

Agora há milhares de muçulmanos na europa e américas.

Os apóstolos, segundo rezam as escrituras, foram para o meio dos pagãos evangelizar.

Muitas vezes com o risco da própria vida.

Os pagãos modernos, os muçulmanos, vem para o meio dos cristãos.

Já alguém pensou em deixar o mi mi mi e pensar?

- o que fariam os apóstolos?

Queixavam-se da chegada de pagãos ou iam levar-lhes o evangelho?

Eu, que até nem sou cristão, penso que se as histórias dos santos são verdadeiras eles iam ter com os pagãos para lhes levar o evangelho.

Parece que tiveram sucesso. Converteram muitos.

Actualmente parece que os cristãos estão mais interessados em criticar outros cristãos, levar outros a mudar de congregação do que a converter pagãos.

E não falo de ir para a Arábia Saudita arriscar a vida. Isso seria arriscado. E a fé é forte mas a segurança da vida terrena fala mais alto.

Falo apenas de, na segurança de paises democráticos, propagar a fé que dizem possuir. Não nos já crentes mas nos descrentes.

Se os fundadores do cristianismo tivessem essa facilidade não tinham tido o incómodo de serem devorados por leões no circo romano.

Eu entendo que é mais confortável dizer que se tem fé, assinar uma petição contra um programa da Netflix, falar do perigo da invasão islâmica, invocar o sangue de Cristo, resmungar contra o homossexualismo, beber um copo de bom vinho e ir dormir.

Se Deus existir e for o Deus cristão lá estará para ponderar o que vale a conversão de pagãos ou os discursos bem intencionados e o dízimo.

Eu não quero ser de intrigas mas tenho uma opinião pessoal.

Tem a ver com uma carta de Paulo de Tarso e com vómito.

Mas, que sou eu para entender as subtilezas da fé e do que é importante?