31 de maio de 2019

Disney ameaça boicotar estado americano da Georgia por causa de lei restringindo aborto


Disney ameaça boicotar estado americano da Georgia por causa de lei restringindo aborto

Julio Severo
Em 29 de maio de 2019, Robert Iger, presidente da Disney, disse que a Disney não vai mais filmar no estado americano da Georgia se sua lei proibindo o aborto entrar em vigor, informou LifeNews.
Robert Iger, presidente da Disney
A lei protege bebês em gestação proibindo abortos quando os batimentos cardíacos são detectáveis, cerca de seis semanas. Enquanto o raciocínio pró-vida argumenta que a lei não é rigorosa o suficiente porque não protege bebês em gestação durante os primeiros seis meses, grupos pró-aborto argumentam que a lei é muito rígida.
“Duvido que continuaremos a filmar na Georgia,” disse Iger.
“Acho que muitas pessoas que trabalham para nós não vão querer trabalhar lá e teremos de atender aos seus desejos nesse sentido,” disse Iger. “Não vejo como é prático continuar filmando lá.”
A Georgia é um local popular de filmagem para TV e filmes por causa de seus benefícios fiscais generosos. A Disney recentemente filmou “Avengers: Endgame” (Vingadores: Ultimato) e “Black Panther” (Pantera Negra) lá.
A Netflix disse que também poderá boicotar a Georgia por proteger bebês em gestação de abortos. Dezenas de celebridades esquerdistas, inclusive Mark Hamill, ator de Star Wars, disseram que também boicotarão a Georgia.
Grandes empresas, inclusive a Amazon e a Coca-Cola, também se opuseram à lei pró-vida.
Ainda que os esquerdistas estejam furiosos com a lei, ela é limitada em sua proteção a bebês em gestação. Por exemplo, ela permite o aborto de bebês concebidos como vítimas de estupro e incesto.
A lei imperfeita da Georgia representa uma encruzilhada para a Disney. Conhecida mundialmente por amar crianças, a obrigação da Disney era não apenas apoiar a Georgia e pedir uma lei mais protetora para os bebês em gestação, mas também boicotar estados radicalmente pró-aborto como a Califórnia e Nova Iorque.
Como a Disney pode fazer propaganda de que ama crianças quando apoia o aborto? É falsa propaganda.
Estados americanos tentando restringir o aborto mostram que amam crianças. Grupos que se opõem a essa restrição mostram que odeiam crianças.
Quem quer que goste de aborto propositado detesta crianças.
O que a Disney está mostrando é que é uma empresa que gosta de ganhar dinheiro às custas das crianças.
Como a Disney, a Netflix, a Amazon e a Coca-Cola estão contra leis para proteger as crianças do aborto, as pessoas que amam crianças deveriam boicotar essas empresas.
Com informações de LifeNews.
Leitura recomendada sobre aborto:

