27 de maio de 2019

Gravações secretas do FBI acusam Martin Luther King de ver e rir quando um pastor estuprou uma mulher, tendo 40 casos extraconjugais — tudo trancado em um arquivo do governo dos EUA, afirma escritor


Gravações secretas do FBI acusam Martin Luther King de ver e rir quando um pastor estuprou uma mulher, tendo 40 casos extraconjugais — tudo trancado em um arquivo do governo dos EUA, afirma escritor

Jack Newman do Mailonline
Fitas há muito tempo trancadas pelo FBI revelam como Martin Luther King Jr. teve casos extraconjugais com “40 a 45 mulheres” e até alegou que ele “olhou e riu” quando um amigo pastor estuprou uma mulher que fazia parte de sua igreja.
Martin Luther King, que se casou com Coretta Scott em 1953, teria tido vários casos com dezenas de mulheres durante sua vida.
O herói dos direitos civis teria também brincado de que ele era o fundador da “Associação Internacional para o Avanço dos Comedores de Boce**s” [um trocadilho para a organização ativista negra “Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor”].
Os arquivos chocantes podem levar a uma “dolorosa revisão da história” do homem que é celebrado em todo o mundo por sua campanha contra a injustiça racial, de acordo com um biógrafo.
As fitas de monitoração do FBI detalhando as depravações de King estão sendo guardadas em um cofre no Arquivo Nacional dos EUA e só poderão ser liberadas em 2027.
Mas David Garrow, biógrafo de King que ganhou um prêmio Pulitzer por seu livro de 1987, “Bearing the Cross” sobre o pastor batista, descobriu os resumos, que estavam há muito tempo guardados pelo FBI, dos vários casos de King.
As revelações podem levar a uma “dolorosa revisão da história” do homem mais creditado com o avanço das liberdades civis dos negros nos EUA.
Em um artigo a ser publicado no jornal Standpoint, Garrow conta como o FBI plantou transmissores em duas lâmpadas em quartos de hotel reservados por King em janeiro de 1964, de acordo com o jornal The Sunday Times.
O diretor do FBI J. Edgar Hoover ordenou que King fosse monitorado em uma tentativa para minar o poder dele em meio a temores de que ele pudesse ter ligações com o Partido Comunista.
O serviço de inteligência realizou monitoração em várias personalidades de direitos civis e comunistas suspeitos e eles tinham interesse em sujar sua reputação.
Coretta frequentemente reclamava que King mal estava com ela e chegou a dizer que ele costumava passar menos de 10 horas por mês em casa
As gravações feitas no Willard Hotel perto da Casa Branca mostram como King estava acompanhado de seu amigo Logan Kearse, pastor da Igreja Batista de Baltimore, que morreu em 1991, junto com várias mulheres que eram membros de sua igreja.
No quarto de hotel de King, os arquivos afirmam que eles “discutiram quais mulheres entre os membros seriam boas para atos sexuais naturais e antinaturais.”
O documento do FBI diz: “Quando uma das mulheres protestou que ela não aprovava [o que estavam fazendo], o pastor batista a estuprou imediatamente de forma violenta,” enquanto King observava.
Ele é acusado de ter “olhado, rido e oferecido conselhos” durante o encontro sexual.
Agentes do FBI estavam no quarto ao lado, mas não intervieram.
No dia seguinte, King e uma dúzia de outros teriam participado de uma “orgia sexual” se engajando em “atos de degeneração e depravação.”
O herói dos direitos civis teria também brincado de que ele era o fundador da “Associação Internacional para o Avanço dos Comedores de Boce**s”
Quando uma mulher mostrou relutância, King teria dito que a realização do ato sexual “ajudaria a alma” dela.
Altas autoridades do FBI enviaram depois uma cópia da fita incriminadora para King e o chamaram de “besta anormal do mal,” dizendo que suas “proezas” sexuais estariam “registradas para sempre.”
A carta também sugeria que ele cometesse suicídio antes que seus erros fossem revelados ao mundo.
Garrow passou vários meses vasculhando o arquivo, mas o fato de que King era mulherengo já era algo de que se suspeitava no passado.
Contudo, o biógrafo disse que não tinha ideia da escala ou da feiúra da mulherenguice dele e de sua aparente indiferença a estupros até ver os arquivos.
Ele disse: “É um desafio tão fundamental para sua estatura histórica exigir a revisão histórica mais completa e extensa possível.”
Entre as revelações está uma afirmação de uma prostituta que disse que esteve envolvida com sexo com três homens, inclusive King. Ela descreveu essa experiência como a pior orgia que ela já havia experimentado.
A esposa de King, Coretta, muitas vezes reclamava que ele mal estava com ela e chegou a dizer que ele costumava passar menos de 10 horas por mês em casa.
De acordo com um relatório do FBI, King chegou a dizer: “Ela precisar sair e arranjar seus próprios casos sexuais.”
Há até uma sugestão nos arquivos de que King foi pai de uma filha com uma namorada secreta em Los Angeles.
Tanto a mãe quanto a filha estão vivas, mas se recusaram a falar com Garrow.
King foi assassinado em 1968 por James Earl Ray, mas persistem teorias conspiratórias de que o governo americano estava envolvido.
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2 comentários :

Marcos Zequias disse...

É chocante saber disso, tinha admiração pela história dele, apesar de tudo ainda tenho, o cara é um herói, foi apoiado pelo Billy Graham, lutou de forma legítima pelos direitos civis dos negros, a não violência, em contraposição de Malcon X, a sociedade americana, apesar de ser cristã evangélica, era marcada pela segregação racial, enfim, é chocante saber desse lado dele.

Saulo e Siuanne disse...

Muito triste...