8 de dezembro de 2019

Saudita que matou três e feriu oito havia condenado os EUA como “nação do mal” em manifesto cheio de ódio poucas horas antes do atentado. Seis outros sauditas foram presos, inclusive três que filmaram o atentado. Mas inicialmente o FBI “não sabia” se era um atentado terrorista


Saudita que matou três e feriu oito havia condenado os EUA como “nação do mal” em manifesto cheio de ódio poucas horas antes do atentado. Seis outros sauditas foram presos, inclusive três que filmaram o atentado. Mas inicialmente o FBI “não sabia” se era um atentado terrorista

Julio Severo
O militar saudita que lançou um ataque armado em uma sala de aula em uma base aérea naval da Flórida em 6 de dezembro de 2019, matando três e ferindo oito antes de ser morto a tiros por policiais, condenou os Estados Unidos como uma “nação do mal” em um manifesto online.
Mohammed Saeed Alshamrani, que era um aviador da Força Aérea Saudita em um programa de treinamento de voo para militares estrangeiros na Base Aérea Naval de Pensacola, Flórida, EUA, postou um pequeno manifesto no Twitter, onde afirmou ser “contra o mal.” Ele explicou que esse mal era os EUA.
“Os EUA como um todo se transformaram em uma nação do mal,” disse ele.
De acordo com o SITE, um grupo que monitora a mídia jihadista, Mohammed, que é uma grafia do nome do fundador do islamismo, escreveu nesse manifesto que “odeia” os americanos por seus supostos crimes contra muçulmanos e a “humanidade.”
“Não sou contra vocês por serem americanos, não os odeio por suas liberdades, odeio vocês porque todos os dias vocês apoiam, financiam e cometem crimes não apenas contra muçulmanos, mas também contra a humanidade,” escreveu ele.
O manifesto também condenou o apoio dos EUA a Israel e incluiu uma citação de Osama bin Laden, saudita que foi o fundador e líder da Al-Qaeda.
Seis outros cidadãos sauditas foram presos perto da base logo depois do atentado. Três dos seis foram vistos filmando o atentado inteiro, que a mídia chamou de “incidente.”
Em suas respostas iniciais, o FBI e outras agências policiais dos EUA não sabiam dizer se o “incidente” foi um atentado terrorista.
As autoridades dos EUA não são livres para acusar a Arábia Saudita, mesmo quando um de seus oficiais militares esteve diretamente envolvido no atentado, porque a Arábia Saudita é o comprador mais importante de armas dos EUA e envia milhares de sauditas militares por ano para treinamento nos Estados Unidos.
Para 2019, a Arábia Saudita enviou 3.150 militares para treinamento nos EUA, a um custo de mais de US$ 100 milhões. No entanto, o verdadeiro lucro dos EUA vem com a compra saudita de armas americanas. Apenas em 2017, em sua primeira viagem à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump assinou um contrato extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares para um período de dez anos.
Tais acordos comerciais militares enormes podem explicar a hesitação das autoridades americanas em chamar o atentado de ato de terrorismo.
O atentado saudita a uma base militar americana na Flórida não foi a primeira vez que sauditas atacaram nos EUA. Dos 19 muçulmanos envolvidos nos atentados de 11 de setembro de 2001, 15 eram sauditas e alguns deles frequentaram uma escola de aviação na Flórida. O idealizador desse atentado foi o saudita Osama bin Laden.
Embora as famílias das vítimas tenham aberto ações judiciais contra a ditadura islâmica da Arábia Saudita, o governo dos EUA bloqueou essas ações legais.
Curiosamente, o aviador saudita e alguns dos sequestradores do 11 de setembro foram treinados em Pensacola, e a Base Aérea Naval de Pensacola, a qual sofreu o atentado, é conhecida como o “berço da aviação da Marinha dos EUA.” A repetição do mesmo problema no mesmo lugar mostra que os EUA se tornaram extraordinariamente vulneráveis ao terrorismo islâmico.
Mohammed Saeed al-Shamrani organizou um jantar com outros três sauditas para assistir a vídeos de matanças em massa dias antes do atentado.