30 de maio de 2019

A perseguição dos cristãos na Autoridade Palestina


A perseguição dos cristãos na Autoridade Palestina

Dr. Edy Cohen
RESUMO EXECUTIVO: A negligência internacional em andamento da situação dos cristãos sob o domínio da Autoridade Palestina pode levar ao desaparecimento do Cristianismo no lugar onde surgiu.
Três graves acontecimentos ocorreram recentemente envolvendo cristãos nos territórios governados pela Autoridade Palestina (AP). Eles não deixaram marcas nem no mundo nem na mídia israelense porque não estão conectados a Israel.
Em 25 de abril, os moradores aterrorizados da aldeia cristã de Jifna, perto de Ramalá, pediram à AP para protegê-los depois de terem sido atacados por homens armados muçulmanos. A violência irrompeu depois que uma mulher da aldeia apresentou uma queixa à polícia de que o filho de um proeminente líder filiado à Fatah havia atacado sua família. Em resposta, dezenas de homens armados do Fatah chegaram à aldeia, dispararam centenas de balas no ar, jogaram bombas de gasolina enquanto gritavam palavrões e causavam sérios danos à propriedade pública. Foi um milagre que não houvessem mortos ou feridos.
Apesar dos pedidos de ajuda dos moradores, a polícia da AP não interveio durante as horas de caos. Eles não prenderam nenhum suspeito. Curiosamente, os desordeiros pediram aos moradores que pagassem jizya — um imposto principal que era cobrado ao longo da história de minorias não-muçulmanas sob o domínio islâmico. As vítimas mais recentes da jizya foram as comunidades cristãs do Iraque e da Síria sob o governo do Estado Islâmico.
O segundo incidente ocorreu durante a noite de 13 de maio. Vândalos invadiram uma igreja da comunidade maronita no centro de Belém, a profanaram e roubaram equipamentos caros pertencentes à igreja, inclusive as câmeras de segurança.
Três dias depois, foi a vez da igreja anglicana na aldeia de Aboud, a oeste de Ramalá. Vândalos cortaram a cerca, quebraram as janelas da igreja e arrombaram. Eles a profanaram, procuraram itens valiosos e roubaram uma grande quantidade de equipamentos.
Como nos dois incidentes anteriores, nenhum suspeito foi preso.
De acordo com sua página no Facebook, esta é a sexta vez que a igreja maronita em Belém é submetida a atos de vandalismo e roubo, inclusive um incêndio criminoso em 2015 que causou danos consideráveis e forçou a igreja a fechar por um longo período. No entanto, apesar de o próprio Mahmoud Abbas estar presente em 24 de dezembro de 2018, na festa para marcar a reabertura da igreja depois de sua renovação, o incêndio, além de atos de tumulto e vandalismo ao longo dos anos, não recebeu cobertura dos meios de comunicação na Palestina. Aliás, uma ordem de mordaça completa foi imposta em muitos casos.
É improvável que a última onda de ataques leve à prisão, muito menos à acusação, de quaisquer suspeitos. A única coisa que interessa à AP é que acontecimentos desse tipo não vazem para a mídia. A Fatah regularmente exerce uma forte pressão sobre os cristãos para que não denunciem os atos de violência e vandalismo que os cristãos frequentemente sofrem, pois tal publicidade pode prejudicar a imagem da AP como capaz de proteger as vidas e propriedades da minoria cristã sob seu domínio. Menos ainda a AP quer ser descrita como uma entidade radical que persegue as minorias religiosas. Essa imagem pode ter repercussões negativas para a enorme ajuda internacional, e particularmente europeia, que a AP recebe.
Embora os cristãos na AP evitem dizer isso publicamente, muitos deles temem — com boas razões — que a agressão muçulmana contra eles só irá aumentar. Tais temores são ainda mais fortes à luz do estrondoso silêncio dos meios de comunicação ocidentais (e israelenses) diante do desaparecimento da minoria cristã da AP e das terras islâmicas em geral — em notável contraste com o crescimento, a prosperidade e a crescente integração da comunidade cristã em Israel. Os cristãos do mundo ocidental precisam exigir que a Autoridade Palestina prenda os suspeitos nos últimos ataques e comece a proteger os locais cristãos de culto sob seu domínio. A contínua negligência internacional do sofrimento dos cristãos sob o domínio da AP só pode levar ao desaparecimento do Cristianismo do lugar onde surgiu.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Centro de Estudos Estratégicos Begin-Sadat: The Persecution of Christians in the Palestinian Authority
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29 de maio de 2019

Ministra Damares recebe ameaças esquerdistas terroristas, mas é ridicularizada pela esquerda por afirmar que a personagem Elsa, de Frozen, é uma lésbica que está transformando meninas em lésbicas


Ministra Damares recebe ameaças esquerdistas terroristas, mas é ridicularizada pela esquerda por afirmar que a personagem Elsa, de Frozen, é uma lésbica que está transformando meninas em lésbicas

