7 de janeiro de 2019

Médica, 27, que tuitou que ela “propositalmente daria aos judeus remédios errados” ainda tem sua licença médica — apesar de ter sido condenada pela Clínica Cleveland, onde ela trabalhava — ao ser revelado que ela tem postado mensagens antissemitas há anos


Médica, 27, que tuitou que ela “propositalmente daria aos judeus remédios errados” ainda tem sua licença médica — apesar de ter sido condenada pela Clínica Cleveland, onde ela trabalhava — ao ser revelado que ela tem postado mensagens antissemitas há anos

Sara Malm para o MailOnline
Uma médica que tuitou que ela “propositalmente daria a todos os judeus remédios errados” foi exposta publicando mensagens antissemitas nas mídias sociais há anos.
Lara Kollab
A Dra. Lara Kollab, 27 anos, ex-residente da Clínica Cleveland em Cleveland, Ohio, escreveu em posts deletados que esperava que “Alá matasse os judeus” e se referia ao povo judeu como “cães.”
A Clínica Cleveland, desde então, condenou a Dra. Kollab, que mantém sua licença médica, e confirmou que ela não está mais trabalhando no hospital.
“Essa pessoa havia sido contratada como residente supervisionada em nosso hospital de julho a setembro de 2018,” disse a Clínica Cleveland em um comunicado, acrescentando que “essas crenças de modo algum refletem as da nossa organização.”
Durante seu tempo como estudante de medicina, a Dra. Kollab, de Westlake, Cleveland, postou uma série de postagens antissemitas e que minimizavam o Holocausto no Twitter sob o pseudônimo de Elle Kay — que estaria representando suas iniciais L.K.
Em janeiro de 2012, ela escreveu: “propositalmente darei a todos os yahood [judeus] remédios errados… [sic], e em outubro daquele ano ela disse que o Holocausto havia sido “exagerado.”
Em agosto de 2013, a Dra. Kollab escreveu em árabe: “Que Alá retire [a vida] dos judeus, de modo que deixemos de ser forçados a ir àqueles impuros,” segundo o jornal israelense The Jerusalem Post.
Citando uma série de tuítes exibidos no site da Canary Mission, o jornal Times of Israel disse que [a muçulmana] de 27 anos fez comentários antissemitas nas redes sociais de 2011 a 2017.
A Dra Kollab, que é de ascendência palestina, recebeu seu diploma de medicina de uma faculdade ligada a judeus em Nova Iorque no ano passado.
A Faculdade de Medicina Osteopática Touro, desde então, expressou seu choque ao saber das opiniões antissemitas da Dra. Kollab.
“A Faculdade Touro está chocada com os comentários antissemitas feitos por Lara Kollab, formada na Faculdade de Medicina Osteopática Touro,” disse a faculdade de medicina em um comunicado.
“A missão da Faculdade Touro é educar, perpetuar e enriquecer a histórica tradição judaica de tolerância e dignidade.
“Estamos chocados que um dos nossos formados iria expressar declarações que são antitéticas para Touro e para o juramento hipocrático dos médicos.”
Desde então, a Dra. Kollab desativou ou apagou todas as suas contas de mídia social.
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Um comentário :

Anônimo disse...

Considerando a fé que a médica professa, não consigo compreender qual é o motivo de muitos ficarem chocados com o que ela disse ou fez, afinal ela está apenas seguindo os preceitos da sua fé. Seria muito estranho se ela fosse alguém que tivesse aprendido ensinamentos como: amar ao próximo e perdoar os inimigos, e mesmo assim fizesse tais declarações de ódio contra judeus, porém certamente não foi isto que ela leu no seu livro sagrado, o qual ordena a matar todos os que não professam a sua religião.