16 de abril de 2019

As gárgulas de Notre Dame e a celebração islâmica de sua destruição


As gárgulas de Notre Dame e a celebração islâmica de sua destruição

Julio Severo
A Catedral de Notre Dame em Paris, na França, sofreu uma destruição enorme por incêndio em 15 de abril de 2019.
Imigrantes muçulmanos na França comemoraram sua destruição. Pelo fato de que o islamismo tem uma tradição de destruir templos cristãos, a destruição de Notre Dame foi um atentado muçulmano? De acordo com o noticiário da Rede de Televisão Cristã nos EUA, “o Ministério Público de Paris descartou a possibilidade de incêndio criminoso e possíveis motivos relacionados ao terrorismo, e disse que estava tratando isso como um acidente.”
O problema europeu é que sempre que há um atentado terrorista islâmico, as autoridades europeias são rápidas em descartar motivos relacionados ao terrorismo.
De uma perspectiva cultural, Notre Dame foi uma perda enorme para a civilização francesa.
De uma perspectiva religiosa, foi uma perda enorme para a Igreja Católica.
Aliás, a perda religiosa enorme tem também outros significados. Pelo fato de que os franceses estão abandonando a Igreja Católica em grande número, muitas vezes não há membros para sustentar antigas igrejas, que acabam sendo demolidas ou transformadas em mesquitas. O governo francês e o Vaticano não querem gastar seu dinheiro para preservar esses antigos prédios vazios.
De uma perspectiva cristã, Notre Dame não representou uma perda para o Cristianismo real, porque é uma catedral consagrada a Notre Dame, um nome francês cujo significado em português é “Nossa Senhora.” Os apóstolos de Jesus teriam visto como abominação uma igreja dedicada a Maria, a mãe de Jesus. Eles teriam caracterizado isso de idolatria.
De uma perspectiva espiritual, um lugar de idolatria foi destruído. E o incêndio destrutivo não só destruiu os ídolos de Maria e de outros homens e mulheres. Destruiu também as gárgulas — estátuas de demônios. Notre Dame estava cheia de imagens demoníacas.
Gárgula de Notre Dame
De uma perspectiva cultural, tais estátuas poderiam ser interessantes. Mas espiritualmente, por que havia tantas imagens demoníacas em uma igreja “cristã”?
O uso de estátuas demoníacas em prédios católicos foi questionado até por santos católicos. São Bernardo de Clairvaux era famoso por falar contra gárgulas esculpidas nas paredes do claustro de seu mosteiro:
“O que esses monstros estranhos estão fazendo nos claustros diante dos olhos dos irmãos enquanto lêem? Qual é o significado desses macacos imundos, desses estranhos leões selvagens e monstros? Com que finalidade são colocadas essas criaturas, meio bestas feras, meio homens ou esses tigres malhados? Eu vejo vários corpos com uma cabeça e várias cabeças com um corpo. Aqui está um quadrúpede com a cabeça de uma serpente, um peixe com a cabeça de um quadrúpede, depois um animal meio cavalo, metade bode…. Certamente, se não sentimos vergonha de tais absurdos, devemos pelo menos lamentar o que gastamos neles.”
Não só Notre Dame celebrava a mãe de Jesus, mas a história mostra que depois que milhares e milhares de huguenotes — homens, mulheres e crianças evangélicos — foram massacrados na infame Noite de São Bartolomeu (23-24 de agosto de 1572), o rei francês que ordenou o massacre celebrou-o em Notre Dame.
Gárgulas de Notre Dame
Então Notre Dame foi marcada pela idolatria e celebração de massacres de cristãos. O que mais poderia resultar de uma igreja com tantas imagens demoníacas?
Gárgulas de Notre Dame
A meu ver, as imagens demoníacas e outros símbolos de idolatria, inclusive seu nome, deveriam ser destruídos da antiga e famosa catedral católica, porque quando a idolatria não é destruída, ela destrói, como mostra o massacre de São Bartolomeu.
Mas a motivação da celebração islâmica pela destruição de Notre Dame não foi uma preocupação com a purificação espiritual do Cristianismo francês, porque a maioria da França não quer nada com o catolicismo. A ambição deles é destruir a civilização francesa.
Gárgula de Notre Dame
A única salvação para a civilização francesa é aceitar Jesus, que pode libertar os franceses dos demônios do islamismo, da religião, do secularismo e do ateísmo.
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