Julio Severo
Uma ministra do governo que vem recebendo muitas ameaças esquerdistas terroristas tem sido zombada por esquerdistas por afirmar que a personagem da Disney Elsa está transformando crianças em lésbicas.
Damares Alves
De acordo com o jornal britânico DailyMail:
Filmagem da ministra de Direitos Humanos do Brasil, Damares Alves, falando em um evento em Divinópolis chamado de Palestra em Defesa da Família foi amplamente compartilhada online.
Falando diante de missionários e pastores, Damares afirmou que a personagem de “Frozen” está ensinando meninas novas a crescer sonhando em casar com mulheres ao invés de seu “Príncipe Encantado.”
“Você sabe por que ela só acaba sozinha em um castelo de gelo? Porque ela é lésbica!” Damares explicou na palestra do ano passado.
A ministra também alertou que o beijo que a heroína loira deu na Bela Adormecida para acordá-la é prova de sua homossexualidade.
A reportagem do DailyMail, em seguida, menciona a crítica generalizada da esquerda contra Damares e conclui que a homossexualidade da Rainha Elsa é “boato.”
Contudo, não é difícil desmentir o DailyMail.
De acordo com o site BuzzFeed, “Isto é como eu sei que Elsa é definitivamente lésbica em ‘Frozen 2.’”
No entanto, Elsa não é a única questão homossexual na Disney. De acordo com Peter LaBarbera, Michael Eisner, ex-presidente da Disney, revelou que 40% dos funcionários da Disney são homossexuais — e isso foi em 1998.
De acordo com a Conservapedia:
“Em 1991, Eisner permitiu a realização do primeiro evento anual de Dias Gay na Disney World (não oficial), que permite que duplas homossexuais se vistam e se envolvam em vários atos obscenos durante as horas normais do parque, à vista de famílias visitantes. O evento acontece até hoje nos parques da Disney.”
De acordo com o site homossexual LGBTQNation, a Disney nomeou o primeiro homem assumidamente gay como presidente da Walt Disney World em 2013.
Então, por que o DailyMail retratou favoravelmente demais injustas críticas esquerdistas contra Damares Alves e descartou suas legítimas preocupações? Só porque ela é evangélica?
A preocupação de Damares pelo bem-estar das crianças é antiga. Por décadas, ela tem lutado contra o sacrifício cultural de crianças em tribos brasileiras. Em 2003, ela elogiou meu livro “O Movimento Homossexual” em uma reunião no Congresso Nacional e recomendou-o aos parlamentares, que usaram meu livro em vários discursos de plenário. Meu livro, que foi publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998, contém conexões da Disney com itens da agenda homossexual.
Damares Alves é ex-pastora pentecostal e se tornou uma personalidade popular no governo do presidente Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal informou que Damares, que é a ministro da Mulher, Família e Direitos Humanos, vem recebendo muitas ameaças de morte. Desde o final do ano passado, ela foi ameaçada 145 vezes no total.
Embora os evangélicos, assim como aconteceu nos EUA onde os evangélicos estão por trás da vitória de Trump, estejam em grande parte por trás da vitória de Bolsonaro, depois de sua posse ele priorizou a nomeação de ministros sugeridos por seu Rasputin (veja meu artigo “Olavista compara Bolsonaro com Jesus Cristo depois que Bolsonaro deu a Olavo de Carvalho a condecoração mais elevada do governo brasileiro”). Os evangélicos têm sido em grande parte deixados de fora em seu governo. Há muito poucos evangélicos no governo Bolsonaro.
A ministra Damares Alves está entre esses poucos evangélicos. Ela é um contraste não só porque ela é uma raridade evangélica no governo Bolsonaro, mas também porque enquanto o ministério de Damares é marcado pela harmonia interna e sem confusão, os ministros nomeados por Bolsonaro por sugestão de seu Rasputin têm causado muito confusão em seu governo através de intrigas e fofocas. Por seus maus conselhos, Olavo de Carvalho foi apelidado de “Rasputin de Bolsonaro.”