Oficiais da Força Aérea Saudita selecionados para treinamento militar nos Estados Unidos são submetidos a intenso exame pelos dois países. Mesmo assim, eles não puderam impedir Mohammed e sua profunda lealdade ao islamismo de contornar o exame extremo para executar seu ato de terrorismo islâmico.
Apesar das características padrões de terrorismo, as autoridades americanas iniciaram suas respostas com a explicação padrão de que não há evidência de que o atentado foi terrorista. O maior problema de se falar a verdade nesse caso é que a verdade, novamente, incrimina a Arábia Saudita, capital mundial do islamismo e do terrorismo islâmico.
O maior “problema” que nações fechadas, como nações comunistas e islâmicas, enfrentam com cristãos entrando em seus países é a ocultação de seu motivo: pregação do Evangelho, para falar do amor de Jesus. Não há casos de cristãos entrando num país muçulmano ou comunista com a motivação secreta de cometer um ato terrorista para matar comunistas e muçulmanos. Por exemplo, Billy Graham visitou a União Soviética no final da década de 1950 e sua oração ali foi para que as portas fossem abertas para a pregação do Evangelho.
Mesmo que surgisse apenas um único caso de um cristão com motivação terrorista, seria o caso de um louco isolado, pois todos os anos milhares de missionários evangélicos, principalmente americanos, entram em outros países para falar do amor de Jesus sem nenhum ato terrorista.
Contudo, no caso dos muçulmanos, por mais que os governos façam uma triagem cuidadosa para peneirar todos os que tenham a mais leve inclinação terrorista, sempre aparecem muçulmanos para cometer atentados e matar inocentes. Esses não são caso isolados. A “religião da paz,” como o islamismo é tratado por presidentes — inclusive Bush e Obama — de nações ocidentais, teima em produzir terroristas e assassinos no mundo inteiro. É, aliás, a religião que mais mata cristãos no mundo. São cerca de 100 mil cristãos martirizados todos os anos.
O islamismo que moveu o militar saudita a matar na base americana não foi uma forma isolada de islamismo. Mais de 100 anos atrás, Winston Churchill disse:
“A religião muçulmana aumenta, em vez de diminuir, a fúria da intolerância. Foi originalmente propagada pela espada e, desde então, seus devotos têm sido sujeitos, acima do povo de todos os outros credos, a essa forma de loucura… Quão terríveis são as maldições que o islamismo lança sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso em seres humanos quanto a hidrofobia em cães, existe essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Hábitos desleixados, sistemas de agricultura desleixados, métodos de comércio lentos e insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores de Maomé governem ou morem.”
O maior problema que países islâmicos enfrentam com a entrada de cristãos é cristãos levando Bíblias e o amor de Jesus para compartilhar. O maior problema que nações cristãs enfrentam com a entrada de muçulmanos é muçulmanos levando atentados e o ódio de Maomé. A diferença clara entre Cristianismo e islamismo é que enquanto milhares de cristãos espalham o amor de Jesus em todos os países, milhares de muçulmanos espalham o ódio de Maomé em todos os países.
O que os EUA e outras nações ocidentais estão ganhando recebendo milhões de imigrantes muçulmanos? Terrorismo. O que as nações ganharam recebendo os missionários americanos? Evangelho, cultura evangélica, cultura de paz e civilidade.
Os países ocidentais, para seu próprio bem, deveriam banir o islamismo, que é a principal ideologia que move milhares de terroristas no mundo inteiro.
Contudo, é tarde demais. Eles estão chamando de “religião da paz” o próprio câncer que está corroendo suas civilizações.
Com informações do DailyMail, Fox News e WorldNetDaily.
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6 de dezembro de 2019

