31 de março de 2019

Árabes e evangélicos bastante de olho na visita de Bolsonaro a Israel


Árabes e evangélicos bastante de olho na visita de Bolsonaro a Israel

David Biller e Samy Adghirni
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, chega a Israel no domingo para uma visita de quatro dias que tem tanto a ver com o realinhamento da política externa quanto com os problemas de pacificação no front doméstico.
Jair Bolsonaro e Benjamin Netanyahu
Fortalecer os laços com Israel é uma prioridade para os milhões de evangélicos no Brasil, os quais ajudaram a levar Bolsonaro ao poder e agora eles querem uma recompensa — que ele mude a embaixada do Brasil para Jerusalém, onde acreditam que a segunda vinda de Jesus ocorrerá. O presidente depende dos evangélicos e de sua grande bancada no Congresso para impulsionar sua agenda legislativa, começando com uma reforma impopular do sistema de aposentadorias necessária para consertar as finanças públicas.
“Espero de todo o coração que Bolsonaro anuncie a mudança da embaixada,” disse Sostenes Cavalcante, um dos legisladores evangélicos da Câmara dos Deputados, em uma entrevista. “Se ele não anunciar a mudança, muitos legisladores o farão recordar disso todos os dias no Congresso.”
Alianças mais próximas com Israel e os EUA sob Bolsonaro marcam uma mudança da política externa tradicionalmente mais neutra do Brasil. O ex-capitão do Exército, que alguns chamam de Trump latino-americano, também foi rápido em apoiar uma mudança de regime na Venezuela, ferindo o princípio da não-intervenção há muito defendida no país.

Poder Evangélico

Os mais de 40 milhões de evangélicos do Brasil foram fundamentais para a vitória de Bolsonaro, com quase 70% mostrando apoio para ele na véspera das eleições. Mas já como presidente o ex-capitão do Exército concentrou-se em uma agenda econômica e de segurança, e não nas preocupações culturais e sociais dos evangélicos, para grande desgosto de sua bancada de aproximadamente cem senadores e deputados da Câmara.
Bolsonaro, que foi batizado no rio Jordão em 2016, visitará locais sagrados durante sua visita, de acordo com um funcionário com conhecimento dos planos para a viagem. Ele e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu também participarão de um evento que mostrará as empresas de tecnologia israelenses e celebrarão acordos sobre defesa, segurança cibernética, água e agricultura, segurança pública e energia, entre outros.
Transferir a embaixada vem com riscos, especificamente o azedamento das relações com os países árabes. Tal medida “mudaria tudo,” disse o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, em uma entrevista. “Nós e nenhum país árabe vamos aceitar isso. As relações mudarão em todos os níveis, até mesmo no comércio. Apelamos ao bom senso do presidente de não fazer isso.”
A possibilidade de que as exportações sofram ou os brasileiros se tornem alvos deixaram membros da equipe econômica de Bolsonaro e seu alto escalão militar com os nervos à flor da pele, de acordo com Oliver Stuenkel, professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas, um instituto de estudos e uma faculdade de negócios.
Em uma aparente tentativa de fazer uma concessão para ambos os lados, Bolsonaro disse no início da semana que o Brasil poderia abrir um tipo de escritório comercial em Jerusalém.
Isso poderá representar decepção para todos os lados, inclusive Netanyahu, que enfrenta um duro desafio eleitoral e já havia celebrado a mudança da embaixada durante sua visita ao Brasil em dezembro.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site americano Bloomberg: Arabs and Evangelicals Closely Eye Bolsonaro Visit to Israel
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30 de março de 2019

ONU e jornal americano esquerdista New York Times miram em famílias que são contra vacinações e exigem fim de isenções


ONU e jornal americano esquerdista New York Times miram em famílias que são contra vacinações e exigem fim de isenções

Alex Newman
As elites acabam de lançar um ataque total contra a liberdade médica e contra pessoas preocupadas com a segurança e eficácia das vacinas, mirando as chamadas famílias contrárias às vacinações e mirando as isenções de vacinas obrigatórias. A Organização Mundial da Saúde da ONU, liderada por um conhecido comunista, recentemente chamou a “hesitação contra vacinas” uma das principais ameaças à “saúde global” em 2019. Para lidar com isso, a ONU recomenda que as vacinas sejam compulsórias e que aqueles que se recusam a submeter sejam punidos, entre outras estratégias. Enquanto isso, o porta-voz das elites, o jornal americano esquerdista New York Times, publicou uma declaração totalitária pedindo às autoridades estaduais e federais que reprimam os céticos das vacinas. Os críticos, no entanto, estão protestando.