Um exemplo foi o ministro da Educação sugerido por Rasputin, Ricardo Velez. Nomeado em janeiro, ele caiu em abril. Embora antimarxista, Velez é abertamente fã de Hillary Clinton e ele deixou claro que ele não gosta de Trump. O novo ministro da Educação, também adepto de Rasputin, Abraham Weintraub, quer mais creches do que os antigos governos socialistas no Brasil.
Todos os ministros sugeridos por Rasputin estão envolvidos em confusão.
Em contraste, enquanto os ministros de Rasputin estão ocupados em confusões, Damares está trabalhando duro para proteger as crianças enquanto ela é o ministro de Bolsonaro que recebe a maioria das ameaças de morte de terroristas. Ela tem sido o alvo principal de um grupo terrorista conhecido como a Sociedade Secreta Silvestre.
Esse grupo foi responsável por uma tentativa de atentado com bomba contra uma igreja católica perto de Brasília, na véspera de Natal de 2018. Uma mochila com uma bomba contendo 5 quilos de explosivos foi encontrada no templo, mas desarmada pela polícia.
A Polícia Federal emitiu sete mandados de busca e apreensão em três estados e prendeu três pessoas. Em uma das casas eles encontraram um manual sobre como fazer bombas. Um dos suspeitos mantém tripla nacionalidade e viaja frequentemente para o exterior.
“Não nos importava a quantos matasse e ia dirigido a um grupo especifico, religiosos cristãos, o mesmo grupo de Damares,” disse o terrorista em um comunicado online. “Deixamos clara a posição ameaçadora e nossas intenções homicidas contra Damares Alves. Que fique claro que elas ainda existem, e estão cada vez mais perigosas.”
Recentemente, a Veja publicou sobre Damares uma reportagem que disse:
Em dezembro passado, ela começou a sofrer ataques no site de um grupo que se autointitulava Sociedade Secreta Silvestre. A Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) detectaram as amea­ças. Na véspera da posse, uma bomba caseira foi deixada próximo a uma igreja distante cerca de 50 quilômetros do centro de Brasília. O artefato não explodiu por uma falha do equipamento, mas tinha, segundo os peritos, considerável poder de destruição. O grupo que reivindicou a tentativa de atentado era o mesmo que havia postado as ameaças à ministra, inclusive divulgando imagens da montagem da bomba, o que fez com que as autoridades levassem as ameaças a sério. Por recomendação da Abin, Damares mudou de endereço e de rotina, mas os ataques não cessaram.
As mensagens postadas falam na morte da ministra “na frente da igreja para impressionar seu povo”, além de conterem estímulos para machucá-la e envenená-la. Por questão de segurança, Damares foi até aconselhada a não ingerir alimentos sem saber sua origem.
Damares Alves tem sido implacável em sua luta contra a pedofilia, o aborto e o crime organizado envolvendo tráfico sexual de crianças. Nenhum outro ministro do governo Bolsonaro tem lutado contra o aborto mais do que Damares. Ela tem também liderado os esforços para legalizar a educação escolar em casa (homeschooling) como uma questão de direitos humanos.
“Então, pode você estar andando no vale da morte, Damares, caminhando em casca de ovos, ou melhor, em um campo minado. Já pensou um culto em sua igreja voando pelos ares como no Sri Lanka? Ou um evento seu? E uma toxina mortal em alguma alimentação sua? Uma bala na sua cabeça enquanto se desloca a trabalho?” o terrorista ameaçou Damares.
“A Bíblia diz que embora eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois o Senhor está comigo. Ele prepara uma mesa diante de mim na presença dos meus inimigos. Esse texto está no Salmo 23. E essa mesa, sem dúvida, é um novo Brasil,” ressaltou Damares.
É uma pena que, em vez de informar como Damares vem recebendo ameaças de morte por seu trabalho de resgate de crianças e desmantelar redes criminosas que abusam de crianças, a reportagem do DailyMail focou em retratar positivamente os esforços de esquerdistas para denegri-la, inclusive desmantelando rumores reais de que a Disney não apoia a agenda homossexual.
Com informações do DailyMail, Veja e Evangelical Focus.
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28 de maio de 2019

