8 de novembro de 2019

Golpe ideológico: Cientistas usam “mudança climática” para pedir controle populacional


Golpe ideológico: Cientistas usam “mudança climática” para pedir controle populacional

Para resolver um problema que não existe, cientistas querem agravar um problema que já existe

Julio Severo
Milhares de cientistas em todo o mundo assinaram uma carta declarando que, sem o controle populacional, “incontáveis sofrimentos humanos” acontecerão.
O “Alerta dos Cientistas Mundiais acerca de uma Emergência Climática” foi publicado na revista BioScience em 5 de novembro de 2019 e foi assinado por 11.258 cientistas de 153 países.
Na declaração, os signatários listaram o crescimento econômico e o aumento da população global como “um dos fatores mais importantes para o aumento das emissões de CO2 da combustão de combustíveis fósseis.”
A declaração foi publicada depois que o governo Trump declarou formalmente que os EUA estavam se retirando do Acordo Climático de Paris, um acordo internacional que entrará em vigor em 2020 sob o qual muitos países membros da ONU se comprometeram a reduzir suas emissões de carbono.
O Vaticano, sob o Papa Francisco, apoiou o acordo de Paris, e esse apoio está alinhado com as declarações de João Paulo II e do Papa Bento XVI condenando o aquecimento global, uma farsa ideológica promovida por esquerdistas. Francisco até teve com Obama, em 2015, uma aliança contra o aquecimento global. Mas, diferente dos golpistas de esquerda, os papas não adotam o controle populacional.
Em sua declaração, os cientistas, conhecidos como Aliança dos Cientistas Mundiais, disseram: “A população mundial precisa ser estabilizada.”
Contudo, a população dos EUA não está “estabilizada” o suficiente? A população europeia não está “estabilizada” o suficiente? A realidade é que as populações dos EUA e da Europa estão tão “estabilizadas” que a Europa e os EUA precisam receber milhões de imigrantes, e quem está se aproveitando são invasores islâmicos, que estão tomando o lugar de bebês europeus e americanos que nunca tiveram permissão de nascer por causa do controle de natalidade.
De acordo com os Centros de Controle de Doenças dos EUA (CDC), a taxa de natalidade nos Estados Unidos atingiu o nível mais baixo em 2018, com a taxa de fertilidade total em 1,7 — bem abaixo da taxa de substituição de 2,1. De acordo com as perspectivas demográficas da Revisão de Perspectivas da População Mundial de 2019, para os anos de 2015-2020, a estimativa para a Europa Ocidental foi de 1,68 nascidos vivos por mulher. A América Latina e o Caribe caíram um pouco abaixo do nível de substituição em 2,05 nascidos vivos por mulher.
As políticas bem-sucedidas de controle populacional, observou o relatório, “tornam os serviços de planejamento familiar disponíveis para todas as pessoas, removem barreiras ao seu acesso e alcançam a equidade total de gênero, inclusive a educação primária e secundária como norma global para todos, especialmente meninas e moças.”
Trump não abandonou o Acordo Climático de Paris por causa do “planejamento familiar,” também conhecido como controle da natalidade. Ele deixou porque o acordo diz que o consumo excessivo e a produção excessiva colocam em risco o sistema ecológico. Nenhuma nação na terra produz mais e consome mais do que os Estados Unidos.
O feitiço virou contra o feiticeiro. O documento de controle populacional mais destrutivo foi o NSSM 200, produzido não por esquerdistas ou democratas. Foi produzido por um governo republicano direitista nos EUA em 1974. Esse documento defende duas estratégias principais para reduzir a população mundial: integração do planejamento familiar nos serviços médicos e promoção de educação extensiva para meninas e mulheres, com o objetivo real não de ajudá-las, mas de mantê-las afastadas do casamento.
Enquanto na década de 1970 a União Soviética era o principal promotor do comunismo, os EUA eram, nas sombras, o principal promotor do controle populacional.
O NSSM 200 foi elaborado pela CIA, USAID e Departamento de Estado e seu objetivo secreto era reduzir a população mundial para os interesses dos EUA. Algumas grandes nações, inclusive o Brasil, foram alvos de medidas de controle populacional da CIA para impedir que sua própria população usasse seus próprios recursos naturais, que seriam guardados para os EUA.
Portanto, o NSSM 200 promove o controle populacional para proteger o consumo excessivo e a produção excessiva dos EUA.
Enquanto a ONU, que foi fundada pelos EUA, promove o controle populacional para reduzir o consumo excessivo e a produção excessiva, o NSSM 200 promove o controle populacional exatamente para proteger o consumo excessivo e a produção excessiva dos EUA.
Ninguém promove o mal sem ser prejudicado por ele. Os EUA estão sendo prejudicados pelo NSSM 200, que prejudicou muito outras nações, inclusive o Brasil, doutrinando autoridades e populações a usar o controle de natalidade sem informar que o objetivo real era economizar seus recursos naturais para os interesses dos EUA, inclusive o consumismo excessivo e a produção excessiva dos EUA.
Os EUA estão sendo prejudicados pelo NSSM 200, que prejudicou muito outras nações, inclusive o Brasil, doutrinando autoridades e populações que a educação excessiva para meninas e moças era para empoderá-las sem informar que o verdadeiro objetivo era mantê-las longe do casamento, não para o bem-estar real delas, mas para os interesses dos EUA, inclusive o consumismo excessivo e a produção excessiva dos EUA.
Cumprindo os objetivos do NSSM 200, hoje o Brasil tem uma população totalmente engajada no controle de natalidade e meninas e moças que não sonham em casar e ter filhos, mas em estudar excessivamente para se tornar algum tipo de profissional. O casamento é uma opção distante nesses planos educacionais e profissionais, enquanto a atividade sexual e o controle da natalidade estão sempre próximos.
Na década de 1970, a fome era usada como desculpa para o controle da população, e escritores alarmistas, como Paul Ehrlich, usavam a fome como um exemplo de como a população sem medidas de controle da natalidade produzia fome. Hoje, porém, sabe-se que as grandes fomes que devastaram principalmente a África nas décadas de 1970 e 1980 foram produzidas pelo comunismo.
Fomes generalizadas na África eram usadas no esquema de controle populacional para esconder as conseqüências do comunismo.
Agora, o golpe ideológico é o aquecimento global ou as mudanças climáticas. Esse golpe é o verdadeiro problema, porque a população no Ocidente está abaixo da taxa de substituição e haverá sérias conseqüências econômicas nas próximas décadas, à medida que um número cada vez menor de bebês nasce na Europa e nos EUA. Falar sobre um problema populacional no Ocidente não faz sentido. O Ocidente precisa desesperadamente de crescimento populacional. O Ocidente precisa desesperadamente de mais e mais bebês.
Embora Trump tenha abandonado o Acordo Climático de Paris, é improvável que ele tenha abandonado a farsa do controle populacional. Seu governo financia fortemente o controle da natalidade para a população americana. Seu governo está pressionando pela normalização da homossexualidade em todo o mundo. A homossexualidade é uma maneira forte de reduzir a população mundial.
O crescimento da população com a ética cristã e de trabalho tradicional, como mostra o exemplo dos EUA, produz criatividade, desenvolvimento e progresso. O crescimento populacional sem ética cristã, como mostra o exemplo das nações islâmicas e comunistas, não produz criatividade, desenvolvimento e progresso.
O crescimento da população com a ética de trabalho protestante produziu progresso e desenvolvimento incomparáveis para os EUA. O crescimento da população sem essa ética produz inquietação e violência, e as nações islâmicas estão cheias de inquietação, violência e tirania sórdida.
Os controladores da população precisam pregar e implementar o controle populacional nas nações islâmicas, onde é mais necessário. Pregar e implementar o controle populacional no Ocidente, onde sua população está morrendo, é eutanásia demográfica.
O Ocidente tem feito um controle populacional excessivo, adotando a mentalidade contraceptiva, que inclui o aborto. Não é necessário ser um cientista para saber que o Ocidente está em uma grave crise demográfica, com multidões muçulmanas prontas para assumir o controle.
É hora de rejeitar as farças ideológicas de cientistas. É hora de rejeitar a mentalidade contraceptiva, inclusive a homossexualidade, que é um comportamento efetivo de controle populacional.
Trump deveria ser elogiado por deixar o Acordo Climático de Paris. Mas ele precisa de nossas orações para entender que o controle da natalidade e a agenda homossexual são ferramentas essenciais da agenda de controle populacional por trás do golpe de emergência climático.
Com informações de DailyMail, Catholic News Agency e New American.
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3 comentários :