A amplamente desacreditada ONU, que homenageou recentemente um genocida assassino em massa como “Embaixador da Boa Vontade,” lançou a primeira investida no ataque neste mês ao rotular a “hesitação” sobre as vacinas como uma das 10 principais ameaças à “saúde global” que a ONU pretende combater. Entre as principais políticas impostas aos governos nacionais e ditadores pelo “Grupo de Aconselhamento Estratégico de Especialistas” (GAEE) da OMS estão “impor vacinação” e “sanções para todos os que não vacinarem.” Que tipo de punição os recusadores deveriam receber não foi especificado pelos autoproclamados “sábios” da organização globalista de “saúde.” Contudo, se fossem verdadeiramente especialistas médicos, saberiam que a medicina por coerção é contrária a toda ética médica legítima. Veremos mais sobre a OMS mais adiante.
A mídia aproveitou o ataque da OMS para lançar a segunda fase da campanha. Em um editorial intitulado “Como Vacinar-se Contra Os que São Contra Vacinas,” o radical editorial do New York Times citou a jihad da OMS contra os que hesitam vacinar como justificativa para sua própria campanha para instigar a perseguição oficial aos pais preocupados. Entre outras estratégias, o New York Times celebrou a eliminação de isenções religiosas, filosóficas e todas as outras isenções das leis obrigatórias de vacinas no estado da Califórnia, forçando assim todos os pais a vacinar seus filhos a fim de frequentarem a escola. “Outros estados devem seguir essa liderança, e o governo federal deve considerar restrições mais rígidas com relação a quanta liberdade podem conceder às famílias que querem evitar vacinas essenciais,” disse o New York Times.
Deixando de lado a ignorância ou ódio do conselho editorial do New York Times à Constituição dos EUA — o governo federal não tem poder constitucional para impor “restrições” ou dar “liberdade de ação” aos governos estaduais em suas políticas de vacinas — as políticas que eles estão exigindo são completamente totalitárias. Depois de um surto de sarampo na Califórnia em que muitas das vítimas já tinham sido vacinadas, os legisladores totalitários do estado financiados por grandes empresas farmacêuticas aproveitaram a oportunidade para esmagar a liberdade. O principal responsável pela eliminação das exceções foi o senador estadual Richard Pan, um democrata de extrema esquerda que foi o principal beneficiário do dinheiro das indústrias farmacêuticas. Naturalmente, as mesmas empresas farmacêuticas que compram os legisladores para impor drogas farmacêuticas também compram os legisladores para se isentarem da responsabilidade quando suas vacinas matam e mutilam as pessoas.
Mas o New York Times e muitos outros porta-vozes das elites querem que o modelo da Califórnia se torne nacional. E o mesmo acontece com a ONU. Em sua lista das principais ameaças à saúde global, a OMS colocou um alvo gigantesco nas costas de pais amorosos que simplesmente fazem perguntas sobre a segurança e a eficácia das vacinas. “A hesitação com relação à vacinação — a relutância ou recusa em vacinar apesar da disponibilidade de vacinas — ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por vacinação,” afirmou a OMS, apresentando mais números infundados sobre supostos dois a três milhões de mortes evitadas a cada ano por vacinas, enquanto afirmando que mais 1,5 milhões de mortes poderiam ser evitadas se mais pessoas recebessem vacinas.
A ONU desenvolveu uma abordagem múltipla para lidar com o crescente ceticismo. “Não há uma única intervenção que aborde todos os exemplos da hesitação de vacinação,” disse, pedindo “intervenções” que sejam “direcionadas” a grupos que não receberam todas as vacinas que a OMS e as grandes empresas farmacêuticas acreditam que deveriam receber. “Assim, cada país deve desenvolver uma estratégia para aumentar a aceitação e a demanda de vacinação, que deve incluir engajamento comunitário e construção de confiança, prevenção ativa contra a hesitação, avaliações nacionais regulares de preocupações e planejamento de resposta a crises.” As tão chamadas intervenções incluem colocar líderes religiosos a bordo, usando a “mídia de massa” para propaganda, “impondo vacinas,” “sanções por não-vacinação,” “incentivos não financeiros” e mais.