Sob o presidente Jair Bolsonaro, o Brasil é consagrado à Santa Maria


Sob o presidente Jair Bolsonaro, o Brasil é consagrado à Santa Maria

Julio Severo
No dia 21 de maio de 2019, o Brasil foi consagrado ao Imaculado Coração de Maria em uma cerimônia que incluiu o presidente Jair Bolsonaro, o bispo Fernando Áreas Rifan e o bispo emérito João Evangelista Martins Terra, de Brasília. Outros participantes eram líderes católicos dos Estados Unidos e da América Latina.
Sites católicos em todo o mundo publicaram reportagens sobre a consagração. LifeSiteNews, o maior site católico pró-vida do mundo, também fez a cobertura do evento.
A consagração do Brasil, que é a maior nação católica do mundo, à Santa Maria foi uma iniciativa do deputado federal Eros Biondini e da Frente Parlamentar Católica para pedir a proteção de Maria para o Brasil.
Uma estátua da Santa Maria, que a mostra conforme ela apareceu para crianças visionárias em Fátima, Portugal, estava presente na cerimónia e permanecerá num lugar de honra no palácio presidencial onde Bolsonaro trabalha.
A proclamação da consagração nacional foi assinada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência Floriano Peixoto em nome da Presidência do Brasil. Outros signatários foram Biondini, Bispo Rifan e Bispo Terra.
Os participantes da cerimônia incluíram vários políticos de alto nível, bem como representantes de vários movimentos católicos de várias nações. De acordo com Biondini, “esse é um simples gesto de fé e amor, que é de grande importância não só para os católicos, mas para todo o Brasil.”
Durante a cerimônia, os participantes rezaram o rosário e cantaram um hino mariano, acompanhado de várias freiras.
Dom Rifan disse que consagrar o Brasil à Santa Maria significa que “o Brasil reconhece a presença de Deus.”
Além de LifeSiteNews, outras entidades católicas elogiaram a participação de Bolsonaro na consagração do Brasil à Santa Maria. O Centro Fátima publicou uma reportagem intitulada “Presidente Bolsonaro Aprova a Consagração de Sua Nação ao Imaculado Coração.” Apesar de Bolsonaro não ter assinado diretamente o documento, ele participou e fez com que seu ministro o assinasse. Tal participação foi suficiente para que os católicos de todo o mundo celebrassem a consagração do Brasil à Santa Maria.
Contudo, a participação de Bolsonaro causou muita confusão entre seus principais apoiadores — os evangélicos. Embora o Brasil seja o maior país católico do mundo, os evangélicos, que representam cerca de 30% da população brasileira, votam de maneira muito mais conservadora, enquanto os católicos tradicionalmente apoiam os movimentos de esquerda. O Partido dos Trabalhadores, o partido socialista derrotado por Bolsonaro, foi fundado por bispos católicos.
Alguns apoiadores evangélicos de Bolsonaro tentaram amenizar sua participação na consagração. O GospelPrime, o maior site protestante do Brasil, publicou na primeira vez uma reportagem intitulada “Bolsonaro participa de consagração do Brasil a Jesus por meio do ‘coração de Maria’” quando LifeSiteNews, o Centro Fátima e outros grandes sites católicos não mencionaram “consagração a Jesus.”
Posteriormente, a GospelPrime fez uma reportagem “corretiva” intitulada “Bolsonaro não fez pronunciamento consagrando o Brasil à Virgem Maria,” basicamente dizendo que se Bolsonaro não o assinou, não houve uma consagração real, embora seu ministro tenha sido ordenado por ele para assiná-lo.
O GospelPrime também destacou que pelo fato de que um grupo católico, o Centro Dom Bosco no Brasil, desaprovou o evento, isso foi sinal de que os católicos não o aprovaram. Mas o GospelPrime não fez a cobertura da repercussão internacional de LifeSiteNews, do Centro Fátima e de outras entidades católicas americanas que interpretaram a presença de Bolsonaro na cerimônia como sua aprovação à consagração do Brasil à Santa Maria.
O fato de Bolsonaro não ter assinado, mas ter feito com que seu ministro assinasse, tem as características de uma manobra política astuta, que foi necessária para proteger Bolsonaro de uma repercussão negativa de seus apoiadores evangélicos. O governo Bolsonaro, representado por seu ministro, assinou, mas os críticos não podem acusar diretamente Bolsonaro porque ele não o assinou diretamente. Essa manobra tem causado muita confusão entre evangélicos.
Enquanto o governo Bolsonaro e o GospelPrime estão fazendo redução de danos por causa da consagração, o Pastor Cary Gordon parece ter ficado tão empolgado com a consagração que ele quer entrevistar Bolsonaro para seu “Inimigos dentro da Igreja,” um documentário que tem suas próprias armadilhas ocultistas. Mas por que um pastor evangélico americano se empolgaria com o governo Bolsonaro consagrando o Brasil à Santa Maria? A idolatria e o ocultismo são menos malditos do que o marxismo?
Na consagração, líderes católicos lembraram como a Santa Maria protegeu Bolsonaro de morrer em um atentado terrorista comunista contra sua vida. Bolsonaro, que estava ouvindo pessoalmente as declarações deles, não expressou desaprovação.
Para que Maria pudesse proteger Bolsonaro de um atentado terrorista, Bolsonaro deveria ter experimentado uma intervenção física ou espiritual.
Na intervenção física, Maria deveria estar presente no ataque e de alguma forma impedindo o terrorista. Mas isso não aconteceu porque Maria não está viva. Ela está fisicamente morta há cerca de dois mil anos.
Na intervenção espiritual, ela poderia proteger Bolsonaro se ela tivesse poderes divinos, se ela fosse Deus, mas obviamente ela não é um deus e ela não tem nenhum poder divino.
Tanto católicos quanto evangélicos sabem que na Bíblia não existe um único relato de Maria salvando uma nação, uma família ou mesmo um só indivíduo. Mas há abundantes relatos de Deus salvando nações, famílias e pessoas. Jesus é Deus!
Por que não consagrar o Brasil para o Senhor Jesus Cristo e proclamar um Dia de Oração e Jejum para Ele?
Ao participar de uma cerimônia consagrando o Brasil à Santa Maria, Bolsonaro esqueceu velhos erros brasileiros. Em 1980, o general João Figueiredo, que foi presidente durante o regime militar, estabeleceu oficialmente o dia 12 de outubro de cada ano como o Dia de Nossa Senhora Aparecida, declarando-a padroeira do Brasil.
Depois da data oficial, o Brasil sofreu alta inflação e crise econômica. O regime militar desmoronou. No entanto, o Brasil continua, ainda hoje, celebrando oficialmente “Nossa Senhora Aparecida” como sua padroeira.
Muito parecido com Bolsonaro, o vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini dedicou a Itália à Santa Maria em 18 de maio. Tanto Bolsonaro quanto Salvini têm sido influenciados ou mesmo explorados por Steve Bannon, que está por trás de um movimento esotérico fascista para subverter o Papa Francisco.
Entretanto, o catolicismo ou as consagrações católicas não estão salvando Bolsonaro de ciladas espirituais. Ele tem sido uma presa fácil para o Bannon brasileiro, Olavo de Carvalho, apelidado de “Rasputin de Bolsonaro.”
Tradicionalmente, os presidentes brasileiros são católicos e frequentemente consultam conselheiros ocultistas. Eles consagram a si mesmos e o Brasil à Santa Maria, mas eles são guiados por ocultistas.
Dois lemas que fizeram e fazem parte da campanha de Bolsonaro são:
* “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” — palavras do próprio Jesus Cristo no Evangelho de João.
* “Deus acima de todos.”
Jesus Cristo é Deus. Ele está infinitamente acima de mim e de Bolsonaro. E, sim, Ele está também infinitamente acima de Maria, que não tem parte em seu trono, glória e majestade. Embora agraciada com a missão terrena de ser mãe de Jesus, ela foi uma pecadora, como todos nós, em necessidade da redenção e perdão de pecados oferecido por Jesus.
Os evangélicos, que foram fundamentais para a vitória de Bolsonaro, precisam orar para que os próprios lemas dele sejam cumpridos em sua vida, para que ele possa consagrar a si mesmo e ao Brasil a Jesus Cristo e para que ele e o Brasil se libertem da idolatria inútil e dos Rasputins e seus conselhos políticos ocultistas.
Com informações de LifeSiteNews.
Leitura recomendada: