3 de junho de 2019

Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo


Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Julio Severo
Donald Trump surpreendeu os esquerdistas e desapontou os cristãos conservadores em 31 de maio de 2019, inaugurando oficialmente junho de 2019 como o Mês do Orgulho LGBT, dizendo: “Meu governo está lançando uma campanha mundial para legalizar a homossexualidade e convidar todas as nações a se juntarem aos EUA nessa campanha!”
É a primeira vez que um presidente do Partido Republicano celebra publicamente o Mês do Orgulho LGBT, em que os 30 dias de junho são dedicados a celebrar o comportamento sexual de homossexuais. Se Trump dedicasse 30 dias de um mês para celebrar o Cristianismo, especialmente a religião evangélica que fundou os Estados Unidos, haveria protestos generalizados. Seria impossível para ele fazer tal celebração. Aliás, na comemoração dos 500 anos da Reforma protestante em 31 de outubro de 2017, Trump não fez nenhuma menção dela, mesmo sendo o presidente da maior nação protestante do mundo. Em vez disso, ele celebrou o Dia das Bruxas e seu ocultismo. Obviamente, para ele o comportamento homossexual e o Dia das Bruxas merecem mais celebrações do que o Cristianismo.
“Ao celebrarmos o Mês do Orgulho LGBT e reconhecermos as excelentes contribuições que os indivíduos LGBT deram à nossa grande nação, vamos também nos solidarizar com os muitos indivíduos LGBT que vivem em dezenas de países do mundo que punem, aprisionam ou até mesmo executam indivíduos com base na sua orientação sexual,” escreveu Trump em apoio ao Mês do Orgulho LGBTI. Seu comentário não foi diferente dos comentários de Barack Hussein Obama e Hillary Clinton, que também usavam a linguagem de direitos humanos e punição, prisão e execução legal de homossexuais como pretextos para suas campanhas para legalizar a homossexualidade em todo o mundo.
Líderes evangélicos dos EUA já estão expressando suas preocupações. O Dr. Michael Brown, escritor e pastor judeu pentecostal dos EUA, tuitou:
“Estou profundamente desapontado com o fato de que o Presidente Trump esteja celebrando o orgulho gay neste mês. Nos primeiros dois anos, ele quebrou a tendência, mas infelizmente foi na direção errada desta vez. Peço-lhe que reconsidere. realDonaldTrump.”
Robert A. J. Gagnon, professor de teologia e autor do livro “A Bíblia e a Prática Homossexual: Textos e Hermenêutica,” escreveu em seu Facebook:
“Tuítes terrivelmente equivocados de Trump celebrando o ‘orgulho LGBTQ.’ Ele merece todas as críticas que puder receber dos conservadores sobre isso… Trump nunca foi totalmente confiável para se opor às incursões ‘LGBTQ.’ Os políticos do Partido Democrata foram sempre ‘confiáveis’ para apoiar toda tirania ‘LGBTQ.’ Trump precisa saber que o apoio à agenda ‘LGBTQ’ lhe renderá poucos votos e lhe custará muitos.”
A Ativista Mamãe Elizabeth Johnston tuitou:
“Sr. Presidente, com todo o devido respeito, celebrar a anormalidade sexual é muito impróprio para o líder do mundo livre. Além disso, a comunidade LGBT é descaradamente contra a liberdade de expressão (se você discordar deles) e contra a liberdade religiosa (se você for cristão).”
O Rev. Michael S. Heath disse:
“Fui um dos primeiros apoiadores de Trump para presidente. Mas não o apoio para a reeleição. O perigo da aprovação da sodomia está muito além da política. Se ele não se arrepender de sua cruzada em favor da homossexualidade, ele não será reeleito.”
Peter LaBarbera, presidente da entidade conservadora Americanos em favor da Verdade sobre a Homossexualidade, tuitou:
“Esse tuíte foi escrito por @RichardGrenell, assumidamente homossexual, ‘gay cristão’ e embaixador de Trump para a Alemanha? Por que devemos celebrar um comportamento que é claramente chamado de pecado pela Bíblia (o livro favorito de Trump)? Além disso, nenhuma ‘Cidade que Brilha no Monte’ promove a sodomia para o mundo.”