Além de impor vacinas e punir aqueles que não se submetem, os sábios da OMS também pedem que os governos treinem agentes de saúde para lidar com pessoas e pais que estão hesitantes ou preocupados com as injeções. “Os países [governos] devem empreender ainda mais a educação e o treinamento de profissionais de saúde para capacitá-los a lidar com questões de hesitação com relação a vacinas em pacientes e pais,” afirma o relatório de conclusões e recomendações da organização. “Além disso, é preciso tratar de comportamentos hesitantes contra vacinações no meio dos profissionais de saúde.”
E, claro, a OMS tem um plano para fazer isso. Em um guia de treinamento da OMS para profissionais de saúde, a polêmica organização da ONU explica que uma das formas em que a “hesitação de vacinação” se expressa é quando os pais perguntam: “Quais são os riscos de fornecer vacinas para meu filho?” Ao que tudo indica, a ONU acredita que é um problema quando os pais querem saber sobre os riscos de injetar produtos químicos e vírus desconhecidos (alguns cultivados em órgãos de crianças abortadas) em seus próprios filhos — algo que soa especialmente bizarro quando se percebe que os riscos listados nos folhetos informativos dos pacotes da vacina variam desde paralisia e reações alérgicas perigosas até inchaço do cérebro e até à morte.
O treinamento então fornece estratégias para convencer os pais a obedecer, muitas vezes usando manipulação, e até mesmo fornece respostas enganosas ou francamente falsas a possíveis perguntas que os pais possam fazer. “As vacinas podem causar efeitos colaterais prejudiciais, doenças e até a morte?” pergunta a mãe hesitante que faz parte do treinamento. “Não, as vacinas são muito seguras,” o agente de saúde é instruído a dizer, embora seja comprovadamente falso, e todo fabricante de vacinas do mundo reconhece que as vacinas podem causar efeitos colaterais prejudiciais, doenças e até a morte. Ironicamente, até mesmo a apresentação em si contradiz isso, afirmando: “Ocorrências adversas sérias ou morte são MUITO raras.” Ou elas são raras ou não acontecem — ambas não podem ser verdadeiras simultaneamente.
Um padrão óbvio de desonestidade surge no programa de treinamento da OMS para profissionais de saúde sobre hesitação de vacinas. Outra pergunta de amostra feita por pais hesitantes, por exemplo, é listada como: “As vacinas podem causar a infecção que devem prevenir?” O agente de saúde é instruído a informar aos pais que: “As vacinas inativadas não têm germes vivos e não podem causar infecções.” Mesmo assim, logo depois de dizer aos pais que não dá para as vacinas causarem infecções, a OMS admite que as vacinas “raramente” fazem com que infecções “ocorram.” Isso é o que as pessoas normais chamariam de mentir. Aparentemente, os agentes de saúde devem construir “confiança” contando mentiras deliberadas e prováveis para seus clientes (ou vítimas, conforme o caso).
Essa é apenas uma pequena amostra da desonestidade e das mentiras demonstráveis incluídas no workshop de propaganda para os profissionais de saúde. Outra pergunta listada que pode ser feita por pais hesitantes: “A proteção contra a infecção natural é uma proteção mais eficaz?” A resposta é facilmente desmascarada: “Com as vacinas, o sistema imunológico é estimulado a desenvolver proteção sem infecção, sendo por isso mais eficaz.” Naturalmente, todos os médicos do mundo reconheceriam isso como mentira — a imunidade natural contra doenças como a catapora dura por toda a vida, enquanto a imunidade adquirida através de vacinas desaparece com o passar dos anos, expondo os pacientes a riscos adicionais de contrair doenças mais tarde na vida, quando esses riscos podem ser mais perigosos.
Como essas estratégias sozinhas não acabaram com a maré de preocupações, o trabalho da ONU estava em andamento para desenvolver “ferramentas adicionais para ajudar a entender e desenvolver intervenções contra hesitações.” Uma é fazer propaganda para “indivíduos mais jovens” sobre vacinas para “moldar crenças e comportamentos futuros sobre vacinas,” disse a OMS. Outra é exigir que “organizações da sociedade civil,” normalmente grupos AstroTurf financiados por impostos, se envolvam em “aumentar a demanda por vacinação e ajudar a lidar com a hesitação com relação a vacinas.”