Maomé é um dos 10 principais nomes de bebês pela primeira vez na história dos EUA


Maomé é um dos 10 principais nomes de bebês pela primeira vez na história dos EUA

Julio Severo
Pela primeira vez na história dos Estados Unidos, Maomé entrou para a lista dos 10 principais nomes de bebês de 2019, de acordo com o site para pais de bebês BabyCenter, que divulgou sua lista anual dos 100 nomes de bebês mais populares para meninas e meninos nos Estados Unidos.
O site online para pais e gestantes compilou os nomes de bebês nascidos com cerca de 600.000 usuários registrados nos EUA em 2019. Sua pesquisa revelou um aumento em nomes islâmicos, com Maomé para meninos e Aaliyah para meninas chegando aos 10 primeiros pela primeira vez.
Maomé é considerado o nome mais popular do mundo, e o site de notícias britânico Independent diz que foi “dado a cerca de 150 milhões de homens e meninos.”
“Maomé está subindo nas principais listas de nomes de bebês do mundo todo, por isso sabíamos que logo chegaria entre os 10 principais nomes nos EUA,” disse Linda Murray, editora-chefe global do BabyCenter, em comunicado à imprensa. “As famílias muçulmanas geralmente escolhem Maomé como primogênito para honrar o profeta e trazer bênçãos à criança. O nome também tem várias grafias, e isso ajuda um nome a entrar entre os 10 principais.”
Em 2018 e 2017, Maomé ficou em 14º lugar na lista do BabyCenter nos Estados Unidos. O nome Maomé entrou pela primeira vez na lista dos 100 principais nomes de bebês nos Estados Unidos em 2013 e vem subindo desde então. Agora, não há como voltar atrás. Maomé avançará furiosamente até atingir o número 1 entre os dez primeiros.
O aumento da popularidade de Maomé como nome de bebê nos Estados Unidos está diretamente ligado ao aumento natural de famílias e imigrantes islâmicos. Enquanto as famílias dos EUA geralmente têm dois bebês, as famílias e os imigrantes islâmicos têm muito mais bebês.
As famílias islâmicas são menos propensas a usar o controle de natalidade. As famílias cristãs são mais propensas a usar o controle de natalidade, embora haja versículos específicos na Bíblia sobre famílias numerosas e muitos filhos como bênçãos. Existe até mesmo um mandamento específico de Deus para aumentar e ser frutífero.
A consequência de os cristãos dos EUA não aumentarem o suficiente é que eles estão deixando os muçulmanos aumentarem mais do que o suficiente.
O aumento de imigrantes islâmicos e bebês islâmicos traz outras consequências. Desde 2014, a Pesquisa de Comunidades Americanas da Agência de Recenseamento vem revelando que o árabe é o idioma que mais cresce nos EUA entre mais de 60 milhões de residentes que não falam inglês.
Em muitos estados dos EUA, o islamismo é considerado a segunda religião mais dominante. Essa é uma realidade totalmente nova para os EUA. Enquanto no passado o evangelicalismo era dominante nos EUA e o catolicismo era frequentemente a segunda religião mais importante, agora o islamismo atinge cada vez mais o segundo lugar e, se os americanos continuarem rejeitando bebês e amando a contracepção e o aborto, os muçulmanos derrotarão os americanos apenas pelo grande número de seus bebês.
Os cristãos dos EUA também não entendem que a Estátua da Liberdade é um poderoso símbolo islâmico.
O nome Maomé está crescendo não apenas entre os bebês nos EUA, a maior nação evangélica do mundo. É muito popular também entre os bebês de Berlim, a capital da Alemanha, porque os cristãos alemães adotaram o controle de natalidade. E Maomé agora é o nome de bebê mais popular na Grã-Bretanha, uma nação tradicionalmente protestante.
As famílias islâmicas entendem que os bebês são o futuro de uma nação, civilização e religião. Quanto mais melhor. As famílias cristãs dos EUA simplesmente não entendem essa realidade. Para eles, quanto menor, melhor. Eles simplesmente não veem que o controle da natalidade destrói o futuro das famílias, nação, civilização e religião.
Os bebês são o futuro. O controle da natalidade destrói o futuro. Os muçulmanos estão apenas tirando proveito dessa realidade. Os cristãos dos EUA estão tolamente entregando o futuro dos EUA para aqueles que têm mais bebês.
Não é o islamismo que ameaça o futuro cristão dos EUA. É a rejeição americana de bebês através do controle de natalidade.
Se hoje os cristãos americanos tivessem tantos bebês quanto os peregrinos e os americanos da geração dos fundadores dos EUA tinham — cerca de oito filhos por família —, o nome Moamé nunca estaria entre os 100 principais nomes de bebês nos EUA, que não mais teriam necessidade de importar milhões de imigrantes, inclusive muçulmanos, que estão desfigurando os EUA em suas próprias origens, raízes e fundamentos espirituais.
Com informações de San Francisco Gate e WND.
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4 de dezembro de 2019

Donald Trump restaura tarifas sobre importações de metais do Brasil e Argentina, criticados por ele por tirarem vantagem do dólar americano


Donald Trump restaura tarifas sobre importações de metais do Brasil e Argentina, criticados por ele por tirarem vantagem do dólar americano