“Cidade que Brilha no Monte” é uma expressão que o presidente conservador Ronald Reagan usava, com base nas palavras de Jesus: “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” (Mateus 5:14 NVI) Reagan usou isso para significar que os EUA têm como missão ser uma “Cidade que Brilha no Monte.” Mas com Obama e agora Trump, os EUA são, no que se refere ao pecado homossexual, uma “Cidade que Peca no Monte.”
LaBarbera também disse:
“Querido @Franklin_Graham, espero que você se pronuncie contra esse tuíte feito por @realDonaldTrump promovendo a imoralidade (homo)sexual e rebelião de gênero para o mundo. Nenhum presidente dos EUA deve desafiar a verdade bíblica. Observação: geralmente sou um forte apoiador do presidente Trump e não sou um opositor.”
Graham é um crítico assumido da agenda homossexual e um defensor assumido de valores pró-família. Ele critica Hollywood e os políticos do Partido Democrata por apoiarem a agenda gay. E quando Obama, seu governo e a grande mídia americana atacaram o presidente russo Vladimir Putin por causa da lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, Graham escreveu a reportagem de capa na revista Decision, publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, elogiando a coragem do presidente russo de enfrentar a poderosa Nova Ordem Mundial Gay.
Contudo, em relação a Trump, Graham está em uma situação muito delicada, porque Trump tem sido muito gentil com sua família, inclusive comparecendo ao funeral de seu pai e elogiando-o. Essa foi uma das coisas mais bacanas que um presidente dos EUA já fez para um evangelista. Graham também é seu conselheiro pessoal. Provavelmente, ele falou ou tentou falar com Trump sobre tudo isso. Enquanto Trump tuitava sua celebração do Mês do Orgulho LGBTI, Graham tuitou: “Quero lembrar a todos da importância de orar pelo Presidente dos Estados Unidos Donald Trump…”
Se um presidente tivesse sido gentil com minha família, eu também teria dificuldade de confrontá-lo abertamente sobre sua propaganda homossexual, mesmo que esse fosse meu dever espiritual como cristão.
Era muito fácil deixar a zona de conforto para confrontar o esquerdista Obama com sua propaganda homossexual. Mas tem sido muito difícil, um grande desafio, para muitos evangélicos conservadores deixarem sua zona de conforto de interesses políticos para confrontar o direitista Trump sobre sua propaganda homossexual.
Depois de tuitar sua celebração do Mês do Orgulho LGBTI, Trump retuitou algumas mensagens de Franklin Graham. Ele sabe que Graham tem autoridade e influência para influenciar os evangélicos. E sua mensagem sutil é que ele não quer que Graham influencie os evangélicos contra sua campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo.
Para manter os canais de comunicação abertos, Graham não deveria criticar Trump abertamente, mas deixar que outros façam isso. E os cristãos precisam orar por Trump e Graham para que ele possa usar sabiamente seus canais de comunicação com Trump para falar em particular o que Trump precisa saber.
Trump escolheu Richard Grenell, o embaixador dos EUA na Alemanha, em fevereiro para liderar sua campanha internacional para legalizar a homossexualidade em todo o mundo. Grenell, que é casado com outro homossexual, é o nomeado homossexual de mais elevado escalão do governo Trump.
Contactado pelo jornal britânico DailyMail em Berlim, Grenell disse que “o presidente Trump nunca vacilou em seu apoio à legalização da homossexualidade.” Grenell, um homossexual assumido, disse à Fox News no mês passado que o vice-presidente Mike Pence participará da campanha. Pence, novamente, colocou a política acima dos valores conservadores e cristãos?
Em fevereiro passado, quando Grenell lançou sua campanha, denunciei em meu artigo “Governo Trump busca legalização da homossexualidade em todo o mundo enquanto crianças e outras vítimas da homossexualidade são esquecidas”. A maior revista gay dos EUA, The Advocate, fez uma reportagem dizendo que Scott Lively, o Conselho de Pesquisa da Família (Family Research Council [FRC]) e Julio Severo eram vozes evangélicas proeminentes que se opunham a essa campanha. Você pode ler no meu artigo “Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo”.
Entretanto, embora eu interpretasse corretamente que essa era uma campanha do governo Trump, o FRC teve uma interpretação diferente. Em seu artigo intitulado “Direitos Humanos São Direitos Humanos,” o FRC disse que “Grenell escreveu em um artigo de opinião no jornal alemão Bild que ‘autoridades governamentais devem. . . exigir que os países membros da ONU descriminalizem a homossexualidade,” mas assegurando que “Há apenas um problema — além do embaixador, não parece que o presidente Trump — ou qualquer outra pessoa no seu governo — tenha autorizado essa ‘campanha.’”
Para o FRC, Trump era inocente de tal campanha, que foi uma traição aos apoiadores evangélicos de Trump. O FRC simplesmente não acreditou que Trump apoiaria a campanha de Grenell. Publiquei nos Estados Unidos dois artigos mostrando que o FRC estava errado e que eles precisavam de uma postura mais forte com relação às questões homossexuais no governo Trump. O FRC reagiu solicitando com sucesso a remoção desses dois artigos de um site americano proeminente, mas uma cópia desses artigos também está disponível em meu blog pessoal aqui:
Apesar dos esforços do FRC de negar, o governo Trump já estava avançando a agenda homossexual e Trump estava apenas esperando o momento certo para ele sair em sua defesa. Enquanto isso, ele estava usando ministérios de seu governo para defender a agenda gay no lugar dele.
Em 2017, o Departamento de Estado, sob o comando de Rex Tillerson, celebrou o mês de junho como Mês do Orgulho LGBTI, mas quem não quis ver Trump envolvido nisso não viu sua voz falando através de Tillerson. Um mês inteiro em que autoridades do governo dos EUA celebraram a homossexualidade nos EUA e suas embaixadas em todo o mundo! Como poderiam os apoiadores evangélicos conservadores de Trump pensar que ele não teve nenhum envolvimento em tudo isso?
Em 2018, o Departamento de Estado, sob o comando do “evangélico” Mike Pompeo, celebrou novamente o mês de junho como Més do Orgulho LGBTI, mas quem não quis ver Trump envolvido nisso não viu sua voz falando através de Pompeo. Um mês inteiro em que autoridades do governo dos EUA celebraram a homossexualidade nos EUA e suas embaixadas em todo o mundo! Como poderiam os apoiadores evangélicos conservadores de Trump pensar que ele não teve nenhum envolvimento em tudo isso?
Outras figuras proeminentes no governo Trump, especialmente a Embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley, expressaram apoio ao Mês do Orgulho LGBTI, mas aqueles que não queriam ver Trump envolvido nisso não viram sua voz falando através de Haley.
Os sinais eram claros, mas não eram vistos por aqueles que não queriam ver.
Quanto ao FRC, mesmo tendo contato com republicanos de alto escalão e tendo informações privilegiadas, apresentou Trump de forma deturpada para suas audiências evangélicas, como se a voz dele através de seus próprios secretários de Estado, embaixadora dos EUA na ONU e outros não fossem as vozes estratégicas dele, como se sua campanha homossexual não fosse uma campanha homossexual.
O que pode ter deixado os apoiadores evangélicos de Trump em dúvida com relação a essa voz clara é que às vezes Trump fazia concessões a eles, por exemplo, a proibição de transexuais nas forças armadas. Mas essa é uma concessão menor em contraste com as concessões maiores para homossexualistas. Por exemplo, Trump manteve em seu governo o cargo de embaixador homossexual mundial dos EUA criado por Obama.