Flávio disse...

Como assim o controle populacional aumenta o consumo dos EUA?

ELISEU disse...

Eu não sei se a minha opinião vai ser muito pertinente (ou muito apropriada) para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado).

Alguém, certa vez, disse uma coisa muito certa: "O mundo será o que forem as suas famílias". Um dos principais pilares da manutenção da família é o casamento. Se o casamento é destruído, a família também será (e as conseqüências serão nocivas tanto para a família em si, como também para o mundo inteiro).

O que acontece hoje? Devido à propagação (e à promoção) do homossexualismo, do feminismo e também de todo tipo de imoralidade em todo o mundo (inclusive aqui no Brasil), a própria estabilidade da família já está seriamente ameaçada. Em outras palavras: o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original. Há duplas de homossexuais que se auto–denominam "casais" (ou que querem ser vistos como "família"). Família, segundo alguns dicionários, significa "grupo social formado pela união de um homem com uma mulher, e dos filhos resultantes dessa mesma união". Por isso, uma dupla de homossexuais (2 homens ou 2 mulheres) jamais poderá ser vista (ou definida) como casal ou família. É somente dupla (e nada mais).

Muitas mulheres (principalmente as defensoras do feminismo) simplesmente abominam a idéia do casamento (e, conseqüentemente, de constituir família). Tanto que teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida (e com crianças para me dar preocupação)? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento e filhos? Nem em sonho!". A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade ou compromisso). Em outras palavras: não está mais existindo nenhum desejo de se constituir família.

A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays, e mais lésbicas. Isso sem contar os divórcios, e também as crianças que nascem ou crescem em lares desfeitos ou desajustados (além das que vivem em outras famílias, por serem filhos de pais separados).

Mas a pior de todas as conseqüências é, sem dúvida nenhuma, a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia da seriedade do problema, a China agora já está sentindo na própria pele as conseqüências do rígido controle de natalidade que foi imposto durante vários anos a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar ainda mais (caso não seja tomada tomada nenhuma providência imediata).

Diante de tudo que foi apresentado aqui, eu pergunto a todos:

– O que podemos fazer para mudar (ou tentar reverter) este quadro?

– O que podemos fazer para salvar o casamento e a família (que, como já se ouviu dizer por aí, são consideradas por muitos como instituições falidas)?

Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.

Cicero disse...

Está havendo sim, um RESFRIAMENTO global! a prova é invernos mais frios ultimamente, isso devido a Terra se afastar do Sol 15 cm por ano conforme a própria ciência atesta. E por que escondem o período de grande calor que houve na idade média quando não havia industrias e menos população?