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump disse em 2 de novembro de 2019 que restauraria imediatamente tarifas sobre as importações que os EUA fazem do aço e alumínio do Brasil e da Argentina.
Trump também exortou o Banco Central dos EUA a impedir que esses países tirem vantagem econômica dos EUA por meio da desvalorização de suas moedas.
“O Brasil e a Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio que esses países enviam para os EUA,” disse Trump em um tuíte.
“O Brasil e a Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio que esses países enviam para os EUA,.”
“O Banco Central também deve agir para que países, dos quais existem muitos, não tirem mais vantagem de nosso dólar forte,” tuitou Trump.
“O Banco Central também deve agir para que países, dos quais existem muitos, não tirem mais vantagem de nosso dólar forte.”
Essencialmente, Trump tratou o Brasil e a Argentina como tirando vantagem dos EUA.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, um fã declarado de Trump que vem ativamente buscando laços mais estreitos com o presidente dos EUA, havia expressado esperança de que Trump mostrasse misericórdia à economia brasileira de commodities.
Bolsonaro disse que também discutiria a declaração de Trump com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Vou ligar para ele para que ele não nos penalize,” disse Bolsonaro. “Nossa economia vem basicamente de commodities, é o que temos. Espero que ele entenda e que ele não nos penalize com isso, e tenho quase certeza de que ele vai nos ouvir.”
Trump ofereceu o “apoio total e completo” dos EUA ao presidente Bolsonaro em agosto. Obviamente, Trump não pode agora apoiar ações específicas quando seus serviços de inteligência provavelmente o informaram sobre a desvalorização deliberada de moeda para tirar vantagem da economia dos EUA.
Trump está certo. Ele foi eleito para engrandecer os EUA, não o Brasil e a Argentina. Toda vez que questões econômicas colidirem com a meta dele, ele tem todo direito de privilegiar os EUA em detrimento de quaisquer outras nações.
Desvalorizar a moeda brasileira pode ser bom para algumas empresas brasileiras. Mas, como Trump mostrou, não é bom para as empresas americanas. Não é bom também para os brasileiros que trabalham duro, porque com uma moeda desvalorizada, eles sofrem economicamente mais.
Depois da eleição de Bolsonaro em 2018, os brasileiros esperavam que a desvalorização do real parasse — mas isso nunca aconteceu.
A desvalorização maciça da moeda se equipara a crise econômica maciça.
A desvalorização deliberada da moeda é um problema muito sério. Mas a desvalorização maciça da moeda é um problema extremamente sério.
Bolsonaro deveria ser exortado a aceitar a repreensão de Trump como um bom conselho e finalmente parar a desvalorização insana da moeda brasileira.
Se me permitirem dar um conselho econômico a Bolsonaro, o qual agradaria muito a brasileiros e investidores americanos, eu o aconselharia a fazer uma enorme redução de impostos. Impostos altos são o principal problema que prejudica os trabalhadores, a economia e os investidores.
Com informações do DailyMail.
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2 de dezembro de 2019

