20 de novembro de 2019

O que você não sabe sobre o ativismo homossexual no governo Bolsonaro


O que você não sabe sobre o ativismo homossexual no governo Bolsonaro

Julio Severo
Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, um ativista homossexual revelou que, embora seja visto como ferrenho opositor da agenda gay, o governo do presidente Jair Bolsonaro está nos bastidores avançando essa agenda.
Marina Reidel, que nasceu biologicamente como homem, mas hoje se identifica como “mulher,” não é um ativista homossexual qualquer. Ele, que agora obriga todos a tratá-lo como “ela” — sob ameaça de usar o braço da lei e do governo, pois ele recebeu assistência governamental para “apagar” seu registro de identidade masculina e forjar uma identidade “feminina”  —, ocupa um cargo importante no governo Bolsonaro.
Marina lidera a Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que funciona no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) da ministra Damares Alves. Na verdade, ele lidera essa secretaria desde que ele foi empossado pelo governo petista em 2016.
Embora combata a ideologia de gênero e tenha sido criticada por suas opiniões conservadoras, a ministra prometeu ao assumir o MMFDH que, se precisasse, estaria “nas ruas com as travestis, na porta das escolas, com as crianças que são discriminadas por sua orientação sexual.”
É uma defesa desconcertante para o Brasil conservador, que não consegue entender como uma criança pode ter uma identidade sexual com base no termo fictício “orientação sexual.” Uma criança só é levada ao comportamento homossexual por abuso sexual e lavagem cerebral. Mas, em vez de lidar com as raízes da homossexualidade em crianças, a ministra propõe combater forças de resistência social à homossexualização das crianças?
Tal atitude está em conformidade com Marina Reidel, que disse que quer que sua atuação no governo Bolsonaro atinja “aquele menino gay ou aquela lésbica ou aquela trans lá do interior do Brasil que nem sabe que tem acesso a uma série de políticas públicas.”
Reidel acredita que crianças nascem homossexuais. E ao manter um ativista gay com esssa visão, que tem o total apoio de uma ministra que parece ter a mesma visão, o governo Bolsonaro dá um tiro no próprio pé e no pé de milhões de eleitores consevadores.
Crianças são vulneráveis a transformações negativas devido a tendências, modismos e abusos. Elas são curiososas por natureza e podem mudar por força de influências estranhas, se não houver proteções necessárias dos pais e outros responsáveis.
Marina, que antes ocupava a profissão de professor, conta que quando virou “professora,” as verdadeiras professoras fizeram olhares de reprovação, enquanto os alunos estavam curiosos, porque não entendiam as implicações disso. Marina diz da intensa curiosidade dos alunos: “Por muitos dias, não consegui dar aula, passava todo o período respondendo às perguntas deles. Queriam saber tudo.”
Na visão homossexualista, o comportamento de reprovação das professoras se enquadra em “bullying.” A tentativa de impedir alunos de serem expostos a má influência também se enquadra em “bullying.” E se um aluno confuso começasse a se interessar pela mudança do professor em “professora” e sua mãe e pai discordassem? “Bullying.”
Em seu ativismo, Marina tem um foco especial nas crianças. O público conservador poderia dizer que a presença desse ativista e seu ativismo fazem o governo Bolsonaro parecer exatamente como os governos petistas. Na verdade, Marina já ocupava a mesma Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais desde 2016. O que o governo Bolsonaro fez foi não eliminar essa secretaria nem o cargo de Marina, que continua fazendo hoje a mesma coisa que já fazia no governo petista.
Marina disse:
“O interessante é que já éramos de outra gestão, toda a diretoria foi mantida, e se manteve também as propostas que estávamos produzindo. Houve um respeito também da parte da ministra, das pessoas que chegaram aqui, para entender o que estávamos fazendo, para aceitar e dar continuidade. Em nenhum momento houve um ‘não queremos isso.’ Houve um respeito à nossa produção técnica e a todo trabalho desenvolvido até aqui.”
O próprio ativista gay Marina confessou que toda a agenda gay que estava sendo promovida pelo governo petista continua sendo promovida no governo Bolsonaro. Não houve mudança. Não houve parada. A diferença é que enquanto toda campanha homossexualista no governo petista era feita com alarde, no governo Bolsonaro tudo é feito sem alarde.
Por detestar a direita, a esquerda faz muitas acusações contra o governo Bolsonaro. Obviamente, a esquerda não está acusando o governo Bolsonaro de promover a agenda gay. Pelo contrário, ela está usando a falta de alarde para acusar o governo Bolsonaro de “homofóbico.”
Uma direita que promove sem alarde a mesma agenda gay que a esquerda promove com alarde é compatível com os valores cristãos?
Marina acrescentou que sua secretaria no governo Bolsonaro está recebendo assistências de notórios globalistas homossexuaistas do mundo inteiro. Ele disse: “Criamos também um grupo de trabalho com pessoas do ministério e convidados de outras instituições como a ONU, o Ministério Público do Trabalho, a União Europeia.”
“Temos o projeto de melhorar o atendimento de denúncias dessa área no disque 100,” acrescentou Marina, em referência ao número telefônico especial para denúncias, anônimas ou não, de “bullying” e “homofobia.”
Marina revelou na entrevista que uma das metas principais de sua secretaria é fazer parceria com as igrejas, alistando-as para combater o “bullying” e a “homofobia” contra homossexuais. Ele disse:
“Estamos pensando em alguns temas que são importantes dentro do combate à violência e um deles é trabalhar o que chamamos de ‘diálogos bilateriais de direitos humanos,’ onde um dos temas é ‘cristãos e LGBTs.’ Porque nós queremos criar um diálogo com as igrejas por causa dos dilemas de violência e tolerância.”
Eu e outros cristãos conservadores podemos ser enquadrados em leis anti-preconceito por chamarmos Marina de “ele,” pois a lei brasileira, que favorece o ativismo gay, os trata do jeito que eles quiserem, enquanto nós não podemos tratá-los do jeito que eles nasceram biologicamente. Nossa “não aceitação” à atitude deles de não aceitarem sua realidade biológica é considerada “bullying” e “homofobia.”
Travestis se envolvem em prostituição, violência e tráfico de drogas. A igreja pode e deve recebê-los para que eles tenham oportunidade para salvação e transformação. Mas a igreja ser obrigada por lei a recebê-los e tratá-los conforme suas fantasias de pecado e depravação seria violência e estupro governamental. A mesma realidade se aplica às empresas particulares — inclusive escolas cristãs —, que não deveriam ser obrigadas por lei a contratar indivíduos que seus donos interpretam como má influência para o ambiente de trabalho.
