27 de fevereiro de 2019

Facebook bane Tommy Robinson por soar alarme sobre o islamismo radical


Facebook bane Tommy Robinson por soar alarme sobre o islamismo radical

Steve Warren
Comentário de Julio Severo: Esta notícia, traduzida e disponibilizada por mim, vem da Rede de Televisão Cristã dos EUA. O caso ocorreu na Inglaterra. O mais trágico é que a primeira-ministra inglesa Theresa May é considerada conservadora, mas nada faz contra a invasão de muçulmanos responsáveis por uma grande onda de estupros de meninas inglesas. Mas o governo conservador de May tudo faz contra pessoas que denunciam essa invasão e estupros. Tommy Robinson é um dos que mais denunciam. Leia a reportagem:
Tommy Robinson sendo preso por denunciar muçulmanos estupradores
O Facebook baniu o ativista político conservador Tommy Robinson, fundador da Liga de Defesa Inglesa, por suas repetidas críticas ao islamismo e à mídia tradicional.
Robinson tem sido explícito sobre a islamização da Grã-Bretanha, tornando-se um símbolo mundial de resistência a governos que permitem que o islamismo radical cresça dentro de suas fronteiras.
Mas o Facebook alega que Robinson, cujo nome verdadeiro é Stephen Yaxley-Lennon, violou seus padrões comunitários ao quebrar sua norma contra “ódio organizado” muitas vezes.
“Nossos padrões comunitários públicos afirmam que esse tipo de opinião não é aceitável no Facebook — e quando tomamos conhecimento disso, nós removemos o mais rápido possível,” escreveu o Facebook. “Nossas normas também deixam claro que indivíduos e organizações que estão engajados em ‘ódio organizado’ não são permitidos na plataforma, e que o elogio ou apoio a essas figuras e grupos também é proibido. Isso é verdade independentemente da ideologia que eles defendem.”
“A página de Facebook de Tommy Robinson quebrou repetidamente esses padrões, publicando material que usa linguagem desumanizante e pede violência dirigida aos muçulmanos,” afirmou a gigantesca empresa de tecnologia no post de blog. “Ele também se comportou de maneiras que violam nossas políticas sobre ódio organizado. Como resultado, de acordo com nossas políticas, removemos o perfil oficial de Facebook e da página de Instagram de Tommy Robinson. Essa não é uma decisão que tomamos levianamente, mas indivíduos e organizações que atacam outros com base em quem eles são não têm lugar no Facebook ou Instagram.”
Robinson respondeu às alegações de incitar a violência, chamando-as de absurdas.
“As razões que eles deram são simplesmente mentiras completas,” disse ele ao Breitbart de Londres. “Eles estão dizendo que eu incitei violência e que eu abertamente pedi violência contra muçulmanos, isso é simplesmente mentira. Se esse fosse o caso, eles poderiam mostrar evidências de mensagens em que eu disse isso, mas eu nunca o fiz.”
Robinson já foi banido do Twitter. O YouTube será agora sua única grande presença na mídia social.
Robinson disse certa vez ao noticiário da Rede de Televisão Cristã: “Sei como a história vai me julgar… Então posso ser caluniado por políticos e pela mídia agora, mas sei que a geração que vai aprender história saberá que eu estava do lado certo.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã: Facebook Bans Tommy Robinson for Sounding the Alarm About Radical Islam
Leitura recomendada sobre islamismo na Inglaterra:

26 de fevereiro de 2019

Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?


Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?