Julio Severo precisa de sua ajuda


Julio Severo precisa de sua ajuda

Julio Severo
“O que está sendo orientado na Palavra deve compartilhar tudo o que possui de bom com aquele que o instrui.” (Gálatas 6:6 King James Atualizada)
Se você está recebendo conhecimento e instrução nos artigos de conscientização cristã que publico no meu blog, desafio você a contribuir para que este trabalho possa continuar.
Claro que esse desafio é para ação voluntária, muito diferente das ações do ativismo homossexual e esquerdista, que funciona na base de coerção, obtendo muitas vezes dinheiro de impostos, tirados do suor e trabalho de cada leitor aqui, para doutrinar os filhos dos outros.
Meu trabalho é na direção oposta: denunciar essa doutrinação. Faço isso há mais de 20 anos. Em 1998, a Editora Betânia, na época uma das maiores editoras evangélicas do Brasil, publicou meu livro “O Movimento Homossexual,” para alertar as igrejas e a sociedade.
Faço meu trabalho de conscientização hoje no meu blog sem receber um único centavo do governo e de fundações multimilionárias americanas, que costumam financiar grupos e campanhas homossexualistas e esquerdistas no Brasil.
Não conto com o financiamento de governos e fundações americanas multimilionárias. Conto apenas com você e sua colaboração voluntária.
Faça uma contribuição para Julio Severo:
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Contribua hoje mesmo, com qualquer colaboração. Aliás, seja um colaborador regular.
Se você mora nos EUA e tem conta bancária americana e gostaria de depositar sua colaboração diretamente em conta americana, escreva-me neste email: juliosevero5@gmail.com
Se você precisa de mais dados e informações, faça contato comigo neste email: juliosevero5@gmail.com
Claro que, conforme ensina a Palavra de Deus, “compartilhar tudo o que possui de bom com aquele que o instrui” não se limita apenas à colaboração financeira. Pode ser qualquer outra coisa. Se você tem algo de bom que Deus o está orientando a compartilhar ou fazer, faça contato comigo.
Se você não pode ajudar com recursos financeiros, ajude em oração.
Eu mantenho meu trabalho na base de recursos voluntários. Até mesmo Jesus dependia de recursos voluntários. Veja:
“Pouco tempo depois, Jesus começou a percorrer as cidades e os povoados vizinhos, anunciando as boas-novas a respeito do reino de Deus. Iam com ele os Doze e também algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos impuros e enfermidades. Entre elas estavam Maria Madalena, de quem ele havia expulsado sete demônios; Joana, esposa de Cuza, administrador de Herodes; Susana, e muitas outras que contribuíam com seus próprios recursos para o sustento de jesus e seus discípulos.” (Lucas 8:1-3 King James Atualizada)
O ministério de Jesus e seus apóstolos impactava recebendo apenas recursos voluntários de mulheres que acreditavam neles e no trabalho deles.
Meu trabalho de escritor cristão tem sido, durante os anos, citado em várias línguas. Já tive artigo publicado em inglês na Charisma, a maior revista pentecostal do mundo, e em LifeSiteNews. Aliás, durante anos fui tradutor oficial de LifeSiteNews e C-Fam, os dois maiores portais católicos pró-vida do mundo.
Meu ativismo cristão tem sido mencionado durante mais de uma década no WND (WorldNetDaily), um dos maiores portais conservadores dos Estados Unidos.
“Como,” você pergunta, “um escritor brasileiro sem dinheiro e sem o financiamento de governos e fundações consegue tal impacto no Brasil e nos EUA?” É Deus, agindo pelo Seu Espírito Santo e por meio de colaboradores.
Meus artigos têm sido publicados desde o Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Polônia, Líbano até Rússia.
Não se conhece nenhum escritor conservador brasileiro cujo nome tenha sido sistematicamente atacado durante anos e colocado na lista negra por People for the American Way, uma das maiores organizações esquerdistas dos EUA. Sim, meu nome está na lista negra deles. Para mim, todo ataque da esquerda contra mim é uma honra. E dou toda a glória a Jesus.
Não se conhece nenhum escritor conservador brasileiro cujo trabalho foi atacado pela CNN, a maior rede de televisão noticiosa esquerdista dos EUA e do mundo. Sim, meu trabalho foi mencionado negativamente pela CNN. Para mim, todo ataque da esquerda contra mim é uma honra. E dou toda a glória a Jesus.
Não se conhece nenhum escritor conservador brasileiro que tenha sido atacado várias vezes por The Advocate, a maior revista homossexual do mundo. Sim, eu tive essa “honra” várias vezes. Para mim, todo ataque do ativismo homossexual contra mim é uma honra. E dou toda a glória a Jesus.
Em 2017, HotSpots, a revista homossexual mais importante da Flórida, EUA, com satisfação maligna anunciou: “Criatura Asquerosa da Semana: Escritor e Blogueiro Brasileiro Julio Severo.” Vários outros sites e revistas homossexuais dos EUA, de costa a costa, também me deram essa classificação em 2017.
Se eu os xingasse, eles jogariam contra mim leis e mais leis americanas contra discriminação. Mas quando eles me xingam… É sinal de que meu trabalho está incomodando e impactando.
Eu não tenho minha própria conta PayPal, porque depois de uma campanha homossexual internacional, o PayPal fechou minha conta no final de 2011. Esse caso virou manchete nos EUA através do WND. Em 2017, uma entidade judaica dos Estados Unidos disponibilizou a conta PayPal deles para me ajudar, mas essa conta fechou em 2019 depois que grupos homossexualistas processaram a entidade.
Nos últimos anos, o Facebook tem me imposto vários bloqueios de 30 dias por eu expressar minha opinião sobre o pecado homossexual e a violência islâmica. O Facebook chegou a remover um versículo da Bíblia que postei no meu perfil. De novo, o WND repercutiu esse caso em manchete nacional nos EUA. A tradução completa da reportagem do WND está aqui.
Tudo isso é resultado de impacto.
Eu não teria esse impacto nos EUA e no Brasil se não fosse a graça de Jesus Cristo e as orações de apoiadores.
Esse impacto é graças à sua colaboração. É graças a você, que acredita nesse trabalho. Por isso, contribua hoje! Torne-se, aliás, um colaborador regular.
Preciso muito de sua colaboração regular para continuar impactando.
Ajude esse trabalho de conscientização a não parar de impactar no Brasil e nos EUA.
Versão em inglês deste artigo: Julio Severo Needs Your Help
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1 de dezembro de 2019