A campanha das elites apoiadas pela ONU para impor mais e mais vacinas e até mesmo remover isenções dessas imposições antiéticas é uma completa violação da ética médica essencial sobre o consentimento informado. E os críticos dizem que esses tipos de imposições são perigosos. “Quebra-se o relacionamento do paciente e do médico; ao administrar a vacina, o médico está atuando como agente do Estado,” explicou a Diretora Executiva Jane Orient, M.D. da Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos (AMCA), chamando tais imposições de violação da ética médica e até mesmo do juramento de Hipócrates.
Em resumo, suas estratégias para combater a “hesitação” incluem mentir para os pais e punir as pessoas que se recusam a obedecer. E então eles têm a coragem de atacar aqueles que estão “hesitando.” Independentemente do que se acredite sobre os riscos e a segurança das vacinas, é antiético, imoral e errado forçar tratamentos médicos em pessoas. E é errado mentir para as pessoas. E a ONU e seus propagandistas estão defendendo ambas as coisas. Os americanos precisam ignorar os propagandistas financiados pelas grandes empresas farmacêuticas que repetem como papagaios o que a ONU diz e precisam exigir que a liberdade de saúde e os direitos dos pais sejam respeitados em todo o país. E enquanto eles estão nisso, eles devem insistir em que as grandes empresas farmacêuticas prestem contas por seus produtos, assim como todas as outras indústrias na América.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The New American: UN and N.Y. Times Target Anti-Vaxxers, Push to End Exemptions
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29 de março de 2019

Chuck Norris demole papel das grandes indústrias do cigarro no vício de fumar


Chuck Norris demole papel das grandes indústrias do cigarro no vício de fumar

Chuck Norris
Se você está atualmente servindo nas forças armadas dos EUA ou você é um veterano, é mais provável que você seja um fumante de cigarros do que um civil. A probabilidade é ainda maior se você estiver (ou tiver sido) mobilizado no exterior. É também muito provável que você tenha adquirido esse hábito depois de se alistar. De acordo com um relatório do Departamento de Defesa dos EUA, 38% dos soldados americanos que fumam pegaram esse hábito depois de se alistarem.
Chuck Norris
Essa tendência não é por acaso. Fumar tem raízes profundas em nossa cultura militar. Tudo começou em abril de 1917, quando a Força Expedicionária Americana marchou para se juntar a outras potências aliadas na luta contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Levada com eles estava sua ração de cigarros. Os cigarros logo se tornaram uma forma de os soldados lidarem com o estresse das batalhas e escaparem do tédio do tempo de inatividade. Os cigarros até se tornaram uma forma de comércio — tão valiosa quanto a moeda. Jovens soldados e marinheiros, longe de casa, descobriram pela primeira vez os cigarros como uma conexão na formação de uma nova ordem social. Cerca de 20 anos depois, quando os EUA entraram na Segunda Guerra Mundial, os casos de câncer de pulmão estavam em ascensão devido aos fumantes que adquiriram seu hábito durante a Primeira Guerra Mundial. Os cigarros de marca registrada agora estavam sendo enviados aos soldados e marinheiros sem nenhum custo e adicionados a rações.
Quando a guerra terminou em 1945, outra geração de jovens estava a caminho de casa, trazendo o vício do cigarro com eles. A tendência de fumar continuou a crescer. Em 1949, mais de 50% dos homens e quase 33% das mulheres agora fumavam.
Durante a Guerra da Coréia, em face das crescentes evidências dos efeitos adversos à saúde do tabagismo, os militares continuaram a fornecer cigarros gratuitos, uma prática que continuaria durante o conflito do Vietnã, terminando em 1975. Hoje, os membros das forças armadas dos Estados Unidos continuam a fumar em taxas acima da média, apesar do objetivo da política de seus líderes de tornar as forças armadas livres de fumo a fim de melhorar a aptidão física e prontidão militar e reduzir hospitalizações e doenças relacionadas ao tabagismo.
Para muitos, o tabagismo continua a ser visto como um elo comum para membros de um grupo exclusivo, parte de uma norma social arraigada. Apoiando essa mentalidade estão as empresas de cigarro que investem poderosamente para manter essa cultura do fumo viva hoje.