Julio Severo
Em um artigo intitulado “Nova iniciativa de Trump: Legalizar a homossexualidade em todos os países,” o WorldNetDaily, um dos sites conservadores mais proeminentes do mundo, disse:
“O homossexual mais destacado no governo Trump está liderando uma iniciativa para descriminalizar a homossexualidade em dezenas de países onde ela ainda é ilegal.”
O homossexual mais destacado é Richard Grenell, embaixador dos EUA na Alemanha.
Entretanto, o Family Research Council — Conselho de Pesquisa da Família (CPF) — teve uma interpretação diferente. Em seu artigo intitulado “Direitos Humanos São Direitos Humanos,” o CPF disse que “Grenell escreveu em um artigo de opinião no jornal alemão Bild que ‘autoridades governamentais devem. . . exigir que os países membros da ONU descriminalizem a homossexualidade,” mas assegurando que “Há apenas um problema — além do embaixador, não parece que o presidente Trump — ou qualquer outra pessoa no seu governo — tenha autorizado essa ‘campanha.’”
Assim, enquanto o WorldNetDaily informou sobre uma iniciativa do governo Trump, liderada por Grenell, para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo, o CPF informou basicamente que o caso não é tão sério.
Argumentarei que o caso é muito sério. Grenell é o mais proeminente ativista homossexual no Partido Republicano e no governo Trump. Ele é casado com outro homem homossexual e defende muitos itens da agenda gay, inclusive o “casamento” homossexual. Nenhum conservador real jamais nomearia tal ativista gay para qualquer cargo do governo, mas Trump fez isso. Trump fez exatamente o que Obama teria feito. O que um presidente deve esperar depois de nomear um ativista gay? Campanhas pró-família?
O CPF disse corretamente:
“Nos últimos oito anos, o presidente Barack Obama e a secretária de Estado Hillary Clinton espancaram as capitais estrangeiras com ‘diplomacia’ com o objetivo de promover uma agenda LGBT em todo o mundo e na ONU — prejudicando nossas relações com muitos países como resultado. O governo Trump deveria acabar com tais esforços, não fazendo deles uma prioridade.”
No entanto, imediatamente o CPF mencionou o secretário de Estado Mike Pompeo como um bom exemplo e que “Agora a maré mudou.”
Como é que essa mudança aconteceu? No governo Obama, a secretária de Estado Hillary Clinton celebrava junho como mês de orgulho homossexual no Departamento de Estado. Se a maré mudou, como o CPF disse, então hoje, sob Trump, não há celebração de orgulho homossexual no Departamento de Estado, certo? Errado!
Sob Trump, o ex-secretário de Estado Rex Tillerson proclamou junho de 2017 como “Mês do Orgulho LGBT.” E novamente sob Trump, o atual secretário de Estado Mike Pompeo proclamou junho de 2018 como “Mês do Orgulho LGBTI.”
Então, onde foi que a maré mudou?
O CPF acredita que uma opinião de Pompeo resume as melhores intenções. O CPF disse:
“Agora a maré mudou. O secretário de Estado Mike Pompeo articulou a maneira correta de pensar sobre tudo isso… Pompeo respondeu: ‘Acredito profundamente que os indivíduos LGBT têm todo direito que toda pessoa tem.’”
Ao dizer que os homossexuais têm todo direito que qualquer outra pessoa tem, Pompeo acabou revelando a real intenção do governo Trump, porque se toda pessoa tem direito ao casamento e adoção de crianças, a declaração de Pompeo sugere que todo homossexual também tem direito ao casamento e adoção de crianças.
A maré não mudou no que se refere a celebrações de orgulho homossexual no Departamento de Estado. Mas, no que diz respeito aos valores evangélicos, a maré mudou. Pompeo se vê como um evangélico conservador. Se os evangélicos conservadores estão celebrando a homossexualidade no Departamento de Estado, a maré realmente mudou — para pior.
Então, tentando fazer uma concessão para agradar aos ativistas gays e aos conservadores, o CPF terminou seu texto dizendo:
“Vamos encontrar um denominador comum para pedir o fim de todas as formas de violência física contra os homossexuais — mas sem impor os valores da revolução sexual ao resto do mundo.”
Assim, o CPF mostrou que apoia uma campanha para acabar com “todas as formas de violência física contra homossexuais.” Contudo, por que se lembrar da violência contra homossexuais, mas não da violência cometida por homossexuais? O CPF esqueceu que há uma epidemia de abuso homossexual contra meninos?
Quando penso em violência e homossexualidade, o primeiro pensamento que vem à minha mente não é de indivíduos que sofrem violência por seu estilo de vida sexual. O primeiro pensamento é de crianças que sofrem violência homossexual — física e psicológica. Há um enorme esforço para encobrir o sofrimento das crianças nas mãos de predadores homossexuais.