“Escolhi esperar”: Damares Alves busca conscientização para meninos e meninas precocemente sexualizados


“Escolhi esperar”: Damares Alves busca conscientização para meninos e meninas precocemente sexualizados

Julio Severo
A sexualização precoce de meninos e meninas é uma triste realidade no Brasil. De acordo com a Gazeta do Povo, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Família mostrou que, em média, as meninas iniciam a vida sexual aos 13 anos e os meninos aos 12 anos.
A Gazeta do Povo disse:
“Para a ministra Damares Alves, segundo uma fonte do Ministério, o Brasil, hoje, toma uma série de medidas questionáveis que não têm sido suficientes para diminuir a propagação de doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada. Para ela, a ‘abstinência sexual’ não pode ser um tabu e deve ser discutida. O projeto estará ligado, a princípio, ao programa ‘Família na Escola.’”
A sexualização não ocorre num váculo. É um bombardeio diário de programações televisivas de conteúdo sexual claramente impróprio que atinge em cheio crianças, sexualizando-as. Os culpados incluem desde Globo, SBT, Record até o governo. A realidade é que essa sexualização precoce seria impossível sem a cumplicidade do governo, que há décadas se omite em proteger a inocência e a saúde moral e psicólogica das crianças contra a ganância das grandes redes de televisão.
E para piorar a internet traz pornografia ao clique do mouse. Pais que deixam seus filhos à vontade na internet os condenam a uma sexualização à base de pornografia.
Cabe à família buscar valores cristãos que deem responsabilidade aos pais para dar o exemplo e banir novelas e outras programações impróprias para seus filhos na TV e mesmo internet.
Cabe ao governo fazer o que nunca faz. Punir canais de televisão que, com sua ganância, usam e abusam de uma sexualização criminosa que violenta psicologicamente as crianças. Se o governo fosse uma pessoa, merecia ter sido condenado à prisão décadas atrás por seu papel imoral na liberdade excessiva que dá aos gananciosos de lucrar em cima da sexualização das crianças.
A campanha “Escolhi esperar” é o melhor remédio para lidar com a sexualização quando crianças e adolescentes não têm no próprio lar pais que impõem limites. Mas como terá sucesso diante do bombardeio de conteúdo impróprio e pornográfico da TV e mesmo internet? Como terá sucesso se o governo não cumpre seu papel para com abusadores que lucram em cima da pornograficação e sexualização das crianças?
O governo precisa cumprir seu papel e tratar criminalmente quem abusa da sexualidade das crianças na TV e internet.
Há ainda a questão do papel maléfico do ECA e conselhos tutelares, que transformam pais em meras babás do governo, com autoridade estritamente limitada para controlar e proibir conteúdo e acesso de TV e internet em casa. Como disse Bolsonaro, o ECA é um lixo — em grande parte atrapalhando os pais que buscam ajudar seus filhos.
Por um lado, a sexualização precoce promovida pelos grandes canais de TV com a cumplicidade do governo. Por outro, famílias que não se omitem, mas são encurraladas e oprimidas por um ECA e conselhos tutelares que minam a autoridade dos pais. E num quadro pior: Famílias que se omitem totalmente.
A ministra Damares Alves precisa ser apoiada em sua campanha “Escolhi Esperar.” Mas o que fazer para limitar o ECA em seus abusos contra pais que buscam impedir a sexualização dos filhos?
Quanto à histórica cúmplicidade do governo em dar liberdade excessiva para canais de TV cometerem todo tipo de abusos contra crianças e a família brasileira, como não há ninguém maior para punir o governo por seus próprios abusos, Deus um dia trará o justo castigo.
Com informações da Gazeta do Povo.
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