Uma recente campanha da Truth Initiative, uma organização sem fins lucrativos “dedicada à cessação do tabagismo entre jovens e jovens adultos,” revelou “documentos da indústria do cigarro tornados públicos como evidência em litígios,” segundo o HowStuffWorks.com. Dentro dos documentos, eles descobriram referências internas da indústria do cigarro a membros das forças armadas americanas como “consumidores que estão aí para serem depenados.”
Quais são os resultados da colheita da indústria do cigarro? O tabagismo custa ao Departamento de Defesa mais de US$ 1,6 bilhão por ano, levando em conta hospitalizações relacionadas ao tabaco, assistência médica e dias de trabalho perdidos. Para muitos jovens homens e mulheres, o serviço militar os deixou com um vício irremovível de uma substância que prejudica quase todos os sistemas de órgãos do corpo. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD), mais americanos morrem de fumar do que em todas as guerras que os Estados Unidos travaram.
Lembrei-me do poder dessa forte cultura militar do fumo e do papel da influência dos colegas e da aceitação social — bem como do papel das grandes indústrias em estimulá-lo — ao pensar na atual epidemia de uso de cigarros eletrônicos entre estudantes do ensino fundamental e médio. De acordo com dados da Food and Drug Administration e do CCPD, entre 2011 e 2018, quase 21 de cada 100 estudantes do ensino médio entrevistados relataram o uso de cigarros eletrônicos em um período de 30 dias. A partir de 2017 e 2018, ocorreu o maior aumento de um ano no uso de qualquer tipo nos 44 anos de monitoramento do abuso de substâncias por jovens.
O que estamos aprendendo é que os adolescentes não vêem “fumar” um cigarro eletrônico como prejudicial. A maioria dos adolescentes fuma pelos sabores, sem perceber que eles estão inalando nicotina, uma substância altamente viciante. Muitos adolescentes que pegam um cigarro eletrônico nunca fumaram um cigarro tradicional e agora, de acordo com pesquisas atuais, tornaram-se quatro vezes mais propensos a fazê-lo. Essa tendência atual foi bem-sucedida em colocar nicotina em todas as salas de aula dos Estados Unidos. Conforme fomos recordados recentemente por um relatório do ministro da Saúde dos EUA, em pouco mais de um ano, a taxa de uso dessa substância dobrou.
Embora seja verdade que a nicotina não é a principal causa de doenças relacionadas ao tabaco, é a substância química viciante no tabaco e nos cigarros eletrônicos que liga o usuário ao produto. Na pior das hipóteses, pode criar um vício em que alguns perdem a capacidade de fazer uma escolha livre. Parece claro que o uso de cigarros eletrônicos entre os jovens está associado a uma progressão para um maior consumo de cigarros.
Como eu disse na semana passada, o anúncio recente da Altria, principal fabricante de cigarros dos EUA e empresa controladora da Philip Morris, deve deixar claro o nexo entre os cigarros tradicionais e os cigarros eletrônicos. A empresa anunciou recentemente que está fazendo um investimento de US$ 12,8 bilhões no fabricante de cigarros eletrônicos Juul e planeja ajudar a promover agressivamente a marca de cigarros eletrônicos. Esse investimento dá à indústria do cigarro acesso direto a um novo gasoduto de milhões de jovens usuários de cigarros eletrônicos e um mercado em crescimento para seus produtos de tabaco.
Se as grandes indústrias de cigarros são especialistas em alguma coisa, é em como direcionar cirurgicamente publicidade e embalagens atraentes para os jovens e aproveitar as tendências para colher novos clientes ao longo da vida. Se quisermos ter sucesso no combate à ameaça à saúde pública que essa epidemia de cigarros eletrônicos representa, as mensagens da mídia devem começar a oferecer uma percepção social diferente: de “Fumar e-cigarros é legal” para “Você está sendo enganado.”
Chuck Norris é astro de Hollywood, inclusive o famoso seriado Texas Ranger.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Chuck Norris rips role of Big Tobacco in addiction
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28 de março de 2019

EXCLUSIVO: “Ele era pedófilo.” Ex-empregada de Michael Jackson afirma que ela tirava cuecas de garotinhos de dentro da banheira de hidromassagem dele, encontrava vaselina nos quartos de Neverland e que ele guardava fitas VHS de atos sexuais com crianças em biblioteca secreta


EXCLUSIVO: “Ele era pedófilo.” Ex-empregada de Michael Jackson afirma que ela tirava cuecas de garotinhos de dentro da banheira de hidromassagem dele, encontrava vaselina nos quartos de Neverland e que ele guardava fitas VHS de atos sexuais com crianças em biblioteca secreta

Ryan Parry West e James Desborough do Dailymail.com
Michael Jackson era um pedófilo predatório que abusou sexualmente de “dezenas” de crianças, filmou seus encontros doentios e guardou as imagens em uma biblioteca secreta escondida em seu rancho Neverland.