A interpretação que tenho com relação ao artigo do CPF é que o CPF tentou minimizar e proteger o governo Trump dos efeitos esperados da presença de um ativista homossexual no governo. O CPF basicamente minimizou a campanha para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo, mas ao mesmo tempo reconheceu que está disposto a aceitar uma campanha para acabar com “todas as formas de violência física contra homossexuais.”
Que tal uma campanha para acabar com todas as formas de violência física homossexual contra meninos? Uma campanha para proteger os meninos e sua inocência não deveria ser muito mais importante do que proteger indivíduos que escolheram um estilo de vida sexual imoral e pervertido?
Não faz sentido apoiar uma campanha para acabar com “todas as formas de violência física contra homossexuais” enquanto milhares e milhares de meninos sofrem violência sexual de homossexuais.
Se eu fosse o Secretário de Estado, a maré mudaria. Eu lançaria um “Mês de Proteção de Crianças Contra Propaganda e Violência Homossexual.” Eu também lançaria uma iniciativa para encorajar as nações a proteger crianças e adolescentes da propaganda homossexual e de sua violência psicológica e física.
Em minha opinião, o CPF e seu presidente, Tony Perkins, precisam ser francos se realmente acreditam em valores conservadores.
No ano passado, o CPF participou da Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), a maior e mais antiga conferência “conservadora” anual dos Estados Unidos. Vergonhosamente, a CPAC baniu a organização pró-família MassResistance como expositor, enquanto ao mesmo tempo permitiu que o grupo homossexualista Log Cabin Republicans permanecesse. Log Cabin Republicans é uma ala de militantes homossexuais dentro do Partido Republicano.
Por que o CPF não defendeu o grupo conservador e denunciou o grupo homossexualista?
“É inconcebível que uma organização que se autoproclame conservadora como a CAPC proíba um estande de patrocínio para uma grande organização pró-família como MassResistance — enquanto permite que o grupo de ativistas gays Log Cabin Republicans patrocine um estande na mesma conferência,” disse Peter LaBarbera, fundador e presidente de Americanos em Favor da Verdade acerca da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é AFTAH). O que é interessante é que a entidade precursora de AFTAH foi lançada na CAPC 26 anos atrás.
“Está tudo de cabeça para baixo,” continuou LaBarbera. “É o Log Cabin Republicans, que faz cruzadas para avançar o ‘casamento’ homossexual, que está minando o conservadorismo.”
Quando o banimento de MassResistance virou escândalo depois que foi denunciado por LaBarbera, LifeSiteNews e outros sites pró-vida, a CAPC convidou o CPF para ter um estande, como estratégia de último minuto para acobertar seu banimento escandaloso contra MassResistance. Foi inapropriado o CPF aceitar o convite sem denunciar as ações anticonservadoras do CAPC.
Assim, a maré não mudou nas celebrações homossexuais no Departamento de Estado, mas mudou na luta conservadora contra a agenda homossexual. Como LaBarbera disse com razão, banir grupos conservadores e convidar grupos homossexuais para o mais importante evento conservador dos EUA mostra que tudo “está de cabeça para baixo.”
Mesmo que Trump não tenha aprovado a campanha do ativista homossexual Richard Grenell, recordemos que Trump nomeou um juiz gay em outubro passado e ele mesmo nomeou Grenell. E quem mais do que Trump autorizou, em 2017 e 2018, o Departamento de Estado a celebrar junho como mês do orgulho homossexual?
Além disso, em 2017 Trump manteve Randy Berry como Embaixador Especial dos Direitos Humanos dos Indivíduos LGBTI, um cargo criado pelo governo Obama. Aliás, esse cargo do Departamento de Estado, o qual foi uma inovação mundial, foi lançado pioneiramente por Obama para promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior como a política externa oficial dos EUA.
Trump manteve esse símbolo poderosíssimo do imperialismo homossexual do ex-governo Obama, mesmo depois que líderes evangélicos haviam pedido especificamente para que esse cargo fosse eliminado.
Naquela época, Tony Perkins disse: “Manter Berry só sinaliza ao mundo que a agenda radical dos anos de Obama ainda está profundamente entrincheirada no Departamento de Estado.” Por que Perkins acha que agora o Departamento de Estado mudou para melhor?
Por que o CPF e Perkins fingem ignorar tais avanços homossexuais no governo Trump? Por que eles se recusam a expor esses escândalos em sua cruel realidade? Por que minimizá-los?
Provérbios 27: 6 ensina que os amigos verdadeiros nos corrigem. Se o CPF é um verdadeiro amigo de Trump e do Partido Republicano, precisa corrigi-los com toda a franqueza. Só desse jeito a maré poderá mudar.
Não é fácil corrigir amigos, e sei do que estou falando: Sou amigo do CPF há mais de 25 anos.
Leitura recomendada:

25 de fevereiro de 2019

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo


Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Julio Severo
Não é uma coisa pequena quando duas publicações esquerdistas proeminentes dos EUA escolhem expor e atacar você por suas posturas conservadoras. É um sinal de que suas opiniões conservadoras estão incomodando e tendo um bom efeito.
A mais recente insatisfação e queixa da esquerda é que líderes evangélicos dos EUA e eu protestamos contra uma recente iniciativa do Departamento de Estado de Trump para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo. Nós protestamos especialmente porque essa iniciativa liberal está sendo liderada pelo mais proeminente ativista homossexual no Partido Republicano e no governo Trump, Richard Grenell, que é o embaixador dos EUA na Alemanha.
Tal protesto levou The Advocate e o Observatório da Direita a fazer a escolha de me atacar. Em um artigo intitulado “Evangelicals Furious Over Trump Plan to Decriminalize Homosexuality” (Evangélicos Furiosos com Plano de Trump de Descriminalizar a Homossexualidade), The Advocate, que é a maior revista gay nos Estados Unidos e se gaba, em suas próprias palavras, de ser “A Principal Fonte Mundial de Notícias para o Público LGBT,” disse:
Em um comentário para o BarbWire, outro site de extrema-direita, Julio Severo denunciou o secretário de Estado Mike Pompeo, um cristão conservador, por apoiar a iniciativa de Grenell, e aproveitou a oportunidade para acusar indivíduos LGBT de serem um perigo para as crianças.
“Essa iniciativa vindo do governo Trump é uma vergonha,” Severo escreveu. “Vindo de um evangélico que é o Secretário de Estado, ajudando o ativista homossexual Grenell, é uma vergonha maior, porque ele está fazendo exatamente o que a evangélica esquerdista Hillary Clinton estava fazendo quando ela também era Secretária de Estado.”
Não tenho nenhum prazer em denunciar o “evangélico” Pompeo ou qualquer outro evangélico que defenda qualquer componente da agenda homossexual. Mas não é muito estranho que Pompeo, a quem The Advocate rotula como um “cristão conservador,” precise da maior revista gay dos EUA para defendê-lo de um evangélico conservador brasileiro? Não é estranho que The Advocate fique do lado dele contra mim?
É mais estranho que uma poderosa revista gay tenha de intervir de certo modo para defender o governo Trump de evangélicos conservadores como eu.
The Advocate mencionou corretamente minha opinião sobre a homossexualidade e a violência:
“Quando penso em violência e homossexualidade, o primeiro pensamento que vem à minha mente não é de indivíduos que sofrem violência por seu estilo de vida sexual,” ele acrescentou. “O primeiro pensamento é de crianças que sofrem violência homossexual — física e psicológica. Há um enorme esforço para encobrir o sofrimento das crianças nas mãos de predadores homossexuais.”
Dizendo, sem nenhuma evidência, que não existe nenhuma conexão entre homossexualidade e abuso sexual de meninos, The Advocate acrescentou que eu “culpo os padres gays pelo abuso sexual generalizado de crianças e adolescentes na Igreja Católica Romana. A igreja ‘é prova viva da gravidade da violência homossexual contra crianças.’”
Você pode ler mais do meu artigo no Barbwire que incomodou The Advocate aqui. Para ler a versão em português, clique aqui.
Outros conservadores expostos na reportagem do The Advocate são o pastor de Massachusetts e colunista do WorldNetDaily, Scott Lively, e o presidente do Conselho de Pesquisa da Família, Tony Perkins.
Esta não é a primeira vez que The Advocate me escolheu para ataques. Em uma matéria de junho de 2017, The Advocate chamou a mim e outros conservadores americanos de “doidos.” Você pode ler minha resposta para The Advocate em meu artigo: Entendendo a extrema Esquerda: doidos esquerdistas chamam conservadores do que eles são
Em outra reportagem de junho de 2017, o The Advocate disse:
“o colaborador do BarbWire, Julio Severo, gastou uma coluna recente [veja o artigo em português neste link] denunciando fortemente o secretário de Estado Rex Tillerson por reconhecer junho como o Mês do Orgulho LGBT.”