Trump manteve muitos outros cargos homossexuais criados por Obama no governo federal, mas seus apoiadores evangélicos não os levaram a sério por causa de sua pequena concessão a eles. Chamo isso de “estratégia do bolo,” onde Trump, para deixar todo mundo feliz, deu fatias de bolo para todo mundo. Fatias cada vez menores (ou concessões) para os evangélicos e fatias cada vez maiores (ou concessões) para os homossexualistas.
A diferença é que, enquanto os conservadores estão satisfeitos com uma ou duas fatias, os esquerdistas reclamam o tempo todo. Independentemente de quantas fatias ele dá a eles, eles nunca estão satisfeitos, porque eles sempre querem o bolo inteiro.
No ano passado, Trump nomeou um juiz conservador para alegrar os conservadores e nomeou um juiz homossexual para alegrar os homossexualistas. Critiquei a concessão de Trump aqui: “Trump e seus juízes, um para os conservadores e um para os ativistas gays”. O que não é de surpreender é que a esquerda dos EUA me criticou por não aceitar o juiz gay de Trump.
Trump pode estar preocupado, porque imediatamente depois que ele tuitou sua trágica celebração do Mês do Orgulho LGBT, ele começou a retuitar mensagens evangélicas, especialmente de Franklin Graham. Mesmo assim, a pressão evangélica sobre ele precisa continuar.
Se a maioria dos apoiadores de Trump fosse homossexualista ou esquerdista, eu poderia entender sua postura de ceder aos seus caprichos. Mas esse não é o caso.
Os evangélicos são a principal base política de Trump, e ele está usando essa base para legalizar a homossexualidade em todo o mundo, em um esforço calculado para sair pela culatra — contra os evangélicos, porque a agenda gay é contra o Cristianismo.
Assim, à medida que os homossexualistas avançam no Partido Republicano e em conferências conservadoras, os evangélicos e outros conservadores serão cada vez mais hostilizados.
Os conservadores não devem ser enganados pela campanha de Trump para legalizar a homossexualidade. O modo padrão e clássico usado pelos esquerdistas para iniciar uma campanha para legalizar a homossexualidade é abordar os direitos humanos e proteger os homossexuais da violência. O resultado final é sempre o mesmo: privilégios homossexuais cada vez maiores resultando em perseguição cada vez maior de cristãos.
Mesmo que a iniciativa do governo Trump tratasse apenas da violência contra os homossexuais, por que priorizar indivíduos conhecidas por suas más escolhas sexuais?
Quando penso em violência e homossexualidade, o primeiro pensamento que vem à minha mente não é de indivíduos que sofrem violência por seu estilo de vida sexual. O primeiro pensamento é de crianças que sofrem violência homossexual — física e psicológica. Há um enorme esforço para encobrir o sofrimento das crianças nas mãos de predadores homossexuais.
A Igreja Católica é prova viva da gravidade da violência homossexual contra crianças. Jovens com problemas homossexuais ocultos entram nos seminários católicos e, embora nunca sejam libertados de seus demônios e vícios homossexuais, eles se tornam padres e bispos. A consequência natural é que a homossexualidade deles acaba produzindo violência sexual contra crianças.
Se você não pode impedir até mesmo um ambiente cristão onde há homossexualidade de cometer violência sexual contra crianças, como é que o governo dos EUA espera proteger uma cultura homossexual conhecida por tornar as crianças especialmente vulneráveis a abuso sexual?
Não tenho dúvidas de que George Washington, o primeiro presidente dos EUA conhecido por dispensar com desonra um soldado por causa de seu comportamento homossexual, nunca aceitaria o governo dos EUA celebrando um “Mês do Orgulho LGBTI.” Em vez disso, ele lançaria um “Mês de Proteção de Crianças Contra Propaganda e Violência Homossexual.” Ele também lançaria uma iniciativa para encorajar as nações a proteger crianças e adolescentes contra a propaganda homossexual e sua violência psicológica e física.