Essa é a afirmação chocante feita pela ex-empregada da estrela que diz que viu em primeira mão as interações perturbadoras dele com crianças pequenas e viu o estoque de “fitas de sexo” do Rei do Pop.
Em entrevista exclusiva à DailyMailTV, a ex-empregada pessoal de Jackson, Adrian McManus, revelou a verdade escondida sobre o comportamento doentio que ela teria visto durante os quatro anos em que trabalhou no rancho Neverland e não tem dúvidas de que seu ex-empregador era “pedófilo.”
Ela afirma que a estrela — que foi acusada de abuso sexual grave em um novo documentário chocante — trouxe uma longa fila de garotos para o seu quarto e que ela viu muitas coisas preocupantes enquanto arrumava as coisas na casa dele.
McManus, de 56 anos, alega que muitas vezes pescava roupas íntimas de Jackson e crianças na banheira de hidromassagem e nos banheiros da casa, e via crianças andando com muito pouca roupa.
Ela diz que encontrou vaselina e tampões ao lado da cama de Jackson e espalhados pela casa e se lembra do cantor ter uma estranha obsessão por fotos de crianças.
“Havia muita vaselina em Neverland, muita no quarto de Michael,” recorda ela.
“Não questionei, porque ele era meu patrão e você faz o que tem de fazer, mas eu ficava me perguntando. E havia vaselina em toda a casa principal, havia um quarto de rosas, estava lá em cima. Havia vaselina a sala de trem, que era como um sótão; havia isso lá em cima. Estava em todos os cômodos, na sala dos soldados. Estava em gavetas. Às vezes, estava nos balcões. Às vezes, encontravam nos carrinhos de golfe que Michael levaria para dirigir.”
McManus muitas vezes tinha de fazer limpeza depois que Jackson tinha garotos para longos finais de semana.
“Eu encontrava roupas íntimas que ficavam na parte de trás da sala principal de Michael e em um dos armários e ficava na parte de trás dos arquivos,” lembra ela.
Banheira de Michael Jackson
“Eram muito desagradáveis e amarelos, mas eu não sabia a quem eles pertenciam. Quando eu ia limpar o quarto do sr. Jackson, muitas vezes quando lá estavam seus convidados especiais, garotinhos, eles tomavam banhos com ele em sua banheira de hidromassagem. Ele tinha uma banheira Jacuzzi no quarto e eu costumava ter de deixar a água sair do jacuzzi, então eu tinha de colocar os cabides juntos para chegar ao meio do jacuzzi para deixar a água sair. Mas Michael costumava ter sua cueca flutuando na água e as roupas íntimas dos meninos flutuando na água juntas. Quando não estavam flutuando na água, estavam do lado de fora no chão ao redor do jacuzzi. Então eu costumava encontrar esse tipo de coisa.”
Ela acrescentou: “Com todos os garotinhos, ele segurava as mãos deles e os beijava. E eles costumavam brigar pelo amor de Michael. Era um ambiente estranho de ver.”
A empregada afirma que ela também viu livros sobre masturbação no quarto e uma vez Jackson pediu-lhe para laminar fotos de bebês nus e mandar colocar em seu quarto para a decoração.
Mas o mais perturbador foi uma grande coleção de cassetes de VHS que McManus acredita continham cenas “íntimas” da estrela filmada com crianças na década de 1990.
A empregada acredita que o cantor — que morreu há uma década de abuso de drogas — escondeu o material “danoso” da polícia, armazenando-o em uma sala de projeção de filmes longe da casa principal no imenso rancho Neverland.
Perguntada sobre os vídeos, ela disse: “Eu acho que eles eram de Michael com garotos fazendo coisas impróprias que tinham de ser escondidas, ou eles o teriam colocado na cadeia. Eu acho que eles eram fitas de sexo.”