Essa loucura não vai parar aí. Se uma criança ficar confusa com homens disfarçados de “mulheres,” o governo vai tratar como “bullying” o esforço dos pais para afastar a criança desses homens e sua influência?
Se uma faculdade teológica aceitar a matrícula de uma “mulher” e depois descobrir que “ela” é ele, a faculdade será processada por “bullying” e “homofobia” se posteriormente rejeitar a matrícula?
A desfiguração de identidade sexual, apoiada pelo governo, vai contra as leis da natureza e contra as leis de Deus.
O site Huff Post Brasil disse em 2018:
“No dia 6 de abril de 2018, Marina Reidel pegou nas mãos o símbolo de uma conquista: uma nova certidão de nascimento, na qual se lê ‘sexo: feminino.’ O direito de ter o nome e o sexo alterado no documento, obtido na Justiça, é só mais uma entre tantas que foram as conquistas desta professora que compartilhou sua transexualidade dentro da sala de aula, diante de olhares curiosos dos alunos e recriminadores dos colegas.”
O Huff Post Brasil, que é um dos maiores sites esquerdistas do Brasil, homenageou o ativista gay Marina Reidel como “mulher” em 2018. Ao aceitar esse ativista como funcionário pago por impostos, o governo Bolsonaro também o reconhece como “mulher,” no final condenando quem “recrimina” essa aberração de identidade e fortalecendo os aproveitadores da curiosidade infantil.
É a curiosidade que faz a criança perguntar, perguntar e perguntar. Se a curiosidade for respondida com responsabilidade e valores sólidos, o resultado será saudável psicologicametne para a criança. Mas se ninguém puder ajudar a criança intervindo para que a homossexualidade do professor que se enxerga como “professora” não afete a criança, por medo de que sua ajuda seja legalmente atacada como “bullying” e “homofobia,” já estamos vivendo num clima social de ditadura, onde uma minoria — indivíduos que praticam o homossexualismo são menos de 2 por cento da população e muitos são da população carcerária — dita as ordens para a maioria.
A curiosidade da criança pode resultar em que o homossexual aproveita a oportunidade para aliciamento e doutrinação homossexual, enquanto professores e pais que tentarem impedir o aliciamento, doutrinação e recrutamento são implacavelmente acusados de “recriminadores” e fontes de “bullying” e “homofobia.” A mensagem clara da mídia esquerdista e do governo é que a curiosidade deve ser livre para avançar — somente na direção desejada pela militância gay.
Se já era um pesadelo ver o governo do PT promovendo a agenda gay, pesadelo maior é ver o governo Bolsonaro, eleito para reverter o pesadelo petista, dando continuidade ao que o PT já estava fazendo.
Embora muitos possam culpar exclusivamente a ministra pelo que está acontecendo, a verdade é que numa matéria no site homossexual Observatório G a própria ministra reconheceu que a ordem para esse avanço gay veio do próprio Bolsonaro. Ela disse:
“Nós reconhecemos a violência contra a comunidade e a gente precisa fazer esse enfrentamento. E o presidente Bolsonaro deu ordens a esta ministra para a gente fazer o enfrentamento à violência contra a comunidade LGBT. Ela existe e precisa ser encarada. Mas este governo vem com a proposta de fazer enfrentamento a todos os segmentos e nosso ministério tem uma diretoria específica voltada à comunidade LGBT. Nós vamos fazer esse enfrentamento com muita coragem. Sem medo.”
O “enfrentamento à violência contra a comunidade LGBT” é o carro-chefe das estratégias homossexualistas para avançar sua agenda. É o supremo cavalo-de-Troia gay. É o método padrão da esquerda para avançar sua agenda.
No Brasil, há mais de 60 mil assassinatos por ano e, de acordo com grupos homossexuais, apenas 400 homossexuais são assassinados por ano, muitas vezes em situações envolvendo cenários perigosos como prostituição e drogas. Mas 400 é menos de 1 por cento de 60 mil. Só socialistas têm a preocupação estranha de priorizar uma minoria em prejuízo da maioria. Então por que Bolsonaro adotou esse tipo de preocupação?
A atitude de manter um homossexual militante da ideologia de gênero no governo Bolsonaro vai contra o próprio Bolsonaro, que disse na Marcha para Jesus em Brasília em 2018:
“Não existe essa coisa de ideologia de gênero. Isso é coisa do capeta. Não discriminamos ninguém. Não temos preconceito. As leis existem para defender as maiorias. As minorias que não prejudicam ninguém, vai ser feliz.”
Ele disse isso diante de multidões de pastores evangélicos.
Não é contraditório ver a ideologia de gênero como coisa do capeta e manter no governo um ativista homossexual que tem foco nessa ideologia e em crianças?
Por que Bolsonaro mantém em seu governo um ativista gay ativamente envolvido na coisa do capeta?
Além disso, por que o governo Bolsonaro quer diálogo e parceria com as igrejas para avançar essa coisa do capeta? É verdade que algumas igrejas seguiram as loucuras do PT. Haverá agora repetição do erro com igrejas seguindo as loucuras do governo Bolsonaro?
É lamentável que o governo Bolsonaro, que é visto como governo conservador, esteja nos bastidores agindo contra o conservadorismo.
A missão de Damares Alves, como pastora pentecostal ou simplesmente uma evangélica em cargo governamental, é representar a igreja evangélica como força transformadora no governo, não uma representante governamental para tranformar as igrejas conforme os planos do governo.
A Bíblia ensina que “maldito é o homem que confia no homem.” A maldição aumenta quando as pessoas confiam no homem coletivo — o governo —, seja de esquerda ou de direita.
Damares, como pastora pentecostal, deveria se opor aos esforços do governo Bolsonaro para dar continuidade às políticas homossexualistas do PT. A falta de resistência dela abre oportunidades para inimigos acusarem. Há uma campanha no WhatsApp e internet em geral contra a ministra por suposto “conluio socialista.” Essa campanha recusa ver que a “capitulação ao socialismo” não é um problema isolado, mas amplo no governo Bolsonaro, que visitou a China em plena comemoração dos 70 anos da revolução comunista que matou milhões de chineses. Aliás, Bolsonaro chamou a China de “país capitalista.” Seguindo esse raciocínio, quem estranhará se cedo ou tarde Bolsonaro disser que direitos gays são direitos humanos?
“Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti: melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti. Melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno.” (Mateus 18:7-9 KJA)
Se eu estivesse no lugar da ministra, eu me oporia aos esforços de promoção, aliciamento, doutrinação e recrutamento homossexual através do governo Bolsonaro, ou eu me demitiria para me dedicar apenas à proclamação do Evangelho do Reino de Deus.
Com informações de Gazeta do Povo e Huff Post Brasil.
Leitura recomendada

