20 de agosto de 2019

Liderada por evangélicos esquerdistas, Aliança Evangélica apoia Agenda 2030 da ONU


Liderada por evangélicos esquerdistas, Aliança Evangélica apoia Agenda 2030 da ONU

Julio Severo
A Aliança Cristã Evangélica Brasileira, conhecida resumidamente como Aliança Evangélica, produziu a cartilha “Reino de Deus e a Agenda 2030.” Evidentemente, é uma cartilha em apoio da ONU e sua Agenda 2030.
Reino de Deus é um termo apropriado para cristãos que pregam o Evangelho curando enfermos e expulsando demônios, exatamente como faziam Jesus e seus apóstolos, mas para cristãos socialistas, que desconhecem cura de enfermos e expulsão de demônios pelo poder e autoridade de Jesus Cristo, o “Reino de Deus” é mero jargão para avançar causas socialistas enganando evangélicos simples. Esse termo, nas mãos de evangélicos progressistas, mascara más intenções.
E socialismo é o que não falta na cartilha da Aliança Evangélica. Com destaque, a cartilha cita na página 7: “A Agenda 2030 é a nossa Declaração Global de Interdependência,” dita por António Guterres, Secretário Geral da ONU. Guterres tem histórico de militância no Partido Socialista de Portugal e ele já foi presidente da Internacional Socialista, organização marxista que reúne partidos e movimentos de esquerda do mundo inteiro.
Reunião na sede da ONU em 2017 deixou claro que a Agenda 2030 oferece, mesmo sem citar diretamente, “direitos reprodutivos,” eufemismo ideológico que abrange uma salada variada de “direitos” para homossexuais, aborto e intervenções estatais contra as famílias em nomes dos direitos das crianças.
É mais do que utopia um grupo de pseudocristãos, usando o jargão do “Reino de Deus,” caminhar para um direcionamento socialista que vai contra os interesses reais do Reino de Deus.
A Igreja dos Apóstolos de Jesus não se reunia para formular documentos políticos para apoiar o Império Romano. Os apóstolos pregavam o Evangelho, curavam os enfermos e expulsavam demônios. Essa é a essência do Reino de Deus.
O que a Aliança Evangélica está fazendo com o termo “Reino de Deus” é pirataria ideológica, por amor ao socialismo.
Invariavelmente, os documentos da ONU resultam em promoção de causas anticristãs, inclusive liberdade e direitos espúrios de aborto, homossexualismo, sexo entre adolescentes, destruição do casamento, etc. Cristão que não consegue ver isso não tem discernimento do Espírito ou se vendeu para a ideologia socialista.
Dificilmente os membros da Aliança Evangélica que elaboraram a cartilha “Reino de Deus e a Agenda 2030” viram isso, pois estão envolvidos no socialismo. Entre os elaboradores estão o Rev. Jorge Henrique Barro e o teólogo Wilson Costa dos Santos.
O Rev. Jorge Henrique Barro, da Igreja Presbiteriana do Brasil, é ex-presidente da Fraternidade Teológica Latino Americana, uma das instituições teológicas mais esquerdistas da América Latina. Em 2014 ele realizou no Brasil o Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral. Ele é diretor da Faculdade Teológica Sul Americana, uma das faculdades teológicas mais esquerdistas do Brasil.
Wilson Costa dos Santos é presbiteriano formado na Faculdade Teológica Sul Americana.
Da ONU, que foi fundada pelo Presidente dos EUA Franklin D. Roosevelt, um esquerdista anti-Israel, só de pode esperar esquerdismo. Da Aliança Evangélica se pode esperar o quê?
Em 2009, líderes evangélicos esquerdistas se reuniram na Igreja Batista da Água Branca, dirigida pelo pastor ultra-esquerdista Ed René Kivitz, para fundar a Aliança Cristã Evangélica Brasileira, conhecida como Aliança Evangélica. A Ultimato, a revista presbiteriana esquerdista mais proeminente do Brasil, fez a cobertura do evento, que incluiu: Ariovaldo Ramos, Bispo Robinson Cavalcanti, Valdir Steuernagel e outros líderes da TMI.
Enganaram o mundo evangélico ao dizer que estavam fazendo uma união dos evangélicos quando na verdade estavam fazendo a união dos evangélicos esquerdistas. E agora nessa união esquerdista usam o nome dos evangélicos e do Reino de Deus para apoiar o que o Reino de Deus nunca apoiou e o que a maioria dos evangélicos nunca apoiou: a agenda esquerdista da ONU que por trás de termos como erradicação da pobreza traz a ideologia da transformação social promovida por grupos esquerdistas pró-aborto e pró-homossexualismo.
A única coisa que a Aliança Evangélica sabe fazer é união ou parceria de evangélicos esquerdistas com esquerdistas não-evangélicos. Em 2013, Ariovaldo Ramos, como representante da Aliança Evangélica, realizou reunião na Igreja Presbiteriana (IPB) de Brasília com o Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para uma parceria entre Aliança Evangélica e governo Dilma.
Se os presbiterianos e outros esquerdistas da Aliança Evangélica quiserem legitimamente promover o Reino de Deus, busquem o batismo no Espírito Santo para poderem proclamar o Evangelho curando enfermos e expulsando demônios. Eles precisam fazer isso até mesmo na ONU onde há multidões de pessoas oprimidas e usadas por demônios. Mas não deveriam usar os evangélicos e o Reino de Deus para apoiar agendas de demônios.
Quando socialistas apoiam socialistas, desconfie. Quando os socialistas da Aliança Evangélica mascarados de cristãos interessados no Reino de Deus apoiam os socialistas da ONU e suas causas socialistas mascaradas de causas para ajudar os pobres, desconfie.
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2 comentários :

Elias disse...

O pior disso tudo, é que existem seminários de teologia que ensinam a bíblia a partir do ponto de vista dessas ideologias místicas, e muitos evangélicos fazem esses seminários acreditando que estão em uma escola teológica com compromisso com a religião revelada, não percebem que o compromisso ali é com a "religião" social e com o ateu-humanismo.

Mj disse...

Julio você pode falar sobre a extinção dos ministérios sobre o governo Bolsonaro