A Rússia de Putin deu um bom exemplo ao promulgar em 2013 uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças. O governo Obama, que estava ocupado celebrando a homossexualidade em seu Departamento de Estado e engajado em esforços para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo, rosnou contra a lei russa e usou a questão ucraniana como um pretexto para impor sanções à Rússia.
Com Trump, minha expectativa era que ele usaria o governo dos EUA para fazer muito mais do que a Rússia contra a poderosa agenda homossexual e sua ameaça predatória às crianças. No entanto, em muitos sentidos e ano após ano Trump, seu governo e seu Departamento de Estado estão fazendo mais e mais para imitar Obama e sua obsessão de celebrar a homossexualidade.
Obama nunca se preocupou com as crianças e sua proteção contra a ameaça predatória da propaganda homossexual. Trump também nunca demonstrou tal preocupação. Nada de “Mês de Proteção de Crianças contra Propaganda e Violência Homossexual.”
Todos eles estão interessados em proteger um comportamento sexual predatório que trouxe o juízo de Deus para Sodoma como um exemplo de sociedades que escolheriam a homossexualidade como seu estilo de vida oficial. Os EUA, sob Obama e Trump, não estão apenas celebrando e protegendo esse estilo de vida pervertido, mas o governo Obama trabalhou e o governo Trump vem trabalhando para espalhar a celebração e proteção desse estilo de vida que ainda hoje está trazendo grandes maldições à Igreja Católica e vai acabar trazendo grandes maldições e destruição para as sociedades que insistem em adotar o que Deus sempre condenou.
Deus disse:
“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)
Em uma época em que 100.000 cristãos são massacrados por sua fé por ano, não faz sentido focar na homossexualidade. Aliás, nos primeiros 6 meses de 2018, o governo Trump permitiu a entrada nos EUA de apenas 21 refugiados cristãos. Essa foi uma flagrante traição às promessas de Trump em 2016 de que ele seria um protetor de cristãos perseguidos. E agora ele quer ser um protetor da homossexualidade quando há milhares e milhares de vítimas da homossexualidade, inclusive na Igreja Católica?
Por que tratar a homossexualidade como uma característica de vitimização quando está provado que a homossexualidade é uma característica de violência, inclusive sexual, especialmente contra os meninos?
Os EUA foram chamados para ser uma “Cidade que Brilha no Monte,” não uma “Cidade que Peca no Monte” para agradar aos globalistas da Nova Ordem Mundial Gay.
Trump foi eleito pelos evangélicos para engrandecer os EUA de novo, não para engrandecer Sodoma de novo. As pessoas que leem a Bíblia conhecem a história e o fim de Sodoma, cujas práticas homossexuais receberam o nome de “sodomia.” Será que Trump quer que os EUA tenham o mesmo destino de Sodoma?
Sodoma engrandeceu a sodomia e pagou um alto preço. Por que os EUA gostariam de engrandecer a sodomia de novo?
De que vale engrandecer os EUA para os EUA liderarem o mundo na celebração da homossexualidade, assim como Trump está fazendo em junho de 2019?
Concordo com Franklin Graham que os americanos precisam orar por Trump.
Os evangélicos que elegeram Trump precisam orar para que ele pare de imitar Obama. E eles precisam pedir a ele que destitua o ativista homossexual Richard Grenell de seu governo e nomeie evangélicos que possam celebrar um “Mês de Proteção de Crianças Contra Propaganda e Violência Homossexual” no Departamento de Estado e lançar uma iniciativa internacional com tal excelente propósito.
Conservadores e evangélicos, nos EUA e em todo o mundo, esperam nada menos que isso dos Estados Unidos.
Com informações do DailyMail.
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Um comentário :

Marcos Zequias disse...

Aí entra num dilema, Bush tinha valores pro família em governo, mas era um neocon e trouxe desgraça pra outro país distante, e sua política externa foi um desastre, no outro temos o Trump, defendeu valores pro vida, condenou as guerras injustas dos neocons, porém é simpático com a agenda LGBT, tá complicado