1 de fevereiro de 2019

Armas e Deus: número crescente de igrejas americanas quer segurança armada


Armas e Deus: número crescente de igrejas americanas quer segurança armada

“Cinquenta anos atrás, você poderia dizer que nenhuma arma deveria ser permitida na igreja, mas os tempos mudaram,” disse um chefe de polícia que dirige uma equipe de segurança voluntária numa igreja.

Mary Pflum
Quando Chris Crews se prepara para ir à igreja nas manhãs de domingo, ele segue uma rotina. Ele se levanta cedo. Ele veste suas roupas de igreja, uma camisa de botão combinada com calça jeans ou calça cáqui. Então, antes de sair de casa com sua esposa e dois filhos, ele coloca uma arma de fogo — um revólver calibre 9 mm ou 0,45 — na cintura.
“Não saio de casa sem uma arma,” disse Crews. “É como os antigos anúncios de cartão American Express: eu simplesmente não saio de casa sem ela.”
Crews, de 47 anos, faz parte da equipe de segurança da Assembleia de Deus de Ava, uma igreja pentecostal de 300 membros na cidade de Ava, Missouri, EUA. A igreja não tem guardas de segurança pagos. Em vez disso, conta com uma equipe de 18 membros da igreja para manter os fiéis em segurança. Nenhum dos membros da equipe de segurança é pago e todos portam armas de mão.
A Assembleia de Deus de Ava lançou a equipe de segurança 18 meses atrás depois que o pastor da igreja, Buddy Boyd, recebeu ameaças relacionadas a uma desavença doméstica envolvendo membros da comunidade.
Em resposta, e em meio a crescentes temores de assassinatos a tiros em massa em geral, um membro da congregação sugeriu formar uma equipe de segurança. Boyd concordou rapidamente.
“Os tempos mudaram,” disse Boyd. “A preocupação número 1 é proteger os membros de nossa igreja.”
A equipe de segurança voluntária da Assembleia de Deus de Ava é uma das centenas de equipes criadas nos últimos anos por igrejas e sinagogas para manter os seguidores seguros. De acordo com várias empresas de segurança e organizações sem fins lucrativos que se especializam em fornecer treinamento de segurança para instituições religiosas, o crescente número de equipes coincide com uma série de ataques muito divulgados que mostraram a vulnerabilidade dos locais de culto.
Carl Chinn, fundador da Rede de Segurança com Base na Fé, organização sem fins lucrativos que oferece orientação de segurança para comunidades religiosas, disse estar ciente de mais de mil equipes de segurança administradas por voluntários em casas de culto nos EUA. Duzentas delas, em 34 estados, se registraram em sua rede nos últimos 11 meses. A maioria tem membros armados.
Muitas das equipes foram formadas em resposta direta aos ataques mortais em locais de culto, como a matança a tiros de 2015 em uma Igreja Emanuel AME em Charleston, Carolina do Sul, que matou nove pessoas; a matança a tiros de 2017 na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, no Texas, que matou 26 pessoas, inclusive um bebê em gestação; e a matança a tiros de outubro na sinagoga Tree of Life, em Pittsburgh, que matou 12 pessoas.
“Há sempre uma explosão de interesse em formar uma equipe ou aumentar a segurança logo após um ataque,” disse Chinn.
Para ler a reportagem completa em inglês, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês conforme divulgado por WND (WorldNetDaily): Guns and God: Growing number of churches want armed security
Leitura recomendada:

3 comentários :

Anderson Sacramento disse...

Estes "irmãos" membros da igreja americana não confiam em Jesus ,não sabem o que significa a oração? Falando nisso o que ensinam estes Pastores ? Esqueceram ou não creem na Palavra que diz que o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que nele creem e os livra (Salmo 34.7)....

PAULO SANTOS disse...

O fato de uma pessoa professar a fé cristã não torna pecado que ela use uma arma para se defender. Louvável a atitude dessas pessoas. Quanto mais armas na sociedade mais segurança, quanto menos armas menos segurança. Precisamos mandar pro inferno essa onda do politicamente correto que só serve para inibir nas pessoas a tomada de posições firmes quanto a opiniões e atitudes, com o fim de favorecer uma minoria que se acha dona da verdade e acha que pode recriar o mundo a sua imagem e semelhança.

Humberto disse...

Respondendo ao Anderson Sacramento,

Anderson,

Você disse textualmente isto:

"Estes 'irmãos' membros da igreja americana não confiam em Jesus, não sabem o que significa a oração? Falando nisso o que ensinam estes pastores? Esqueceram ou não crêem na Palavra que diz que o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que nele crêem e os livra (Salmo 34.7)..."

Anderson, você talvez esteja esquecido do que Jesus disse sobre a prudência na vida do cristão:

"Eis que Eu vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede símplices como as pombas, mas prudente como as serpentes" (Mateus 10:16)

Deus nunca ordenou a nenhum de Seus servos que se expusesse deliberadamente a qualquer tipo de perigo sem que seja da vontade Dele. Muito pelo contrário: Ele deseja que sejamos prudentes diante do perigo. Em outras palavras: não podemos enfrentar, de peito aberto, uma situação de perigo se Deus não nos mandou fazer isso.

Como cristão, eu confio em Deus. Agora, só porque eu confio em Deus, eu vou dormir com as portas e janelas da minha casa totalmente escancaradas para qualquer um entrar (até mesmo um assassino)? Será que eu não devo me proteger?

Você iria a um lugar perigoso por conta própria, mesmo sabendo que você corre grande risco de ser morto se for a este lugar?

Quem se expõe, por vontade própria (ou seja, sem ser da permissão de Deus), a uma situação de perigo está, na verdade, tentando a Deus. Olhe o que o apóstolo Tiago escreveu sobre isso:

"Ninguém, quando for tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e Ele mesmo não tenta a ninguém. Mas cada um é tentado, quando atraído e seduzido pela sua própria concupiscência. Depois, a concupiscência, tendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, produz a morte. Não erreis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança e nem sombra de variação" (Tiago 1:13–17)

O irmão Júlio Severo está fora do Brasil por questão de segurança (ele já foi ameaçado de morte). Eu lhe pergunto: você acha que seria prudente ele continuar aqui correndo o risco de sofrer um possível atentado (ainda mais ele sabendo que está sendo ferozmente perseguido pelo ativismo gay)? Você acha que muitos desses ativistas não estão com muita vontade de calar para sempre o nosso amado irmão se tiverem uma oportunidade pra isso? Por que estão fazendo tanta questão de saber onde ele se encontra?

O irmão Júlio Severo não é a única vítima desta perseguição. Jael Savelli, que desmascarou Luiz Mott num artigo intitulado "Luiz Mott: Pedofilia Já!", também está na mira do ativismo gay por ter falado a verdade sobre a pedofilia. Veja mais detalhes aqui:

http://juliosevero.blogspot.com.br/2008/05/lder-homossexual-publica-os-endereos.html

Diante de tudo que foi dito aqui, eu lhe pergunto: é prudente ao irmão Júlio Severo (ou a qualquer verdadeiro cristão) se expor deliberadamente ao perigo sem ser da permissão de Deus?