Enquanto McManus admite que nunca viu o conteúdo das fitas, ela diz que o comportamento de Jackson e o manto de sigilo colocado nas fitas a deixaram convencida de sua natureza mais sinistra.
“Depois de assistir Michael com os meninos e lidar com o jeito que ele era e o que eu vi e depois ouvir o que ouvi, acredito que seja verdade,” diz ela.
McManus também aponta para o fato de que Jackson estava obcecado em filmar tudo na câmera em Neverland e tinha um closet cheio de equipamentos caros de câmera e carregadores de bateria.
“Ele tinha muitas baterias carregando, os carregadores sempre carregando e câmeras, um armário cheio de câmeras e carregadores de bateria, então eles estavam sempre prontos para ele usar,” lembra ela.
“E quando uma bateria acabava, em seguida, ele sempre tinha uma câmera nele tirando fotos dos meninos, crianças. Sempre foram os garotos. Isso é tudo o que realmente há.”
Suas alegações vêm na sequência do lançamento do filme Leaving Neverland — um documentário da HBO detalhando as alegações de Wade Robson e Jimmy Safechuck de abuso sexual a longo prazo cometido por Jackson.
Produtores do programa da HBO também alegaram que eles estavam cientes das possíveis fitas, mas nunca as encontraram.
A partir de 1990, McManus passou quatro anos como a empregada pessoal de Jackson — uma de apenas alguns funcionários a ter acesso ao quarto, banheiro e câmaras secretas da estrela.
Ela diz que, conforme surgiram detalhes de que Jackson poderia enfrentar acusações criminais quando o ex-acompanhante infantil Jordan Chandler alegou abuso sexual, as fitas estavam escondidas.
“Não sei onde foram, mas eu ouvi que um dos sobrinhos do homem que dirigia a sala de filmes tinha um monte de vídeos e os escondeu,” lembra ela.
“O boato era que o projecionista disse que as fitas eram muito prejudiciais para Michael. Ouvi dizer que o homem que cuidava da sala de filmes mencionara que seu sobrinho tinha ido lá de vez em quando. Seu sobrinho cuidaria da sala quando o homem mais velho não o fazia. E os rumores eram de que ele os empacotou no porta-malas e os tirou do rancho.”
Em 1993, Jordan Chandler, de treze anos, lançou acusações de abuso sexual contra Jackson, que terminaram em um acordo de US$ 20 milhões em dinheiro.
E um caso criminal de 2003, estimulado por acusações de Gavin Arvizo, sobrevivente de câncer de 13 anos, levou à prisão, julgamento e absolvição de Jackson em 2005.
As alegações de McManus sobre a existência de vídeos foram em parte apoiadas pelo produtor de Leaving Neverland, Dan Reed, que diz que Safechuck estava ciente dos vídeos “sexuais” que Jackson havia filmado.
Falando à revista Rolling Stone, o premiado criativo britânico Reed disse: “James mencionou para mim em certo ponto: ‘Sabe, Michael tinha uma câmera de vídeo e ele gravou um ato sexual.’ Mas ele não entrou em detalhes. E então Jackson falou: “Oh, o que eu fiz?” e passei por cima.
“Tenho todas as evidências de que preciso. E não havia gravação de vídeo de Michael tendo relações sexuais com essas crianças. Não havia nenhum flagrante com esses caras. Nós não temos as fitas.”
McManus, como Reed, não tem dúvidas de que o cantor superstar abusava sexualmente de crianças — uma afirmação que ainda precisa ser provada.
Atualmente, ela trabalha como cuidadora em Nipomo, Califórnia, e diz que está “em paz” em tachar seu ex-patrão como abusador sexual, apesar de ainda sofrer de ansiedade e ataques de pânico como resultado da experiência.
Ela acrescenta que não ficou chocada com as alegações feitas por Robson e Safechuck, que eram convidados privados regulares no quarto de Jackson durante seus anos trabalhando para ele.
“Não estou chocada. Já sei o que ele é. Vivo com isso. Sei a verdade. Isso não me chocaria. É o que é, o que foi. Acho que seria devastador para seus fãs, que estão com os olhos vendados pela realidade. Isso é o que doeria.”
Ela já afirmou que se lembra de Safechuck, que acusou Jackson, sendo persuadido a brincar de se vestir com o Rei do Pop.
Ela diz que sempre se perguntou sobre o relacionamento de Jackson com Safechuck no início da década de 1990.
“Michael costumava ser obcecado por Jimmy,” ela disse. “Eles iam para o quarto e brincavam de se vestir. Jimmy tirava as roupas e Michael deixava que ele vestisse suas camisas pessoais, pijamas e um famoso chapéu preto.”
Ela disse que Safechuck era um convidado regular em Neverland e seu relacionamento com Jackson não parecia certo.
Ela lembrou como Jackson costumava levar Jimmy sozinho e ficava trancado com ele por dias a fio.
“Ele sempre o estava abraçando, segurando a mão ou sendo amoroso com ele, mais como uma namorada do que como um amigo,” disse ela.
McManus tentou e não conseguiu processar Jackson junto com outros funcionários em 1994 por seu tratamento durante o seu emprego.
Melanie Bagnall, Kassim Abdool, Ralph Chacon, McManus e Sandy Domz disseram que foram perseguidos e ameaçados por seguranças e demitidos ou forçados a sair em 1994.
Em seus depoimentos, McManus e Chacon falaram sobre o suposto abuso sexual de menores por parte do cantor.
McManus também foi chamada como testemunha de acusação no julgamento criminal dele em 2005.
A ex-empregada diz que Jackson escapou impune por cometer abuso sexual por tantos anos por causa do regime de medo e intimidação que ele impunha.
Ela alega que a equipe de segurança privada de Jackson costumava fazer ameaças de morte e intimidar funcionários e crianças para que ficassem em silêncio sobre o que eles viram em Neverland durante o início da década de 1990.
E o próprio Rei do Pop costumava fazer ameaças à sua equipe que questionava seu comportamento.
“Conheci Michael muito bem, e me disseram que o que eu sei não se deve dizer, e isso realmente me preocupa. Fui ameaçada por Michael quando tomei conta do quarto dele, então já estava com medo disso e tinha medo por causa da minha família. Naquele momento, eu estava pensando na minha vida e na vida da minha família; algo poderia acontecer comigo. Os guarda-costas de Michael disseram-me que poderiam contratar um assassino profissional para me levar para fora, que poderiam contratar alguém para cortar meu pescoço e ninguém nunca encontraria meu corpo. Então sim, eu estava muito preocupada. É a minha vida e eu me importo com a minha vida.”
Ela continuou: “Ninguém sabia o que eram esses guarda-costas e todos tinham medo deles. Eles carregavam armas e costumavam dizer coisinhas e acariciavam suas armas. Esses caras eram maus e assustadores.”
McManus lembra como o próprio Jackson usou táticas de intimidação, chamando-a em casa no Dia das Mães, em 1993, assim que a pressão se acumulou em torno do caso Jordan Chandler.
“Ele me ligou em casa e disse que queria me perguntar uma coisa e eu disse ‘sim, pode falar.’
“E ele me perguntou continuamente ‘o que você sabe?’ ‘O que você quer dizer?’ eu disse. ‘Michael, eu não sei o que você quer que eu lhe diga.’
“Eu acho que ele sabia que eu estava com ele, e ele queria ver se eu era estúpida o suficiente para dizer isso.
“Ele estava preocupado com o que ele estava fazendo porque depois disso as alegações apareceram. Ele queria ver como eu era leal a ele.
“Michael era um manipulador e eu estava com medo dele. Fui programada para não fazer perguntas.”
McManus acredita que a incrível riqueza da estrela — na época, estimada em US$ 250 milhões — significava que o cantor mau se sentia intocável.
Jackson gastou milhões de dólares em advogados famosos e até contratou o detetive particular Anthony Pellicano para proteger sua imagem — e confundir os nomes de quaisquer detratores.
McManus disse: “Acho que qualquer um que entrou em contato com ele (Jackson) foi destruído, e eles sofreram, porque havia algo errado com ele. Ele era pedófilo.”
Ela acrescentou: “Estou feliz que o mundo está questionando Michael, mas ainda haverá gente que não acredita. Espero que as pessoas tirem as suas vendas e percebam que ele era um homem. As pessoas têm desejos. Eu gostaria que mais pessoas falassem, porque talvez hoje Michael estivesse vivo se o colocassem na prisão. Talvez as coisas pudessem ter sido diferentes.”
Leitura recomendada:
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://youtu.be/CwOW76c0Dsg