Como um ex-secretário de Estado evangélico, Rex Tillerson proclamou junho de 2017 como “Mês do Orgulho LGBT,” e como evangélico, eu o denunciei. Agora que o atual secretário de Estado evangélico Mike Pompeo proclamou junho de 2018 como “Mês do Orgulho LGBTI,” como um evangélico, eu também o denunciei.
Como um evangélico conservador, é meu dever cristão denunciar evangélicos que ajudam o ativismo homossexual. Infelizmente, dois desses evangélicos, Pompeo e Tillerson, tiveram o posto mais alto no Departamento de Estado, bem debaixo dos olhos de Trump. Aliás, eles foram nomeados por ele. E The Advocate acha que é seu dever defendê-los contra mim!
É muito interessante que os secretários de Estado evangélicos Pompeo e Tillerson não estejam em nenhuma lista negra do The Advocate. Mas eu estou! E, no que depender de The Advocate, eu também mereço ser colocado na lista negra dos secretários de Estado e seu Departamento de Estado.
Esses não são os únicos ataques de The Advocate contra mim. Em 2011 The Advocate me criticou porque defendi uma criança e sua mãe biológica contra uma predadora homossexual. Você pode ler a notícia toda aqui: “Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha.”
The Advocate não é a única organização de extrema esquerda nos EUA me atacando.
O Observatório da Direita, uma organização de extrema esquerda nos EUA, disse em 22 de fevereiro de 2019:
Julio Severo está muito transtornado com a iniciativa internacional do governo Trump para descriminalizar a homossexualidade: “Quando penso em violência e homossexualidade, o primeiro pensamento que vem à minha mente não é de indivíduos que sofrem violência por seu estilo de vida sexual. O primeiro pensamento é de crianças que sofrem violência homossexual — física e psicológica. Há um enorme esforço para encobrir o sofrimento das crianças nas mãos de predadores homossexuais.”
Outros conservadores atacados pelo Observatório da Direita foram Franklin Graham e o editor do Barbwire, David Jolly.
O Observatório da Direita é um projeto da entidade de extrema esquerda People for the American Way e tem, de acordo com seu site, uma missão especial de atacar conservadores que se opõem à agenda gay, ao aborto e à ideologia muçulmana.
De acordo com o WND, um dos maiores sites conservadores do mundo, People for the American Way (PFAW) é “uma organização socialista ateísta que, por meio de publicações como seu ‘Right Wing Watch’ [Observatório da Direita] se dedica à destruição dos conservadores em geral.”
Muitos nomes conservadores proeminentes dos EUA estão na lista negra do Observatório da Direita. Meu lugar na lista deles está aqui.
O que os conservadores americanos dizem sobre o Observatório da Direita?
Pat Robertson, do Clube 700, disse: “Uma organização nojenta.”
Peter LaBarbera, da entidade Americanos pela Verdade da Homossexualidade, disse: “Deveriam chamá-los de Povo pelo Jeito Homossexual.”
Matt Barber, fundador do portal conservador BarbWire, disse: “Uma agenda secularista radical… uma agenda socialista… promovendo a cultura da morte.”
Vinte, dez anos atrás eu era atacado somente pela esquerda e pelo movimento homossexualista do Brasil por denunciar os ex-governos socialistas brasileiros e suas políticas esquerdistas e homossexualistas. Os ataques aconteceram especialmente porque sou o autor do livro “O Movimento Homossexual,” publicado em 1998 pela Editora Betânia. Esse foi o primeiro livro brasileiro a expor o movimento homossexual.
Hoje sou atacado pelo poderoso movimento esquerdista e homossexualista dos EUA, em primeiro lugar, por denunciar Obama e suas políticas esquerdistas e homossexualistas, e agora por denunciar o Departamento de Estado de Trump e suas políticas homossexualistas.
Se eu nunca poupei Obama por suas políticas homossexualistas, por que eu deveria poupar Trump?
Permaneço na Palavra de Deus. The Advocate e o Observatório da Direita passarão, mas a Palavra de Deus durará para sempre.
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:
Outra leitura recomendada:

24 de fevereiro de 2019

Sim, os poloneses estão impregnados de antissemitismo desde o seio de suas mães


Sim, os poloneses estão impregnados de antissemitismo desde o seio de suas mães

A grande maioria dos poloneses e outros continuam sendo inimigos do povo judeu, mas alguns políticos, diplomatas e pesquisadores do Holocausto estupidamente afirmam estarem chocados com essa “generalização.”