4 comentários :

Anônimo disse...

“Não esperar senão duas coisas do Estado: Liberdade e Segurança, e ter bem claro que não se poderia pedir mais uma terceira coisa, sob o risco de perder as outras duas.”
― Frederic Bastiat

Flávio disse...

Infelizmente o estado que nos da segurança sempre, em algum momento, ira querer ir além e assim restringir nossa liberdade atraves de uma distorção do significado de segurança

Eliseu Antonio Gomes disse...

A ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, já falou algo a respeito desse assunto em uma entrevista no começo deste ano. Causou em mim a impressão de que tem a intenção de agir de maneira sóbria, sem exageros contra ou favorável aos homossexuais, quer tratá-los como gente, que são, e o respeito que todos as pessoas precisam e merecem.

Ninguém é perfeito. Então exigir perfeição dos outros é cometer injustiça. Sei que não é essa a proposta do artigo, o objetivo é mostrar uma realidade que não estamos acompanhando e devemos acompanhar atentamente.

Precisamos ficar de olho nesta pessoa que ocupa posto de liderança na Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Da mesma maneira que devemos observar todas as pessoas em departamentos do governo, e os políticos das áreas do Executivo e Legislativo, em esfera federal, estaduais e municipais. E você nos ajuda a fazer isso, Julio, com postagens como essa.

Abraço.

E.A.G. | https://belverede.blogspot.com.br

Anônimo disse...

A função do governo é castigar criminosos. Só isso.