30 de março de 2019

ONU e jornal americano esquerdista New York Times miram em famílias que são contra vacinações e exigem fim de isenções


ONU e jornal americano esquerdista New York Times miram em famílias que são contra vacinações e exigem fim de isenções

Alex Newman
As elites acabam de lançar um ataque total contra a liberdade médica e contra pessoas preocupadas com a segurança e eficácia das vacinas, mirando as chamadas famílias contrárias às vacinações e mirando as isenções de vacinas obrigatórias. A Organização Mundial da Saúde da ONU, liderada por um conhecido comunista, recentemente chamou a “hesitação contra vacinas” uma das principais ameaças à “saúde global” em 2019. Para lidar com isso, a ONU recomenda que as vacinas sejam compulsórias e que aqueles que se recusam a submeter sejam punidos, entre outras estratégias. Enquanto isso, o porta-voz das elites, o jornal americano esquerdista New York Times, publicou uma declaração totalitária pedindo às autoridades estaduais e federais que reprimam os céticos das vacinas. Os críticos, no entanto, estão protestando.
A amplamente desacreditada ONU, que homenageou recentemente um genocida assassino em massa como “Embaixador da Boa Vontade,” lançou a primeira investida no ataque neste mês ao rotular a “hesitação” sobre as vacinas como uma das 10 principais ameaças à “saúde global” que a ONU pretende combater. Entre as principais políticas impostas aos governos nacionais e ditadores pelo “Grupo de Aconselhamento Estratégico de Especialistas” (GAEE) da OMS estão “impor vacinação” e “sanções para todos os que não vacinarem.” Que tipo de punição os recusadores deveriam receber não foi especificado pelos autoproclamados “sábios” da organização globalista de “saúde.” Contudo, se fossem verdadeiramente especialistas médicos, saberiam que a medicina por coerção é contrária a toda ética médica legítima. Veremos mais sobre a OMS mais adiante.
A mídia aproveitou o ataque da OMS para lançar a segunda fase da campanha. Em um editorial intitulado “Como Vacinar-se Contra Os que São Contra Vacinas,” o radical editorial do New York Times citou a jihad da OMS contra os que hesitam vacinar como justificativa para sua própria campanha para instigar a perseguição oficial aos pais preocupados. Entre outras estratégias, o New York Times celebrou a eliminação de isenções religiosas, filosóficas e todas as outras isenções das leis obrigatórias de vacinas no estado da Califórnia, forçando assim todos os pais a vacinar seus filhos a fim de frequentarem a escola. “Outros estados devem seguir essa liderança, e o governo federal deve considerar restrições mais rígidas com relação a quanta liberdade podem conceder às famílias que querem evitar vacinas essenciais,” disse o New York Times.
Deixando de lado a ignorância ou ódio do conselho editorial do New York Times à Constituição dos EUA — o governo federal não tem poder constitucional para impor “restrições” ou dar “liberdade de ação” aos governos estaduais em suas políticas de vacinas — as políticas que eles estão exigindo são completamente totalitárias. Depois de um surto de sarampo na Califórnia em que muitas das vítimas já tinham sido vacinadas, os legisladores totalitários do estado financiados por grandes empresas farmacêuticas aproveitaram a oportunidade para esmagar a liberdade. O principal responsável pela eliminação das exceções foi o senador estadual Richard Pan, um democrata de extrema esquerda que foi o principal beneficiário do dinheiro das indústrias farmacêuticas. Naturalmente, as mesmas empresas farmacêuticas que compram os legisladores para impor drogas farmacêuticas também compram os legisladores para se isentarem da responsabilidade quando suas vacinas matam e mutilam as pessoas.
Mas o New York Times e muitos outros porta-vozes das elites querem que o modelo da Califórnia se torne nacional. E o mesmo acontece com a ONU. Em sua lista das principais ameaças à saúde global, a OMS colocou um alvo gigantesco nas costas de pais amorosos que simplesmente fazem perguntas sobre a segurança e a eficácia das vacinas. “A hesitação com relação à vacinação — a relutância ou recusa em vacinar apesar da disponibilidade de vacinas — ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por vacinação,” afirmou a OMS, apresentando mais números infundados sobre supostos dois a três milhões de mortes evitadas a cada ano por vacinas, enquanto afirmando que mais 1,5 milhões de mortes poderiam ser evitadas se mais pessoas recebessem vacinas.
A ONU desenvolveu uma abordagem múltipla para lidar com o crescente ceticismo. “Não há uma única intervenção que aborde todos os exemplos da hesitação de vacinação,” disse, pedindo “intervenções” que sejam “direcionadas” a grupos que não receberam todas as vacinas que a OMS e as grandes empresas farmacêuticas acreditam que deveriam receber. “Assim, cada país deve desenvolver uma estratégia para aumentar a aceitação e a demanda de vacinação, que deve incluir engajamento comunitário e construção de confiança, prevenção ativa contra a hesitação, avaliações nacionais regulares de preocupações e planejamento de resposta a crises.” As tão chamadas intervenções incluem colocar líderes religiosos a bordo, usando a “mídia de massa” para propaganda, “impondo vacinas,” “sanções por não-vacinação,” “incentivos não financeiros” e mais.
Além de impor vacinas e punir aqueles que não se submetem, os sábios da OMS também pedem que os governos treinem agentes de saúde para lidar com pessoas e pais que estão hesitantes ou preocupados com as injeções. “Os países [governos] devem empreender ainda mais a educação e o treinamento de profissionais de saúde para capacitá-los a lidar com questões de hesitação com relação a vacinas em pacientes e pais,” afirma o relatório de conclusões e recomendações da organização. “Além disso, é preciso tratar de comportamentos hesitantes contra vacinações no meio dos profissionais de saúde.”
E, claro, a OMS tem um plano para fazer isso. Em um guia de treinamento da OMS para profissionais de saúde, a polêmica organização da ONU explica que uma das formas em que a “hesitação de vacinação” se expressa é quando os pais perguntam: “Quais são os riscos de fornecer vacinas para meu filho?” Ao que tudo indica, a ONU acredita que é um problema quando os pais querem saber sobre os riscos de injetar produtos químicos e vírus desconhecidos (alguns cultivados em órgãos de crianças abortadas) em seus próprios filhos — algo que soa especialmente bizarro quando se percebe que os riscos listados nos folhetos informativos dos pacotes da vacina variam desde paralisia e reações alérgicas perigosas até inchaço do cérebro e até à morte.
O treinamento então fornece estratégias para convencer os pais a obedecer, muitas vezes usando manipulação, e até mesmo fornece respostas enganosas ou francamente falsas a possíveis perguntas que os pais possam fazer. “As vacinas podem causar efeitos colaterais prejudiciais, doenças e até a morte?” pergunta a mãe hesitante que faz parte do treinamento. “Não, as vacinas são muito seguras,” o agente de saúde é instruído a dizer, embora seja comprovadamente falso, e todo fabricante de vacinas do mundo reconhece que as vacinas podem causar efeitos colaterais prejudiciais, doenças e até a morte. Ironicamente, até mesmo a apresentação em si contradiz isso, afirmando: “Ocorrências adversas sérias ou morte são MUITO raras.” Ou elas são raras ou não acontecem — ambas não podem ser verdadeiras simultaneamente.
Um padrão óbvio de desonestidade surge no programa de treinamento da OMS para profissionais de saúde sobre hesitação de vacinas. Outra pergunta de amostra feita por pais hesitantes, por exemplo, é listada como: “As vacinas podem causar a infecção que devem prevenir?” O agente de saúde é instruído a informar aos pais que: “As vacinas inativadas não têm germes vivos e não podem causar infecções.” Mesmo assim, logo depois de dizer aos pais que não dá para as vacinas causarem infecções, a OMS admite que as vacinas “raramente” fazem com que infecções “ocorram.” Isso é o que as pessoas normais chamariam de mentir. Aparentemente, os agentes de saúde devem construir “confiança” contando mentiras deliberadas e prováveis para seus clientes (ou vítimas, conforme o caso).
Essa é apenas uma pequena amostra da desonestidade e das mentiras demonstráveis incluídas no workshop de propaganda para os profissionais de saúde. Outra pergunta listada que pode ser feita por pais hesitantes: “A proteção contra a infecção natural é uma proteção mais eficaz?” A resposta é facilmente desmascarada: “Com as vacinas, o sistema imunológico é estimulado a desenvolver proteção sem infecção, sendo por isso mais eficaz.” Naturalmente, todos os médicos do mundo reconheceriam isso como mentira — a imunidade natural contra doenças como a catapora dura por toda a vida, enquanto a imunidade adquirida através de vacinas desaparece com o passar dos anos, expondo os pacientes a riscos adicionais de contrair doenças mais tarde na vida, quando esses riscos podem ser mais perigosos.
Como essas estratégias sozinhas não acabaram com a maré de preocupações, o trabalho da ONU estava em andamento para desenvolver “ferramentas adicionais para ajudar a entender e desenvolver intervenções contra hesitações.” Uma é fazer propaganda para “indivíduos mais jovens” sobre vacinas para “moldar crenças e comportamentos futuros sobre vacinas,” disse a OMS. Outra é exigir que “organizações da sociedade civil,” normalmente grupos AstroTurf financiados por impostos, se envolvam em “aumentar a demanda por vacinação e ajudar a lidar com a hesitação com relação a vacinas.”
A campanha das elites apoiadas pela ONU para impor mais e mais vacinas e até mesmo remover isenções dessas imposições antiéticas é uma completa violação da ética médica essencial sobre o consentimento informado. E os críticos dizem que esses tipos de imposições são perigosos. “Quebra-se o relacionamento do paciente e do médico; ao administrar a vacina, o médico está atuando como agente do Estado,” explicou a Diretora Executiva Jane Orient, M.D. da Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos (AMCA), chamando tais imposições de violação da ética médica e até mesmo do juramento de Hipócrates.
Em resumo, suas estratégias para combater a “hesitação” incluem mentir para os pais e punir as pessoas que se recusam a obedecer. E então eles têm a coragem de atacar aqueles que estão “hesitando.” Independentemente do que se acredite sobre os riscos e a segurança das vacinas, é antiético, imoral e errado forçar tratamentos médicos em pessoas. E é errado mentir para as pessoas. E a ONU e seus propagandistas estão defendendo ambas as coisas. Os americanos precisam ignorar os propagandistas financiados pelas grandes empresas farmacêuticas que repetem como papagaios o que a ONU diz e precisam exigir que a liberdade de saúde e os direitos dos pais sejam respeitados em todo o país. E enquanto eles estão nisso, eles devem insistir em que as grandes empresas farmacêuticas prestem contas por seus produtos, assim como todas as outras indústrias na América.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The New American: UN and N.Y. Times Target Anti-Vaxxers, Push to End Exemptions
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