Israel Harel
Todos os que estão pedindo ao ministro das Relações Exteriores de Israel, Yisrael Katz, que peça desculpas por seus comentários ecoando o comentário de Yitzhak Shamir de 1989 de que “os poloneses estão impregnados de antissemitismo desde o seio de suas mães” estão se comportando como judeus envergonhados numa era que pensávamos havia desaparecido há muito tempo. Shamir, que em sua infância sofreu os golpes e maldições dos poloneses, resume a verdade do pesadelo de mil anos que era a vida judaica na Polônia — a verdade que os poloneses estão tentando negar e distorcer. Essa terrível verdade também foi sentida pelos pais de Katz, sobreviventes do Holocausto da Romênia e da Hungria.
Depois de mais de 70 anos de independência, há judeus em Israel que seguem a linha do governo polonês em sua exigência de que Katz peça desculpas. Alguns até acusam Katz de nada menos do que racismo. Políticos, inclusive Tzachi Hanegbi, diplomatas e acadêmicos especializados no Holocausto, a serviço, inclusive pago, de poloneses e alemães, estão chocados com a “generalização.”
Esses pesquisadores se esforçam para provar que “nem todos os poloneses (e alemães, ucranianos, húngaros, letões, lituanos, russos, romenos, holandeses, italianos, franceses e assim por diante) são culpados pelos crimes de seus governos, que colaboraram com os nazistas. Como parte dos preparativos “psicológicos” do Yad Vashem para as delegações militares na Polônia, uma lição é sobre a decadência em que Israel se encontra, de acordo com essa instituição oficial. Pessoas como essas, escreveu o poeta Avraham Shlonsky logo após o Holocausto, continuam a não aprender nada depois da passagem de toda tempestade.
É verdade que entre os poloneses havia e ainda há gentios justos. Mas a grande maioria eram e são inimigos do povo judeu. Se não fosse por esse ódio inato, não teria havido milhares de pogroms, decretos e expulsões, inclusive a Inquisição Espanhola e culminando no Holocausto. Somente por causa desse ódio profundo e arraigado, que dura até hoje, os países europeus e a Alemanha também conseguem negociar com o Irã. Isso inclui a venda de armas para um país que declara abertamente (e está fazendo preparativos nesse sentido) que visa completar o trabalho do diabo e aniquilar o Estado judeu.
Para muitos israelenses, e certamente para os judeus da Diáspora, é difícil aceitar que até o Holocausto não tenha arrancado o antigo ódio que os cristãos (e os muçulmanos, mas esse é outro caso) abrigam para com os judeus. Como o antissemitismo atualmente não é politicamente correto, o ódio reprimido em relação aos judeus é expresso como ódio ao Estado judeu. Um dos mais antigos slogans do “antigo” antissemitismo era “judeus para a Palestina.” Agora que os judeus estabeleceram sua soberania na Palestina, os antissemitas exigem “judeus fora da Palestina.” E muitos judeus, especialmente em Israel e nos Estados Unidos, se identificam com eles, como judeus no passado que se identificavam com a imundície que lhes era lançada pelos antissemitas.
Com a crescente onda antissemita na França, seu presidente abalado, Emmanuel Macron, prometeu aprovar leis contra o antissemitismo. Ele também notificou a comunidade judaica de que, como parte dessa legislação, ele promoveria um projeto de lei que proibiria equiparar o sionismo ao racismo. (Quando é que tal lei será aprovada em Israel?)
Não duvido das suas intenções sinceras, mas nenhuma legislação irá neutralizar o ódio arraigado aos judeus no país dele. O antissemitismo é uma doença mental-religiosa. Combatê-la através de organizações judaicas no exterior e com ações hesitantes de Israel não é suficiente. Enquanto não reconhecermos que o antissemitismo é uma doença crônica, não conseguiremos empreender uma campanha eficaz contra ele, e ele continuará fazendo muitas vítimas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do jornal israelense Haaretz: Yes, Poles Imbibed anti-Semitism With Their Mothers’ Milk
Leitura recomendada sobre antissemitismo: